Entretenimento

Repórter do Portal Dia Online publica livro sobre Césio 137 em Goiânia

Césio 137: livro-reportagem denuncia inconsistência de relatório oficial sobre mortes por câncer.
07/08/2018, 17h44

Jornalistas lançam a reedição do livro Sobreviventes do Césio 137 na próxima quinta-feira (9/8) no Coruja Café, na T-37 no Setor Bueno. A obra, reeditada pela jornalista Carla Lacerda, com colaboração do repórter do Portal Dia Online Yago Sales, traz relatos e denúncias graves sobre o acidente com césio 137 em Goiânia, em setembro de 1987.

Por ocasião dos 30 anos do acidente com o Césio 137, em Goiânia, o Governo do Estado de Goiás informou à imprensa nacional e internacional que os casos de óbitos por câncer entre as vítimas da tragédia seriam seis. No entanto, em 2007, a Superintendência Leide das Neves (Suleide), hoje Centro Estadual de Assistência aos Radioacidentados (CARA), já contabilizava 12 mortes provocadas pela doença, que se tornaram 15, em 2012.

Nas inúmeras reportagens realizadas na época, nenhum jornalista contestou aqueles dados oficiais, que acabaram sendo amplamente difundidos. Meses depois, enquanto realizava checagens para o fechamento do conteúdo da segunda edição do livro Sobreviventes do Césio 137, Carla Lacerda se deparou com inconsistências do relatório elaborado pelo Governo do Estado, que ameniza danos do maior desastre radiológico urbano já ocorrido no Planeta Terra.

Repórter do Portal Dia Online publica livro sobre Césio 137 em Goiânia
Jornalista Carla Lacerda. Foto: reprodução

“O livro levanta esta denúncia em manifesto contra o apagamento desta história que se iniciou em 1987 e ainda não acabou”, comenta a jornalista. Lançado em 2007 pela Editora Contato, Sobreviventes do Césio 137 recebeu menção honrosa no Prêmio Vladimir Herzog, organizado pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo. Na ocasião, Carla Lacerda era repórter do diário O Hoje e produzia reportagens especiais sobre os 20 anos do acidente radiológico em Goiânia.

A segunda edição conta com a contribuição do colega de profissão, Yago Sales, apoio fundamental para a atualização de narrativas. O prefácio foi escrito pelo premiado jornalista e documentarista, Vinicius Sassine. A apresentação do livro traz o ponto de vista da editora Larissa Mundim acerca de percepções que ficam mais nítidas com o distanciamento de três décadas do acidente com o Césio 137. Reeditado pela Nega Lilu Editora e relançado pelo Selo Eclea, a publicação do novo projeto editorial foi viabilizada por financiamento coletivo (crowdfunding), por meio da campanha “30 anos sem Leide das Neves”.

Literatura e jornalismo

A escrita de Sobreviventes do Césio 137 se ancora nos princípios do Jornalismo Literário. Originalmente chamado de New Journalism, trata-se de um movimento que tem como expoentes autores como Gay Talese e Tom Wolfe. “A partir desta base conceitual e técnica, recontei o trágico episódio do acidente radiológico sob o ponto de vista das vítimas”, explica Carla Lacerda. Segundo ela, a referência para a produção do conteúdo inédito, especialmente escrito para esta segunda edição, é o livro Hiroshima, de John Hersey, considerado um marco do jornalismo literário moderno.

Repórter do Portal Dia Online publica livro sobre Césio 137 em GoiâniaAssim, a jornalista conduz o leitor para aquele domingo, 13 de setembro de 1987, quando um aparelho utilizado para tratamento de câncer – que continha a cápsula de césio – foi encontrado por dois jovens em um terreno baldio onde funcionava o antigo Instituto Goiano de Radioterapia (IGR), hoje o Centro de Convenções de Goiânia. “Como viviam as vítimas? O que sentiram durante a crise? Essas foram algumas perguntas que me motivaram a escrever e a registrar, por meio da história oral, a memória destas pessoas, como um patrimônio”, conta Carla Lacerda.

A publicação contém depoimentos de vítimas que, durante muito tempo, se recusaram a falar sobre o acidente com a imprensa, como os irmãos de Leide das Neves, Lucimar e Lucélia. E testemunhos que não estão mais disponíveis como o de Wagner Mota, um dos rapazes que achou a bomba de césio nos escombros do antigo IGR.

