Goiás

Saúde de Goiás alerta pais para '2º dia D' contra pólio e sarampo

Evento ocorre no próximo sábado, 1º de setembro.
29/08/2018, 20h51

No próximo sábado (1º/9) a Secretaria Estadual de Saúde de Goiás (SES-GO), em parceria com as Secretarias Municipais de Saúde, realiza o segundo Dia D da Vacinação contra a pólio e sarampo. Até agora, dos 246 municípios goianos, somente 47 conseguiram atingir a meta para poliomielite e 44 alcançaram a meta para o sarampo.

O segundo dia D ocorre em todo o país. O objetivo é vacinar o maior número de crianças possíveis. A Campanha Nacional de Vacinação contra poliomelite e sarampo começou no dia 6 de agosto e segue até o dia 31. No sábado o evento extra de vacinação marca o fim da campanha.

De acordo com informações da SES-GO, até ontem (28/9), foram administradas em Goiás 277.966 doses contra a poliomielite, o que indica uma cobertura vacinal de 76,23%. Já contra o sarampo (tríplice viral) foram aplicadas 274.315 doses, o que representa 75,23% de cobertura.

No estado, o objetivo é imunizar 95% das crianças de um ano a quatro anos, 11 meses e 29 dias. Só na capital, a Prefeitura disponibiliza 66 postos de vacinação. Em Aparecida de Goiânia, Região Metropolitana, outros 32 postos fixos, além de sete extras para o dia D. Ao todo, 950 postos de saúde estão disponíveis no estado, além de outros mil postos volantes.

Mobilização contra pólio e sarampo

Segundo o secretário de Saúde, Leonardo Vilela, na reta final da campanha é fundamental continuar com a mobilização social. O secretario explica ainda que todos os municípios goianos devem se mobilizar e desenvolver estratégias para facilitar o acesso da população à vacinação.

“Essa ação é fundamental para interromper a cadeia de transmissão do sarampo que já está instalada em algumas unidades da federação e não haja a disseminação da doença para as demais regiões”, reafirma Leonardo.

Casos de pólio e sarampo em Goiás

Desde o início do ano, foram notificados em Goiás cerca de 40 casos suspeitos de sarampo. Os casos invetsigados pela SES-GO foram descartados.

O último caso confirmado da doença em Goiás foi em 1999. Mas ainda assim a Secretaria de Sáude alerta pais e responsáveis para a importância da vacina para as crianças.

Imagens: Preto no Branco 

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Política

Alckmin nega no Jornal Nacional que líderes do PCC comandem de dentro das cadeias

Alckmin respondeu perguntas sobre alianças políticas, corrupção, segurança pública e saúde.
30/08/2018, 07h23

O terceiro candidato a presidência a ser no Jornal Nacional, da TV Globo, foi Geraldo Alckmin, do PSDB. A conversa aconteceu nesta quarta-feira (29/8), e assim como os outros candidato Ciro Gomes, e Jair Bolsonaro, durou 27 minutos.

Alckmin respondeu perguntas sobre alianças políticas, corrupção, segurança pública e saúde.

O candidato negou irregularidades em obras como Rodoanel, apontadas pelos entrevistadores, e chegou a dizer que facções criminosas não dão ordens de dentro de cadeias.

Confira o resumo da entrevista com Geraldo Alckmin

Alianças e Corrupção

A primeira pergunta foi em relação às alianças de Alckmin com o “Centrão” que contém 41 investigados na Lava Jato.

Alckmin respondeu que todos os partidos têm “bons quadros”, e que quem for condenado irá pagar. Disse que defende a Lava Jato e que vamos sair melhores desse quadro após as investigações, mas que sem alianças não é possível fazer mudanças, e o Brasil tem pressa.

“precisamos ter maioria para fazer as mudanças que o Brasil precisa. Quem prometer mudança sem construir maioria é conversa fiada”, declarou.

Alckmin ainda foi indagado sobre Fernando Collor de Melo estar entre os aliados, e sobre Aécio Neves e Eduardo Azeredo ainda fazerem parte do partido.

