Goiás

Homem é condenado a indenizar ex-noiva após manter o local de festa e se casar com outra em Goiânia

O ex-noivo foi condenado por danos morais, fixados em R$ 12 mil e, materiais, em R$ 1.620,00.
29/08/2018, 12h00

Um homem foi condenado a indenizar a ex-noiva após manter o local de festa e se casar com outra dois meses depois.

O caso aconteceu em Goiânia e a sentença é do juiz Carlos Magno Rocha da Silva, da 14ª Vara Cível da comarca da capital.

Os danos morais foram fixados em R$ 12 mil e, os materiais, em R$ 1.620,00, relativos ao aluguel do salão de festas.

Entenda o caso da ex-noiva a ser indenizada

Os dois se conheceram em 2003 e namoraram durante nove anos até que decidiram se casar. De acordo com a ex-noiva, o namorado a convenceu que eles deveriam morar na casa dos pais dele após o casamento. Em 2010 ela teria começado a bancar parte da reforma do imóvel que terminou um ano depois.

Após a reforma, o namorado pediu para adiar o casamento para dezembro de 2011 alegando estar endividado. Quando a nova data se aproximava, ele usou o mesmo argumento para adiar a cerimônia novamente, dessa vez para julho de 2012.

Chá de panela realizado, tudo encomendado e pago e convites confeccionados depois, o noivo passou a demonstrar desinteresse pelo casamento. A ex-noiva conta que ele mantinha um relacionamento a dois anos com outra mulher sem que ela soubesse. Ele se casou com essa outra mulher dois meses depois da despedida de solteiro do casal.

O rapaz ainda utilizou o mesmo espaço que ela tinha alugado para a festa de seu casamento. Segundo a moça, ele se valeu do mesmo contrato, mudando apenas a noiva. Por este salão de eventos ela teria pago R$ 1.620,00.

A jovem alega ter sido ludibriada pelo ex-companheiro e ter tido a dignidade ferida, ao passo que o paz alegou que o rompimento de um casamento pode ser desfeito até na hora da cerimônia, não podendo resultar em indenização.

Sentença

Segundo o juiz Carlos Magno Rocha da Silva, o rompimento da relação realmente não resulta em indenização por danos morais e materiais, no entanto, neste caso, o magistrado entendeu que o ex-noivo não foi leal com a companheira.

O juiz alega que a ideia de romper com ela foi calculada de modo intencional, pois continuou incentivando que ela investisse na cerimônia e na futura casa, quando ele já estava com outra.

Ele entendeu que a atitude do homem causou sofrimento e abalo na autoestima da mulher abandonada, impingindo-lhe dores morais.

Em relação a parte financeira, a moça não conseguiu provar todos os gastos materiais suportados durante o namoro, como o direito de fruição de duas bancas na Feira da Lua, reforma da casa em que ia morar depois do casamento, vestidos de noiva e damas de honra, convites, chá de panela, entre outros.

Restou demonstrado somente o valor do aluguel salão de festas.

Via: TJ-GO 
Imagens: TJ-GO 

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Goiás

"Escutei um estouro abafado", diz irmã de jovem que morreu em usina em Jandaia

Irmã trabalha na mesma usina e continuou trabalhando normalmente até que soube da morte do irmão pelo rádio.
29/08/2018, 15h10

A irmã de Natan Silva, de 19 anos, conversava com colegas de trabalho por volta das 7h da manhã desta quarta-feira (29/8) quando ouviu um barulho na usina em Jandaia, a 120 quilômetros de Goiânia. “Era um estouro abafado”, conta Katiucia Silva que trabalha no mesmo turno do irmão.

Katiucia continuou trabalhando sem que ninguém contasse que o irmão dela tivesse morrido em um acidente na empresa Denusa Destilaria Nova União S/A, que deixou pelo menos 15 pessoas machucadas – três feridas gravemente.

O acidente ocorreu no pré-evaporador de uma caldeira em uma destilaria de álcool em Jandaia. Além de Natan, Denusa tem outro irmão empregado na Denusa. “Mas ele trabalha em outro turno”, conta.

“Não sabia o que tinha acontecido direito, parecia um caminhão, caçamba. Continuei trabalhando normalmente, mas depois uma mulher me disse que ouviu no rádio que um tal de Natan tinha morrido. Tinha apenas um Natan lá naquela pré. E era meu irmão”, diz. “Meu irmão era um rapaz calado, mas cheio de vida. Ele veio para o Goiás para trabalhar mesmo”, lembra.

Natan voltava da Bahia – onde morava com o pai – a cada seis meses para trabalhar no período da colheita na usina. Levantava de madrugada às cinco da manhã de segunda a sexta-feira e ganhava um salário mínimo para limpar tubos.

