Esportes

Naomi Osaka salta para o 7º lugar do ranking após título no US Open

10/09/2018, 11h25

Mais nova campeã de Grand Slam do circuito feminino, a japonesa Naomi Osaka deu um salto de 12 posições no ranking da WTA e entrou no Top 10 pela primeira vez em sua curta carreira. A tenista de 20 anos figura agora na sétima colocação, no embalo do troféu conquistado no US Open, no sábado.

Após despachar a veterana Serena Williams por 2 sets a 0 na grande final, Osaka chegou aos 4.115 pontos e quebrou a barreira do Top 10. A japonesa já vinha em bom momento na temporada, com o título do Torneio de Indian Wells, em março. Agora está a cerca de 400 pontos da ucraniana Elina Svitolina, sexta colocada.

No sábado, em sua primeira final de Grand Slam, Osaka não precisou somente vencer Serena em quadra. A jovem tenista precisou resistir às vaias e pressões da torcida, irritada com as discussões entre a favorita Serena e o árbitro de cadeira, o português Carlos Ramos. Por uma série de infrações, a tenista casa perdeu ponto e até um game no segundo set, o que gerou vaias até durante a cerimônia de premiação.

Com o vice-campeonato, Serena ganhou dez posições no ranking e subiu para o 16º posto. Se tivesse vencido a final, poderia ter retornado ao Top 10. A norte-americana, que buscava igualar o recorde de 24 títulos da australiana Margaret Court, chegou a figurar em 491º em março deste ano, quando voltava ao circuito.

O US Open não alterou as duas primeiras posições no ranking. Mesmo eliminada logo na estreia, a romena Simona Halep sustentou a liderança. A dinamarquesa Caroline Wozniacki segue em segundo lugar. A primeira novidade do Top 10 é a subida da alemã Angelique Kerber, campeã de Wimbledon, para o terceiro posto.

A quarta colocada também é novidade. A francesa Caroline Garcia obteve nesta segunda sua melhor colocação da carreira. A checa Petra Kvitova manteve o quinto posto, sendo seguida de perto por Svitolina, que ganhou um posto. Após Osaka, a checa Karolina Pliskova é a oitava colocada.

Sem defender os pontos do título do ano passado, a norte-americana Sloane Stephens caiu seis posições, para o nono lugar. A letã Jelena Ostapenko fecha o Top 10, sem mudar sua posição.

Entre as brasileiras, Beatriz Haddad Maia subiu quatro posições, apesar da queda na estreia no Torneio de Chicago, na semana passada. A número 1 do Brasil é agora a 126ª do mundo.

Com uma boa distância para Bia, Nathaly Kurata subiu duas posições e agora figura em 434º lugar. Carol Meligeni é a terceira melhor brasileira no ranking, em 457º, após perder quatro posições. E Thaísa Pedretti, que faz neste ano sua estreia entre as profissionais, aparece no 478º.

Confira a lista das 20 primeiras colocadas do ranking:

1.º – Simona Halep (ROM), 8.061 pontos

2.º – Caroline Wozniacki (DIN), 5.975

3.º – Angelique Kerber (ALE), 5.425

4.º – Caroline Garcia (FRA), 4.725

5.º – Petra Kvitova (RCH), 4.585

6.º – Elina Svitolina (UCR), 4.555

7.º – Naomi Osaka (JAP), 4.115

8.º – Karolina Pliskova (RCH), 4.105

9.º – Sloane Stephens (EUA), 3.912

10.º – Jelena Ostapenko (LET), 3.787

11.º – Julia Görges (ALE), 3.730

12.º – Kiki Bertens (HOL), 3.380

13.º – Daria Kasatkina (RUS), 3.355

14.º – Garbiñe Muguruza (ESP), 3.330

15.º – Elise Mertens (BEL), 3.170

16.º – Serena Williams (EUA), 2.976

17.º – Ashleigh Barty (AUS), 2.850

18.º – Madison Keys (EUA), 2.692

19.º – Anastasija Sevastova (LET), 2.600

20.º – Aryna Sabalenka (BIE), 2.320

126.º – Beatriz Haddad Maia (BRA), 484

434.º – Nathaly Kurata (BRA), 84

457.º – Carolina Meligeni Alves (BRA), 77

478.º – Thaísa Grana Pedretti (BRA), 71

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Goiás

Operação da Polícia Rodoviária no feriado termina com sete mortos e 50 feridos

Desde a última quinta-feira (6/9) até a meia-noite de domingo, sete óbitos foram registrados em quatro acidentes graves nas BR 050, 153 e 364, todos em trechos de pista simples.

