Saúde

Pólio e sarampo em Goiás: apenas 17% das crianças foram vacinadas

Em 8 dias de Campanha, imunização em 39 cidades goianas ainda está abaixo de 10%.
14/08/2018, 17h56

A Secretaria de Saúde de Goiás divulgou nesta terça-feira (14/8) um balanço da Campanha Nacional de Vacinação contra pólio e sarampo em Goiás. Desde o dia 6, início da campanha, apenas 17% do público-alvo foi vacinado, sendo que 39 municípios goianos apresentam índice de imunização abaixo de 10% contra poliomielite e 38 contra sarampo.

De acordo com os dados foram repassados pelo Ministério da Saúde, desde o dia 6 até às 8h de hoje, a cobertura vacinal contra sarampo aponta 16,55% e 16,92% contra a poliomelite.

O balanço aponta ainda que cinco municípios de Goiás não informaram nenhum dado para cobertura vacinal contra pólio, sendo eles Davinópolis, Monte Alegre, Novo Planalto, Padre Bernardo e Teresina de Goiás, e quatro para sarampo: Monte Alegre, Novo Planalto, Padre Bernardo e Teresina de Goiás.

Campanha de vacinação contra pólio e sarampo

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e o Sarampo segue no estado e em todo país até o dia 31 de agosto. O dia ‘D’ de vacinação contra essas doenças está marcado para o 18 deste mês.

Em Goiás, o objetivo é imunizar 95% das crianças de um ano a quatro anos, 11 meses e 29 dias. No total, 364,6 mil crianças devem ser vacinadas no estado.

Só na capital, a Prefeitura disponibiliza 66 postos de vacinação. Em Aparecida de Goiânia, Região Metropolitana, outros 32 postos fixos, além de sete extras para o dia D.

Para a imunização, será administrada uma dose extra da vacina oral (gotinha) contra a poliomielite (VOP) em crianças que já tenham recebido uma ou mais doses da vacina injetável (VIP) ou até mesmo da VOP. Para a prevenção do sarampo será disponibilizada a vacina tríplice viral, que além do sarampo, protege também contra a caxumba e a rubéola.

Casos de pólio e sarampo em Goias

Desde o início do ano, foram notificados em Goiás cerca de 40 casos suspeitos de sarampo. No último dia 6, a Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) negou qualquer confirmação da doença no estado. Do total de notificações, 32 foram descartados e oito continuam sendo investigados.

O último caso confirmado da doença em Goiás foi em 1999. Mas ainda assim a Secretaria de Sáude alerta pais e responsáveis para a importância da vacina para as crianças.

Fonte: Secretaria de Saúde de Goiás 

Crédito da imagem: Panorama Farmacêutico

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Goiás

Apenas uma cliente voltou e pagou a conta no bar alvo de tiros em Goiânia

No vídeo, pelo menos sete disparos são ouvidos em bar de Goiânia.
14/08/2018, 18h10

Grito, correria e mesas caindo. O cenário de terror em um bar de classe média no Setor Sudoeste, em Goiânia, no último sábado (11/8) gerou enorme repercussão nas redes sociais. Além do pânico por que passou o proprietário do bar,  Allan Luís Magalhães Dutra, o prejuízo é estimado, apenas em contas abertas, em R$ 68 mil. Apenas uma cliente voltou para pagar a conta, no valor de R$180 reais.

Um homem, expulso do Buteco do Simprão,  atirou contra os vidros do bar. Um vídeo compartilhado nas redes sociais mostra o desespero de clientes que tentavam escapar por meio de mesas e cadeiras caídas. Crianças choravam e pais tentavam escondê-la, algumas delas caíram na correria.

No vídeo, pelo menos sete disparos são ouvidos. Conforme Welington Pereira Teles, advogado do bar contou ao Portal Dia Online que o suspeito, já identificado pela Polícia Civil, havia ido em duas ocasiões ao bar. “Um deles, na Copa do Mundo. A segunda vez, uma semana antes dos tiros”, conta.

O tiroteio aconteceu por volta das 21h na Avenida Pedro Ludovico. O proprietário do bar, Allan Luís Magalhães Dutra, disse em uma nota publicada em sua rede social, que os tiros não atingiram as pessoas que estavam no local. “Informo, que graças Deus, não houve vítimas, somente alguns arranhões devido à quebra de vidros.”

