Política

Alckmin nega no Jornal Nacional que líderes do PCC comandem de dentro das cadeias

Alckmin respondeu perguntas sobre alianças políticas, corrupção, segurança pública e saúde.
30/08/2018, 07h23

O terceiro candidato a presidência a ser no Jornal Nacional, da TV Globo, foi Geraldo Alckmin, do PSDB. A conversa aconteceu nesta quarta-feira (29/8), e assim como os outros candidato Ciro Gomes, e Jair Bolsonaro, durou 27 minutos.

Alckmin respondeu perguntas sobre alianças políticas, corrupção, segurança pública e saúde.

O candidato negou irregularidades em obras como Rodoanel, apontadas pelos entrevistadores, e chegou a dizer que facções criminosas não dão ordens de dentro de cadeias.

Confira o resumo da entrevista com Geraldo Alckmin

Alianças e Corrupção

A primeira pergunta foi em relação às alianças de Alckmin com o “Centrão” que contém 41 investigados na Lava Jato.

Alckmin respondeu que todos os partidos têm “bons quadros”, e que quem for condenado irá pagar. Disse que defende a Lava Jato e que vamos sair melhores desse quadro após as investigações, mas que sem alianças não é possível fazer mudanças, e o Brasil tem pressa.

“precisamos ter maioria para fazer as mudanças que o Brasil precisa. Quem prometer mudança sem construir maioria é conversa fiada”, declarou.

Alckmin ainda foi indagado sobre Fernando Collor de Melo estar entre os aliados, e sobre Aécio Neves e Eduardo Azeredo ainda fazerem parte do partido.

O candidato afirmou que o partido de FHC não o apoia, que Aécio ainda não foi condenado mas foi afastado da liderança do partido, e que Azeredo, preso pelo chamado mensalão, está afastado da política há muito tempo e que vai pedir seu desligamento.

Voltou a afirmar que quem for condenado vai pagar, que o partido não passa a mão na cabeça de ninguém e nem transforma réu em vítima, e que a ética que o partido prega vale para os próprios membros do partido.

Desvio de dinheiro para campanhas

Questionado sobre desvio de dinheiro para campanhas políticas, o candidato afirmou que suas campanhas foram feitas rigorosamente dentro da lei.

Sobre o envolvimento de seu cunhado nas acusações o candidato afirmou que ninguém da sua família participa de governo e que é importante separar o joio do trigo. “Há tendência de misturar tudo e não é correto nem é verdade” declarou.

Rodoanel

As obras do Rodoanel são investigadas por desvio de dinheiro. A Polícia Federal já indiciou 12 pessoas por suspeita de envolvimento no esquema e a estimativa é de um superfaturamento de mais de R$ 600 milhões.

Um dos 12 indicados é Laurence Casagrande, seu secretário de transportes. O candidato foi questionado se é coerente ele sair em defesa do secretário com seu discurso anti corrupção.

Alckmin respondeu que é “absolutamente coerente” e que Casagrande está sendo injustiçado e que espera que “amanhã, quando ele for inocentado, tenha o mesmo espaço para fazer justiça”.

PCC não lidera de dentro de cadeias

A próxima pergunta foi em relação à segurança pública. Uma das maiores facções criminosas do país surgiu no Estado de São Paulo, governado por ele durante 11 anos.

Ao ser questionado sobre a forte atuação do grupo, inclusive de dentro dos presídios, o candidato negou essa realidade.

Ele declarou que as cadeias são equipadas com scanners e segurança máxima, e que a afirmação de que líderes comandam de dentro das cadeias “são coisas que vão sendo repetidas e acabam virando verdade”.

O presidenciável ainda negou o que alguns estudiosos afirmam, de que a redução da taxa de homicídios no estado deva ser mais atribuído à facção do que ao governo, o que o candidato respondeu ser uma afirmação inacreditável, e que a polícia é a responsável pela redução.

Alckmin ainda prometeu que se eleito, irá endurecer penas contra criminosos, acabando com as “saidinhas” de presos, concedidas em datas comemorativas por ordem de juízes.

Saúde

A última questão foi sobre saúde e Organizações Sociais, as quais Alckmin defende como modelo. Disse que o hospital mais bem avaliado pelos usuários do brasil é o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, o Icesp, gerido por uma OS.

O candidato terminou dizendo que reconhece que ainda precisa melhorar e que é seu dever como médico melhorar a saúde do Brasil.

Próxima entrevista

A série de entrevistas termina nesta quinta-feira (30/8) com a candidata Marina Silva. A  ordem das entrevistas foi determinada por sorteio.

A emissora convidou apenas os que tiveram as melhores colocações nas pesquisas do Ibope e Datafolha.

Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, que aparece em primeiro lugar em ambas, foi proibido pela Justiça de dar entrevistas. Ele está preso desde abril em Curitiba por corrupção e lavagem de dinheiro.

Via: G1 
Imagens: G1 

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

Polícia faz operação em cinco estados contra organização criminosa que usava mulheres atraentes para roubar cargas

A organização criminosa atuava no roubo de cargas em cinco estados brasileiros, entre eles Goiás, Pará, São Paulo, Mato Grosso e Rondônia.

Por Ton Paulo
30/08/2018, 07h56

A Polícia Civil de Goiás (PC), por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Cargas (Decar) em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), deflagrou na madrugada desta quinta-feira (30/8) a Operação Zayn, que visa combater o roubo de veículos e cargas em Goiás e em outros estados.

A operação foi deflagrada após 18 meses de investigação numa força-tarefa entre a PC e a PRF. Estão sendo cumpridos hoje um total de 35 mandados de prisão e 62 mandados de busca e apreensão em Goiás, Pará, Mato Grosso, Rondônia e São Paulo.

Só em Goiás estão sendo cumpridos 26 mandados de prisão e 43 de busca e apreensão, nos municípios de Nerópolis, Padre Bernardo, Luziânia, Itumbiara e Anápolis.

Os presos deverão ser encaminhados à sede da Delegacia da PRF no Jardim Guanabara, em Goiânia, para exames de corpo de delito.

A operação conta com cerca de 340 policiais civis e rodoviários federais.

De acordo com o delegado Alexandre Bruno Barros, titular da Decar, a organização criminosa alvo da Operação Zayn já teve 19 integrantes presos nos últimos meses. Barros destaca, ainda, que a ação em parceria com a PRF já proporcionou a recuperação de 25 caminhões antes da deflagração das diligências desta quinta-feira.

A concentração da Operação aconteceu na madrugada desta quinta, às 4h, na sede do Tribunal de Contas Estado, em Goiânia, e contou com a presença de membros do Ministério Público.

A organização criminosa

Segundo informações veiculadas na imprensa local, a quadrilha atuava no sequestro de motoristas e roubo de carga. Os integrantes usavam mulheres atraentes para fazer os motoristas pararem nas estradas, e logo em seguida os surpreendiam, sequestrando os condutores e roubando a carga trazida por eles nos veículos de grande porte.

Após 18 meses de investigações e levantamentos de inteligência policial, foram identificados os membros da organização criminosa responsável por dezenas de crimes cometidos em vários estados, como sequestros, furtos e roubos de carga, adulteração veicular, falsificação de documentos, fraude em sistemas de informática de DETRANs e enriquecimento ilícito.

O aparato da quadrilha era requintado: composta por núcleos em diferentes estados e com diferentes funções, contava com divisões logísticas, motoristas profissionais e criminosos armados. Os chefes lideravam os núcleos enquanto amealhavam patrimônio considerável. A organização era diferenciada: nove empresas foram identificadas como fazendo parte da organização.

O trabalho integrado entre as duas polícias resultou no cumprimento de 97 noventa e sete medidas cautelares, sendo 35 trinta e cinco Mandados de Prisão e 62 sessenta e dois Mandados de Busca e Apreensão, todos cumpridos em sincronia nos estados de Goiás, São Paulo, Mato Grosso, Pará e Rondônia.

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

População não se sente insegura com presos trabalhando nas ruas em Goiânia, diz pesquisa

Pouco mais da metade (52%) não sabia que os presos participaram da revitalização, mas, após serem indagados a respeito, 72% disseram não se sentir inseguros com a presença dos reeducandos.
30/08/2018, 08h29

Em Goiânia, o resultado preliminar da pesquisa de opinião pública sobre o programa Recuperando Pessoas e Parques demonstrou que a maioria dos entrevistados concorda com a utilização de mão de obra carcerária na prestação de serviços públicos como a limpeza e revitalização de parques. O levantamento foi feito com usuários do Bosque dos Buritis, mas deverá ser levado aos outros parques em que os reeducandos trabalharam.

A pesquisa foi idealizada pela 25ª Promotoria de Justiça de Goiânia, que fez uma tabulação preliminar dos dados e repassou ao Gabinete de Planejamento e Gestão Integrada (GGI) do Ministério Público para análise técnica e elaboração dos resultados.Quanto ao conhecimento do programa, o resultado foi equilibrado.

Goiânia: 86% concordam com a inclusão da mão de obra carcerária

Pouco mais da metade (52%) não sabia que os presos participaram da revitalização, mas, após serem indagados a respeito, 72% disseram não se sentir inseguros com a presença dos reeducandos e 86% concordam com a inclusão da mão de obra carcerária em serviços públicos para a população. Já 60% disseram estarem satisfeitos com o trabalho realizado.

