Goiás

Avião que caiu em Planaltina trazia do Tocantins homens que seriam funcionários de empresa em Formosa

Homens gravemente feridos seriam funcionários de uma empresa de Formosa, em Goiás.
01/08/2018, 18h10

Os três homens gravemente feridos na queda de um avião de pequeno porte  às 14h30 estão em estado no Instituto Hospital de Base (IHB), no Distrito Federal. Os bombeiros levam uma quarta vítima em uma viatura para um hospital do Entorno.

O avião é um prefixo PT RKA e vinha do Tocantins para Formosa, em Goiás, no Entorno do Distrito Federal. Os ocupantes da aeronave seriam funcionários da empresa Produtiva, de Formosa. O dono teria fretado o avião para que eles visitassem sua fazenda em Formosa. Inclusive o filho do proprietário, Jean, estaria entre as vítimas. Ele foi o primeiro a chegar no IHB.

Para socorrer os feridos, três helicópteros foram utilizados, duas unidades móveis de resgate e um caminhão das corporação do DF e Entorno. Conforme o site Metrópoles, por volta das 17h o Resgate Aéreo 3 do Corpo de Bombeiros deixou o local do acidente transportando uma das vítimas. O homem estava entubado, inconsciente e em estado grave.

Conforme publicou o site Metrópoles, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aeronave está registrada na categoria de serviços aéreos privados. O modelo EMB-711ST, fabricado em 1981, está apto a voar, pois possui Certificado de Aeronavegabilidade (CA) e Inspeção Anual de Manutenção (IAM) em dia, que, porém, venceria no próximo dia 8.

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Goiás

Adolescente de 16 anos é agredido por homem após acertar bola em criança; veja vídeo

As imagens do momento da agressão são chocantes. Confira o vídeo.

Por Ton Paulo
01/08/2018, 18h23

Um jovem de 16 anos foi agredido com socos e chutes por um homem enfurecido depois que o rapaz acertou, sem querer, a bola que jogava no rosto de sua filha. O agressor, pai da menina, e a vítima moram no mesmo prédio, no setor Crimeia Leste, em Goiânia.

Segundo o relato do tio da vítima, o adolescente jogava bola na área de lazer do prédio com seus amigos, quando, acidentalmente, jogou a bola na direção de uma menina de oito anos que também estava na quadra. Ainda de acordou com o relato, a menina teria pego a bola e dito que “era a sua vez de jogar”.

Quando o rapaz tentou tomar o objeto das mãos da menina, também moradora do prédio, o objeto teria escapulido e acertado em cheio seu rosto, derrubando seus óculos no chão.

A menina, chorando, teria subido e contado aos seus pais o ocorrido. Seu pai, que é professor de uma instituição de ensino técnico de Goiânia, desceu em estado de fúria e encontrou o adolescente quando este esperava o elevador, acertando-o violentamente com socos e chutes. As câmeras de segurança flagraram quando o jovem tentou correr e foi perseguido pelo agressor, que o acertou com mais golpes.

Em entrevista ao Dia Online, o tio da vítima contou que o agressor “tem um histórico de violência no prédio”. O rapaz foi à delegacia acompanhado de familiares e registrou um Boletim de Ocorrência (BO).

Veja o vídeo do momento da agressão:

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Goiás

Mãe é condenada a 18 anos de prisão por matar filha e esconder corpo

Márcia Zaccarelli respondia o processo em liberdade desde agosto de 2016, quando foi presa e solta 51 dias depois.
01/08/2018, 19h53

A professora Márcia Zaccarelli foi condenada por um júri popular a 18 anos e 8 meses de prisão, em regime fechado, na Penitenciária Odenir Guimarães, antigo Cepaigo. O julgamento foi feito nesta quarta-feira (1/8) e presidido pelo juiz da 3ª Vara dos Crimes Dolosos Contra a Vida e Tribunal do Júri da comarca de Goiânia, Jesseir Coelho de Alcântara.

A mulher foi considerada culpada pela morte da filha recém-nascida e por esconder o corpo durante cinco anos em um escaninho no prédio em que morava, no Setor Bueno.

De acordo com o Tribunal de Justiça de Goiás, os jurados entenderam que a ré é culpada pelo crime, uma vez que agiu com frieza, de forma cruel tampou o nariz da própria filha recém-nascida até a morte. Concluíram ainda que a ré não possui perturbação da saúde mental e nem doença metal, bem como possui conduta social dentro da normalidade, uma vez que possui ocupação lícita, curso superior completo e boa adaptabilidade social.

“As circunstâncias do crime não lhe favorecem, por atingir vítima recém-nascida, impossibilitando-lhe sua defesa. As consequências do crime são inerentes a esse tipo penal que é de natureza irreversível, pois foi retirada a expectativa de a criança recem-nascida vir a se tronar uma pessoa adulta, formar família e ter uma carreira profissional”, sustentaram os jurados que integraram o Conselho de Sentença.

Durante o interrogatório, que durou cerca de uma hora, Márcia afirmou que a morte da bebê foi acidental e que a ideia de esconder o corpo foi do ex-companheiro, Glácio de Souza Costa, e contou detalhes de como o bebê teria morrido. Segundo ela, a recém-nascida morreu nos braços dela, enquanto ela a segurava contra o peito para que o marido não a tomasse de seu colo.

Conforme relatado pela professora, quando ela saiu do hospital por não ter mais dinheiro para continuar lá, foi para uma praça.

