Entretenimento

Aparecida Shopping recebe feira para adoção de animais neste sábado

Para levar um dos bichinhos para casa, os interessados devem passar por uma triagem rápida e pagar uma taxa de R$ 40.
08/08/2018, 12h02

No sábado (11/8), o Aparecida Shopping, pet friendly, será o ponto de encontro dos apaixonados por cães e gatos.

Além de ser permitida a entrada dos animais de pequeno e médio porte no piso 1 do centro de compras, no estacionamento será realizada uma feira de adoção pela Associação Protetora e Amiga dos Animais (ASPAAN), das 16h às 18h30.

Para levar um dos bichinhos para casa, os interessados devem passar por uma triagem rápida e pagar uma taxa de R$ 40.

O valor arrecadado será destinado aos animais que a organização não governamental abriga.

A ação faz parte da programação de eventos para incentivar a adoção consciente e castração, que acontecem em Aparecida de Goiânia também no sábado.

Entre eles, está uma CãoMiada, que sairá às 16h30 do Parque da Juventude e seguirá até o Parque da Família, onde diversas atividades serão realizadas.

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Goiás

Homem é indenizado em 150 mil reais por erro de clínica odontológica em Goianira

Além de ter seu nome incluído no SPC, o homem teve perda da estrutura óssea da arcada dentária por causa do tratamento.
08/08/2018, 12h21

A Clínica N.E. Odontológica terá que pagar R$ 150 mil de indenização a Edson Soares dos Santos por danos morais e materiais, em Goianira, interior do Estado. O homem teria sofrido lesões graves ao iniciar tratamento clínico e ortodôntico, como a perda da estrutura óssea da arcada dentária, dores ao mastigar, uma vez que seus dentes ficaram moles e sensíveis, além de problemas de oclusão.

A decisão é da juíza Eugênia Bezerra de Oliveira Araújo, da 2ª Vara Cível, Criminal, das Fazendas Públicas e de Registro Público e Ambiental de Goianira.

De acordo com os autos, em 6 de dezembro de 2006, o paciente Edson Soares firmou contrato particular com a Clínica N.E. Odontológica, com o objetivo de começar um tratamento clínico e odontológico.

Com isso, ele teria que arcar com o valor de R$ 2.950,00, pagos em 36 parcelas de R$ 80,00. Durante o tratamento, o paciente começou a se queixar de dores de cabeça e incômodos devido a colocação de um aparelho cuja finalidade é abrir a mordida do paciente.

Ao questionar a profissional sobre o incômodo, ela afirmava que o desconforto era normal. Com o passar dos dias, Edson passou a notar que  o aparelho estava lhe causando lesão no céu da boca que, com o passar dos dias, tornou-se um calo. O homem então procurou a clínica, que decidiu fazer a remoção da inflamação, entretanto, nada ocorreu.

No processo que correu na Justiça, o paciente alegou que teve que extrair alguns dentes para que pudesse se adaptar ao aparelho e, com isso, melhorar a arcada dentária. Disse ainda que a profissional que o atendia solicitou apenas um raio-x. Mencionou que várias vezes marcou consulta para colocar o aparelho móvel e quando chegava o dia da consulta os funcionários da clínica ligavam informando que o aparelho não estava pronto, e outras vezes informando que a dentista não poderia atender.

O paciente declarou no processo que pagou a primeira parcela do aparelho de contenção e como não o colocou, suspendeu o serviço por causa da demora e ineficácia da entrega. Foi quando descobriu que seu nome tinha sido incluído no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Edson disse ainda que devido à perda óssea seus dentes estão sensíveis, bem como não consegue comer direito e escovar seus dentes.

A clínica se defendeu alegando que os serviços prestados são de “excelente qualidade técnica, realizados por profissionais qualificados”. Enfatizou que a perda óssea sofrida sofrida pelo paciente “não foi motivada pelo tratamento ortodôntico ao qual estava submetido”.

Ao analisar o processo, a juíza argumentou que a conduta dos profissionais da clínica que atenderam Edson contribuíram para o sofrimento do paciente, e que as negligências constatadas são mais do que suficientes para configurar graves defeitos na prestação dos serviços contratados.

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Política

Lula tenta estratégia arriscada para chegar à Presidência indiretamente

A estratégia política do petista surpreendeu a oposição.

Por Ton Paulo
08/08/2018, 16h13

De acordo com as últimas pesquisas de intenção de voto, realizadas pelos institutos MDA, CNI, Ibope, Vox Populi e XP/Ipespe, Jair Bolsonaro (PSL) aparece como líder na corrida presidencial. Entretanto, essas mesmas pesquisas foram feitas num cenário sem o candidato que, ao que tudo indica, não poderá concorrer: Lula.

O petista aparece como o líder de intenção de votos para presidente em todos os cenários das pesquisas feitas até agora. Só em São Paulo, por exemplo, Lula (PT) aparece com 21,8% das intenções de voto, enquanto que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) conta 18,4%.

