Entretenimento

WhatsApp não será mais totalmente gratuito

Com a chegada do WhatsApp Business, determinado público usuário do App vai ter que colocar a mão no bolso.
07/08/2018, 11h40

O WhatsApp Business foi lançado em janeiro deste ano, mas até hoje não rendeu um centavo para a empresa. Entretanto, isso está prestes a mudar.

A companhia lançou na última quarta-feira (1/8) a API (application programming interface) do serviço, que vai permitir a negócios maiores responderem com mais eficiência seus clientes via WhatsApp — tudo sem custo, desde que as respostas sejam enviadas em até 24 horas.

Passado o período, as empresas que quiserem enviar novas mensagens precisarão pagar. É o primeiro recurso pago ao aplicativo desde que ele deixou de cobrar a assinatura de 1 dólar por ano, em 2016.

O valor não foi especificado, mas vai variar de acordo com o país.

A cobrança só será aplicável a quem usar a API do WhatsApp Business, muito provavelmente companhias de maior porte. Ou seja, caso você tenha um perfil de no aplicativo para sua pequena empresa, nada muda: você vai poder continuar respondendo as mensagens que chegam uma a uma.

A ideia do WhatsApp com a novidade é oferecer uma alternativa aos call centers, dando aos consumidores e aos clientes corporativos uma opção mais prática do que falar ao telefone.

A ferramenta poderá ser usada não apenas para oferecer suporte, mas também para enviar confirmações de pedidos e lembretes automáticos. As empresas que quiserem também poderão integrá-la com aplicativos de atendimento existentes e até mesmo com soluções já adotadas, como Twilio e Zendesk, para envio de respostas individuais.

Ao fazer isso, o WhatsApp consegue estimular as empresas a responder rapidamente, o que automaticamente deve encantar os clientes delas. O feedback positivo, por sua vez, pode gerar uma demanda crescente pela solução — e dar à companhia por trás do aplicativo mais oportunidades de monetização, como uma eventual cobrança por volume de mensagens.

Anúncios também?

O WhatsApp também aproveitou a divulgação da novidade para falar de anúncios. Mas nada de banners na plataforma: a empresa apenas oficializou uma integração melhor do aplicativo com o Facebook, algo que chegou a ser revelado no final do ano passado e que estava em testes com alguns anunciantes da plataforma.

A nova função permite a empresas incluir um botão “Enviar mensagem” para o WhatsApp em anúncios promovidos no feed da rede social. Assim, em vez de serem direcionados ao Messenger, clientes poderão iniciar conversas diretamente no outro app — o que também deve ajudar a impulsionar a adoção da API do WhatsApp Business.

Fonte: Olhar Digital

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Educação

Resultado do P-Fies já está disponível

O P-Fies atende estudantes com renda familiar entre três e cinco salários mínimos e tem o financiamento feito por bancos privados ou fundos constitucionais e de desenvolvimento.
07/08/2018, 11h42

O resultado do P-Fies, modalidade do Programa de Financiamento Estudantil, foi divulgado ontem (6/8) à noite pelo Ministério da Educação e está disponível na página do programa. O P-Fies atende estudantes com renda familiar entre três e cinco salários mínimos e tem o financiamento feito por bancos privados ou fundos constitucionais e de desenvolvimento.

O candidato pré-selecionado no P-Fies deverá comparecer à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da instituição de ensino para validar suas informações em até cinco dias, contados a partir do dia imediatamente subsequente ao da sua pré-seleção na modalidade do P-Fies.

Deverá então comparecer a um agente financeiro em até dez dias, contados a partir do terceiro dia útil imediatamente subsequente à data da validação da inscrição pela CPSA, com a documentação exigida e especificada para fins de contratação e, uma vez aprovada pelo agente financeiro, formalizar a contratação do financiamento.