Por Ton Paulo
10/09/2018, 11h46

A Operação Independência, realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) em todo o país, encerrou no Estado de Goiás com números preocupantes. A operação, que foi executada pelo contingente integral da PRF teve com objetivo fiscalizar e prevenir acidentes em razão do feriado, teve início na última quinta-feira (6/9) e finalizou ontem (9/9) com sete mortos e 50 feridos.

Desde a quinta-feira até a meia-noite de domingo, sete óbitos foram registrados em quatro acidentes graves nas BR 050, 153 e 364, todos em trechos de pista simples.

Foram, também, feitas apreensões de drogas e outros registros de ocorrências conforme postagens feitas na Agência PRF.

Veja os números da operação:

Pessoas fiscalizadas 1740

Veículos fiscalizados 1616

Acidentes 33

Pessoas Feridas 50

Pessoas Mortas 7

Pessoas ilesas 16

Autos de Infração 1144

Testes de Alcoolemia Realizados 1169

Alcoolemia (bafômetro) – autuações 44

Alcoolemia (bafômetro) – prisões 10

Cinto de Segurança – Condutor Sem 115

Cinto de Segurança – Passageiro Sem 66

Cadeirinha – crianças sem utilizar 19

Autuações por ultrapassagem 230

Excesso de velocidade 3109

A Operação Independência

Conforme a PRF, as ações da Operação Independência tiveram como metas principais:

– Redução dos índices de embriaguez ao volante

– Redução da alta velocidade empregada por alguns condutores através dos diversos radares colocados em pontos estratégicos

– Utilização do cinto de segurança e cadeirinhas para crianças

– Uso do capacete por ocupantes de motocicletas

– Coibir as ultrapassagens proibidas ou indevidas

Houve ainda restrição ao tráfego de veículos dotados de Autorização Especial de Trânsito – AET nas rodovias de pista simples.

Dados de 2017

De acordo com os dados da PRF, no feriado do 7 de setembro de 2017, foram fiscalizados 7.213 veículos e 5.654 pessoas do dia 6 a 10 de setembro.

Quanto aos acidentes no mesmo período, foram 39 acidentes, 38 pessoas feridas, quatro pessoas Mortas, 41 pessoas ilesas 41 e 4353 autos de infração.

O número de testes de alcoolemia realizado (bafômetro) foi de 1813, com 43 autuações.

Em casos de emergência, o cidadão deve entrar em contato com a PRF através do telefone de emergência 191.

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Goiás

Bebê chorava ao lado da mãe ensanguentada em Aparecida, diz conselheiro tutelar

Jovem de 21 anos levou dois tiros na cabeça com a criança no colo na tarde de domingo no Jardim Helvécia.
10/09/2018, 12h20

Maiane Silva de Souza, 21 anos, tinha uma passagem marcada para às 22h30 de domingo (9/9) para Lucas do Rio Verde, município de Mato Grosso, mas foi encontrada ensanguentada no início da tarde, atingida duas vezes na cabeça quando parecia fugir, com duas bolsas e o filho, um bebê de 1 anos e dez meses, no Jardim Helvécia, em Aparecida de Goiânia.

Quando chegou logo depois de Maiane ser levada ao Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel (Samu), o presidente do conselheiro tutelar de Aparecida de Goiânia, Iron Cordeiro, encontrou um bebê em choque. Uma testemunha viu a criança caindo ao chão abraçada com a mãe.

“Ele chorava muito, estava com sangue – tanto da mãe quanto dele mesmo. É que ele caiu e tinha estilhaços de bala pelo corpo”, conta ao Portal Dia Online. “Ainda identificamos um corte na cabeça do bebê”, complementa.