Profissionalmente envolvida com o caso há mais de 10 anos, Carla Lacerda ainda obteve instigante depoimento de Edson Fabiano, vizinho de Devair Alves Ferreira, um dos últimos sobreviventes a voltar do Hospital Marcílio Dias, no Rio de Janeiro. Geraldo Guilherme, que levou a bomba de césio à Vigilância Sanitária junto com Maria Gabriela, também foi encontrado pela autora e compartilha suas memórias sobre a tragédia radioativa. O então secretário estadual de Saúde, Antônio Faleiros, o bombeiro Agildo Wagner Jaime e Lourdes das Neves (a mãe da pequena Leide) são outros que trazem sua versão sobre o acidente.

Colaboração

Repórter do Portal Dia Online publica livro sobre Césio 137 em Goiânia
Repórter Yago Sales. Foto: reprodução.

Em 2013, o então estudante de jornalismo Yago Sales começava a se envolver emocionalmente com as histórias de vida das pessoas diretamente envolvidas na tragédia.

Ele conta que, de maneira despretensiosa, foi se aprofundando na pesquisa sobre o assunto sem suspeitar os rumos que tomaria. “Fazia aquilo instintivamente, sem qualquer noção de como e onde usaria as informações que ano a ano se repetem, mudando apenas que as vítimas entrevistadas – como dona Lourdes das Neves e Odesson – vem envelhecendo, repetindo sempre a mesma dor do desamparo, dos anos desperdiçados em audiências públicas e da memória se apagando com o silêncio de cada uma das vítimas”, lembra.

Sobreviventes do Césio 137 começa com uma narrativa cromática evanescente que alerta para a necessidade do registro do discurso não oficial, não institucional contra o apagamento da memória. “De outra maneira, entendemos também este passeio dos olhos pelo azul como expressão do desejo pela descontaminação de todo o preconceito e discriminação que impactam a história de vida das pessoas envolvidas nesta história”, arremata a editora Larissa Mundim.

SERVIÇO

Lançamento do livro: Sobreviventes do Césio 137, de Carla Lacerda, com colaboração de Yago Sales

9 de agosto (quinta), às 19 horas, no Coruja Café (Rua T-37, esquina com Rua T-12, Connect Park Business, Setor Bueno)

Preço de capa: R$ 40

Perfil dos autores:

CARLA LACERDA

Concluiu o curso de Comunicação Social – Habilitação Jornalismo, pela Universidade Federal de Goiás (UFG), em 2003. Em 2009, finalizou Pós-Graduação em Jornalismo Literário. É autora de dois livros: Sobreviventes do Césio – 20 anos depois (2007) e Antônio de Oliveira – A marca de um homem (2016). Pelo primeiro título, recebeu menção honrosa no Prêmio Vladmir Herzog e foi agraciada pelo Sindicato das Indústrias Gráficas do Estado de Goiás. Foi repórter do jornal O Hoje. Em Assessoria de Imprensa, tem passagens pela Câmara dos Deputados, Agência Goiana de Regulação, PUC Goiás, Prefeitura de Aparecida de Goiânia e Agência Brasil Central. Conquistou dois prêmios na área de telejornalismo. Atualmente, é repórter e apresentadora na TV Brasil Central, afiliada da TV Cultura em Goiás.

YAGO SALES

Formado em Jornalismo pela Faculdade Araguaia, em 2016, começou a escrever artigos e crônicas para o jornal Diário da Manhã aos 15 anos. Ainda como estagiário do jornal semanário Tribuna do Planalto, escreveu, em parceria com a jornalista Daniela Martins, reportagem investigativa que venceu o primeiro lugar do Prêmio Gilberto Velho 2017. Publicou na antologia de contos As Dores de Josefa (Selo Naduk – Nega Lilu Editora, 2016). Também é coautor, com outros 84 autores, de Mestres da Reportagens II e Mestres da Reportagem III, livros de entrevistas lançados pela Editora InHouse. Já contribuiu com reportagens especiais para diversos veículos nacionais. Foi repórter do Jornal Opção. Atualmente, é repórter do portal Dia Online e da Ponte Jornalismo.

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Goiás

Lei Maria da Penha completa 12 anos e número de casos de violência ainda cresce

Só no primeiro semestre de 2018, foram registradas quase 73 mil denúncias.
07/08/2018, 18h23

Hoje, dia 7 de agosto, a Lei Maria da Penha completa 12 anos, e o número de caso de violência contra mulher ainda é crescente no Brasil. Só no primeiro semestre de 2018, foram registradas quase 73 mil denúncias, de acordo com dados do Ministério dos Direitos Humanos (MDH), que administra a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, o Ligue 180.

Segundo o relatório, as principais agressões denunciadas são cárcere privado, violência física, psicológica, obstétrica, sexual, moral, patrimonial, tráfico de pessoas, homicídio e assédio no esporte. As denúncias também podem ser registradas pessoalmente nas delegacias especializadas em crime contra a mulher.