Porém, Lula, além de cumprir pena em regime fechado após ser condenado no processo do triplex, se enquadra no perfil de inelegível de acordo com a lei da Ficha Limpa. E, apesar da defesa estar já preparando todos os recursos cabíveis para tentar fazer com que a candidatura de Lula seja deferida pelo TSE, o PT já considera com seriedade a possibilidade do ex-presidente não poder ir ao pleito.

Levando em conta a conjuntura, Lula articulou – de dentro da prisão – uma estratégia arriscada que surpreendeu a oposição e que pode, no final das contas, dar certo.

Ao isolar Ciro Gomes (PDT), firmando acordo de não-agressão com o PSB para que o partido não apoie o pedetista, O PT, ao mesmo tempo, conseguiu fechar com o PCdoB ao oferecer a vice-presidência para Manuela D’Ávila, fazendo-a desistir da própria candidatura onde ela era a cabeça da chapa.

Isso gerou uma certa confusão a princípio, até que a ficha caiu. A questão é que: Lula havia escolhido o companheiro de partido Fernando Haddad (PT) para ser seu vice. E é aí que reside o estratagema político.

Haddad segue sendo oficialmente o vice de Lula. Mas como já é sabido que Lula tem grandes e prováveis chances de não concorrer, Haddad subirá para a cabeça da chapa, passando a vice, oficialmente, para Manuela D’Ávila – tudo dentro do estatuto do TSE.

Ou seja: mesmo preso, Lula poderá concorrer à Presidência indiretamente através de Haddad.

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Goiás

Sine Goiânia oferta hoje 193 vagas de emprego

30 oportunidades de trabalho são para consultor de imóveis.
08/08/2018, 16h13

Nesta quarta-feira (8/8) o Sine Municipal oferta um total de 193 vagas de emprego. Trinta vagas são para a função de consultor de imóveis, cargo que exige cadastro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Goiás (Creci-GO) para atuar na área e tem como atividades a pesquisa, análise e produção de estimativas acerca do mercado de imóveis.

Para a função de azulejista ainda estão disponíveis 20 vagas e 30 para porteiro, sendo estas exclusivas para pessoas com deficiência.

São ofertadas ainda oportunidades para auxiliar administrativo, de lavanderia, de limpeza, de produção farmacêutica e jurídico; bem como chefe de serviço de limpeza, recepcionista, servente de limpeza, socorrista, e técnico em segurança do trabalho.

Os interessados em alguma das vagas podem procurar o Sine Municipal, localizado na Rua 4, esquina com a Rua 6, Edifício Parthenon Center, no Setor Central.

A unidade funciona das 7h30 às 18h e, durante esse período, os candidatos podem providenciar o preenchimento de solicitação e ainda apresentar as carteiras de Identidade e Trabalho, CPF e comprovante de endereço atualizado.

A prestação de serviços feita pelo Sine da Prefeitura também está disponível no aplicativo Sine Fácil. A ferramenta é gratuita e o acesso garante aos usuários a possibilidade de agendar entrevistas de emprego para as vagas disponíveis, caso o cadastro e currículo estejam devidamente atualizados.

Vagas do dia

  • Açougueiro 3
  • Agente de reservas 1
  • Analista de suporte de sistema 1
  • Aplicador de asfalto impermeabilizante (coberturas) 2
  • Arquivista 1
  • Arte-finalista 3
  • Atendente de lanchonete 8
  • Auxiliar de escrituração fiscal 1
  • Auxiliar de linha de produção 2
  • Auxiliar de mecânico de autos 1
  • Auxiliar de pessoal 1
  • Auxiliar de topógrafo 2
  • Auxiliar jurídico 1
  • Azulejista 20
  • Chefe de serviço de limpeza 1
  • Concreteiro 4
  • Confeiteiro 4
  • Consultor de vendas 3
  • Consultor imobiliário 30
  • Corretor de seguros 1
  • Cozinheiro geral 1
  • Desossador 4
  • Empregado doméstico arrumador 1
  • Encarregado de obras e instalações 2
  • Inspetor de qualidade 2
  • Jardineiro 1
  • Lavador de carros 1
  • Lavador de veículos 2
  • Lubrificador de máquinas de terraplenagem 1
  • Manicure 1
  • Marceneiro 8
  • Mecânico 2
  • Mecânico de automóvel 2
  • Mecânico de manutenção de caminhão a diesel 1
  • Mecânico de manutenção de máquinas de construção e terraplenagem 3
  • Motorista carreteiro 12
  • Motorista de caminhão 1
  • Operador de caldeira 1
  • Operador de pá carregadeira 1
  • Operador de patrola 1
  • Operador de retroescavadeira 1
  • Operador de rolo compactador 1

Vagas exclusivas para pessoa com deficiência

  • Auxiliar administrativo 1
  • Auxiliar de lavanderia 1
  • Auxiliar de limpeza 10
  • Auxiliar de produção farmacêutica 1
  • Auxiliar jurídico 1
  • Chefe de serviço de limpeza 1
  • Porteiro 30
  • Recepcionista 1
  • Servente de limpeza 5
  • Socorrista (exceto médicos e enfermeiros) 1
  • Técnico em segurança do trabalho 1

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Brasil

Coronel do Exército acusa vice de Bolsonaro de favorecer empresa em contrato milionário

Segundo o Coronel, o General teria favorecido uma empresa espanhola em contrato com o Exército.

