Política

'Não passamos a mão na cabeça de ninguém', diz Alckmin sobre apuros de tucanos

13/09/2018, 11h10

O candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, comentou a prisão do ex-governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), e a operação que teve como alvo o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), acusado de corrupção. Em sabatina ao jornal O Globo na manhã desta quinta-feira, 13, Alckmin se disse surpreso com os acontecimentos e afirmou que “as pessoas citadas devem se explicar”.

“Toda a sociedade brasileira quer que se punam os culpados e absolvam os inocentes. Não passamos a mão na cabeça de ninguém”, disse o ex-governador de São Paulo.

O candidato afirmou também que foi o único do partido que votou contra a reeleição de Aécio Neves (PSDB) na sigla e que, na época, “não tinha denúncia nenhuma contra ele”. “Foi prorrogado contra a minha posição (direção do partido), assim como fui contra ingressar no governo Temer”, declarou. Alckmin disse também que nunca teve liderança no partido e que se dedicou oito anos ao governo do Estado.

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Educação

UEG abre mais de três mil vagas em novo vestibular

As inscrições abrem na próxima segunda-feira (17/9), e o período de isenção da taxa de inscrição, que é de R$ 80 reais, vai do dia 17 a 19 de setembro.

Por Ton Paulo
13/09/2018, 11h17

O edital do Vestibular do programa UEG em Rede, da Universidade Estadual de Goiás (UEG), vai ser lançado oficialmente na próxima segunda-feira (17/9). Ao todo, serão oferecidas 3.250 vagas em 40 municípios.

O período de isenção da taxa de inscrição, que é de R$ 80 reais, vai do dia 17 a 19 de setembro. A isenção pode ser solicitada pelo candidato ao vestibular no site do Núcleo de Seleção da Universidade Estadual de Goiás (UEG), www.nucleodeselecao.ueg.br .

A previsão é que as provas do Vestibular sejam aplicadas no dia 21 de outubro de 2018.

O UEG em Rede oferece vagas em três diferentes cursos: bacharelado em Administração, Tecnologia em Gestão Pública e licenciatura em Pedagogia.

Cada município, de acordo com a demanda levantada, vai oferecer um ou mais cursos, que serão executados em rede, utilizando a Educação a Distância (EaD), mediada pelas tecnologias da informação e comunicação.

Os estudantes vão acessar os conteúdos dos cursos e realizar suas atividades por meio da plataforma de Educação a Distância da UEG, acessada pela internet. Com isso, poderão estudar nos locais que melhor respondam às necessidades de cada um.

Para solicitar a isenção da taxa de inscrição, o candidato deve:

-Ter renda bruta familiar inferior a dois salários mínimos;

-Ter renda per capita familiar de até meio salário mínimo;

-Ser titular ou dependente no Cadastro Único para os Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome, nos termos dos Decretos Federais n.6.135/2007 e 6.593/2008.

UEG no ranking nacional

A UEG foi fundada em 16 de abril de 1999, e atualmente oferece 52 cursos em 39 cidades, perfazendo um total de 142 cursos de graduação, sendo 19 cursos de tecnologia, 77 cursos de licenciatura e 32 cursos de bacharelado, organizados em 42 campi.

De acordo com o Ranking Universitário da Folha, a Universidade Estadual de Goiás está em 122º na lista das melhores faculdades e universidades do Brasil, entre 195 instituições avaliadas.

Via: UEG 
Imagens: UOL 

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Goiás

Casa de sócio do grupo Privê em Caldas Novas é alvo de busca e apreensão na Operação Negociata

O empresário Waldo Palmerston, do Grupo Privê, estava sendo investigado na Operação Negociata, que investiga fraudes, pagamentos de propina e lavagem de dinheiro.

Por Ton Paulo
13/09/2018, 11h56

A residência de um dos sócios da famosa rede de hotéis e entretenimento, Grupo Privê, foi alvo de busca e apreensão na manhã desta quinta-feira (13/9) por parte do Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO), em Caldas Novas, interior de Goiás. A ação faz parte da Operação Negociata, deflagrada nesta madrugada.

O empresário Waldo Palmerston, sócio majoritário do Grupo Privê, estava sendo investigado na Operação Negociata, que investiga fraudes em licitação, pagamentos de propina e lavagem de dinheiro em sete cidades de Goiás, e uma de Minas Gerais.