Em entrevista à rádio CBN, o delegado Gilberto Ferro, contudo, informou que pelo menos uma mulher levou um tiro de raspão no braço.

Dono de bar alvo de tiros

O Corpo de Bombeiros também revelou que levou uma pessoa baleada no local para o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo). O estado de saúde desta pessoa ferida, contudo, não foi divulgado.

Nota do bar:

“O Buteco do Simprão vem prontamente por meio de sua assessoria jurídica esclarecer e lamentar o fato ocorrido no dia 11/08/2018 em face de seus clientes. Deixa claro que desconhece o autor dos disparos, assim como também desconhece a motivação. Informo, que graças Deus, não houve vítimas, somente alguns arranhões devido à quebra de vidros.A empresa confia na competência e no trabalho da Polícia Militar e Civil, acredita e espera que o crime seja esclarecido o mais breve possível e que o responsável não saia impune.Estamos a inteira disposição de todos os clientes que estavam presentes no estabelecimento no momento do ocorrido, como também a qualquer pessoa que tenha interesse nas informações.Repudiamos qualquer tipo de violência e aguardamos a solução do ocorrido. Informamos também que a casa estará funcionando normalmente em seus dias habituais.

Allan Luís Magalhães Dutra

proprietário.”

Veja vídeo de tiros em bar de Goiânia

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Brasil

31 policiais militares são presos suspeitos de ligação com tráfico em SP

No total, Operação 'Tio Genésio' cumpriu 40 mandados de prisão.
14/08/2018, 20h13

Trinta e um policiais militares de São Paulo foram presos nesta terça-feira (14/8) suspeitos de envolvimento com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. A Operação ‘Tio Genésio’, foi realizada pelo Ministério Público juntamente com a corregedoria da Polícia Militar, em Campinas (SP).

Além dos PMs, outras quatro pessoas foram presas por envolvimento no mesmo grupo criminoso. Dois suspeitos continuam foragidos e um outro mandado de prisão está sendo cumprido. A Operação foi batizada como ‘Tio Genésio’, porque de acordo com o MP, era o mesmo nome do grupo e WhatsApp que os suspeitos se comunicavam.

Policiais militares e o grupo criminoso

Segundo informações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), os PMs são suspeitos de ganhar vantagens em troca de evitar prisões. A maioria dos policiais atuava na 5ª cia do 47º batalhão, que atende os bairros Boa Vista e Parque Industrial em Campinas.

A investigação aponta ainda, que além de não combater as ações criminosas na região, informações sobre operações da Polícia eram vazadas para grupos de criminosos.

Foram apreendidas com os PMs armas com numeração raspada e drogas. Já com os outros homens presos, a Polícia apreendeu cerca de R$ 23 mil, um carro, eletrônicos, e objetos usados no preparo de droga.

À quadrilha, suspeita de movimentar R$ 150 mil com ações criminosas, são atribuídos crimes como tráfico, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro, segundo informações do Ministério Público.

A Operação Tio Genésio, cumpriu ainda, além das prisões dos PMs, 51 mandados de busca e apreensão em Campinas, Sumaré, Mogi Mirim, São Carlos, Sorocaba,  Hortolândia e Bauru, onde os suspeitos moravam.

Via: G1 UOL 
Imagens: G1 

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Goiás

Nova fase da Operação Thanatus prende 20 investigados por homicídios em Goiás

Estão sendo cumpridos 19 mandados de prisão temporária, um de prisão preventiva e 24 mandados de busca e apreensão.
15/08/2018, 09h18

Uma nova fase da Operação Thanatus da Polícia Civil foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (15/8) em Goiânia. A ação é da Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH).

Estão sendo cumpridos 44 mandados no total, sendo eles, 19 mandados de prisão temporária, um de prisão preventiva e 24 mandados de busca e apreensão em Goiânia, Aparecida de Goiânia e Entorno do Distrito Federal.

Veja vídeos das ações da polícia civil na manhã de hoje:

As investigações são contra integrantes de uma organização criminosa apontada como responsável por 21 assassinatos.

