Goiás

Imagens de câmeras mostram momento em que DJ sai de casa e desaparece; vídeo

Jovem saiu de casa às 18h de domingo, no dia do aniversário.
03/07/2018, 15h28

A família do DJ Ítalo dos Santos, de 23 anos, desaparecido desde domingo (1/7) ainda não tem pistas do rapaz. Ele saiu de casa às 18h como mostram imagens obtidas com exclusividade pelo Portal Dia Online no dia do aniversário. Ele não atendeu a ligações desde então.

Imagens de câmeras mostram momento em que DJ sai de casa e desaparece

Para a reportagem, a delegada Karla Fernandes Guimarães, responsável pelas investigações informou que, inicialmente, colhe informações trazidas pela família do jovem. “Desaparecimento não é crime, é atípico. Primeiro faremos um levantamento. A família vai a hospitais, busca pelo familiar”, orienta.

“Depois a gente começa a trabalhar com uma linha, que pode ser de sequestro ou homícidio”, explica. Ela ainda informa que “99% o desaparecimento é voluntário, quando não pessoa não quer ter contato com a família”.

O caso

O DJ mora com dois irmãos e a mãe em um apartamento no bairro Negrão de Lima. Sócio da empresa F5 Eventos, como contou o irmão ao Portal Dia Online, Ítalo apresentava sinais de “tristeza” e “decepção com o trabalho”. “Ele passava a semana inteira em casa e trabalhava aos finais de semana. Muito tempo para pensar besteira”, aponta Yuri.

A irmã do jovem procura por pistas no banco – para ver se rastreia movimentação financeira – e delegacias. “Mesmo com seguro, o carro não tem rastreador. E o celular está desligado”, lamenta o irmão.

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Goiás

Vídeo mostra criança de dois anos comendo ração em Trindade

"Meu neto chegou em casa com cheiro de cachorro", conta avó paterna que recebeu o vídeo.
04/07/2018, 17h07

A Polícia Civil de Trindade investiga uma mãe, que tem 19 anos, e a tia dela por deixar um bebê de dois anos comer ração. O vídeo, gravado na segunda-feira (1/7) foi enviado pela tia materna da criança para a avó paterna.

“Estávamos assistindo o jogo do Brasil e meu mundo acabou quando recebi o vídeo. Fiquei chocada. Comentei com uma advogada aqui perto de casa e eles me orientaram a procurar uma delegacia”, informou, sob anonimato, ao Portal Dia Online a avó paterna da criança.

Após assistir ao vídeo, a avó paterna foi à casa do neto para buscá-lo. “A mãe dele disse que ele dormia, mas quando ouviu minha voz o menino gritou”, conta.

Quando chegou em casa com o neto, uma constatação: “Ele estava com cheiro de cachorro, de ração.” Segundo a avó, desde o dia em que recebeu o vídeo a vida dela não é mesma. “Estou arrasada”.

O delegado Vicente Gravina explicou à reportagem que as duas podem responder criminalmente. “Elas podem responder por maus-tratos e por submeter a criança sob sua guarda por constrangimento ou vexatório”, destaca.

Ainda segundo o delegado, o procedimento,  agora, é ouvir as pessoas responsáveis pela criança. “Vou intimar a mãe e a tia dela que mora com a criança”.

Segundo uma tia do bebê, irmã do pai, a criança não dá trabalho. “O Heitor não é custoso, chora quando está com fome e sede. E quando resgatamos ele estava com fome porque estava nervoso e chorando. Quando colocamos comida para meu sobrinho, ele comia igual ao vídeo e minha mãe chamou a atenção dele.”

Veja o vídeo:

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Goiás

O que avançou seis anos após o assassinato do jornalista Valério Luiz em Goiânia?

O crime repercutiu em todo o mundo. Matar jornalista fere convenções internacionais.
05/07/2018, 10h27

Era uma quarta-feira, 5 de julho de 2012. Depois de esperar Valério Luiz apresentar um programa na Rádio 820 (hoje Bandeirantes) um assassino em uma Honda CG preta descarregou o revólver calibre 357 no corpo do radialista, que ficou no carro.

Seis disparos calaram o cronista apaixonado por esportes, que não tinha medo de apontar erros e conveniências de clubes, sobretudo o Atlético Goianiense.

