Goiás

Ministério Público denuncia médico indiciado por abuso sexual

A denúncia foi apresentada nesta quarta-feira, dia 8.
09/02/2018, 16h45

Ministério Público denunciou nesta quarta-feira (8/2), o médico Joaquim de Sousa Lima Neto, de 58 anos, investigado por abusar sexualmente de pacientes.

Joaquim, que exercia como ginecologista, mas não tinha registro que validasse a profissão, foi preso no dia 23 de janeiro depois que pacientes o denunciaram por estupro. A primeira denúncia foi feita na 1ª Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher (DEAM) de Goiânia, logo outras pacientes também se apresentaram na delegacia.

Ao todo, 40 mulheres fizeram denúncias formais na DEAM. O médico, que já havia sido condenado em 2015 por crime de violação sexual, foi preso ainda no dia 23 de janeiro.

No dia 25 de janeiro, a defesa do médico informou que havia pedido a revogação da prisão dele. A defesa alega ainda que Joaquim de Sousa não representa risco algum à sociedade ou às investigações, por isso deve responder em liberdade.

A fim de que o médico responda o processo preso, nesta quarta-feira (8/2) o Ministério Público, por meio da 3ª Promotoria de Justiça de Goiânia, denunciou o médico pela prática de crimes de estupro, violação sexual mediante fraude contra diversas vítimas e por falsidade ideológica.

O Dia Online recebeu com exclusividade a denúncia apresentada pelo Ministério Público.

“Por todo o exposto, vem o Ministério Público, nos termos no artigo 41 do Código de Processo Penal, oferecer DENÚNCIA contra JOAQUIM DE SOUZA LIMA NETO, por infração aos artigos 215 (quatro vezes) e 215 c/c 14, c/c 71, 213, caput, (três vezes) e 299, c/c 69, todos do Código Penal, requerendo que, recebida esta, seja aquele citado para, no prazo de 10 (dez) dias, responder às acusações que lhes são feitas, e processado pelo rito pertinente, ouvindo-se as vítimas e testemunhas abaixo indicadas, para, ao final, confirmada esta, ser condenado na forma da lei, fixando valor mínimo para a reparação dos danos causados às ofendidas.”

De acordo com a denúncia, o MP oferece 10 dias para que as vítimas sejam ouvidas e para o que médico responda às acusações. Em sete páginas de documento o MP descreve as denúncias das vítimas de acordo com os relatos das mesmas.

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

Médico da Clínica do Esporte e da reserva da PM morre durante assalto em Goiânia

Antônio Carlos de Castro era ortopedista e traumatologia e tenente da reserva da Polícia Militar.
13/02/2018, 10h04

Um médico, sócio da Clínica do Esporte, morreu durante um assalto na noite desta segunda-feira (12/2), em Goiânia.

O crime aconteceu na Avenida B, no Jardim Santo Antônio. Três homens armados que estavam em um carro abordaram o médico, que teria acelerado o veículo quando percebeu a ação dos bandidos.

Segundo a Polícia Militar, equipes fazem buscas pelos suspeitos.

Antônio Carlos de Castro era ortopedista e referência em traumatologia em Goiás, principalmente no meio esportivo. Ele era também tenente da reserva da Polícia Militar de Goiás.

De acordo com informações de amigos da família, a mãe do médico, que já tem 87 anos, morava sozinha e recebeu a notícia da morte do filho por volta das 23h.

A Associação Médica de Goiás fez uma publicação em suas redes sociais informando sobre a morte de Antônio.

“LUTO! A Associação Médica de Goiás informa o falecimento do ortopedista e traumatologista Antônio Carlos de Castro, cirurgião de joelho, ex-presidente da SBOT-GO. É um momento triste para a Medicina goiana. Aos familiares, amigos e colegas de especialidade, nossa solidariedade e sinceros sentimentos.”

Na manhã desta terça-feira (13/2), o Goiás Esporte Clube publicou uma nota lamentando a morte do médico.

“O Goiás Esporte Clube lamenta profundamente o falecimento do Dr. Antônio Carlos de Castro, torcedor esmeraldino e sócio da Clínica do Esporte, parceiro oficial do clube alviverde. Ele foi vítima de um latrocínio em Goiânia, cujo objetivo dos assaltantes era levar o carro do médico. O Goiás se solidariza com familiares e amigos do Dr. Antônio Carlos.”

Em nota, o Conselho Regional de Medicina de Goiás cobrou agilidade nas investigações.