Para chegar a esses resultados, 50 pessoas participaram dessa fase da pesquisa respondendo ao formulário elaborado pela 25ª Promotoria de Justiça, com sete tópicos. A grande maioria (80%) frequenta o parque pelo menos uma vez por semana.

No primeiro momento, foi avaliado o nível de satisfação dos entrevistados com a situação do parque, através da atribuição de notas (de 1, pouco satisfeito, a 5, muito satisfeito) para os quesitos: natureza, beleza, conservação, equipamentos e segurança. Nesse aspecto, os resultados mostram que, quanto à beleza e natureza, os entrevistados estão contentes, mas, no que diz respeito à ação humana, como segurança e conservação, um alto percentual está insatisfeito.

Em seguida, as perguntas foram direcionadas para a atuação da mão de obra carcerária em si, apontando a aprovação do projeto e a necessidade de divulgação da iniciativa.

A pesquisa ainda está em fase de execução, o formulário e os resultados podem ser encontrados aqui.

PGA

O projeto Recuperando Pessoas e Parques é uma das 36 iniciativas desenvolvidas para atingir a prioridade do PGA de reestruturar o sistema penitenciário. Em sua descrição, o objetivo é propor ao Estado de Goiás a implementação de Política Estadual de Trabalho para Comunidade Carcerária e Egressos, visando estimular a criação de vagas de trabalho em favor da população prisional. A atuação dos reeducandos nos parques de Goiânia completou 100 dias em 22 de Agosto.

Via: MP-GO 
Imagens: MP-GO 

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Política

Propaganda eleitoral no rádio e na Tv começa nesta sexta; confira os dias e horários

O conteúdo será exibido até o dia 4 de outubro, três dias antes do primeiro turno da eleição, que acontece no dia 7/10.
30/08/2018, 08h44

De acordo com o calendário eleitoral, a propaganda eleitoral gratuita no rádio e tv começa nesta sexta-feira (31/8).

O conteúdo será exibido até o dia 4 de outubro, três dias antes do primeiro turno da eleição, que acontece no dia 7/10. Serão 30 dias de horário eleitoral, visto que a propaganda é exibida de segunda a sábado.

Em caso de segundo turno, a programação recomeça no dia 12 de outubro e segue até o dia 26, dois dias antes da votação que acontece dia 28/10.

Como será a propaganda eleitoral

O horário eleitoral acontecerá em dois blocos por dia, com duração de 25 minutos cada um. Na Tv, o primeiro bloco é exibido às 13h e o segundo às 20h30 e no rádio o primeiro acontece às 7h e o segundo às 12h.

Também haverão inserções de 30 segundos ao longo da programação. Essas inserções precisam ocorrer dentro de três faixas de horários: entre 5h e 11h, entre 11h e 18 e entre 18h e 0h, de acordo com o TSE.

Divisão da propaganda eleitoral

A definição quanto aos dias de exibição e tempo das campanhas leva em conta o cargo em disputa.

Às segundas, quartas e sextas, a programação eleitoral fica por conta dos candidatos que concorrem aos cargos de governador, senador e deputado estadual.

Já as terças, quintas e sábados, os candidatos à Presidência da República e candidatos a deputado federal é que exibem suas campanhas.

A programação dura 25 minutos. Os candidatos à Presidência terão 12 minutos e 30 segundos para exibirem suas propostas. O mesmo tempo é destinado à propaganda do conjunto de candidatos a deputado federal.

Os candidatos a governadores terão 9 minutos de campanha. Mesmo tempo dado aos candidatos a deputados estaduais e distritais. Já os que concorrem ao Senado terão 7 minutos de propaganda eleitoral.

A divisão do tempo é feita de acordo com o tamanho das bancadas na Câmara dos Deputados dos partidos que compõem a coligação de cada candidato. O mesmo critério vale para as inserções de 30 segundos ao longo da programação.

Nesse sistema, oito dos 13 candidatos à Presidência terão direito a menos de 30 segundos por bloco do horário eleitoral. Esses candidatos terão a opção de aparecer em menos dias, mas consequentemente por mais tempo, se preferirem.

Número de candidatos

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) 28.306 pessoas no total registraram suas candidaturas para as eleições 2018.

Esses números estão divididos da seguinte maneira para cada cargo:

  • 13 candidatos ao cargo de presidente
  • 199 candidatos ao cargo de governador
  • 353 candidatos ao cargo de senador
  • 8.346 candidatos ao cargo de deputado federal
  • 17.512 candidatos ao cargo de deputado estadual e 963 ao cargo de deputado distrital
Imagens: O Globo 

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

Jovem com transtorno bipolar ganha direito à aposentadoria por invalidez em Goiás; entenda a doença

O transtorno bipolar acomete entre 3% e 6% da população mundial. No Brasil, a doença atinge 4,2 milhões de pessoas e muitas das vezes é banalizada.