No total, nove pessoas já foram presas nessa operação, incluindo o prefeito de Caldas Novas, Evandro Magal (PP), ex-secretário de Saúde de Caldas Novas, Luciano Filho; João Afonso Neto, ex-presidente do Fundo de Previdência de Caldas Novas (CaldasPrev) e um empresário identificado como Delvi, da Pneus Morrinhos.

Ao todo, 32 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos pelo MP-GO em vários municípios goianos. Além da residência de Waldo Palmerston, também foram realizadas buscas na casa do vereador de Caldas Novas, Saulo Inácio (PSDB), conhecido como “Saulo do Privé”. Ele foi funcionário do grupo durante muitos anos.

Apesar das buscas realizadas na casa dos empresários, Saulo e Waldo não estão entre os detidos.

A operação ocorre simultaneamente nas cidades de Goiânia, Caldas Novas, Morrinhos, Itumbiara, Aruanã, Aparecida de Goiânia e Santa Vitória em Minas Gerais. Em Caldas, mandados estão sendo cumpridos em outros órgãos públicos da cidade, além das residências de agentes públicos e empresários. Os materiais apreendidos estão sendo trazidos para a sede do MP-GO.

Prefeito de Caldas Novas foi preso nesta manhã na mesma operação

O prefeito de Caldas Novas, Evandro Magal (PP), foi preso nesta madrugada (13/9) em sua casa, em Caldas Novas, na Operação Negociata.

Evandro Magal e seu vice, Fernando de Oliveira, do PPS, haviam sido afastados dos cargos em 13 de novembro de 2017 por decisão do juiz Fabiano Abel de Aragão Fernandes, que manteve parte da posição do magistrado de Caldas Novas, de 1ª instância, Tiago Luiz de Deus Costa Bentes.

Na época, os acusados recorreram ao Tribunal Superior Eleitoral, que ordenou, no fim daquele mês, que eles reassumissem os cargos até o julgamento dos embargos pelo TRE.

Em 17 de janeiro de 2018, Magal e Resende voltaram a ser afastados dos cargos por determinação do Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Eles foram condenados por abuso de poder por meio de veículo de comunicação por pagarem anúncios em um jornal em um período pré-eleitoral.

A ação também envolve o secretário de Comunicação, João Paulo Teixeira, que foi exonerado do cargo devido à troca de governo, e o proprietário do jornal. Em nota, os citados informaram que “respeitam a decisão do Tribunal Regional Eleitoral, mas vão recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral”.

Ambos reassumiram os cargos posteriormente. Em nota enviada à imprensa na tarde desta quinta-feira, o Grupo Prive informou que está à disposição da Justiça.

Leia a nota completa:

“Na manhã desta quinta-feira, 13, o Ministério Público Estadual (MPE) fez busca e apreensão de documentos na residência de um dos sócios do Grupo Prive. Todos os documentos foram entregues e as solicitações atendidas. O Grupo afirma que não há qualquer vínculo do empresário e do Grupo com negócios não lícitos.

O Grupo e o seu sócio estão à disposição da Justiça.

O Grupo Prive tem mais de 50 anos de experiência hoteleira, 8 hotéis, 3 parques aquáticos e gera mais de 2 mil empregos diretos. Dá sua contribuição à sociedade não somente de Caldas Novas, mas o desde o início do Grupo na Pousada do Rio Quente; gera renda para centenas de famílias e trabalha com transparência, respeito às instituições e dentro da legislação brasileira.”

Via: O Popular 
Imagens: O Popular 

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Goiás

Nova parceria da CASAG traz muito mais comodidade para a advocacia goiana

Resultado da parceria entre Unimed e CASAG, nova unidade laboratorial em Goiânia oferece inúmeras vantagens para a advocacia goiana.
13/09/2018, 15h08

A parceria entre Unimed e a Caixa de Assistência dos Advogados de Goiás (CASAG) cresceu e já rendeu bons frutos, visando sempre desburocratizar a advocacia goiana. Agora, advogados, familiares e estagiários podem contar com uma nova unidade laboratorial de excelência, para a realização de exames e coleta de amostras.

O espaço foi inaugurado ainda no início do ano, em 28 de maio, mas já se mostrou bastante eficaz para os advogados do estado. Situado na Galeria de Serviços da CASAG, funciona de segunda a sexta, das 7h às 17h e aos sábados das 7h às 11h.

