Brasil

31 policiais militares são presos suspeitos de ligação com tráfico em SP

No total, Operação 'Tio Genésio' cumpriu 40 mandados de prisão.
14/08/2018, 20h13

Trinta e um policiais militares de São Paulo foram presos nesta terça-feira (14/8) suspeitos de envolvimento com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. A Operação ‘Tio Genésio’, foi realizada pelo Ministério Público juntamente com a corregedoria da Polícia Militar, em Campinas (SP).

Além dos PMs, outras quatro pessoas foram presas por envolvimento no mesmo grupo criminoso. Dois suspeitos continuam foragidos e um outro mandado de prisão está sendo cumprido. A Operação foi batizada como ‘Tio Genésio’, porque de acordo com o MP, era o mesmo nome do grupo e WhatsApp que os suspeitos se comunicavam.

Policiais militares e o grupo criminoso

Segundo informações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), os PMs são suspeitos de ganhar vantagens em troca de evitar prisões. A maioria dos policiais atuava na 5ª cia do 47º batalhão, que atende os bairros Boa Vista e Parque Industrial em Campinas.

A investigação aponta ainda, que além de não combater as ações criminosas na região, informações sobre operações da Polícia eram vazadas para grupos de criminosos.

Foram apreendidas com os PMs armas com numeração raspada e drogas. Já com os outros homens presos, a Polícia apreendeu cerca de R$ 23 mil, um carro, eletrônicos, e objetos usados no preparo de droga.

À quadrilha, suspeita de movimentar R$ 150 mil com ações criminosas, são atribuídos crimes como tráfico, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro, segundo informações do Ministério Público.

A Operação Tio Genésio, cumpriu ainda, além das prisões dos PMs, 51 mandados de busca e apreensão em Campinas, Sumaré, Mogi Mirim, São Carlos, Sorocaba,  Hortolândia e Bauru, onde os suspeitos moravam.

Via: G1 UOL 
Imagens: G1 

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Goiás

Nova fase da Operação Thanatus prende 20 investigados por homicídios em Goiás

Estão sendo cumpridos 19 mandados de prisão temporária, um de prisão preventiva e 24 mandados de busca e apreensão.
15/08/2018, 09h18

Uma nova fase da Operação Thanatus da Polícia Civil foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (15/8) em Goiânia. A ação é da Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH).

Estão sendo cumpridos 44 mandados no total, sendo eles, 19 mandados de prisão temporária, um de prisão preventiva e 24 mandados de busca e apreensão em Goiânia, Aparecida de Goiânia e Entorno do Distrito Federal.

Veja vídeos das ações da polícia civil na manhã de hoje:

As investigações são contra integrantes de uma organização criminosa apontada como responsável por 21 assassinatos.

Segundo o delegado Gylson Ferreira, apesar de as ações de hoje acontecerem nas três regiões, todos os homicídios investigados aconteceram na capital.

Operação Thanatus: primeira fase

Em junho deste ano, em primeira fase da operação, um trio pertencente à quadrilha investigada foi preso em uma ação que acabou resultando em umas das maiores apreensões de drogas de 2018 em Goiás.

Na ocasião, 71 quilos de maconha, cinco quilos de cocaína pura, cinco quilos de crack, cinco quilos de insumos e 7.500 comprimidos de ecstasy foram apreendidos.

Drogas apreendidas pela polícia na Operação Thanatus em junho deste ano
Foto: Divulgação/Polícia Civil

Os presos fazem parte de um grupo criminoso que vinha sendo investigado por seis meses pela Polícia Civil. Na época, 12 homicídios cometidos na região sudoeste de Goiânia eram investigados. De lá para cá, outros nove assassinatos entraram para a lista de investigações.

As mortes têm relação com tráfico de drogas e a apreensão de junho aconteceu no decorrer das investigações.

As três pessoas presas foram indiciadas pelos crimes de associação criminosa, tráfico e associação ao tráfico de drogas. Dois dos presos já tinham passagens pela polícia pelo crime de tráfico.

