Felipe André
10/02/2018, 07h02

ESPECIAL: Dia do Atleta Profissional

Fica a homenagem do Dia Online a todos os profissionais que trabalham com esportes e que emocionam toda uma nação.

O dia 10 de fevereiro é dedicado para todas as pessoas que decidiram fazer do esporte a sua profissão.

De acordo com a lei nº 9.615, decretada no dia 24 de março de 1998, o esporte pode ser considerado uma prática profissional. Ficou decidido também que no dia 10 de fevereiro comemora-se o Dia do Atleta Profissional.

Além de todas as variáveis que entram dentro de campo, quadra, entre outros locais onde o esporte é praticado, o atleta é sempre exigido ao máximo, concentrando todos os seus esforços para bater recordes, marcas pessoais e deixar o seu nome no legado de seu país.

Os atletas carregam a esperança de toda uma nação durante uma competição, são parabenizados pelas vitórias, mas, por isso, muitas vezes também são criticados por um desempenho abaixo do esperado.

Há cerca de três mil anos, alguns atletas nos Jogos Olímpicos antigos na Grécia, eram patrocinados por outras pessoas, para competir. Foi assim que os atletas começaram a “ganhar a vida” com atividades esportivas.

Mesmo com o esporte tendo tanta importância nos dias de hoje, ainda existe algumas modalidades bastante carentes de investimentos.

Para celebrar o Dia do Atleta Profissional como um esportista é preciso levar em consideração alguns pontos como, por exemplo:

  • Ter em mente que é preciso considerar a profissão como sendo outra qualquer em que apenas os melhores serão premiados.
  • O sucesso somente virá com muita dedicação, ou seja, com muito esforço durante os treinos e partidas.
  • Apesar de ser bastante recompensador, ser um atleta também exige que seja deixado de lado alguns momentos, ou seja, será preciso abdicar algumas vezes de passar um tempo com a família para treinar.

Foi o caso do atleta profissional, Gustavo Ramos, jogador de futebol da Aparecidense, falou com a equipe do Dia Online e explicou um pouco sobre o seu processo.

Ele que surgiu nas categorias de base do Vila Nova, foi vendido para o Internacional-RS e após alguns anos, retornou ao futebol goiano.

Foto: Dia Online

Apesar de ter apenas 21 anos, Gustavo revelou que nada foi fácil em sua vida. Ele que estudava em Campinas, precisava pegar três ônibus apenas para treinar, em seus tempos de atleta da base do Vila Nova.

“Sonho”, foi assim que Gustavo acabou definindo o seu trabalho e ressaltou para os mais jovens, que desejam se tornar um atleta no futuro, para não desistir, apesar de todas as dificuldades impostas no começo.