Esportes

Comitê da Wada recomenda fim da punição à Agência Russa Antidoping

14/09/2018, 15h20

Um comitê da Agência Mundial Antidoping (Wada, na sigla em inglês) anunciou nesta sexta-feira que recomendou que a entidade reconsidere a suspensão aplicada à Agência Russa Antidoping (Rusada). A indicação é para que a Wada permita que a autoridade do país europeu volte a trabalhar normalmente.

Em comunicado no site oficial da Wada, o Comitê de Revisão de Ordens da entidade revelou ter recomendado ao Comitê Executivo a reintegração da agência russa no controle antidoping. Caberá ao Comitê Executivo, então, votar esta possibilidade em sua próxima reunião, que acontecerá na quinta-feira que vem.

A Rusada está suspensa desde novembro de 2015 por conta das seguidas denúncias de irregularidades nos testes antidoping realizados no país. Pelas investigações de um painel independente, sob supervisão da Wada, havia um forte esquema de corrupção na política antidoping da Rússia, que envolvia atletas, treinadores, dirigentes esportivos e até autoridades do estado.

Após as denúncias, as entidades internacionais esportivas passaram a pressionar o Comitê Olímpico Internacional (COI) e a Wada, que cobrou mudanças profundas nos testes antidoping da Rússia. A lista de exigências começou a ser cumprida no início de 2017, o que fez com que a Wada amenizasse a suspensão aos russos em junho do ano passado e liberasse a realização de testes antidoping por eles, desde que sob supervisão.

Passado mais de um ano desde então, o Comitê de Revisão de Ordens da Wada se disse satisfeito com a promessa da Rusada de cumprir um dos critérios chaves para o fim da suspensão: prover acesso a amostras e informações que possam corroborar testes positivos descobertos durante a investigação sobre a corrupção na Rússia.

O mesmo comitê informou que recebeu uma carta do Ministério do Esporte da Rússia que “reconheceu suficientemente os problemas identificados no país”. O órgão, no entanto, não mencionou outro dos principais critérios exigidos para a reinserção russa, que seria a Rusada, o Ministério do Esporte e o Comitê Olímpico do país reconhecerem publicamente o esquema generalizado, comandado pelo governo, para manipular testes antidoping para ganhar medalhas.

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Goiás

Dia Mundial da Limpeza: parques de Goiânia recebem ações voluntárias neste sábado

O meio ambiente agradece!
14/09/2018, 16h11

Em comemoração ao Dia Mundial da Limpeza, celebrado em 15 de setembro, alguns parques de Goiânia receberão neste sábado ações voltadas à orientação sobre o descarte correto de lixo, além de limpeza voluntária. Os projetos ocorrerão no Jardim Botânico, Morro da Serrinha, Parque Areião e Parque Vaca Brava.

A ação é realizada pela Prefeitura de Goiânia, por meio da Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA), com o apoio da Comurg, Secretaria Municipal de Educação e Esporte (SME) e cooperativas de catadores de materiais recicláveis, além da parceria de empresas, instituições do terceiro setor e demais voluntários.

O evento em comemoração ao Dia Mundial da Limpeza está previsto para começar às 8h, no Jardim Botânico, com uma roda de conversa sobre o tema e problemático a respeito do descarte incorreto do lixo doméstico, com treinamento para todos os participantes. O encerramento será às 18h.

No mesmo dia, outros locais da capital também receberão a ação. No Morro da Serrinha o evento ocorre das 8h às 12h; Parque Areião também das 8h às 12h e no Parque Vaca Brava a ação será das 8h às 18h. Para a coleta de lixo voluntária, os interessados receberão luvas e sacos de lixo. Após a coleta, será oferecido um lanche e ainda sorteio de brindes.

De acordo com informações da Prefeitura de Goiânia, o lixo recolhido será separado em três grupos: orgânicos compostáveis, rejeitos e recicláveis. Estes serão destinados às cooperativas de catadores de materiais recicláveis. A Comurg se encarregará do recolhimento de todos os rejeitos encontrados, já os resíduos orgânicos compostáveis (cascas de frutas do lanche e outros), juntamente com folhas secas, serão encaminhados para a composteira do Jardim Botânico.