Por Ton Paulo
08/08/2018, 16h21

O coronel da reserva Rubens Pierrotti Junior, de 49 anos, acusa o atual vice de Jair Bolsonaro, Hamilton Mourão, de ter favorecido uma empresa espanhola em contrato do Exército na aquisição de projeto bélico de 32 milhões de reais, em 2012. Mourão era vice-chefe do Departamento de Educação e Cultura do Exército à época.

Pierrotti era o supervisor operacional durante o desenvolvimento do Simulador de Apoio de Fogo (SAFO) do Exército Brasileiro, elaborado pela empresa espanhola Tecnobit para projetar cenários e missões virtuais para treinamentos de militares a custos mais enxutos, inaugurado em 2016.

Ao longo do desenvolvimento do simulador, a Tecnobit recebeu um total de oito reprovações do corpo técnico do Exército de etapas que eram dadas como concluídas. Mais de dez oficiais foram afastados ou pediram para deixar o projeto. Pierrotti foi um deles: ele pediu seu afastamento em março de 2014, após ele mesmo reprovar sete vezes o simulador.

Segundo o jornal El País, que apurou o caso, a Diretoria de Educação Superior Militar, chefiada na época pelo general Marco Aurélio Costa Vieira e subordinada ao Departamento de Educação e Cultura do Exército, cujo vice-chefe era o General Mourão, resolveu encampar a ideia de comprar o simulador da Tecnobit a qualquer custo, mesmo com a reprovação por parte dos generais que integravam o projeto.

Pierrotti narra que antes mesmo de a licitação ser aberta, “todo mundo já sabia” que haveria “uma missão para a Espanha”.

Não demorou para que os primeiros problemas entre a Tecnobit e o Exército aparecessem. Em abril de 2011, estava prevista a entrega da primeira das quatro fases do desenvolvimento do simulador, que consistia em detalhar e analisar os requisitos técnicos e operacionais da empresa.

Entretanto, o major Renato Carvalho de Oliveira, do escritório de gerenciamento do projeto, enviou um e-mail a generais afirmando que existia uma “falta de capacidade técnica por parte da Tecnobit”, fazendo com que a empresa quisesse “tomar atalhos para se livrar de algumas responsabilidades previstas em contratos ou acertos”. Array>

Diante de sucessivos atrasos e constrangimentos, o Exército Brasileiro designou em julho de 2012 o general Antonio Hamilton Martins Mourão, que já participava do projeto de forma discreta como vice-chefe do Departamento de Educação e Cultura do Exército, para sua primeira missão na Espanha com o objetivo de acompanhar e, nas palavras de Pierrotti, “destravar o andamento do projeto”.

Em dezembro de 2013, depois que o Coronel Pierrotti reprovou pela sexta vez o simulador, redigiu um relatório para o comando do Exército e disse que um dos diretores da Tecnobit o “chamou para um jantar para resolver todos os problemas”.

Ele suspeitava que lhe seria oferecido alguma coisa durante o encontro e não aceitou o convite.

Em uma reunião posterior a esse relatório, em janeiro de 2014, Pierrotti conta ter dito a Mourão que estava preocupado e que poderia assessorá-lo tanto na parte técnica como na parte jurídica, já que é formado em direito. “Mas ele ameaçou me mandar para a prisão”, conta.

O General Mourão, então, teria viajada para a Espanha numa missão de uma semana para intermediar os interesses do Exército Brasileiro, assim como suas insatisfações com o projeto requisitado, com a Tecnobit.

Logo após a viagem, o General assinou um certificado de que a empresa havia terminado seu trabalho, apesar de mais um parecer negativo de Pierrotti, do fiscal do contrato e de outros militares envolvidos no projeto. A assinatura teria vindo depois de uma reunião com Tom Sarobe, que seria um espécie de lobista da Tecnobit.

De acordo com o Coronel, os responsáveis pelo projeto na AMAN [Academia Militar das Agulhas Negras] se reuniram com Mourão para prepará-lo para um encontro com representantes da Tecnobit, e repassaram ideias e propostas para dar continuidade ao projeto.

Vinte minutos depois da reunião, O General Mourão se encontrou com Tom Sarobe no corredor e teria, segundo o Coronel Pierrotti, dito tudo o que ouvira na reunião. “Isso pode se enquadrar em quebra de sigilo profissional. Ele entregou de bandeja todos os nossos argumentos para o representante da empresa. De que lado ele estava nisso?”, conta o Coronel.

Procurado pela reportagem do El País, o General Mourão chamou o Coronel Pierrotti de “psicopata”, e negou que tenha favorecido a empresa espanhola Tecnobit.

Todos os demais questionamentos da reportagem do El País feitos ao Exército sobre atrasos, o processo de licitação, custos com viagens, cláusulas do contrato que a Tecnobit não teria cumprido e a possível relação de executivos da empresa com oficiais do Exército antes mesmo de aberta a licitação não foram respondidos ou foram negados.

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