O candidato afirmou que o partido de FHC não o apoia, que Aécio ainda não foi condenado mas foi afastado da liderança do partido, e que Azeredo, preso pelo chamado mensalão, está afastado da política há muito tempo e que vai pedir seu desligamento.

Voltou a afirmar que quem for condenado vai pagar, que o partido não passa a mão na cabeça de ninguém e nem transforma réu em vítima, e que a ética que o partido prega vale para os próprios membros do partido.

Desvio de dinheiro para campanhas

Questionado sobre desvio de dinheiro para campanhas políticas, o candidato afirmou que suas campanhas foram feitas rigorosamente dentro da lei.

Sobre o envolvimento de seu cunhado nas acusações o candidato afirmou que ninguém da sua família participa de governo e que é importante separar o joio do trigo. “Há tendência de misturar tudo e não é correto nem é verdade” declarou.

Rodoanel

As obras do Rodoanel são investigadas por desvio de dinheiro. A Polícia Federal já indiciou 12 pessoas por suspeita de envolvimento no esquema e a estimativa é de um superfaturamento de mais de R$ 600 milhões.

Um dos 12 indicados é Laurence Casagrande, seu secretário de transportes. O candidato foi questionado se é coerente ele sair em defesa do secretário com seu discurso anti corrupção.

Alckmin respondeu que é “absolutamente coerente” e que Casagrande está sendo injustiçado e que espera que “amanhã, quando ele for inocentado, tenha o mesmo espaço para fazer justiça”.

PCC não lidera de dentro de cadeias

A próxima pergunta foi em relação à segurança pública. Uma das maiores facções criminosas do país surgiu no Estado de São Paulo, governado por ele durante 11 anos.

Ao ser questionado sobre a forte atuação do grupo, inclusive de dentro dos presídios, o candidato negou essa realidade.

Ele declarou que as cadeias são equipadas com scanners e segurança máxima, e que a afirmação de que líderes comandam de dentro das cadeias “são coisas que vão sendo repetidas e acabam virando verdade”.

O presidenciável ainda negou o que alguns estudiosos afirmam, de que a redução da taxa de homicídios no estado deva ser mais atribuído à facção do que ao governo, o que o candidato respondeu ser uma afirmação inacreditável, e que a polícia é a responsável pela redução.

Alckmin ainda prometeu que se eleito, irá endurecer penas contra criminosos, acabando com as “saidinhas” de presos, concedidas em datas comemorativas por ordem de juízes.

Saúde

A última questão foi sobre saúde e Organizações Sociais, as quais Alckmin defende como modelo. Disse que o hospital mais bem avaliado pelos usuários do brasil é o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, o Icesp, gerido por uma OS.

O candidato terminou dizendo que reconhece que ainda precisa melhorar e que é seu dever como médico melhorar a saúde do Brasil.

Próxima entrevista

A série de entrevistas termina nesta quinta-feira (30/8) com a candidata Marina Silva. A  ordem das entrevistas foi determinada por sorteio.

A emissora convidou apenas os que tiveram as melhores colocações nas pesquisas do Ibope e Datafolha.

Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, que aparece em primeiro lugar em ambas, foi proibido pela Justiça de dar entrevistas. Ele está preso desde abril em Curitiba por corrupção e lavagem de dinheiro.

Via: G1 
Imagens: G1 

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Goiás

Polícia faz operação em cinco estados contra organização criminosa que usava mulheres atraentes para roubar cargas

A organização criminosa atuava no roubo de cargas em cinco estados brasileiros, entre eles Goiás, Pará, São Paulo, Mato Grosso e Rondônia.

Por Ton Paulo
30/08/2018, 07h56

A Polícia Civil de Goiás (PC), por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Cargas (Decar) em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), deflagrou na madrugada desta quinta-feira (30/8) a Operação Zayn, que visa combater o roubo de veículos e cargas em Goiás e em outros estados.

A operação foi deflagrada após 18 meses de investigação numa força-tarefa entre a PC e a PRF. Estão sendo cumpridos hoje um total de 35 mandados de prisão e 62 mandados de busca e apreensão em Goiás, Pará, Mato Grosso, Rondônia e São Paulo.