“O Cremego se solidariza com a família, amigos e toda a classe médica e repudia tamanha violência, cobrando a imediata apuração do caso e punição dos responsáveis. É necessário que as autoridades competentes ajam com rigor para proteger a sociedade e evitar que dramas como esse se repitam”. 

A Polícia Militar também se manisfetou por meio de uma nota:

“É com tristeza e muito pesar que a Polícia Militar do Estado de Goiás informa o falecimento do Ten QOS Antônio Carlos de Castro, médico da reserva, pai da Ten QOS Laura de Castro, neurologista. O velório está sendo realizado nesta manhã no Cemitério Parque Memorial de Goiânia, sala 05. O sepultamento está previsto para às 13h, no mesmo local.” 

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

Funcionária pública é encontrada morta em apartamento na Vila Alpes

Giselle Evangelista, de 39 anos, era servidora do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás.
16/02/2018, 19h18

Funcionária Pública é encontrada morta em apartamento na tarde desta sexta-feira (16/2), na Vila Alpes, em Goiânia.

Giselle Evangelista, de 39 anos, que era servidora do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, não dava notícias à família há quase dois dias. Uma prima teria ido até o apartamento ver o que teria acontecido e foi quando a encontrou morta dentro de casa.

A suspeita é de que Giselle tenha sido assassinada pelo companheiro. Informações preliminares apontam que ela teria sido asfixiada com um travesseiro.

De acordo com vizinhos, foram ouvidos gritos na noite de ontem (15/2), mas não estranharam porque o casal já estava brigando desde o carnaval.

A perícia já está no local. A Polícia Civil vai investigar o caso.

Aguarde atualização.

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

Polícia Civil prende namorado suspeito de matar funcionária pública

José Carlos de Oliveira Junior, de 37 anos, foi preso na zona rural de Pirenópolis.
17/02/2018, 23h24

Foi preso na noite deste sábado (17/2), o namorado da funcionária pública encontrada morta na última sexta-feira (16/2) no apartamento do companheiro, na Vila Alpes, em Goiânia.

José Carlos de Oliveira Junior, de 37 anos, foi preso por equipes da Polícia Civil, na zona rural de Pirenópolis, próximo ao local onde o carro dele havia sido encontrado na noite de sexta-feira (16/2).

O homem era considerado foragido.

Giselle Evangelista, de 39 anos, que era servidora do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, foi encontrada morta pela família.

A servidora deixa um filho de 19 anos. O corpo de Giselle foi velado na manhã deste sábado, no cemitério Jardim das Palmeiras, no Setor Centro Oeste, em Goiânia.

Confira o momento em que José Carlos chega preso à delegacia:

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

Juiz mantém prisão de jovem que matou irmã por causa de controle remoto

O crime aconteceu na noite desta terça-feira (20/2), em Goiânia.
21/02/2018, 19h24

Adilson de Souza Marques, de 18 anos, teve a prisão em flagrante convertida em preventiva. A decisão foi do juiz da 7ª Vara Criminal de Goiânia Oscar de Oliveira Sá Neto.

O jovem confessou ter matado a irmã, Flávia Gabrielle de Souza Marques, de 17 anos, a facadas. O crime aconteceu na noite desta terça-feira (20/2), no setor Recanto das Minas Gerais, em Goiânia.

Tudo teria começado com uma briga por causa do controle de televisão. Adilson e a irmã estavam sozinhos em casa e na disputa pelo controle remoto, o jovem esfaqueou Flávia. Em seguida, ele mesmo chamou vizinhos da casa para socorrer a menina, enquanto fugia para a casa da avó.

Para a justiça, a motivação do crime é considerada como fútil. Na decisão, o juiz entendeu que o jovem tem um grau de frieza elevado e apresentou também ser calculista, por isso ele deve ser mantido preso.

Segundo o relato do magistrado, o rapaz teve tempo de refletir sobre suas ações. “Porque teria tido tempo suficiente para refletir sobre sua conduta e desistir de praticar o crime, porém teria ido avante”.

Já a família de Adilson alegou que ele sofre com problemas psicológicos. Eles apresentaram um laudo com a data de 2012, mas este não apresenta algum diagnóstico de doença mental que o impossibilitasse de responder pelos atos.

O juiz decidiu submeter o jovem a teste de sanidade mental. Enquanto é avaliado pela junta psiquiátrica do judiciário goiano, Adilson será colocado em uma cela reservada, no Núcleo de Custódia do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia.

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.