O objetivo do movimento é promover a mobilização social, além do incentivo ao descarte regular dos resíduos, propondo, através de sugestões e ações, melhorias nas políticas públicas voltadas aos resíduos sólidos e nas soluções de limpeza para Goiânia.

Dia Mundial da Limpeza

O primeiro Dia Mundial da Limpeza ocorreu em 2008 na Estônia. Cerca de 50 mil habitantes se reuniram numa missão para limpar as cidades em cinco horas. Desde então, a ação foi nomeada como “Let’s Do It” (“Vamos fazer isso!”). Atualmente, 150 países organizam limpezas voluntárias no dia 15 de setembro.

Imagens: Blog Goiânia 

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Goiás

Homem é preso após se masturbar e ejacular em jovem no Eixo Anhanguera

Quando o ônibus chegou ao Terminal Padre Pelágio, no Setor Ipiranga, a Polícia Militar prendeu o agressor.
14/09/2018, 17h07

Uma passageira, de 18 anos, se desesperou dentro de um ônibus do Eixo Anhanguera, em Goiânia, quando percebeu que um homem de 29 anos esfregava as partes íntimas nela na noite de quinta-feira (13/9). Quando o ônibus chegou ao Terminal Padre Pelágio, no Setor Ipiranga, a Polícia Militar prendeu o agressor e o levou à delegacia.

Conforme os policiais militares do Estado de Goiás (GO) que atenderam a ocorrência, os passageiros denunciaram que o homem se masturbou e ejaculou no transporte coletivo, causando revolta.

“A moça percebeu que ela esfregava nela enquanto os dois estavam de pé. Ela tentava fugir dele e ela até deu uma cutucada. Depois que percebeu que não adiantaria, chamou pela mãe. Logo a mãe e outros passageiros se envolveram”, explica a delegada Aline Leal, da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam).

De acordo com a delegada, testemunhas viram que o homem ejaculou dentro do ônibus.

Homem que ejaculou no Eixo Anhanguera é liberado

A Polícia Civil registrou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) contra o agressor pelo crime de importunação ofensiva ao pudor. Depois de assinar o TCO, ele foi liberado, mas terá de comparecer à audiência no Juizado Especial Criminal.

Quando uma pessoa se aproveita, criminosamente, do excesso de passageiros para passar a mão ou se esfregar em outra pessoa, é uma contravenção penal chamada de importunação ofensiva ao pudor e está prevista no art. 61 da Lei das Contravenções Penais, cuja pena é multa.

Esse é um caso atípico em Goiânia. Há inúmeros relatos de homens que esfregam nas mulheres, sobretudo em horário de rush. Em São Paulo, desde 2016 histórias do tipo causaram indignação entre os usuários do metro, trem e ônibus coletivo.

Em um dos casos, um homem foi preso em Bom Retiro, na região central da cidade de São Paulo. Os passageiros que presenciaram o crime detiveram o homem até a chegada da polícia. O homem assinou, como de praxe, um termo circunstanciado por importunação ofensiva ao pudor e, como prevê a Lei, foi liberado.

O ônibus ligava o Terminal Sapopemba ao Princesa Isabel e passava pela Rua José Paulino no momento do crime.

No ano anterior, outro homem ejaculou em uma uma mulher no ônibus na Avenida Paulista foi preso e depois liberado. A decisão levantou polêmica. O acusado, Diego Ferreira de Novais, havia sido preso anteriormente três vezes por estupro e tinha cerca de 12 boletins de ocorrência por crimes sexuais em São Paulo.

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Educação

Colégio Simbios fecha parceria com o Google

Colégio Simbios adere à iniciativa Google for Education, trazendo inovação e tecnologia no processo de aprendizagem para seus alunos.
14/09/2018, 17h21

Para conseguirem enfrentar os maiores desafios do futuro, é preciso que os alunos disponham de um conjunto de habilidades adaptáveis. Já faz muito tempo que a sala de aula não se resume apenas a cadeiras enfileiradas dentro de quatro paredes com um quadro negro. Atualmente, existem formas muito mais dinâmicas de conectar estudantes ao conhecimento, e para o Colégio Simbios, tornar a tecnologia uma aliada para esse processo é, sem dúvida, o melhor caminho.

Foi pensando justamente em questões como essa que o colégio acaba de firmar uma parceria com o poderoso dos serviços online, o Google. Sempre atentos às novidades do mercado e buscando melhorar o aprendizado de seus alunos, se tornaram adeptos da iniciativa intitulada Google for Education. 