Um funcionário que pediu anonimato conta que Natan e os feridos faziam limpeza sem o monitoramento de um encarregado. A família de um dos jovens feridos ouvida pela reportagem acredita em “estratégia” da empresa ao dizer que um celular foi ligado e teria causado a explosão por causa do local fechado.

Segundo informações do Hospital São Lucas, Natan morreu após dar entrada na unidade em Indiara, cidade limítrofe à Jandaia. O São Lucas tem convênio com a empresa.

A Denusa Destilaria Nova União S/A é a maior empregadora da região. Com atuação desde julho de 1980, faz parte do Grupo empresarial JB Participações. Localizada na Fazenda São Pedro, emprega mais 1.500 empregos diretos durante a safra. Além dos moradores dos municípios de Jandaia, Indiara, Acreuna, como Natam, centenas de pessoas migram de várias partes do Brasil em busca de trabalho na região.

Depois de dizer que vai continuar trabalhando na empresa mesmo após a morte do Irmão, Katiucia Silva suspira: “Agora vamos levar meu irmão para ser enterrado longe do sonho dele. Do sonho de trabalhar.”

Nota oficial da usina em Jandaia

“NOTA DENUSA NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Denusa, Destilaria Nova União S/A, usina localizada em Jandaia, Goiás, lamenta imensamente o acidente ocorrido hoje por volta das 07h00 horas da manhã na sua unidade, quando houve uma explosão no pré-evaporador na indústria. Infelizmente, três pessoas ficaram feridas e o colaborador Natan da Silva, de 19 anos, auxiliar de serviços gerais, faleceu. O socorro foi feito pela própria brigada de combate a incêndios da empresa e as vítimas levadas para Indiara e posteriormente para o Hugol, em Goiânia.

Informamos que a empresa está prestando toda a assistência às vítimas e  aos seus familiares.

O equipamento está paralisado aguardando perícia para apurar as causas da explosão.”

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Goiás

Espaços de coworking em Goiânia: boas opções para trabalhar e fazer novos contatos

Fique por dentro e conheça alguns espaços de coworking em Goiânia, perfeitos para quem busca um ambiente físico e uma forma inovadora de trabalho!
29/08/2018, 16h02

Há algum tempo atrás, a ideia de coworking era pouco difundida no Brasil e poucos sabiam de fato o significado do termo. Foi usado pela primeira vez em 1999, pelo americano Bernie De Koven, e acabou ganhando espaço no mercado. No Brasil, o estado de São Paulo é o líder em número de unidades, no entanto, os espaços coworking em Goiânia vem crescendo cada dia mais.

Caso você ainda esteja um pouco por fora, o termo diz respeito a um modelo de trabalho baseado no compartilhamento de espaço e recursos de um escritório. Ou seja, no mesmo ambiente de trabalho podem estar profissionais que trabalham para diferentes empresas, em funções completamente distintas, reunindo também profissionais liberais.

Tal modelo acaba diminuindo custos e burocracia para as empresas que optam por ele. Ainda há a possibilidade do profissional aumentar seu networking e, consequentemente, sua produtividade.

Mas e aí, está procurando por um ambiente diferente para trabalhar? Listamos abaixo algumas opções de coworking que oferecem os mais variados planos. Certamente você encontrará o que mais se adéqua ao seu caso. Dá uma olhada!

Conheça alguns espaços coworking em Goiânia

1 – Interative Business Center

espaços coworking em Goiânia

Este é um nome bastante lembrado por quem busca espaços coworking em Goiânia. O espaço compartilhado oferecido por eles é de alta qualidade, com café, internet, recepção e tantos outros serviços. Ainda é possível contratar um endereço comercial, que divulga a localização como endereço da sua empresa; domicílio fiscal para criar CNPJ; atendimento telefônico personalizado, dentro outros serviços.

Endereço: Rua 137, nº 556, 1° andar, Setor Marista, Goiânia – GO

Telefones: 0800-005-7036 / (62) 3092-6090

Funcionamento: Das 8h às 18h de segunda a sexta

2 – Aton Office Escritórios Compartilhados

espaços coworking em Goiânia

O prédio fica bem localizado, situado em uma das áreas consideradas como mais nobres de Goiânia. O ambiente é tranquilo e as salas possuem preparação acústica, evitando que o barulho dos arredores atrapalhe os profissionais que estão ali trabalhando. Sem contar que o Aton Office ainda oferece salas de reunião e facilita o networking com profissionais de diversas áreas.

Endereço: Rua João de Abreu nº 192 Ed. Aton Business, 9º andar, sala B-96St. Oeste. Goiânia/GO

Telefone: (62) 3095-4411 / (62) 9 9969-4074

Funcionamento: De segunda a sábado, das 7h às 18h

3 – Modul Espaço Coworking

espaços coworking em Goiânia

O Modul Cwk conta com um excelente espaço de trabalho compartilhado, com salas de atendimento, salas de reuniões, impressora, internet rápida e aquele tão amado cafezinho. Seu maior diferencial é que possui planos de acesso 24h, fazendo com que o profissional não seja refém do horário comercial, podendo utilizar o ambiente até mesmo durante feriados e finais de semana.