Os profissionais da área que estão associados ao plano de saúde da CASAG, podem esperar muito mais comodidade para realizar procedimentos laboratoriais. Sem filas e com atendimento de excelência, a unidade segue o alto padrão já conhecido da Unimed Goiânia, contando com profissionais altamente qualificados, estrutura de alto nível e um ambiente seguro e confortável.

Unimed e CASAG
Foto: Reprodução

CASAG favorecendo a advocacia goiana

Durante a cerimônia de inauguração do laboratório, Rodolfo Otávio Mota, presidente da CASAG, aproveitou para dizer que a Unimed Goiânia é uma parceira fundamental e que demonstra interesse em contribuir para a manutenção da saúde na advocacia goiana: “Estamos sempre procurando novas maneiras de favorecera advocacia e a Unimed é sempre muito receptiva em nossas negociações e nos desafios que propomos“, disse.

Para ele, este é um projeto que colabora com a meta de oferecer os melhores serviços à classe no estado: “Com esse laboratório, nos aproximamos ainda mais do nosso compromisso de levar cada vez mais benefícios aos advogados, estagiários e dependentes“, acrescenta.

Vale lembrar que os serviços oferecidos vão muito além de apenas coletar amostras e analisá-las. O laboratório disponibiliza ainda um espaço com brinquedoteca, atendimento preferencial, sala de coleta infantil e salas de coleta para exames especiais. Os equipamentos utilizados são  de última geração, proporcionando o que há de melhor na medicina para a advocacia goiana.

Brinquedoteca da CASAG
Foto: Reprodução

Contatos

A unidade fica na Rua 101,  nº 199, Setor Sul.

Para entrar em contato basta ligar nos telefones: (62) 3216 – 8505 / (62) 3216 – 8081.

Via: CASAG 
Imagens: CASAG 

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Goiás

Mulher que teve carro atingido por ambulância vai ser indenizada em Goiás

O município, chamado para esclarecer o acidente, culpou a mulher.
13/09/2018, 15h42

O Município de Palmeiras de Goiás foi condenado a pagar R$ 18,5 mil a Marisa Mello de Lima, a título de indenização por danos morais, materiais e estéticos, em razão de ela ter sido vítima de acidente de trânsito provocado por ambulância de propriedade do município.

O veículo avançou o sinal vermelho sem lançar os alertas sonoros ou luminosos, desrespeitando as regras previstas na Lei de Trânsito, atingindo o carro dirigido pela mulher. A decisão é da juíza substituta Leila Cristina Ferreira, da comarca de Palmeiras de Goiás.

No processo, Marisa informou que, após o acidente, teve várias despesas médico-hospitalares e com remédios e prejuízos salariais pelo tempo de afastamento do trabalho, bem como outros constrangimentos em razão de danos estéticos.

Ela ficou com cicatrizes nas laterais da cabeça por causa da utilização de aparelho no crânio e, ainda hoje, sente dores no corpo por causa do acidente.

Além disso, alegou ter abandonado o mestrado que cursava. No processo, a vítima alega que, com o título de mestre, teria garantido melhoras de ganhos salariais.

O município, chamado para esclarecer o acidente, culpou a mulher.

A vítima de Goiás provou gastos com notas fiscais

A magistrada constatou que foi o motorista do município que causou o acidente ao atravessar no sinal vermelho. “O próprio motorista afirmou na delegacia que não estava transportando pacientes no momento do acidente”, explicou.

A vítima conseguiu provar, por meio de notas fiscais, recibos de táxis, bem como outros documentos anexados ao processo, o prejuízo que o acidente lhe ocasionou.

Em relação ao pedido de indenização por danos morais, a juíza entendeu que as provas anexadas demonstraram claramente que a autora faz jus ao seu recebimento, uma vez que sofreu graves lesões em decorrência do acidente narrado na inicial, tendo sido submetida a diversos tratamentos médicos, que lhe acarretaram inegável dor em razão dos ferimentos, do prolongado tratamento a que foi submetida, bem como da incerteza sobre eventuais sequelas que poderiam persistir.

Com base na teoria da perda de uma chance, a magistrada também julgou parcialmente procedente os pedidos na inicial do processo para condenar o município a se responsabilizar pelos danos materiais e estéticos. “No dia do fato, mesmo que a mulher não estivesse empregada, nota-se que a autora da ação tinha condições de obter novas oportunidades no mercado de trabalho”, pontuou.

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