Entretenimento

Instituto Gustav Ritter retoma aulas de dança em setembro

As aulas de teatro e música seguem o calendário normal e estão sendo oferecidas normalmente.
10/08/2018, 06h58

As aulas de dança do segundo semestre do Instituto Gustav Ritter retornam no dia 3 de setembro.

Durante todo o mês de agosto, os professores de dança estarão fazendo uma capacitação técnica.

As aulas de teatro e música seguem o calendário normal e estão sendo oferecidas normalmente.

O Instituto Gustav Ritter fica no Bairro de Campinas, na Avenida Marechal Deodoro da Fonseca, em Goiânia.

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Mundo

Sobe para dez o número de mortes em incêndios na Califórnia

Ao todo, quatro mil bombeiros trabalham para conter os focos do incêndio.
10/08/2018, 07h08

Sobe para dez o número de vítimas confirmadas devido aos incêndios que atingem a Califórnia desde o fim de julho.

A informação foi divulgada nesta quinta-feira (9/8) em um balanço do Departamento Estadual de Proteção Florestal contra Incêndios.

Há dez dias, 20 incêndios afetam a região e o maior deles ainda está ativo. Chamado de Carr e já destruiu mais de 71 mil hectares no Norte do Estado.

Segundo o levantamento, até agora somente 48% das chamas foram contidas e cerca de 1100 casas foram destruídas.

Ao todo, quatro mil bombeiros trabalham para conter os focos do incêndio. Mas segundo o governo, as equipes sofrem com o trabalho intenso. Dois bombeiros morreram em atividade.

Os incêndios deste mês de julho e começo de agosto já destruíram mais de 1,150 mil quilômetros quadrados (km²) e já ultrapassaram o recorde anterior deixado pelo incêndio Thomaz, que em dezembro atingiu uma área de 1,140 mil km², no Sul do estado.

Segundo especialistas, os incêndios na Califórnia têm sido cada vez mais frequentes e intensos, formando tempestades de fogo, por causa do tempo seco, calor intenso e ventos fortes.

Combinados, esses três elementos servem de combustível para aumentar o poder de destruição das chamas.

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Brasil

Aumento salarial dos ministros do Supremo deve causar impacto de 243 milhões de reais

Por mês, a despesa terá um acréscimo de R$ 18,7 milhões.
10/08/2018, 07h33

O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão estimou em R$ 243,1 milhões por ano o impacto orçamentário, no Poder Executivo, do aumento salarial dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Por mês, a despesa terá um acréscimo de R$ 18,7 milhões.

Na última quarta-feira (8/8), o Supremo aprovou, por 7 votos a 4, reajuste de 16% no salário dos ministros da Corte, para 2019.

Atualmente, o salário é de R$ 33,7 mil e passará para R$ 39,3 mil por mês, caso seja aprovado pelo Congresso Nacional.

O subsídio dos ministros é o valor máximo para pagamento de salários no serviço público.

O cálculo do ministério não inclui o efeito cascata nos vencimentos de servidores do Judiciário e do Legislativo, que têm suas próprias folhas de pagamento.

“Atualmente, 5.773 servidores têm remuneração superior ao teto de R$ 33.763 [teto constitucional] e sofrem descontos em seus contracheques com a aplicação do Artigo 42 da Lei 8.112/90 (abate-teto)”, informou o ministério, por meio de nota.

Se considerado o “efeito cascata” nos demais poderes e também nas unidades da federação, as despesas podem aumentar em até R$ 4 bilhões, segundo projeções de técnicos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Somente no Judiciário, o impacto seria de R$ 717 milhões ao ano.

Ainda de acordo com o Ministério do Planejamento, o reajuste do teto também vai provocar aumento nos salários de presidente da República, vice-presidente e ministros, que têm as suas remunerações fixadas pelo Congresso Nacional com base no teto. A elevação do gasto na folha de pagamento, nesse caso, seria de mais R$ 7 milhões por ano.

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Esportes

Última regional dos Jogos Estudantis acontece em Iporá até domingo

Os melhores atletas representarão o Estado de Goiás nos Jogos Escolares da Juventude, maior competição esportiva dessa área no Brasil.
10/08/2018, 07h41

Mais de 1.100 estudantes/atletas das regionais de Mineiros, Jataí, Quirinópolis, Santa Helena, Jussara, Piranhas, Rio Verde e Iporá participam dos Jogos Estudantis 2018 até domingo (12/8), na cidade de Iporá, no interior do Estado.

Os Jogos Estudantis são realizados pela Secretaria de Educação, Cultura e Esporte de Goiás (Seduce), por meio da Superintendência de Desporto Educacional.

Nesta última etapa regional, as disputas envolvem a participação de alunos atletas nas categorias de 12 a 14 anos e de 15 a 17 anos de idade, das modalidades coletivas vôlei, basquete, handebol e futsal.

Em 2017, a competição envolveu cerca de 27 mil estudantes que disputaram 13 modalidades entre individuais e coletivas.

Os Jogos Estudantis de Goiás são divididos em quatro fases: municipal, intermunicipal, regional e estadual. As duas primeiras etapas foram realizadas e, neste final de semana, serão encerradas as regionais disputadas em cinco polos: Itaberaí, Ceres, Campos Belos, Itumbiara e Iporá. A fase estadual, com os melhores classificados nas regionais, será realizada em Jataí, de 22 a 26 de agosto.