Endereço: R. 18, nº282, Galeria Marfim, Sala 7, Setor Oeste

Telefones: (62) 3218-3760 / (62) 98435-3678

Funcionamento: De segunda a sexta, das 9h às 19h

4 – Prime Business Center

espaços coworking em Goiânia

A Prime oferece uma estrutura ampla para aqueles que buscam por espaços coworking em Goiânia. Com excelente qualidade, os escritórios estão prontos e contam com um serviço de atendimento corporativo de alto padrão.

Endereço: Av. D, 419 – Qd G11, Lt 01 4º Andar – St. Marista, Goiânia – GO

Telefones: (62) 3996-9260

Funcionamento: Segunda a domingo, das 8h às 18h

5 – Coletivo Centopeia

espaços coworking em Goiânia

O Coletivo Centopeia é um espaço plural, que tem como objetivo fomentar a criatividade dos profissionais que utilizam de seu espaço coworking. O ambiente é simples e aconchegante, contando ainda com um excelente atendimento.

Endereço: Av. Cora Coralina, 140 – St. Sul, Goiânia – GO

Telefones: (62) 3941-6607

Funcionamento: Segunda a sexta, das 8h às 13h, e das 14h às 19h.

6 – BR-Offices Escritório

espaços coworking em Goiânia

Com local privilegiado e ambientes modernos e agradáveis, o BR-Offices oferece um excelente espaço para coworking, disponibilizando também aos profissionais a possibilidade de criar novas conexões com pessoas de diversas áreas.

Endereço: Avenida 136, 761 Edifício NASA 11 Andar – St. Sul, Goiânia – GO

Telefones: 0800 656 5656

Funcionamento: Aberto de Segunda a Sextam das 8h às 18h30

7 – Dox Store

espaços coworking em Goiânia

A Dox conta com diversos tipos de serviços e atende diferentes necessidades; uma delas é o coworking. Foi um dos primeiros espaços em Goiânia a fornecer esse tipo de serviço e traz toda a inovação de que ele precisa. Disponibiliza aos profissionais um espaço colaborativo capaz de acomodar até 29 pessoas. Sem contar que ainda possui duas salas de reunião.

Endereço: R. 1129, 751 – Qd. 229, Lt. 18 – St. Marista, Goiânia – GO

Telefones: (62) 3988-0115

Funcionamento: Segunda a sábado, abrindo às 8h e, dependendo do dia, fechando às 3h da manhã.

8 – Villa Office – Espaço para Negócios

espaços coworking em Goiânia

O espaço oferecido pelo Villa Office foi planejado para ser aconchegante, sofisticado e funcional, tudo isso para atender aos mais diversos perfis de profissionais e empresas. Seus serviços incluem salas para atendimento e reunião, estações de trabalho individuais e com armário, endereço fiscal, hospedagem de empresas, entre outros. Sem dúvida, um dos melhores lugares para coworking em Goiânia!

Endereço: R. Brasil, 50 – St. Bueno, Goiânia – GO

Telefones: (62) 3920-0073

Funcionamento: De segunda à sexta, das 8h às 18h

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Goiás

Morre piloto de aeronave experimental que caiu em Goiânia

Avião caiu sobre o muro de uma casa no Setor Jardim Bela Vista, no dia 11 de agosto.
29/08/2018, 16h34

Morreu nesta quarta-feira (29/8) o piloto Nehru El-Aouar, de 59 anos, vítima de uma queda de aeronave experimental ocorrida no dia 11 de agosto no Setor Jardim Bela Vista, em Goiânia. O homem estava internado no Hospital de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol).

No momento do acidente, três pessoas estavam a bordo sendo uma criança, identificada como Davi Andrade do Amaral, de um ano, que morreu logo após ser levado por terceiros ao Hugol, o pai de Davi, o mecânico Reginaldo Ernane do Amaral e  Nehru El-Aouar, que conduzia a avião.

Reginaldo continua internado no Hugol, mas a família não autoriza a divulgação da atualização do estado de saúde.

Acidente com aeronave experimental

acidente ocorreu na tarde do dia 11 de agosto no Setor Jardim Vista Bela, próximo ao Aeroclube de Goiás. Três pessoas estavam no avião.

A criança morreu no dia da queda e os e dois adultos, foram encaminhados em estado grave, segundo informações do Corpo e Bombeiros, ao Hospital de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol).

Durante o resgate, seis viaturas dos Bombeiros e 18 militares trabalharam na ocorrência.

Aeronave experimental é regular

A aeronave de pequeno porte modelo experimental, que era de propriedade de Nehru, é regular junto aos órgãos competentes.