O Fies concede financiamento a estudantes em cursos superiores de instituições privadas com avaliação positiva pelo Ministério da Educação. Nesta edição do programa são ofertadas pelo menos 155 mil vagas, das quais 50 mil com juro zero.

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Goiás

Pais de recém-nascida que nasceu viva e foi dada como morta serão indenizados

A menina morreu quatro dias depois de ter sido declarada morta. Pais vão receber 25 mil reais.
07/08/2018, 12h36

O Município de Itumbiara terá de pagar indenização por danos morais no valor de R$ 25 mil aos pais de um bebê declarado morto ao nascer, mas que só morreu quatro dias depois do parto prematuro, ocorrido no Hospital Modesto de Carvalho.

De igual modo, foram condenados os médicos Nilo Pereira de Andrade (obstetra), que arcará com o valor de R$ 20 mil, e Evandro Simões Ribeiro (pediatra), ao pagamento de R$ 10 mil.

A sentença é da juíza substituta Laura Ribeiro de Oliveira.

Os pais da menina sustentaram que no dia 4 de agosto de 2009, após a mulher sentir contrações e apresentar um leve sangramento vaginal, foi encaminhada ao referido hospital após atendimento inicial no Hospital Municipal de Inaciolândia, com diagnóstico de trabalho prematuro de parto.

Sustentam que os mencionados médicos foram negligentes e concorreram para a morte de sua filha, tendo em vista que após o parto, ocorrido  quatro dias depois que deu entrada no Hospital Modesto Carvalho, declararam a morte dela, erroneamente, já que estava viva.

A mãe da menina argumentou que durante o parto viu a filha nascendo, mexendo os pés, e que pediu ao obstetra para vê-la, mas ele lhe disse que não convinha “pois o bebê nasceu morto”.

Segundo ela, depois de muita insistência, a enfermeira colocou a criança sobre o seu peito, quando a sentiu mexer novamente, momento em que solicitou ao médico para atendê-la, pois acreditava que ela estava viva. Contudo, este “não deu ouvidos” ao seu apelo, observou a mulher, alegando que em momento algum foi usado o estetoscópio para verificar  a condição de vida da bebê.

Conforme o pai da menina, ela nasceu às 17h55 e foi declarada morta às 18h35. Disse que foi o primeiro ao vê-la, enrolada num pano sujo, e quando fez um carinho nela percebeu que esta estava tentando respirar, mexendo a perna e o braço esquerdo, ocasião em disse “minha filha está viva”. Mesmo assim, a enfermeira levou-a para o necrotério.

Contudo, quando ele chegou ao local, sua filha não estava mais lá, pois já tinha sido colocada num berço aquecido. Ele disse que depois de ser atendida, a recém-nascida foi transferida para  Goiânia, cujo transporte ocorreu sem entubá-la, ao argumento de boa frequência respiratória e cardíaca, além de boa saturação. No entanto, ela morreu no dia 13 do mesmo mês, em razão de parada cardiorrespiratória.

Conforme os autos, o médico Nilo Pereira foi quem fez o parto e foi quem diagnosticou erroneamente a morte da recém-nascida, atestando que ela nasceu sem sinais vitais. Quanto ao médico Evandro Simões, ele foi o responsável por confirmar a morte da menina.

Sentença

Ao proferir a sentença, a juíza Laura Ribeiro de Oliveira ponderou que “as pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurando o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.

Dessa forma, observou a magistrada, a responsabilidade do Município de Itumbiara é objetiva pelos atos praticados por seus agentes (diagnóstico errado).

Quanto aos médicos envolvidos, a juíza ressaltou que “ainda que não se pode ter certeza que o tratamento adequado garantiria a vida da infante, o defeito na prestação do serviço é evidente”.

Sobre o obstetra, a magistrada ponderou que “certo é que praticou a conduta ao diagnosticar, erroneamente, a morte da recém-nascida, posto que no relatório médico atestou que no dia 8 de agosto, às 17h55, nasceu sem sinais vitais, não respirava, comuniquei a mãe imediatamente e esta foi encaminhada aos cuidados do pediatra”.