Ensanguentada, criança foi atingida

A criança foi levada para um abrigo. Lá, não conseguiu desgrudar de uma conselheira tutelar.

Internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hugo, o estado de saúde de Maiane é gravíssimo. Sedada e entubada, Maiane teria vindo do Pará a Goiás no dia 7 de agosto deste ano.  Segundo testemunhas, ela foi baleada por um homem que conduzia um carro e que se aproximou e disparou duas vezes, na região da cabeça.

De acordo com boletim médico divulgado pela assessoria do Hugo, Maiane foi operada por uma equipe de Neurocirurgia na noite de domingo.

A reportagem não encontrou o responsável pelo inquérito na Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher de Aparecida de Goiânia (Deam). Policiais adiantaram, contudo, que um homem, que seria ex-companheiro da jovem, é o suspeito dos disparos. O caso engrossa as estatísticas de violência contra a mulher, já que passa ser investigado como mais uma tentativa de feminicido.

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Goiás

Veja 10 lugares históricos em Goiânia que trazem memórias da capital

De museus a coretos, Goiânia possui várias construções e monumentos que, apesar de passarem despercebidos pela rotina e pela pressa dos goianienses, resistem de pé para contar a história da cidade.

Por Ton Paulo
10/09/2018, 13h06

Nascida na década de 1930 em meio a inúmeras transformações políticas no país, Goiânia – cujo “pai” pode ser considerado Pedro Ludovico Teixeira – transpira história e mudança por suas ruas. Em constante transformação e modernização, a capital de Goiás se desenvolve mas não deixa para trás suas raízes.

Goiânia, que hoje conta com mais de um milhão e trezentos mil habitantes, possui várias construções e monumentos que, apesar de passarem despercebidos pela rotina e pela pressa dos goianienses, resistem de pé para contar a história da cidade.

Veja agora 10 lugares históricos em Goiânia que estão aí para contar a história da cidade que se impõe no coração do Brasil

1 – Museu Zoroastro Artiaga

Veja 15 lugares históricos em Goiânia que trazem memórias da capital

Criado em 1946, é o primeiro e mais antigo museu de Goiânia. Localizado na Praça Cívica, o prédio faz parte do acervo art déco da capital. Zoroastro foi o maior pesquisador de Goiás e reuniu documentos relacionados a cultura indígena e mineralogia do estado.

2 – Museu do relógio

Veja 15 lugares históricos em Goiânia que trazem memórias da capital

Inaugurado em 1942 junto com o Batismo Cultural da cidade, o relógio foi projetado por Américo Vespúcio Pontes. Endereço: Avenida Goiás, ao lado do Coreto – Setor Central.

3 – Grande Hotel

Veja 15 lugares históricos em Goiânia que trazem memórias da capital

Inaugurado no dia 23 de janeiro de 1937, o Grande Hotel de Goiânia foi a primeira grande obra construída durante o governo do interventor Pedro Ludovico Teixeira, recebia importantes hóspedes em suas visitas à capital. Atualmente, o prédio recebe eventos culturais. Faz parte do acervo de art déco da cidade. Endereço: Avenida Goiás, esquina com a rua 3, St. Central.

4 – Goiânia Palace Hotel

Veja 15 lugares históricos em Goiânia que trazem memórias da capital

Fundado em 1953, o Goiânia Palace Hotel faz parte do acervo de Art Déco e recebe hóspedes até hoje. Endereço: Avenida Anhanguera, N5195, Centro.

5 – Colégio Lyceu de Goiânia

Veja 15 lugares históricos em Goiânia que trazem memórias da capital

Colégio mais antigo de Goiânia, este ano faz 81 anos de existência na cidade. Ele foi construído inicialmente na Cidade de Goiás em 1846 (172 anos). Também faz parte do acervo de art déco da cidade.

6 – Hotel Dom Bosco

Veja 15 lugares históricos em Goiânia que trazem memórias da capital

O hotel, que possui mais de 50 anos de história, entra para a lista do acervo de art déco de Goiânia. Endereço: Avenida Araguaia, N655, Setor Central.