De acordo com a apuração da Polícia Civil, estão envolvidos no homicídio o cabo da PM goiana Ademá Figuerêdo Aguiar Filho, 45 anos, conhecido por Figuerêdo, o sargento Djalma Gomes da Silva, conhecido por Da Silva, o açougueiro Marcus Vinicius Pereira Xavier, 34, conhecido por Marquinhos, Urbano de Carvalho Malta, 39 e, apontado como mandante, o atual presidente do Atlético Goianiense,  Maurício Borges Sampaio, 60.

Seis julhos se passaram e nenhum dos cinco acusados pelo crime foram condenados. Mas todos os recursos da defesa se esgotaram e o julgamento não deve passar deste ano.

Depois de idas e vindas de decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) para cancelar decisões de mandar os acusados a Júri Popular, falta apenas o exame de sanidade mental do Djalma Gomes da Silva, em 1º de outubro, a pedido da defesa. Ele vai passar pela Junta Médica do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO).

O que avançou seis anos após assassinarem o jornalista Valério Luiz a tiros em Goiânia?
Carro do radialista cravado de balas. (Foto: reprodução)

Reação ao crime

O caso repercutiu tanto na imprensa nacional quanto internacional. É que matar jornalista fere convenções internacionais. Quando Geneton Moraes Neto, um dos mais respeitados jornalistas brasileiros morreu em 2016 – não de morte matada, mas de aneurisma da aorta -,  o cantor e compositor Caetano Veloso cunhou uma frase que deve ser estendida a qualquer morte de comunicador: “quando um jornalista de verdade morre, a verdade fica mais triste”.

Matar jornalista é, sem dúvidas, a mais covarde forma de silenciar a verdade. Seis anos atrás, aqui pertinho de nós, em Goiânia, a verdade foi assassinada a tiros. Não poderia ter sido mais flagrante o intuito dos assassinos do radialista em frente à Rádio 820 de onde opinava e denunciava os desmandos do poder no futebol goianiense.

O escritor e jornalista inglês George Orwell, entendia do ofício: Ele escreveu: “Jornalismo é publicar [falar] aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade.” Seis anos atrás, essa máxima matou Valério. Desmoronou a família dele e amedrontou os jornalistas que, não raro, temem se expressar e ter o mesmo fim.

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Goiás

Vídeo mostra menino andando em parapeito do 18° andar de prédio em Goiânia

Conforme testemunha, provavelmente pais não estavam em casa.
09/07/2018, 16h02

Um vídeo obtido com exclusividade pelo Portal Dia Online mostra uma criança de mais ou menos 7 anos caminhando pelo parapeito no 18° andar, do Condomínio Livre Ipiranga, no setor Ipiranga, em Goiânia, na manhã desta segunda-feira (9/7). Os pais da criança, segundo testemunha, provavelmente não estavam em casa.

No condomínio, de três torres, com 498 apartamentos, o vídeo circula timidamente. “O pai do menino é muito nervoso. Ninguém tem coragem de denunciar”, disse uma moradora sob anonimato.

Veja flagrante:

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Goiás

Portal lançado pela SSP exibe informações de foragidos e desaparecidos

Informações repassadas pelos usuários serão divulgadas nas redes sociais e fixadas em locais públicos.
12/07/2018, 18h19

Foi apresentado nesta quinta-feira (12/7), pelo secretário de Segurança Pública, Irapuan Costa Júnior, o Portal Integrado da Segurança Pública, página que exibe informações e fotos de foragidos da Justiça, procurados pela polícia e dados de pessoas desaparecidas.

As informações, que estão disponíveis no site procurados.ssp.go.gov.br, são fornecidas pela Polícia Civil e a Diretoria Geral de Administração Penitenciária (DGAP). A ferramenta é simples e de fácil acesso.

Os dados informados pelos usuários na plataforma, como paradeiro de foragidos, procurados e desaparecidos, serão enviados para a Superintendência Executiva de Ações e Operações Integradas da SSP, que, por meio do Núcleo Interativo de Comunicação (NIC), vai elaborar cartazes e também divulgar em redes sociais, como Facebook, Instagram, Twitter e WhatsApp.

As informações também serão fixadas em totens de terminais de ônibus.

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