Goiás

Vagas de emprego em Goiânia: Inscrições de processo seletivo para 417 vagas em hospitais começam hoje

A carga horária das vagas variam de 12h a 44h por semana e os salários vão de e os salários entre R$ 1.013,00 e 8.211,82.
20/08/2018, 09h56

Abrem hoje (20/8) as inscrições para 417 vagas de emprego em Goiânia para três hospitais da capital.

As vagas são para o Hospital Estadual Materno-Infantil Dr Jurandir do Nascimento (HMI), para o Hospital Estadual de Urgências de Aparecida de Goiânia Dr Cairo Louzada (Huapa) e para o Hospital Estadual e Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (HEMNSL).

Todos os três são administrados pela Organização Social (OS) Instituto de Gestão e Humanização (IGH), responsável pelo processo seletivo.

A carga horária das vagas variam de 12h a 44h por semana e os salários vão de e os salários entre R$ 1.013,00 e 8.211,82. A seleção é para contratação celetista e também para formação de cadastro de reserva.

O edital está disponível no site do instituto (www.igh.org.br), na aba “Transparência”, seguido de “Goiás”.

Os pré-requisitos esperados no currículo do candidato para cada cargo disponível também estão disponíveis no edital. O processo seletivo também inclui vagas para pessoas com deficiência.

Vagas de emprego em Goiânia: confira quais são os cargos

Confira quais são os cargos disponíveis no processo seletivo:

  • Analista Administrativo
  • Analista de Departamento Pessoal
  • Analista de Infraestrutura
  • Analista de Qualidade
  • Analista de Recursos Humanos
  • Analista de Software
  • Assistente de Departamento Pessoal
  • Assistente de Faturamento
  • Assistente de Recursos Humanos
  • Auxiliar Administrativo
  • Auxiliar de Cozinha
  • Auxiliar de Farmácia
  • Auxiliar de Lavanderia
  • Auxiliar de Patrimônio
  • Auxiliar de Serviços Gerais
  • Auxiliar Operacional
  • Biomédico
  • Confeiteiro
  • Cozinheiro
  • Enfermeiro
  • Enfermeiro do Trabalho
  • Faturista
  • Fisioterapeuta
  • Fonoaudiólogo
  • Maqueiro
  • Médico Do Trabalho
  • Médico Ginecologista
  • Médico Intensivista
  • Médico Obstetra
  • Médico Pediatra
  • Recepcionista
  • Técnico de Laboratório
  • Técnico de Segurança do Trabalho

Inscrições presenciais

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas hoje (20/8) e amanhã (21/8) de forma presencial no escritório regional do IGH (Instituto De Gestão e Humanização) em Goiás, que fica na Avenida Perimetral, quadra 37, lote 64, número 1650, no Setor Coimbra.

O atendimento será feito de 8h às 15h, com formulário de inscrição devidamente preenchidos e documentos em mãos, de acordo com o edital.

Maiores informações podem ser obtidas através do número (62) 3217.8956.

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Brasil

Paraquedista morre atropelado por carreta ao tentar descer

Centenas de paraquedistas frequentam o CNP aos fins de semana, muitos dos quais, durante os altos, pousam nas proximidades da rodovia.
20/08/2018, 10h35

Paraquedista morre atropelado por uma carreta ao saltar de paraquedas na rodovia Castelo Branco, na  região de Boituva, região conhecida pela prática do paraquedismo. A tragédia ocorreu às 10h30 do último domingo (19/8).

Diego Camargo Martins, de 37 anos, segundo a Polícia Militar Rodoviária informou à Folha de S. Paulo, foi atingido pelo veículo antes de cair. O corpo do paraquedista ficou preso na carreta.

Inicialmente, suspeita-se que Diego tentou pousar no Centro Nacional de Paraquedismo, a 500 metros de onde ele foi atingido pela carreta.

A irmã da vítima, Bárbara Martins, contou à reportagem da Folha que o contador saltava de paraquedas havia cerca de cinco anos. Ele era profissional em saltos e também praticava outros esportes radicais, como mergulho.

Centenas de paraquedistas frequentam o CNP aos fins de semana, muitos dos quais, durante os altos, pousam nas proximidades da rodovia

Local em que paraquedista morre atropelado por carreta teve outros acidentes

Desde 2016, outros dois paraquedistas morreram na região em que o contador morreu. Em dezembro de 2017, rapaz de 20 anos morreu em Boituva após errar uma manobra durante o pouso e bater com força no solo. Em outubro de 2016, um homem de 40 anos perdeu o controle do paraquedas e também foi lançado ao solo. Socorrido com várias fraturas, ele n]ao resistiu à gravidade dos ferimentos.

O paraquedista, ainda, que era contador, tinha se casou em 2018 e a mulher dele está grávida de quatro meses.

O motorista do caminhão, Nelson Hidemi Imoto, informou para a reportagem da TV TEM – filiada da Rede Globo – que o paraquedista apareceu de repente na frente do caminhão e não tinha como desviar.

“Parei no acostamento para evitar outro acidente aí que vi o corpo do rapaz preso”, contou. A pista, conforme o G1, não precisou ser interditada, mas a equipe levou quase três horas para retirar o corpo e fazer a perícia no local.

