Entretenimento

Show do grupo Rouge que estava previsto em Goiânia é cancelado

A apresentação do grupo já havia sido adiada duas vezes ao longo desse ano.

Por Ton Paulo
09/08/2018, 11h05

O Grupo Rouge, formado em 2002 por meio do talent show Popstars, tem cinco integrantes: Aline Wirley, Fantine Thó, Karin Hils, Li Martins e Lu Andrade.

O sucesso do grupo foi impulsionado pelos hits “Não Dá pra Resistir”, “Brilha la Luna”, “Um Anjo Veio me Falar” e “Ragatanga”, este que ajudou a estabelecer o grupo como um fenômeno nacional, sendo denominado de “as Spice Girls brasileiras”.

Houve uma separação do grupo em junho de 2016, e após muitos pedidos o grupo se juntou novamente e está fazendo um Tour pelo país com novos hits.

Rouge tinha uma apresentação marcada para o dia 13 de maio em Goiânia, logo o show foi transferido para julho e depois para duas datas em agosto para, enfim, ser cancelado.

Quem adquiriu o ingresso físico deve fazer o reembolso no Coletivo Centopeia, localizado na Av. Cora Coralina, 140, Setor Sul. A equipe fará o atendimento da troca de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h / 14h às 17h. O ingresso físico deve estar com o cliente no momento da troca.

Os fãs que adquiriram o ingresso pelo site e ainda não solicitaram o reembolso, receberão informações pelo e-mail cadastrado.

Fonte: Assessoria

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Goiás

OVG abre vagas para fiscais do Restaurante Cidadão

As vagas são para as unidades de Jaraguá Goianésia e Rio Verde.
09/08/2018, 11h20

A Organização das Voluntárias de Goiás está com processo seletivo aberto para a contratação de fiscais para trabalhar em unidades do Restaurante Cidadão no interior do Estado.

São três vagas, sendo uma para a cidade de Jaraguá, uma para Goianésia e uma para Rio Verde.

Os candidatos precisam ter, no mínimo, ensino médio completo e seis meses de experiência comprovada na área administrativa.

Os interessados devem enviar currículo para o e-mail processo.seletivo@ovg.org.br, entre os dias 09 e 14 de agosto, conforme modelo disponível site da OVG (link: Processo Seletivo de Funcionários).

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Brasil

Petrobras recebe mais de R$ 1 bilhão por meio da Lava Jato

Desde o início da Lava Jato, a companhia já recebeu R$ 2,5 bilhões.
09/08/2018, 11h35

A Petrobras informou hoje (9), através de comunicado ao mercado, que conseguiu reaver R$ 1,034 bilhão, no âmbito da Operação Lava Jato. O dinheiro foi devolvido por meio de acordos de colaboração e leniência celebrados com pessoas físicas e jurídicas pelo Ministério Público Federal.

De acordo com a Petrobras, essa é a maior restituição recebida em um único período. Desde o início da Lava Jato, a companhia já recebeu R$ 2,5 bilhões.

“A companhia, que é reconhecida pelas autoridades como vítima dos atos desvendados pela operação, seguirá adotando as medidas cabíveis contra empresas e indivíduos que lhe causaram prejuízos. A Petrobras atua como coautora do Ministério Público Federal e da União em 16 ações de improbidade administrativa em andamento, além de ser assistente de acusação em 51 ações penais”, diz a nota.

Desde que foi instaurada, a Operação Lava Jato investigou vários esquemas de corrupção envolvendo a estatal petrolífera, ex-diretores, funcionários e prestadores de serviço.

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Goiás

Patrulha Rural da PM de Goiás é modelo para todo o país

A Patrulha Rural tem por objetivo estreitar o vínculo de confiança entre os produtores rurais e a Polícia Militar.
09/08/2018, 11h37

O Ministério da Segurança Pública e a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) assinaram nesta quarta-feira (8/8), em Brasília (DF), a criação do Grupo de Trabalho Bilaterial para debater e sugerir soluções conjuntas de combate à criminalidade no campo.