Os melhores atletas dos Jogos Estudantis 2018 representarão o Estado de Goiás nos Jogos Escolares da Juventude, maior competição esportiva dessa área no Brasil. Os Jogos são organizados pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB), que definiu a cidade de Natal (RN) como a sede da disputa nacional no mês de novembro.

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Política

Primeiro debate presidencial tem tom morno e poucos ataques

A ausência de Lula, preso em Curitiba por corrupção e lavagem de dinheiro, contribuiu para um embate menos caloroso.
10/08/2018, 08h10

Em um primeiro debate morno, promovido pela TV Bandeirantes, os candidatos à Presidência evitaram, com algumas exceções, ataques diretos e trazer temas polêmicos à tona na noite desta quinta-feira (9/8).

Presidenciáveis como Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT) não foram confrontados com seus pontos fracos, como o escândalo daDersa, no caso do ex-governador de São Paulo, ou o temperamento explosivo do ex-governador do Ceará.

A ausência de Lula, preso em Curitiba por corrupção e lavagem de dinheiro, contribuiu para um embate menos caloroso. Nesse cenário, Guilherme Boulos, do PSOL, tentou assumir o papel de porta-voz da esquerda e se apresentou como “do partido de Marielle Franco”, vereadora assassinada no Rio de Janeiro em março.

Foi ele, inclusive, que protagonizou um dos únicos confrontos em que o tom das acusações se elevou. Boulos questionou Jair Bolsonaro (PSL) sobre a funcionária de seu gabinete Walderice Santos da Conceição, que, segundo mostrou a Folha, trabalha num comércio de açaí em Angra dos Reis, onde o deputado federal tem uma casa.

“Quando a Folha de S.Paulo foi lá, ela estava de férias. Ela é essa senhora, humilde, trabalhadora”, disse Bolsonaro.

Ao ser questionado por Boulos se ele não tinha vergonha de manter uma “funcionária fantasma” e de ter auxílio moradia da Câmara mesmo tendo imóvel em Brasília, Bolsonaro respondeu que teria vergonha se “tivesse invadindo as casas dos outros”, numa provocação ao líder do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto).

“E não vim pra cá bater boca com um cidadão desqualificado como esse aí”, completou Bolsonaro, encerrando sua fala antes do tempo.

Além de Boulos, o Cabo Daciolo (Patriota) também destoou do clima mais ameno, atirando sobre praticamente todos os opositores.

Dos 13 candidatos à Presidência definidos nas convenções, apenas oito participaram do debate: além de Bolsonaro, Alckmin, Ciro, Boulos e Daciolo, foram convidados Marina Silva (Rede), Álvaro Dias (Podemos) e Henrique Meirelles (MDB).

Todos se enquadram na determinação da lei eleitoral de que devem ser convidados candidatos de partidos ou coligações que tenham pelo menos cinco congressistas.

O outro seria Lula. O PT chegou a pedir à Justiça que ele fosse autorizado a participar via videoconferência.

Com o pedido negado, o partido resolveu fazer um debate paralelo, com o vice e potencial titular da chapa, Fernando Haddad (leia abaixo).

ALCKMIN E BOLSONARO

O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) foi o mais demandado pelos opositores mais bem posicionados nas pesquisas de intenção de voto, que evitaram Bolsonaro.

Marina, por exemplo, pressionou o ex-governador de São Paulo por sua aliança com o chamado “centrão” (DEM, PP, PR, PRB e SD).

“O sr. diz que é candidato à Presidência porque quer mudar o Brasil. No entanto, fez aliança com o centrão, que é a base de sustentação do governo Temer. […] O sr. acha que isso é fazer mudança?”, questionou a candidata da Rede.

Ciro, por sua vez, disse que a reforma trabalhista, defendida no debate por Alckmin como “necessária”, “foi um erro” e “introduziu muita insegurança” no país. “Essa selvageria nunca fez nenhum país do mundo prosperar”, afirmou o candidato do PDT.

Questionado em temas como violência contra a mulher e segurança pública, Bolsonaro manteve posições como a defesa da castração química para estupradores e um referendo para facilitar a venda de armas aos “cidadãos de bem”.

“A violência só cresce no Brasil devido a uma equivocada política de direitos humanos. […] O cidadão de bem, esse foi desarmado. O bandido continua bem armado.”

Alvaro Dias foi um dos que mais tratou do tema da Lava Jato, dizendo que a operação “deve ser institucionalizada” como política de combate à corrupção, e citando novamente o juiz Sergio Moro como seu futuro ministro da Justiça.

Segundo a assessoria da Bandeirantes, o debate teve pico de 7,5 pontos de audiência, segundo o Ibope, e média de 6,1 pontos na Grande São Paulo. Cada ponto representa 71.855 casas ou 201.061 telespectadores.

SEM LULA, HADDAD SE UNE A ALIADOS EM DEBATE PARALELO

Vice na chapa do PT à Presidência da República, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad se uniu a aliados para comentar, em transmissão na internet, o debate de presidenciáveis da TV Bandeirantes.

O evento paralelo foi organizado para protestar contra a exclusão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso em Curitiba, do embate televisivo.

Com Haddad, estavam a futura vice da chapa, deputada estadual Manuela D’Ávila (PC do B-RS), a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), e o ex-presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli, coordenador da campanha.

No início da reunião, que foi exibida na página oficial de Lula, um áudio com declarações do ex-presidente falhou dentro do estúdio onde estavam os políticos –a caixa de som queimou, segundo a organização.

Em seguida, o ex-prefeito leu uma carta em que o ex-presidente protestava contra o veto à sua participação no debate.

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