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o avião de prefixo PU-EFG pertence à categoria experimental, que significa construído de forma amadora e atende a regras diferentes das utilizadas por aviões comerciais.

Em nota, a Anac informou ainda que a aeronave não precisa apresentar certificado de aeronavegabilidade, documento necessário para voar, e Inspeção Anual de Manutenção (IAM), que avalia as condições mecânicas da aeronave.

Um dia após o acidente, no domingo (12/8), uma equipe do Sexto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA VI) deu início a apuração das causas da queda, segundo informações da Força Aérea Brasileira (FAB).

Via: G1 
Imagens: Dia Online 

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Saúde

Uso adolescente de narguilé preocupa mais que fumo

Para pesquisadores, o crescimento do narguilé representa uma ameaça à redução dos indicadores de fumo no País.
29/08/2018, 17h05

Pesquisa feita com estudantes de escolas públicas e privadas de todo o País mostra que o uso do narguilé avança entre adolescentes. De acordo com o trabalho, 9% dos alunos do 9.º ano do ensino fundamental haviam fumado com o aparelho em 2015. Três anos antes, eram 7%. O consumo se dá sobretudo entre estudantes de escolas particulares, nas Regiões Sul e Sudeste. Para fazer o trabalho, foram analisadas 54 mil entrevistas em 2015.

“É uma nova preocupação”, resume a diretora de Coordenação Geral de Doenças e Agravos Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Maria de Fátima Marinho – uma das autoras do trabalho. O fenômeno ocorre em um momento em que o Brasil enfrenta também a estagnação dos números de tabagismo. Depois de anos de queda, as taxas de população fumante começaram a dar sinais de estabilidade, em patamares ainda considerados altos.

Atualmente, 10% da população é fumante. “Isso não é pouca coisa. É quase sete vezes a população do Uruguai. Uma legião de pessoas expostas a fatores de risco de doenças graves”, observa a médica do Instituto Nacional do Câncer (Inca) Tânia Cavalcanti. Para se ter uma ideia, um estudo do Inca estima que o Brasil gasta anualmente R$ 57 bilhões com tratamento de doenças relacionadas ao tabaco e com despesas indiretas.

Para pesquisadores, o crescimento do narguilé representa uma ameaça à redução dos indicadores de fumo no País. Tânia afirma que o crescimento desse consumo traz dois problemas graves. Para começar, as implicações na saúde do adolescente. A Organização Mundial da Saúde afirma que uma sessão de narguilé de 20 a 80 minutos corresponde à exposição de componentes tóxicos presentes na fumaça de cem cigarros.

Segundo análises da Universidade de Brasília (UnB), a água utilizada no consumo diminui só em 5% a quantidade de nicotina, que se soma ao monóxido de carbono liberado pela queima do carvão e aos metais pesados presentes no produto.

Tânia, que também é secretária executiva da Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (Conicq), observa ainda que o uso do narguilé pode ampliar o risco de o adolescente também se transformar em um fumante de cigarros tradicionais. Fátima concorda. “O monitoramento dos dados dos adolescentes é essencial: eles dão um indicativo do comportamento futuro”, explica.

Dados do Vigitel, uma pesquisa feita por telefone nas capitais brasileiras com maiores de 18 anos, também mostram que, apesar de os números gerais ficarem estabilizados, há uma tendência de aumento do tabagismo na faixa etária mais jovem, até 24 anos. Paula Johns, diretora executiva da ACT Saúde, avalia ser necessária a efetivação da proibição do uso de aditivos do tabaco.

“Esse é um elemento de maior apelo para o consumo desses produtos entre jovens”, observa. Há alguns meses, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou legal a proibição feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária da adição de aromas e sabor em cigarro. Como a decisão não tem efeito vinculante, contudo, a judicialização do tema continua.

Fumantes passivos

Paula cita ainda a necessidade de efetivação e fiscalização permanente da lei antifumo. Em ambientes fechados, não se pode consumir nenhum produto fumígeno. Os próprios números do Ministério da Saúde, contudo, deixam claro que o problema persiste. O fumo passivo em ambientes de trabalho ainda é de 6%. No Recife, por exemplo, 13% são fumantes passivos no local de trabalho. “É preciso melhorar a fiscalização”, reconhece Maria de Fátima.

A diretora também considera ser preciso reforçar as medidas para reduzir o tabagismo. “Há uma série de estratégias que podem ser usadas.” Entre elas, cita, estão a adoção de uma embalagem genérica para o produto – reduzindo, assim, o apelo para os públicos mais jovens – e o aumento de preços.

“Há espaço para novos aumentos. Os preços estão estabilizados”, diz Paula. Ela observa que preços elevados ajudam a reduzir o consumo sobretudo entre classes econômicas menos privilegiadas e entre adolescentes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagens: DOL 

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