Por Ton Paulo
30/08/2018, 09h55

Emocionado, o jovem Ronyere Rodrigues da Silva, de 27 anos, comemora a aposentadoria por invalidez recém-adquirida. O rapaz tem diagnóstico de transtorno bipolar, uma doença considerada grave marcada por grandes alterações de humor.

A audiência foi realizada pelo juiz Joviano Carneiro Neto, durante o Programa Acelerar – Núcleo Previdenciário na comarca de Itapaci, interior do Estado. O jovem conta que um dos sintomas da doença é a alternação entre momentos de profunda euforia e de profunda depressão. “Já aconteceu de estar ótimo e de repente eu surtar”, disse, em entrevista à assessoria do Tribunal de Justiça de Goiás.

O transtorno bipolar acomete entre 3% e 6% da população mundial. No Brasil, a doença atinge 4,2 milhões de pessoas e muitas das vezes é banalizada. Segundo dados, em pessoas bipolares, o risco de apresentar comportamento suicida chega a ser 28 vezes maior do que no resto da população. “Eu já quis me matar. Depois que minha mãe morreu, tudo ficou mais difícil”, revelou. O pai o abandonou e se hoje o encontrar na rua “ele finge que não me conhece”.

Ronyere faz tratamento há 8 anos e garante que se tomar os remédios todos os dias consegue viver uma vida normal. “Mas mesmo assim, eu ainda sofro. Sou discriminado, as pessoas têm medo de mim e acham que vou bater nelas. Eu já aprontei muito quando eu estava em crise, mas hoje tomo remédio controlado e não faço nada com ninguém, sou uma pessoa nornal. Estou fazendo algo com você? Te tratando mal? Não sou uma pessoa normal?”, questionou.

Jovem com transtorno bipolar ganhar direito à aposentadoria por invalidez em Goiás; entenda a doença
Ronyere se emociona ao falar do transtorno

Ronyere relata que é uma pessoa sozinha, que o pai o abandonou, os irmãos não querem saber dele. “A única coisa que eu tenho de família são meus padrinhos. Eles me entendem e me ajudam”, falou ao abraçar o casal. “Eu fico andando pela cidade sozinho, quero me mudar daqui. Recomeçar, ir para um lugar onde as pessoas não saibam que eu tenho essa doença”, afirmou.

O jovem diz que os sintomas apareceram quando era criança, mas foi em 2010 que descobriu que estava com a doença e iniciou o tratamento. “Não tenho sono e já tive muitos episódios de agressividade e melancolia. Tenho dificuldade de aprendizado. Eu estou no nono ano ainda”, frisou. Ao lembrar de algumas crises que teve, Ronyere conta que já surtou em seu último emprego, já foi internado três vezes, teve delírios e alucinações visuais e auditivas. “É uma doença muito séria e deve ter tratada”, finalizou.

A sentença do juiz

O juiz Joviano Carneiro Neto julgou procedente do pedido de Ronyere para conceder o benefício previdenciário ao jovem. O magistrado destacou que o benefício da aposentadoria por invalidez é concedido aos trabalhadores que, por doença ou acidente, forem considerados incapacitados para exercerem suas atividades ou outro tipo de serviço que lhes garanta o sustento, conforme dispõe o artigo 42, da Lei n8.213/91.

O laudo médico, observou o juiz, concluiu que o jovem é portador de doença psiquiátrica de difícil controle, apesar de tratamento regular. “No início do quadro fora diagnosticado como esquizofrenia, porém reavaliações posteriores a diagnosticou como transtorno bipolar. Possui grande prejuízo intelectual, cognitivo e social. Apresenta surtos psicóticos e agressividade”,consta no laudo, que ao final indicou a existência de incapacidade total e permanente.

Transtorno bipolar

Em entrevista ao Dia Online, o psiquiatra e professor da Universidade Federal de Goiás (UFG), Murilo Ferreira Caetano, conta que o chamado transtorno bipolar tem forte potencial de gravidade.

Segundo o Dr. Murilo, o transtorno tem um processo denominado de ‘surto de remissão’, onde o portador alterna entre períodos de euforia e depressão. “O paciente pode ficar semanas e até meses em estado depressivo, para depois entrar em um estado de euforia”, explica.

Ainda de acordo com o psiquiatra, o fator genético do transtorno é comprovado. “A criança cujos pais têm transtorno bipolar tem uma altíssima probabilidade de ter a doença”, conta.

O transtorno não tem cura, e o tratamento deve ser até o fim da vida do portador, com o uso correto de medicação. Situações de estresse vivenciadas pelo portador da bipolaridade podem agravar o quadro de sintomas. Por isso, devem ser evitados.

Via: TJ-GO 
Imagens: TJ-GO 

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.