Goiás

Homem é morto a pedradas após acusar dupla de roubar isqueiro

Os dois foram levados para a Central de Flagrantes de Aparecida de Goiânia.
13/07/2018, 13h12

A Polícia Militar prendeu dois homens em flagrante após confessarem o assassinato de um homem que acusou a dupla de ter pegado o isqueiro. O crime ocorreu ontem (12/7) no Jardim Ana Amélia, em Bonfinópolis, em Goiás.

Rodrigo Martins Rodrigues, conhecido como “Dão” e Fábio Júnior Lima Campos mataram a vítima a pedradas. Segundo os policiais que os prenderam, Rodrigo tentou fugir ao ver a viatura.

Na abordagem, um dos autores estava com a roupa suja de sangue.

Foi quando os policiais perguntaram a motivação que a dupla que justificaram o crime: a vítima estava acusando os dois de terem furtado o isqueiro enquanto os três ingeriam bebidas alcoólicas.

Os dois suspeitos foram conduzidos para a Central de Flagrantes em Aparecida de Goiânia para mais esclarecimentos.

Homem é morto a pedradas após acusar acusados de roubar isqueiros em Goiás
Pedras utilizadas para matar a vítima. (Foto: Reprodução/Polícia Militar)

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Goiás

Mãe de criança filmada comendo ração é indiciada por maus tratos

Vídeo mostra o bebê no chão comendo ração de cachorro; caso ocorreu no dia 1º de julho, em Trindade.
16/07/2018, 17h53

A mãe e a tia-avó da criança de dois anos filmada comendo ração foram indiciadas por maus tratos e por submeter uma criança a constrangimento. O inquérito da Polícia Civil foi concluído nesta segunda-feira (16/7). As mulheres podem receber pena de seis a dois meses de prisão. Além disso, a guarda da criança deve ser dada ao pai.

O caso ocorreu no dia 1º de julho, em Trindade. Na ocasião, um vídeo que mostra o menino comendo ração de cachorro foi enviado à avó paterna, que fez a denúncia. As imagens foram feitas pela tia da criança.

De acordo com o delegado Vicente Gravina, responsável pelo caso, as investigações foram concluídas e o inquérito já foi enviado ao Poder Judiciário.

Reveja o vídeo:

Saiba mais:

Vídeo mostra criança de dois anos comendo ração em Trindade

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Goiás

Ex-prefeito de Planaltina de Goiás tem direitos políticos suspensos por 3 anos

MP e Justiça entenderam que houve improbidade administrativa em licitação na área da saúde no município.
17/07/2018, 09h32

Acolhendo argumentação do promotor de Justiça Rafael Simonetti Bueno da Silva, o juiz Thiago Santos reconheceu a prática de ato de improbidade administrativa do ex-prefeito de Planaltina de Goiás José Olinto Neto, em razão de ilegalidades em processo de licitação da área de saúde, com valores acima de R$ 100 mil. Na decisão, o juiz suspendeu os direitos políticos do ex-gestor por três anos e aplicou multa de R$ 50 mil, em benefício do Fundo Municipal de Saúde.

No processo, o promotor teve por objetivo responsabilizar José Olinto pelas ilegalidades apontadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios no Pregão Presencial n° 25/2011, que resultou na formalização dos Contratos 205, 206, 207, 208 e 209, respectivamente com as empresas Magno Souza Comércio de Medicamentos Ltda., Recmed Comércio de Materiais Hospitalares Ltda., Stock Comercial Hospitalar Ltda,, All Médica Distribuidora de Materiais Hospitalares Ltda. e Med Roma Distribuidora de Medicamentos Ltda. Todos eles tiveram como objeto o fornecimento de remédios e materiais hospitalares.

Em razão das irregularidades, o TCM requisitou a apresentação de diversos documentos, verificando inconsistências pela falta do levantamento inicial de preços e escolha do tipo de licitação de menor preço por lote, o que levou o órgão a julgar ilegais os contratos administrativos. Assim, por não observar os princípios da administração pública e causar prejuízos aos cofres públicos, o MP acionou o ex-gestor, inclusive, por sua conduta dolosa em relação ao órgão fiscalizador

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Goiás

Veja vídeos de execução de jovem na UFG

Cenas impressionam pela frieza dos assassinos.
17/07/2018, 14h50

A Polícia Civil divulgou imagens na manhã desta terça-feira (17/7) que mostram a forma com que um jovem foi morto a tiros no Campus Samambaia, da Universidade Federal de Goiás (UFG).

Os vídeos foram divulgados após a prisão de Pedro Henrique Garcia Costa, de 20 anos, suspeito de ter participado do assassinato de Luiz Carlos Pereira Castro, em 5 de junho de 2018, no Câmpus Samambaia da Universidade Federal de Goiás, se apresentou à polícia na última sexta-feira (13/7).

“Ele estava escondido em uma fazenda em Jaraguá e sabia que o cerco estava fechado, por isso o advogado entrou em contato para que ele se entregasse”, conta o delegado adjunto da Delegacia de Homicídios, Marco Aurelio Euzébio Ferreira.

Segundo a polícia, o crime foi motivado por tráfico de drogas, mas Pedro diz que não sabia que Vinícius pretendia matar a vítima. “Eles estavam sentados, tinham usado drogas e Vinícius levanta e atira e Pedro sai correndo”, relata o delegado ao ver as imagens de câmeras de segurança.

Veja a sequência de imagens:

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Goiás

Mulher é presa após matar marido em Morrinhos

A mulher contou à Polícia que sofria violência doméstica.
17/07/2018, 16h36

A Polícia Civil de Morrinhos prende nesta terça-feira (17/7), Eliesia Cristina de Moura, de 37 anos. Ela é acusada de matar a facadas o marido, Atamir Mansano Martins.

De acordo com as investigações, no dia 19 de outubro de 2017, a mulher esfaqueou o marido na casa em que moravam. Após o crime, ela foi à delegacia e registrou uma ocorrência dizendo informando que tinha sido vítima de violência doméstica.

Porém, conforme demonstrado na investigação, neste momento, a investigada já teria ceifado a vida de Atamir.

Além disso, durante os trabalhos investigativos da Polícia Civil, foi possível descobrir que Eliesia teria alterado o cenário do fato criminoso, pois a vítima foi encontrada em local diverso de onde a facada teria sido ocasionada. Além disso, a residência foi lavada após o crime. Por isso, ela também será indiciada pelas práticas dos crimes de falsa comunicação de crime e fraude processual.

Desde a decretação da medida cautelar, as diligências foram intensificadas no intuito de localizar Eliesia, a qual, desde então, se encontrava foragida, dificultando a ação policial.  Após o cumprimento do mandado de prisão preventiva, a mulher foi encaminhada a Unidade Prisional local.  O Inquérito Policial será concluído no prazo de 10 dias e posteriormente remetido ao Poder Judiciário.

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