7 – Teatro Goiânia

Veja 15 lugares históricos em Goiânia que trazem memórias da capital

O Teatro Goiânia, inaugurado em 12 de junho de 1942, é o mais tradicional espaço cultural de Goiânia. Integra o conjunto arquitetônico Art decó do arquiteto Jorge Félix.  Além de sua importância histórica, o teatro, na atualidade, é um dos principais espaços de apresentação de dança, teatro e música erudita e popular da cidade, tendo sido declarado Patrimônio Nacional em 2003.

8 – Rua do Lazer

Veja 15 lugares históricos em Goiânia que trazem memórias da capital

A Rua do Lazer (Rua 8), no Centro de Goiânia, foi fechada para o trânsito de veículos em 1977, dando lugar a um charmoso espaço, com ares franceses, e que já abrigava comércios populares e eventos políticos e culturais. A rua fica entre a Avenida Anhanguera e a Rua 3 do St. Central.

9 – Coreto da Praça Cívica

Veja 15 lugares históricos em Goiânia que trazem memórias da capital

Inaugurado em 1942, o Coreto da Praça Cívica foi, e é, palco de várias manifestações políticas, artísticas e culturais. A obra voltou ao seu modelo arquitetônico original em 1978, quando foi necessário que a Prefeitura buscasse o pedreiro que havia participado da primeira construção para a revitalização.

10 – Museu Pedro Ludovico

Veja 15 lugares históricos em Goiânia que trazem memórias da capital

O casarão traz uma história da antiga casa do fundador de Goiânia, com acervo de móveis, roupas, livros e documentos originais. Endereço: Rua Gercina Borges Teixeira (Rua 26), Centro.

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Goiás

Mãe de menor infrator morto enforcado em Case de Formosa será indenizada pelo Estado de Goiás

Lucas Alves de Souza cumpria medida socioeducativa Case quando outros menores infratores o mataram enforcado.
10/09/2018, 15h17

Uma morte no Case de Formosa obrigará o Estado de Goiás a pagar R$ 57 mil a Gislena Alves Pereira, a título de indenização por danos morais e materiais.

O filho dela foi morto por colegas de internação nas dependências do Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) de Formosa. A decisão é da juíza Marina Cardoso Buchdid, da 2ª Vara Cível, das Fazendas Públicas e de Registros Públicos  de Formosa.

No dia 17 de novembro de 2013, o adolescente Lucas Alves de Souza cumpria medida socioeducativa no Centro de Atendimento Socioeducativo (Case), quando outros menores infratores reclusos no mesmo local fizeram uma corda de lençóis denominada “teresa” e o mataram enforcado. No mesmo dia ele foi encontrado já sem vida pelos agentes prisionais, sendo os autores levados à Delegacia de Polícia e autuados em flagrante por homicídio.

Gislena Alves Pereira, mãe de Lucas, disse que ele estava na Unidade de Internação sob a custódia do Estado de Goiás, o qual deixou de zelar pela integridade física do filho, vez que o adolescente foi morto. Afirmou que, após a morte de Lucas, vive em estado de depressão, angústia e penúria. Alegou, ainda, que o adolescente trabalhava como ajudante de pedreiro e ajudava no sustento da sua família.

No processo, alegou ter gasto a quantia de R$ 7 mil para cobrir todas as despesas com o funeral do filho. Com isso, pediu a condenação do Estado de Goiás na obrigação pelos prejuízos morais, bem como em R$ 7.746,00, a título de danos materiais, além de pensão mensal no importe de dois salários mínimos, vez que a vítima trabalhava e prestava auxílio financeiro à família.

Case de Formosa

Ao analisar os documentos, a magistrada afirmou que o Estado tem o dever de zelar pela integridade física e moral do preso. Com isso, deve fiscalizar e preservar sua segurança dentro do estabelecimento prisional, por força do artigo 5º da Constituição Federal.

“Em relação ao pedido de pensionamento, sob o fundamento de que o adolescente auxilia materialmente no sustento da autora e sua família, a magistrada esclareceu que tais documentos acostados aos autos não comprovaram que o mesmo auxiliava financeiramente seus familiares.

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