Os casos de violência contra mulher têm repercutido quase que diariamente nos noticiários. E para discutir mais sobre o assunto, o TVSD na Web desta terça-feira (7/8), juntamente com o Dia Online, recebeu a advogada Darlene Liberato e a psicóloga Kátia Alexandrina. Elas explicam que a Lei Maria da Penha é um grande avanço ao combate à violência, mas que o sistema ainda é falho.

“É uma conquista. A lei é absolutamente perfeita. O que acontece é que o estado não coloca a lei em prática. Se fosse colocado em prática tudo que a Maria da Penha prevê, com certeza nós teríamos índices muito baixos de homicídos e feminicídos, mas o estado não dá essa condição”, declara a advogada do Centro de Valorização da Mulher (Cevam), Darlene Liberato.

Assista a entrevista completa:

https://www.facebook.com/portaldiaonline/videos/1872917936131686/

Segundo a psicóloga Kátia Alexandrina, a Leia Maria da Penha é um avanço, mas precisa ser feito ainda mais. “Nós vivemos em uma sociedade violenta e sem recursos para saúde e educação, isso amplia o espaço entre as relações privadas sem garantias de direitos, sem igualdade entre homem e mulher, e todas as questões de gênero”, explica.

Hoje, Goiás mantém a segunda posição entre os estados com maior número de feminicídios proporcional à população e tem se aproximado do primeiro lugar, ocupado por Roraima. O estado do Norte tem média de 9,3 casos a cada 100 mil mulheres, enquanto Goiás subiu de 7,5 para 8,5 execuções na mesma medida.

Os dados são referentes aos levantamentos do Anuário da Segurança Pública, Mapa da Violência, Balanço do 180 e da Agência Patrícia Galvão, juntamente com a Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres.

Na última quinta-feira (2/8) a Secretaria de Segurança Pública do Estado de Goiás apresentou os indicadores da criminalidade no estado, de janeiro a julho deste ano.

Segundo o levantamento, enquanto os crimes de roubo, furto e homicídio diminuíram, as denúncias de violência contra a mulher aumentaram quase 20%. Os casos de estupro também preocupam. Só neste ano, já foram registrados 360 casos em Goiás.

As especialistas afirmam que a melhor arma das mulheres contra a violência é a denúncia. Mesmo Goiânia tendo poucas delegacias especializadas no atendimento à mulher, o número de ocorrências registradas tem aumentado.

De janeiro ao início de julho deste ano, a Justiça de Goiás concedeu mais de 2 mil medidas protetivas a mulheres vítimas de violência doméstica e familiar no estado.

De acordo com a delegada Ana Elisa Gomes, titular da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam), mulheres que denunciaram seus agressores, mulheres que estão protegidas e amparas por medidas protetivas de urgência têm muito mais oportunidades e chances de sobreviverem e se afastarem dos agressores.

“O propósito é demonstrar e incentivar que quem denuncia tem mais chance de sobreviver a essas relações abusivas”, conclui.

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Trânsito

IPVA de veículos com placa final 6 vence nesta quinta

Os proprietários que não receberam em casa o boleto podem acessá-lo pelos sites da Sefaz ou do Detran.
07/08/2018, 19h11

Proprietários de veículos com placa final seis devem ficar atentos ao vencimento da prestação única ou da 3ª e última parcela do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). O prazo final para pagamento é na próxima quinta-feira (9/8) alerta a Secretaria de Estado da Fazenda.

Nesta mesma data também vencem a segunda parcela de veículos com placa final sete e a primeira parcela de placas final oito, para quem tenha optado pelo pagamento parcelado em três vezes.

Os proprietários que não receberam em casa o boleto enviado pelo Detran podem acessá-lo pela internet, nos sites www.sefaz.go.gov.br ou www.detran.go.gov.br , ou se dirigirem a uma Agência do Vapt Vupt para impressão do Documento de Arrecadação Estadual (Dare).

A Sefaz informa que o valor do boleto já aparece com o desconto de 50% para veículos populares que se enquadram nas regras – proprietários de carros com motor 1.0 e motos de até 125 cc que não tenham tido multas e não tenham se envolvido em acidente de trânsito nos últimos 12 meses.

O documento também já chega para o proprietário com o desconto de 5% a 10%, para os inscritos no Programa Nota Fiscal Goiana que acumularam pontos no ano passado. Vale ressaltar que, para garantir os descontos, o pagamento deve ser feito em dia.