Operação Thanatus: segunda fase

Os nomes dos presos ainda não foram divulgados. Segundo a polícia, as ações desta quinta-feira (15/8) devem seguir por todo o dia.

Uma coletiva de imprensa está marcada para a manhã de hoje com o delegado Danilo Proto onde mais informações sobre o caso devem ser divulgadas.

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Goiás

Operário é indenizado por construtora em Valparaíso de Goiás após ser atingido por blocos de concreto

Em decisão, a juíza que analisou o caso alegou que a empresa agiu de forma errônea ao não dar suporte ao trabalhador depois do acidente.

Por Ton Paulo
15/08/2018, 10h17

Um operário da construção civil de Valparaíso de Goiás, interior do Estado, vai receber $R 10 mil reais de sua empregadora em indenização por danos morais depois de ter sido atingido por vários blocos de pré-moldados (concreto), em 2012.

Segundo consta no processo, após o acidente, ocorrido em 20 de novembro de 2012, a MRV Engenharia e Participações S/A, responsável pela obra onde Kleberley Gomes de Souza trabalhava, não ofereceu nenhum tipo de auxílio ou ajuda ao trabalhador, seja de forma financeira ou psicológica.

De acordo com Kleberley, ele teve que se afastar durante 90 dias de suas atividades laborais, além de ter de frequentar sessões de fisioterapia para recuperar seus movimentos – prejudicados devido o acidente.

Empresa tentou retirar a ação da juíza de Valparaíso de Goiás

Ao analisar o processo, a juíza Letícia Silva Carneiro de Oliveira Ribeiro, da 1ª Vara Cível, de Família, Sucessões e da Infância e da Juventude da comarca de Valparaíso de Goiás, argumentou que “o empregador [no caso a MRV] é responsável pela integridade física do empregado quando em operações e processos sob a sua responsabilidade, devendo inclusive promover condições justas e favoráveis ao desenvolvimento do trabalho”.

Conforme a magistrada, as lesões causadas a Kleberley representaram risco de invalidez, além de terem causado a ele debilidade permanente parcial conforme atestou a perícia, tendo exigido tratamento contínuo e prolongado constatado pelos laudos médicos, causando-lhe sofrimentos físicos e psíquicos.

A juíza ressaltou ainda que a indenização por danos morais “deve equivaler a um montante que corresponda a uma sanção, a fim de que o ofensor seja incentivado a refletir melhor sobre seus futuros atos e aguçar seus sentidos para não incorrer em atos culposos decorrentes de imprudência, imperícia e negligência’.

A MRV, através da defesa, tentou impugnar os argumentos de Kleberley declarando que a ação movida por ele não competia à 1ª Vara Cível de Família, Sucessões e da Infância e da Juventude, mas se tratava de relação trabalhista.

Confira a decisão na íntegra da Dra. Letícia Silva Carneiro de Oliveira Ribeiro aqui.

Via: TJ-GO 

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Goiás

Homem é preso após colocar tornozeleira eletrônica em cachorro

O animal foi encontrado na casa do foragido.
15/08/2018, 11h29

Um rapaz foi preso nesta terça-feira (15/8) em Goiânia após colocar sua tornozeleira eletrônica no pescoço de um cachorro. O jovem de 18 anos foi pego em flagrante pela polícia em uma abordagem no Setor Recanto do Bosque, região noroeste de Goiânia.

Os policiais que faziam ronda na região acharam a atitude do rapaz suspeita e ao checarem seus documentos pessoais, constataram que ele devia estar usando tornozeleira eletrônica.

O uso do equipamento foi determinado após o jovem ser solto em audiência de custódia por cometer o crime de roubo.

Quando foi questionado pela polícia sobre o rastreador, o homem confessou que rompeu o equipamento e deixou em casa. Os policiais então o acompanharam até sua casa e foi lá que o animal de estimação foi encontrado com o aparelho no pescoço.

Foto: Reprodução

O rapaz foi preso e encaminhado para a Central de Alternativas à Prisão (CAP),  a onde a tornozeleira foi recolocada.