Colégio Simbios transformando o processo de aprendizagem

Promovendo inovação e aprendizagem, Colégio Simbios fecha parceria com o Google

O objetivo do projeto é implementar a tecnologia como mais uma ferramenta para os alunos, possibilitando à comunidade escolar uma educação de forma muito mais dinâmica. Embora os tradicionais métodos de ensino ainda se mostrem eficazes, é sempre necessário inovar. Despertar o interesse dos estudantes com a ajuda de algo que eles já fazem por diversão, é uma das propostas do Colégio Simbios em parceria com tal iniciativa.

A plataforma Google for Education oferece gratuitamente para escolas públicas e privadas, ferramentas educacionais que auxiliam na implementação de recursos ativos em sala de aula, gerando experiências muito mais agradáveis para os alunos. Segundo Sundar Pichai, CEO do Google, “a tecnologia, sozinha, não vai melhorar a educação, mas ela pode ser uma parte importante da solução“.

Promovendo inovação e aprendizagem, Colégio Simbios fecha parceria com o Google

Adriano Medeiros, diretor executivo do Colégio Simbios, esteve em um encontro nacional das instituições parceiras do Google for Education (foto acima) e afirma que nesse método, o aluno se torna protagonista do seu processo de aprendizagem e o trabalho do professor é auxiliar os estudantes nas atividades.

O Google for Education oferece 49 aplicativos, utilizados desde o nível básico até o universitário. É a tecnologia a serviço da educação!

Imagens: Portal Simbios 

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Goiás

Bancos de Catalão são condenados a pagar R$ 2 milhões por demora no atendimento

Duas agências foram alvos de ações do Procon; cada banco deve pagar R$ 1 milhão por dano moral coletivo devido a má prestação de serviço.
14/09/2018, 17h31

Dois bancos de Catalão, interior de Goiás, foram condenados a pagar R$ 2 milhões por dano moral coletivo por demora no atendimento. A decisão foi do juiz Marcus Vinícius Ayres Barreto, da 2ª Vara da comarca do município.

As agências do Bradesco S/A  e do Banco do Brasil foram alvos de ações civis públicas separadamente pelo Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) de Catalão com o propósito de obrigar a instituição bancária a cumprir o dever de assegurar a qualidade do serviço oferecido aos usuários. Com isso, os bancos foram condenados a pagar R$ 1 milhão cada um a título de dano moral coletivo devido a má prestação de serviço.

De acordo com a decisão, os bancos violaram as regras estabelecidas na Lei Municipal 2.624/2009, que estipula o tempo máximo de espera na fila pelos consumidores dos serviços bancários. O documento aponta que as agências receberam sucessivas autuações do Procon e diversas ações de indenização foram propostas por usuários do bancos na cidade.

Em resposta aos processos, as defesas do Bradesco e do Banco do Brasil alegaram que a demora no atendimento ocorreu em casos pontuais, e que ambas as agências cumprem as regras estabelecidas pela Lei Municipal nº 2.624/2009. As empresas argumentaram ainda não haver dano moral coletivo, pois, o número de pessoas é incompatível e requereu o indeferimento.

Condenados por demora no atendimento

Para o juiz Marcus Vinícius “não pairam dúvidas sobre os vícios de qualidade nos serviços prestados pelo Bradesco, como atentam os autos de infração lavrados pelo Procon, concluindo que ficou comprovado o descumprimento da Lei Municipal em relação aos limites máximos razoáveis de tempo para que os atendimentos em agências bancárias fossem considerados adequados.”

Segundo informações do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), para o magistrado, nos dois processos, “o dano moral coletivo deve ser reparado, pois, há a violação dos direitos dos consumidores ao serviço público adequado e eficaz, somados ao desassossego social advindo dos inevitáveis constrangimentos e desconfortos inerentes à excessiva demora no atendimento aos consumidores, que chegam a ficar até duas horas em pé nas filas bancárias.”

O juiz considerou ainda adequado o valor de R$1 milhão para cada banco, valor, segundo ele, compatível com o grau de culpa, com os reflexos da conduta geradora de potencial à dignidade dos usuários pela prática abusiva.

Via: TJ-GO 
Imagens: Idec 

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