*Com informações do Goiás Agora 

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Brasil

Liberação de saques do PIS/Pasep começa nesta quarta

Estarão disponíveis para saque mais de R$ 35 bilhões.
07/08/2018, 19h35

Os pagamentos do Fundo PIS/Pasep voltam a ser realizados aos cotistas a partir desta quarta-feira (8/8). No total, cerca de 23,8 milhões de pessoas de todas as idades, que trabalharam com carteira assinada entre 1971 e 1988, têm direito a acessar os recursos até 28 de setembro, quando se encerra a janela do novo cronograma permitido pela legislação.

Após essa data, o benefício volta a ser concedido exclusivamente ao público habitual, formado por cotistas maiores de 60 anos, aposentados, pessoas em situação de invalidez (inclusive seus dependentes) ou acometidas por enfermidades específicas, participantes do Programa de Benefício de Prestação Continuada (BPC) e herdeiros de cotistas falecidos.

O benefício tem potencial para injetar R$ 35,7 bilhões na economia do país, considerando o rendimento de 8,97% do último exercício anual do Fundo.

Os cotistas que tiverem conta corrente na Caixa Econômica Federal (PIS) ou no Banco do Brasil (Pasep) e que estiverem com o cadastro do Fundo atualizado receberão o depósito automaticamente, sem necessidade de se dirigir às agências.De acordo com o cronograma vigente, Caixa e Banco do Brasil começarão a efetuar os depósitos automáticos a partir de amanhã.

Devido à compensação noturna, os correntistas desses bancos poderão verificar os valores em suas contas no dia seguinte (9). Somente esse público soma cerca de 6,3 milhões de pessoas e garante a injeção direta de R$ 5,5 bilhões na economia.

Saque nas agências

A partir do dia 14 deste mês, o saque estará liberado para todos os cotistas, bastando que se dirijam às agências bancárias da Caixa (trabalhadores que atuaram na iniciativa privada) ou do Banco do Brasil (trabalhadores que atuaram no serviço público).

São cerca de 17,5 milhões de pessoas que poderão sacar entre 14 de agosto e 28 de setembro. Para isso, basta levar ao banco um documento de identificação ou o número de registro do PIS/Pasep, consultando na hora o valor que tem direito de sacar.

Os dois bancos – Caixa e BB – também oferecem essas consultas por meio de suas páginas na internet. Desde o início do processo de flexibilização dos saques do fundo PIS/Pasep, em 2017, até junho de 2018, cerca de 4,8 milhões de cotistas já realizaram seus saques, totalizando R$ 6,6 bilhões pagos aos beneficiários.

Quem tem direito

Têm direito ao saque servidores públicos e pessoas que trabalharam com carteira assinada de 1971, quando o PIS/Pasep foi criado, até 1988.

Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito ao saque. Isso ocorre porque a Constituição, promulgada naquele ano, passou a destinar as contribuições do PIS/Pasep das empresas ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Desde a criação do PIS/Pasep, em 1971, o saque total só podia ser feito quando o trabalhador completasse 70 anos, se aposentasse, tivesse doença grave ou invalidez ou fosse herdeiro de titular da conta.

No segundo semestre do ano passado, o governo já tinha enviado ao Congresso duas medidas provisórias (MPs) reduzindo a 60 anos a idade para saque, sem alterar as demais hipóteses de acesso aos recursos.

O Projeto de Lei de Conversão 8/2018, decorrente da MP 813/2017, que permitiu os saques, foi aprovado pelo Senado no dia 28 de maio e sancionado pelos presidente Michel Temer em junho, quando a flexibilização do saque passou a valer na prática.

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Brasil

Receita Federal libera hoje consulta ao terceiro lote de restituição do IR 2018

O crédito será feito no dia 15 de agosto para mais de 2,8 milhões de contribuintes e o lote inclui restituições residuais dos exercícios de 2008 a 2017.
08/08/2018, 07h30

A Receita Federal abre hoje (8/8), a partir das 9h, consulta ao terceiro lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2018. O crédito será feito no dia 15 de agosto para mais de 2,8 milhões de contribuintes e o lote inclui restituições residuais dos exercícios de 2008 a 2017.

Neste lote, o valor das restituições chega a R$ 3,6 bilhões. Desse total, R$ 342,9 milhões serão destinados a contribuintes com prioridade: 5.493 idosos acima de 80 anos, 43.345 entre 60 e 79 anos, 7.913 com alguma deficiência física, mental ou moléstia grave e 77.492 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet, ou ligar para o Receitafone, número 146. Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível verificar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nessa hipótese, o contribuinte pode fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

A Receita disponibiliza ainda aplicativos para tablets e smartphonespara consulta à declaração e à situação cadastral no CPF. Com eles, é possível verificar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre a liberação das restituições e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer requerimento por meio da Internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da declaração do IR.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contactar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento, por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

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