Com relação a este profissional, a juíza Laura Ribeiro de Oliveira argumentou que “a negligência e imperícia de um médico pediatra é latente, pois em um primeiro momento atesta a morte e diz que realizou os procedimentos adequados, mas quando é avisado que menina apresentava sinais vitais, reexamina a menor e constata batimentos cardíacos por minuto”.

A magistrada  assinalou que não se questiona o fato de que há alto risco de óbito fetal em um parto referente a uma gravidez de 22 semanas, “não obstante a viabilidade fetal  é afirmada pelo perito, mas sim a conduta de constatar a situação de natimorto, enquanto não existente, encaminhar a criança enrolada em um pano para um alojamento e, posteriormente, para o necrotério, permanecer nesta condição por aproximadamente duas horas, para então constatar sinais vitais e fazer os procedimentos adequados”.

Conforme os autos, a descoberta de que a menina estava viva foi através de uma funcionária da limpeza que foi ao necrotério e observou que ela apresentava movimentos, inclusive respiratórios. Veja decisão

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Goiás

Projeto de lei proíbe uso de água limpa para lavar calçadas em Goiânia

O projeto prevê advertência e até multa para quem for pego lavando a calçada com água potável.

Por Ton Paulo
07/08/2018, 13h42

Um projeto de lei proposto na última semana, na Câmara Municipal de Goiânia, proíbe o uso de água limpa e potável para fins de limpeza de calçadas e ruas na capital.

A proposta, de autoria do vereador Romário Policarpo, prevê advertência para o indivíduo que for pego, pela primeira vez, utilizando água limpa para lavar sua calçada e até multa, caso o ato se repita.

Segundo Policarpo, a medida visa evitar o desperdício de água e a preservação ambiental. “Este projeto não tem o intuito de punir o cidadão, muito pelo contrário. O intuito é conscientizar a população e envolver tanto o poder público quanto a sociedade para que o desperdício [de água] não aconteça”, esclarece.

Ainda de acordo com o vereador, a intenção é que o dinheiro arrecadado com as multas seja revertido para campanhas educativas e de conscientização.

O projeto, que foi apresentado na semana passada, seguiu para a Procuradoria da Câmara Municipal, onde será analisado. De lá, deve ir para a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) e, só então, vai a plenário para ser aprovado ou arquivado.

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Goiás

Polícia investiga caso de homem que foi morto na frente da família em Goiânia

Uma das crianças que viram o pai sendo assassinado tem dois anos de idade.
07/08/2018, 14h59

O Residencial Itaipu foi palco de um latrocínio (homicídio com objetivo de roubo), na noite da última segunda-feira (6/8). Jonathan Xavier Santos, 27, foi morto com um tiro na cabeça na frente da esposa e dos dois filhos pequenos dentro da própria casa, no bairro de Goiânia.

De acordo com o delegado Marco Aurélio Eusébio, responsável pelo caso, o crime ocorreu por volta das 22h30, no Residencial Itaipu. Jonathan estava na entrada de sua residência quando foi rendido por dois indivíduos armados, que o obrigaram a entrar.

Dentro da casa, os bandidos mantiveram Jonathan, sua esposa e os dois filhos pequenos, um deles com dois anos, como reféns, enquanto vasculhavam a casa atrás de eletroeletrônicos para roubar.

Ainda segundo o delegado que falou ao Portal Dia Online, um dos bandidos estava visivelmente alterado, e se irritou com o choro de uma das crianças. O homem atirou contra a família e acertou Jonathan na cabeça, que morreu na hora. A mulher ficou ferida no braço.

Os suspeitos fugiram levando uma TV da casa.

O caso está na Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC), e a polícia já está apurando.

A mulher que se feriu no braço passa bem.

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