“O meu ex-marido me ligou e me encontrou lá. Ele tentou a todo custo retirar a minha filha dos meus braços, e eu apertava ela contra o meu peito para protegê-la. Ficamos um tempo nessa briga até que fomos para casa. Quando eu cheguei, percebi que minha filha não estava mais respirando”, contou durante o interrogatório.

A professora disse ainda que a bebê era fruto de uma traição e afirmou que tanto o marido, quanto o amante, sabiam da gravidez, mas nenhum deles queria assumir a filha. Segundo ela, quando entrou em trabalho de parto, o marido disse que era para ela “sumir e dar um jeito” na criança.

“Eu jamais abortaria. Quando eu entrei em trabalho de parto, o Glaudson disse que era para eu sumir e dar um jeito na criança, não voltar para casa com ela, porque ele não passaria por essa vergonha”, contou chorando ao magistrado que conduziu o interrogatório.

Três mulheres e quatro homens compuseram o corpo de jurados. O julgamento da professora Márcia Zacarelli começou às 8h45 e durante toda a manhã houve depoimentos. Cinco testemunhas arroladas pelo Ministério Público e pela defesa foram ouvidas. Entre elas, a filha de Márcia Zaccarelli. A adolescente de 14 anos chorou algumas vezes e ressaltou que sentia medo do seu padrasto, Glaudson, porque, segundo ela, era um homem que fazia a mãe dela sofrer.

“Ele me tratava com indiferença. Gritava com ela, batia. Em 2015, quando ele descobriu uma suposta traição, me bateu, machucou minha mãe. Eu não gostava dele porque sempre via minha mãe chorando”, contou.

Relembre o caso

Conforme denúncia oferecida pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO), Márcia Zacarelli deu à luz uma menina no dia 15 de março de 2011, após ter escondido a gravidez de familiares e amigos. A criança seria fruto de um relacionamento extraconjugal. Como seu marido já havia feito vasectomia, não havia como dizer que a criança era dele.

No dia do nascimento da filha, Márcia, ao sentir as contrações, ligou para um amigo que a levou para o hospital. O amigo ainda pagou para que ela fizesse parto cesária. Um dia após, ao receber alta, ela tampou o nariz da recém-nascida, matando-a por asfixia. Em seguida, colocou o cadáver dentro de uma bolsa, e o levou para o apartamento onde morava.

Chegando no local, segundo a peça acusatória, Márcia envolveu o cadáver com pano e saco plástico, depois colocou dentro de uma caixa de papelão e o escondeu no escaninho de seu apartamento. Os restos mortais foram encontrados muitos anos depois, quando seu ex-marido voltou ao prédio para buscar alguns objetos e estranhou o odor de uma das caixas.

*Com informações do Tribunal de Justiça de Goiás

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Educação

Conheça sete famosos goianos conhecidos no mundo inteiro

De atrizes a banqueiros, estes goianos ganharam renome mundial.

Por Ton Paulo
02/08/2018, 16h10

Goiânia é  a 11ª capital mais populosa do Brasil, segundo o IBGE. Com aproximadamente 1,5 milhão de habitantes, a cidade goiana detém 21,63% da população do Estado. Diante das megalópoles brasileiras como São Paulo e Rio de Janeiro, Goiânia pode até parecer modesta, mas não duvide do potencial da terra do pequi! Foi daqui mesmo que saíram alguns dos maiores artistas do Brasil e, quiçá, do mundo! Entre atrizes, cantores e jornalistas e até banqueiros notáveis, conheça sete famosos que nasceram em Goiás.

1 – Wanessa

A cantora, filha de Zezé di Camargo da famosa dupla Zezé di Camargo e Luciano, nasceu em Goiânia, em 1982.

2 – Henrique Meirelles

O ex-ministro da fazenda e atual candidato à Presidência da República Henrique Meirelles nasceu em 1945, na cidade de Anápolis.

3 – Gustavo Loyola

O famoso economista e ex-presidente do Banco Central nasceu em Goiânia, em 1952.

4 – Marcos Hummel

O jornalista e apresentador do Câmara Record nasceu em 1947, na cidade de Catalão.

5 – Ingrid Guimarães

A famosa atriz global nasceu em Goiânia, em 1972.

6 – Carolina Ferraz

A atriz, ex-queridinha da Globo, nasceu na cidade de Morrinhos, em 1968.

7 – Wolf Maya

Wolf nasceu em Goiânia em 1953, e já atuou e dirigiu inúmeras novelas da Rede Globo.

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Goiás

Acusado de matar colombiano no Tocantins é preso em Senador Canedo

O suspeito fugiu para Goiás depois de executar o crime.

Por Ton Paulo
02/08/2018, 16h36

A Polícia Civil de Tocantins prendeu ontem (1/8), em Goiás, o principal suspeito de ter matado o colombiano Jhowin Holguin Rodrigues em um bar na cidade de Gurupi (TO), em março deste ano. Manoel Henrique Correira Pires foi encontrado no município de Senador Canedo, região metropolitana.

De acordo com o delegado Hélio Domingos de Assis, responsável pelo caso, Manoel assassinou a vítima a mando de Joaquim Ribeiro, vulgo “Beguel”, e sua filha, Helena Martins Ribeiro. Logo após o crime, o suspeito fugiu para Goiás.

No momento da prisão, o delegado informou que Manoel confessou detalhes do crime, indicando até a participação de cada um dos envolvidos. Os suspeitos de terem mandado matar o colombiano também foram presos, e aguardam julgamento. Manoel Henrique foi indiciado por homicídio qualificado.

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