Segundo o delegado Gylson Ferreira, apesar de as ações de hoje acontecerem nas três regiões, todos os homicídios investigados aconteceram na capital.

Operação Thanatus: primeira fase

Em junho deste ano, em primeira fase da operação, um trio pertencente à quadrilha investigada foi preso em uma ação que acabou resultando em umas das maiores apreensões de drogas de 2018 em Goiás.

Na ocasião, 71 quilos de maconha, cinco quilos de cocaína pura, cinco quilos de crack, cinco quilos de insumos e 7.500 comprimidos de ecstasy foram apreendidos.

Drogas apreendidas pela polícia na Operação Thanatus em junho deste ano
Foto: Divulgação/Polícia Civil

Os presos fazem parte de um grupo criminoso que vinha sendo investigado por seis meses pela Polícia Civil. Na época, 12 homicídios cometidos na região sudoeste de Goiânia eram investigados. De lá para cá, outros nove assassinatos entraram para a lista de investigações.

As mortes têm relação com tráfico de drogas e a apreensão de junho aconteceu no decorrer das investigações.

As três pessoas presas foram indiciadas pelos crimes de associação criminosa, tráfico e associação ao tráfico de drogas. Dois dos presos já tinham passagens pela polícia pelo crime de tráfico.

Operação Thanatus: segunda fase

Os nomes dos presos ainda não foram divulgados. Segundo a polícia, as ações desta quinta-feira (15/8) devem seguir por todo o dia.

Uma coletiva de imprensa está marcada para a manhã de hoje com o delegado Danilo Proto onde mais informações sobre o caso devem ser divulgadas.

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Goiás

Operário é indenizado por construtora em Valparaíso de Goiás após ser atingido por blocos de concreto

Em decisão, a juíza que analisou o caso alegou que a empresa agiu de forma errônea ao não dar suporte ao trabalhador depois do acidente.

Por Ton Paulo
15/08/2018, 10h17

Um operário da construção civil de Valparaíso de Goiás, interior do Estado, vai receber $R 10 mil reais de sua empregadora em indenização por danos morais depois de ter sido atingido por vários blocos de pré-moldados (concreto), em 2012.

Segundo consta no processo, após o acidente, ocorrido em 20 de novembro de 2012, a MRV Engenharia e Participações S/A, responsável pela obra onde Kleberley Gomes de Souza trabalhava, não ofereceu nenhum tipo de auxílio ou ajuda ao trabalhador, seja de forma financeira ou psicológica.

De acordo com Kleberley, ele teve que se afastar durante 90 dias de suas atividades laborais, além de ter de frequentar sessões de fisioterapia para recuperar seus movimentos – prejudicados devido o acidente.

Empresa tentou retirar a ação da juíza de Valparaíso de Goiás

Ao analisar o processo, a juíza Letícia Silva Carneiro de Oliveira Ribeiro, da 1ª Vara Cível, de Família, Sucessões e da Infância e da Juventude da comarca de Valparaíso de Goiás, argumentou que “o empregador [no caso a MRV] é responsável pela integridade física do empregado quando em operações e processos sob a sua responsabilidade, devendo inclusive promover condições justas e favoráveis ao desenvolvimento do trabalho”.

Conforme a magistrada, as lesões causadas a Kleberley representaram risco de invalidez, além de terem causado a ele debilidade permanente parcial conforme atestou a perícia, tendo exigido tratamento contínuo e prolongado constatado pelos laudos médicos, causando-lhe sofrimentos físicos e psíquicos.

A juíza ressaltou ainda que a indenização por danos morais “deve equivaler a um montante que corresponda a uma sanção, a fim de que o ofensor seja incentivado a refletir melhor sobre seus futuros atos e aguçar seus sentidos para não incorrer em atos culposos decorrentes de imprudência, imperícia e negligência’.

A MRV, através da defesa, tentou impugnar os argumentos de Kleberley declarando que a ação movida por ele não competia à 1ª Vara Cível de Família, Sucessões e da Infância e da Juventude, mas se tratava de relação trabalhista.

Confira a decisão na íntegra da Dra. Letícia Silva Carneiro de Oliveira Ribeiro aqui.

Via: TJ-GO 

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