Só em Goiás estão sendo cumpridos 26 mandados de prisão e 43 de busca e apreensão, nos municípios de Nerópolis, Padre Bernardo, Luziânia, Itumbiara e Anápolis.

Os presos deverão ser encaminhados à sede da Delegacia da PRF no Jardim Guanabara, em Goiânia, para exames de corpo de delito.

A operação conta com cerca de 340 policiais civis e rodoviários federais.

De acordo com o delegado Alexandre Bruno Barros, titular da Decar, a organização criminosa alvo da Operação Zayn já teve 19 integrantes presos nos últimos meses. Barros destaca, ainda, que a ação em parceria com a PRF já proporcionou a recuperação de 25 caminhões antes da deflagração das diligências desta quinta-feira.

A concentração da Operação aconteceu na madrugada desta quinta, às 4h, na sede do Tribunal de Contas Estado, em Goiânia, e contou com a presença de membros do Ministério Público.

A organização criminosa

Segundo informações veiculadas na imprensa local, a quadrilha atuava no sequestro de motoristas e roubo de carga. Os integrantes usavam mulheres atraentes para fazer os motoristas pararem nas estradas, e logo em seguida os surpreendiam, sequestrando os condutores e roubando a carga trazida por eles nos veículos de grande porte.

Após 18 meses de investigações e levantamentos de inteligência policial, foram identificados os membros da organização criminosa responsável por dezenas de crimes cometidos em vários estados, como sequestros, furtos e roubos de carga, adulteração veicular, falsificação de documentos, fraude em sistemas de informática de DETRANs e enriquecimento ilícito.

O aparato da quadrilha era requintado: composta por núcleos em diferentes estados e com diferentes funções, contava com divisões logísticas, motoristas profissionais e criminosos armados. Os chefes lideravam os núcleos enquanto amealhavam patrimônio considerável. A organização era diferenciada: nove empresas foram identificadas como fazendo parte da organização.

O trabalho integrado entre as duas polícias resultou no cumprimento de 97 noventa e sete medidas cautelares, sendo 35 trinta e cinco Mandados de Prisão e 62 sessenta e dois Mandados de Busca e Apreensão, todos cumpridos em sincronia nos estados de Goiás, São Paulo, Mato Grosso, Pará e Rondônia.

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Goiás

População não se sente insegura com presos trabalhando nas ruas em Goiânia, diz pesquisa

Pouco mais da metade (52%) não sabia que os presos participaram da revitalização, mas, após serem indagados a respeito, 72% disseram não se sentir inseguros com a presença dos reeducandos.
30/08/2018, 08h29

Em Goiânia, o resultado preliminar da pesquisa de opinião pública sobre o programa Recuperando Pessoas e Parques demonstrou que a maioria dos entrevistados concorda com a utilização de mão de obra carcerária na prestação de serviços públicos como a limpeza e revitalização de parques. O levantamento foi feito com usuários do Bosque dos Buritis, mas deverá ser levado aos outros parques em que os reeducandos trabalharam.

A pesquisa foi idealizada pela 25ª Promotoria de Justiça de Goiânia, que fez uma tabulação preliminar dos dados e repassou ao Gabinete de Planejamento e Gestão Integrada (GGI) do Ministério Público para análise técnica e elaboração dos resultados.Quanto ao conhecimento do programa, o resultado foi equilibrado.

Goiânia: 86% concordam com a inclusão da mão de obra carcerária

Pouco mais da metade (52%) não sabia que os presos participaram da revitalização, mas, após serem indagados a respeito, 72% disseram não se sentir inseguros com a presença dos reeducandos e 86% concordam com a inclusão da mão de obra carcerária em serviços públicos para a população. Já 60% disseram estarem satisfeitos com o trabalho realizado.

Para chegar a esses resultados, 50 pessoas participaram dessa fase da pesquisa respondendo ao formulário elaborado pela 25ª Promotoria de Justiça, com sete tópicos. A grande maioria (80%) frequenta o parque pelo menos uma vez por semana.