Segundo a Diretoria-Geral de Administração Penitenciária do Estado de Goiás (DGAP), o homem pode ter a prisão decretada por descumprimento de medida cautelar.

O preso não teve a identidade revelada pela polícia.

Tornozeleira eletrônica em animal: outro caso

Cerca de dois meses atrás outro caso de tornozeleira eletrônica em animal foi registrado em Goiânia.

Na ocasião, em vez de cachorro, o aparelho foi encontrado em um galo.

O preso que tentou burlar a justiça pena em regime semiaberto por agredir sua companheira.

Logo depois esse mesmo criminoso foi condenado a dez anos de prisão por um homicídio em 2016 onde ele matou um homem em uma briga no Setor Real Conquista, em Goiânia por causa de um celular.

O que acontece quando a tornozeleira é rompida

Mesmo que o equipamento seja colocado em outro local, como foi o caso dos animais, a justiça logo é informada para tomar as devidas providências, pois assim que a fita do aparelho é rompida, os presos passam a ser considerados foragidos.

Mais de dois mil presos usam o equipamento atualmente em Goiás.

Via: G1 
Imagens: G1 

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Entretenimento

Humorista do Pânico assume ser gay ao vivo em programa de rádio

O artista pediu desculpas aos demais integrantes do programa por não ter sido verdadeiro sobre sua sexualidade até o momento.

Por Ton Paulo
15/08/2018, 11h32

O humorista do Pânico Igor Guimarães revelou na última terça-feira (14/8) que contou para a família que era gay no Dia dos Pais. O rapaz fez o relato durante o programa Pânico, extinto na TV e que atualmente vai ao ar pela rádio Jovem Pan.

Segundo Igor, a revelação foi feita no exatamente no Dia dos Pais. “Eu rompi com a minha vaidade. Estávamos falando do Rodela, que é a pessoa menos vaidosa do mundo porque arrancou os dentes para ser engraçado, e a gente tem vaidades próprias que temos que romper todos os dias. E nesse Dia dos Pais, eu falei para os meus pais e minha família que eu sou gay”, contou ele, ao vivo no programa.

O humorista continuou dizendo que foi muito difícil para ele [assumir]. O rapaz pediu desculpas para os demais integrantes do humorístico, inclusive para Emilio Surita, por não ter sido verdadeiro com eles ao esconder a verdadeira sexualidade. Surita, que integra a banca do programa, brincou: “Você ficou a vida inteira enganando que era um machão, mas a gente já percebeu que você era um ‘viado’”.

Os demais colegas e amigos de programa de Igor parabenizaram o rapaz pela coragem em se assumir: “A gente sempre soube e a gente vai te abraçar. Pode ficar tranquilo”, falou Daniel Zukerman. “Eu estou muito feliz, porque eu tive coragem de fazer isso graças a vocês, que são minha família, meus grandes amigos”, comemorou Igor um tanto emocionado.

Humorista do Pânico já passou por maus bocados

Conhecido por seus personagens fora do convencional no programa Pânico, como o Boneco Josias e o advogado Paloma, Igor Guimarães percorreu, ao longo de oito anos, várias cidades de São Paulo com seus shows antes de ficar famoso.

Nesses shows, o comediante enfrentava algumas dificuldades, como, por exemplo, má recepção do público. “Meu pior show foi no Glicério [bairro de São Paulo] em que só tinha 7 pessoas”, lembra.

E além de shows vazios, o humorista contou que já recebeu até ameaças de morte durante algumas de suas apresentações. “Em Itaquaquecetuba, no palco, um cara falou para mim: ‘sai daí senão eu te mato’. Fiquei com muito medo, mas humorista que não é ameaçado de morte não é humorista”, conta.

Atuando no meio humorístico desde 2009, Igor Guimarães entrou para o meio sem ser fã de stand up. “Nunca gostei muito de stand up. Quando comecei achava sem graça”. “Comecei com stand up em um bar e ninguém gostou. Fui de novo com um jeito mais psicodélico e adoraram aí estou até hoje”, lembrou.

Via: Tv O Foco, Jovem Pan

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