O corpo do paraquedista foi levado para a capital na noite de domingo para ser velado e enterrado no cemitério Quarta Parada, na zona leste.

Paraquedista atropelado por caminhão
O paraquedista Diego Martins. Foto: Reprodução
Imagens: G1 

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Goiás

Familiares de comerciante vítima de latrocínio em Goiânia se revoltam ao ver o assassino cara a cara; veja o vídeo

Depois da captura, o assassino teria ainda confessado um outro crime que, até o momento, não era de conhecimento da polícia.

Por Ton Paulo
20/08/2018, 13h08

A Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC) apresentou na manhã desta segunda-feira  (20/8), numa coletiva de imprensa, Jean Carlos de Sousa, de 22 anos, acusado de ser o autor de um latrocínio em Goiânia. A vítima, José Maria da Silva, 57, chegava para trabalhar em sua lanchonete no setor Sul, em Goiânia, quando foi assassinado.

De acordo com o delegado Paulo Ribeiro, responsável pelo caso que foi solucionado em menos de um mês, Jean Carlos foi preso em Messianópolis, distrito de Moiporá, a 250 quilômetros de Goiânia.

O crime de latrocínio (roubo seguido de morte) teve a participação de um adolescente de 17 anos, que foi apreendido no setor Novo Horizonte, na capital.

Segundo o delegado, a equipe de investigação da DEIC conseguiu refazer todo o trajeto do carro usado pelos homens com informações do fluxo de trânsito, um ônix branco, desde o roubo até o local do latrocínio. O veículo foi encontrado no dia 22 de julho, dois dias após o crime, numa zona rural do município de Abadiânia de Goiás. “Encontramos o veículo abandonado e parcialmente incendiado por dentro. Isso é feito quando os suspeitos querem apagar marcar como impressões digitais”, declarou.

Ainda conforme o delegado, tanto Jean Carlos quanto o adolescente que participou do crime eram traficantes, e atuavam na região do Novo Horizonte, em Goiânia.

O delegado confirmou que o homem confessou o crime após sua captura.

Jean Carlos está preso temporariamente, enquanto aguarda julgamento. O adolescente foi levado para o Centro de Internação Provisória (CIP).

Relembre o caso do latrocínio em Goiânia

O comerciante José Maria da Silva chegava para trabalhar em sua lanchonete por volta das 5h40 no dia 20 de julho, no setor Sul, em Goiânia, quando foi abordado por dois homens em um carro. Eles anunciaram o assalto, e exigiram que o comerciante entregasse o celular. José Maria, então, teria reagido, e foi baleado à queima-roupa. Os homens fugiram na sequência.

O socorro foi chamado, mas quando chegou, o comerciante já estava sem vida.

O balcão do estabelecimento ficou caído no meio da calçada após o crime e chamou a atenção de muitas pessoas que passavam pelo local. As polícias Civil e Militar isolaram a área para que o trabalho de perícia pudesse ser feito e o corpo, retirado.

Assassino confessou outro homicídio

Conforme contou o delegado Paulo Ribeiro, Jean Carlos pensou que estava sendo preso por outro motivo, quando foi encontrado no distrito de Messianópolis. “Ao ser capturado, o indivíduo achou que estava sendo preso por conta de um homicídio que ele cometeu, e que até o momento não era do conhecimento da polícia”, conta.

Jean Carlos confessou ter matado um homem em 2015, no setor Curitiba, em Goiânia. O motivo seria rixa de drogas.

O caso será investigado pela Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH).

Família da vítima se desespera ao ver o assassino frente a frente

A família de José Maria compareceu à coletiva na qual a polícia apresentou o assassino, nesta manhã, e não pôde conter a revoltar.

Assim que Jean Carlos apareceu, conduzido por policiais, o irmão da vítima, Everaldo Nunes, explodiu em fúria. “Assassino! Assassino!”, gritou.

Everaldo, que também comerciante, teve que ser retirado, junto com os outros familiares, pelos policiais presentes.

“Ele matou meu irmão a sangue frio! A chave do carro do meu irmão estava na ignição, ele podiam ter roubado e ido embora, mas mataram meu irmão!”, desabafa o familiar da vítima.

Veja o vídeo do momento da revolta:

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Goiás

Dependente químico agredido em clínica de recuperação em Goiás vai ser indenizado

No período de 180 dias, o homem sofreu várias formas de agressões.
20/08/2018, 14h16

Emerson Francisco de Resende, dependente químico agredido no Centro de Reabilitação em Dependência Química Recanto dos Arcanjos poderá ganhar indenização de R$ 20 mil. O valor é referente a indenização por danos morais, em virtude da má prestação de serviço oferecida pela clínica de reabilitação, bem como pelas agressões físicas e psicológicas por ele sofridas no local.

A decisão é do juiz Marcus Vinícius Ayres Barreto, da 2ª Vara Cível, das Fazendas Públicas, de Registro Público e Ambiental da comarca de Catalão.