No primeiro momento, foi avaliado o nível de satisfação dos entrevistados com a situação do parque, através da atribuição de notas (de 1, pouco satisfeito, a 5, muito satisfeito) para os quesitos: natureza, beleza, conservação, equipamentos e segurança. Nesse aspecto, os resultados mostram que, quanto à beleza e natureza, os entrevistados estão contentes, mas, no que diz respeito à ação humana, como segurança e conservação, um alto percentual está insatisfeito.

Em seguida, as perguntas foram direcionadas para a atuação da mão de obra carcerária em si, apontando a aprovação do projeto e a necessidade de divulgação da iniciativa.

A pesquisa ainda está em fase de execução, o formulário e os resultados podem ser encontrados aqui.

PGA

O projeto Recuperando Pessoas e Parques é uma das 36 iniciativas desenvolvidas para atingir a prioridade do PGA de reestruturar o sistema penitenciário. Em sua descrição, o objetivo é propor ao Estado de Goiás a implementação de Política Estadual de Trabalho para Comunidade Carcerária e Egressos, visando estimular a criação de vagas de trabalho em favor da população prisional. A atuação dos reeducandos nos parques de Goiânia completou 100 dias em 22 de Agosto.

Via: MP-GO 
Imagens: MP-GO 

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Política

Propaganda eleitoral no rádio e na Tv começa nesta sexta; confira os dias e horários

O conteúdo será exibido até o dia 4 de outubro, três dias antes do primeiro turno da eleição, que acontece no dia 7/10.
30/08/2018, 08h44

De acordo com o calendário eleitoral, a propaganda eleitoral gratuita no rádio e tv começa nesta sexta-feira (31/8).

O conteúdo será exibido até o dia 4 de outubro, três dias antes do primeiro turno da eleição, que acontece no dia 7/10. Serão 30 dias de horário eleitoral, visto que a propaganda é exibida de segunda a sábado.

Em caso de segundo turno, a programação recomeça no dia 12 de outubro e segue até o dia 26, dois dias antes da votação que acontece dia 28/10.

Como será a propaganda eleitoral

O horário eleitoral acontecerá em dois blocos por dia, com duração de 25 minutos cada um. Na Tv, o primeiro bloco é exibido às 13h e o segundo às 20h30 e no rádio o primeiro acontece às 7h e o segundo às 12h.

Também haverão inserções de 30 segundos ao longo da programação. Essas inserções precisam ocorrer dentro de três faixas de horários: entre 5h e 11h, entre 11h e 18 e entre 18h e 0h, de acordo com o TSE.

Divisão da propaganda eleitoral

A definição quanto aos dias de exibição e tempo das campanhas leva em conta o cargo em disputa.

Às segundas, quartas e sextas, a programação eleitoral fica por conta dos candidatos que concorrem aos cargos de governador, senador e deputado estadual.

Já as terças, quintas e sábados, os candidatos à Presidência da República e candidatos a deputado federal é que exibem suas campanhas.

A programação dura 25 minutos. Os candidatos à Presidência terão 12 minutos e 30 segundos para exibirem suas propostas. O mesmo tempo é destinado à propaganda do conjunto de candidatos a deputado federal.

Os candidatos a governadores terão 9 minutos de campanha. Mesmo tempo dado aos candidatos a deputados estaduais e distritais. Já os que concorrem ao Senado terão 7 minutos de propaganda eleitoral.

A divisão do tempo é feita de acordo com o tamanho das bancadas na Câmara dos Deputados dos partidos que compõem a coligação de cada candidato. O mesmo critério vale para as inserções de 30 segundos ao longo da programação.

Nesse sistema, oito dos 13 candidatos à Presidência terão direito a menos de 30 segundos por bloco do horário eleitoral. Esses candidatos terão a opção de aparecer em menos dias, mas consequentemente por mais tempo, se preferirem.

Número de candidatos

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) 28.306 pessoas no total registraram suas candidaturas para as eleições 2018.

Esses números estão divididos da seguinte maneira para cada cargo:

  • 13 candidatos ao cargo de presidente
  • 199 candidatos ao cargo de governador
  • 353 candidatos ao cargo de senador
  • 8.346 candidatos ao cargo de deputado federal
  • 17.512 candidatos ao cargo de deputado estadual e 963 ao cargo de deputado distrital
Imagens: O Globo 

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