Durante a apresentação, o ministro Raul Jungmann utilizou como modelo de trabalho bem sucedido a Patrulha Georreferenciada da Polícia Militar do Estado de Goiás, instalada em 2016, e que deu base para a criação do ProRural – Programa de Prevenção, Controle, Repressão e Redução a Crimes Rurais.

A Patrulha Rural Georreferenciada da PMGO tem por objetivo estreitar o vínculo de confiança entre os produtores rurais e a Polícia Militar, facilitando a localização das propriedades e garantindo mais segurança no atendimento às comunidades que vivem e trabalham no campo.

A tecnologia passou a ser uma forte aliada no combate aos crimes praticados nas propriedades rurais, a exemplo de furtos e roubos, conferindo mais agilidade nos atendimentos às ocorrências e intensificando a eficiência na segurança rural.

A Patrulha Rural Georreferenciada está presente em mais de 60 municípios do Estado, com mais de oito mil propriedades cadastradas. Ao mesmo tempo foi criada a Delegacia de Crimes Rurais e de Divisas da Polícia Civil de Goiás.

No mês de maio deste ano, o Governo de Goiás lançou o ProRural, que promove a integração dos trabalhos das duas forças.

Nacional

O presidente da CNA, João Martins, e o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, instalaram o Grupo de Trabalho Bilateral, que terá a participação de representantes do ministério da Segurança Pública e do Sistema CNA.

A iniciativa surgiu a partir da entrega do estudo da CNA, sobre a criminalidade no campo, ao ministro Raul Jungmann, em maio desse ano.

O estudo, desenvolvido pelo Instituto CNA, aponta o grave quadro de insegurança no meio rural e apresenta propostas para o combate e o efetivo enfrentamento de crimes que atingem produtores, familiares e trabalhadores rurais. (Com informações da Agência Brasil).

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Brasil

Cármen Lúcia pede celeridade em julgamentos de violência doméstica

Cármem Lúcia pediu empenho para que casos de violência doméstica sejam investigados e julgados mais rapidamente.
09/08/2018, 11h42

Diante de profissionais do sistema judiciário e da segurança pública que atuam em casos de violência contra a mulher, a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármem Lúcia, defendeu hoje (9) atenção especial às crianças expostas a agressões que ocorrem, muitas vezes, dentro do lar. Segundo ela, o reflexo nesses meninos e meninas ainda é um aspecto pouco tratado pela legislação.

Cármem Lúcia pediu empenho para que casos de violência doméstica sejam investigados e julgados mais rapidamente, “para que as famílias e as crianças não se vejam sem respostas a uma agressão tão grave que não fica apenas na pessoa da vítima”.

Ao abrir a 12ª edição da Jornada Lei Maria da Penha, evento realizado anualmente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para discutir aspectos da violência contra a mulher, a ministra ainda lembrou que o foco deste ano é o trabalho de profissionais de justiça e segurança pública. A proposta é sensibilizar esses agentes sobre o problema.

“A paz e a violência não param nos umbrais das portas das casas. Elas atravessam as ruas e ganham as praças. Ou temos uma sociedade que pode conviver de forma mais pacífica ou teremos uma sociedade cada vez mais violenta que não sei onde vai acabar, mas sei que não vai acabar bem”, alertou.

Ela criticou aspectos “machistas, preconceituosos e violentos” da sociedade e ressaltou que a atuação do Estado e dos brasileiros deve ser no sentido de dar mais visibilidade ao tema do feminicídio para que o silêncio não permita a evolução de casos de crime contra a mulher.

“Precisamos trabalhar para que cada vez mais a lei possa ser devidamente aplicada até chegar o momento em que não precisemos mais de lei para conter uma constante e inexplicável violência”, disse.

Ao longo de todo o dia de hoje e amanhã, em um plenário do STF, pesquisadores, defensores, delegados e juízes vão apresentar os avanços e os desafios na identificação e prevenção dos casos de violência contra a mulher e no atendimento às vítimas e suas famílias.

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