Conforme os autos, em 7 de novembro de 2014, Emerson se internou na clínica de reabilitação tendo por objetivo se submeter a tratamento contra dependência química num programa de recuperação com acompanhamentos psicológicos e médicos, ao valor de R$ 1 mil por mês.

No período de 180 dias, o homem sofreu várias formas de agressões. Além das agressões físicas, ele conta que lhe eram ministradas doses excessivas de medicamentos, mediante emprego de violência, mantendo-o desacordado por dias.

Relatou ainda que foi torturado e mantido em cárcere privado e somente autorizado a receber visitas de familiares com acompanhamento de monitores, bem como não recebia alimentação adequada e era obrigado a fazer serviços pesados de limpeza, inclusive, retirando fezes de cavalos, apontou a falta de capacitação dos empregados da clínica e a precariedade das instalações.

Narrou ainda nos autos que foi impedido de sair da clínica e que os prepostos da ré não o levaram na data marcada para se submeter à perícia no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), deixando de auferir mais de dois meses de benefícios previdenciário, além de entender fazer jus a restituição do que pagou à falta de prestação adequada do serviço. Com isso, requereu a procedência e condenação da ré.

A clínica foi citada, momento em que contestou a acusação, discorrendo inicialmente sobre a filosofia de trabalho, profissionais contratados, abordagem terapêutica. No mérito pediu a improcedência da condenação, inclusive, por litigância de má-fé ou adequados os pedidos aos parâmetros legais, além de produção de provas.

Testemunhas confirmam que dependente químico foi agredido

Ao analisar os autos, o magistrado argumentou que ficaram comprovados nos autos que o autor sofreu agressões físicas e psicológicas nas dependências da clínica, situação essa corroborada por uma das testemunhas que esteve internada no mesmo local e de uma terapeuta.

Ressaltou que ficou provada de forma incontroversa e lamentável a falha do estabelecimento destinado à recuperação de dependentes químicos na prestação de relevante serviço na área de saúde devendo, nesse caso, a ré responder objetivamente pelos danos causados.

“O fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos”, pontuou.

De acordo com ele, o dano moral está evidenciado na dor e sofrimento causados pelas agressões sofridas e também pela frustração decorrente de flagrante falha na prestação do serviço, restando configurados os elementos suficientes para atestar o efetivo constrangimento à esfera moral ensejadores do dever de indenizar. Veja decisão

Via: TJ-GO 

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Mundo

Explosão de iPad faz loja da Apple ser evacuada

A marca tem um histórico de produtos que explodiram perto de seus usuários.

Por Ton Paulo
20/08/2018, 15h25

Uma Apple Store em Amsterdã, Holanda, teve que ser evacuada depois que um aparelho iPad explodiu, segundo relatos da imprensa local (via Gizmodo), no último domingo (19/8). Explosão de iPad chocou quem estava próximo do local.

Ninguém ficou ferido, entretanto, os gases e a fumaça liberados pela explosão levaram fizeram com que algumas pessoas tivessem que receber atendimento médico de imediato.

O iPad que explodiu estava conectado à tomada no momento. Logo após o incidente, os funcionários do Genius Bar colocaram o tablet num recipiente com areia. Não houve incêndio ou quaisquer problemas mais graves.

 Apple já teve outros casos de produtos que estouraram

A Apple parece ter um histórico de produtos que explodem perto de seus usuários.

Um caso parecido com o do iPad aconteceu em janeiro deste ano, quando a explosão da bateria de um iPhone causou comoção na cidade de Valência, na Espanha. Segundo fontes que estavam no local, o incidente aconteceu dentro de uma Apple Store, na área de reparo de aparelhos.

Após o disparo de um alarme de incêndio e de alguns funcionários terem sentido cheiro de fumaça, os bombeiros foram acionados. Mas, ao chegar lá, os profissionais já encontraram a situação sob controle.

Os funcionários da loja jogaram terra em cima do iPhone para conter o fogo. Em seguida, eles evacuaram o local, que teve todas as suas portas e janelas abertas para a circulação do ar.

Um outro caso aconteceu nos Estados Unidos, em janeiro deste ano, onde um norte-americano Jason afirmou que os fones sem fio AirPods explodiram.

Jason Colon contou a uma emissora de TV local que uma das peças começou a soltar fumaça. Ao tirar o aparelho do ouvido, ele percebeu que o acessório apresentava sinais de explosão.

Colon estava na academia, em uma cidade da Flórida, quando percebeu o problema no fone direito. Ele disse que tirou os acessórios e os posicionou em cima de um equipamento da academia, quando foi procurar ajuda. Após retornar do local, o lado que apresentou a fumaça estava danificado.

Explosão de iPad e de outros produtos é causada por fatores externos, diz Apple

Em 2016, oito casos de iPhone 6 que explodiram foram noticiados. À época, os usuários relataram as explosões foram semelhantes às ocorridas com um Galaxy Note 7, em que o smartphone entrava em combustão por conta conta de um problema na bateria.

Segundo informações da BBC, a Apple afirma que isso “não se trata de um problema generalizado” e que, após conduzir testes de verificação nos dispositivos, concluiu que “não existe motivo para preocupações”. A causa das explosões seriam fatores externos.

Imagens: Alexandre Porfirio 

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