Esportes

Correção: Em luta equilibrada, Canelo vence GGG e chega ao 2.º título peso médio

16/09/2018, 09h50

O texto da nota enviada anteriormente foi enviado por engano. Segue o texto correto abaixo.

Os 21.965 espectadores que lotaram a T-Mobile Arena, em Las Vegas, foram premiados neste sábado à noite, com uma das maiores lutas de boxe dos últimos anos. Com uma atuação soberba o mexicano Saúl Canelo Álvarez derrotou, por pontos, após 12 rounds, o casaque Gennady GGG Golovkin. Um dos jurados deu empate em 114 pontos e outros dois viram o mexicano superior e anotaram 115 a 113.

Com este resultado, Canelo ficou com os cinturões do Conselho Mundial de Boxe e Associação Mundial de Boxe. GGG perdeu os após 20 defesas vitoriosas consecutivas.

Canelo, de 28 anos, alcança a 50ª vitória (34 nocautes), uma derrota e dois empates. Aos 36 anos, GGG perdeu pela primeira vez na carreira profissional, após 38 vitórias (34 nocautes) e um empate.

Canelo recebeu US$ 5 milhões de bolsa, enquanto GGG ficou com US$ 4 milhões. Mas o ganho dos pugilistas deverá ser bem maior. Ambos vão receber porcentagens pela venda do sistema pay per view e outros patrocinadores. Com isso, o rendimento do mexicano poderá atingir US$ 50 milhões e o do casaque US$ 30 milhões.

“Eu mostrei minha vitória com fatos. Ele foi o único a caminhar para trás. Sinto-me satisfeito por que fiz uma grande luta. Minha vitória foi clara”, disse Canelo, que terminou a luta com um corte no supercílio esquerdo e com o nariz sangrando.

“Acho que lutei melhor do que Canelo. O público deve ter gostado da luta. Mas os juízes acharam que a vitória foi dele”, afirmou Canelo, que deixou o ringue sem dar entrevista e recebeu oito pontos no supercílio direito.

A Luta – O combate, que teve a presença de dezenas de celebridades como Mike Tyson, Will Smith, LeBron James e Denzel Washington, começou com uma disputa de jab violenta. Nenhum dos dois deu um passo para trás, mas ambos descartaram a possibilidade de clinche, o que tornou o juiz Benjy Esteves Jr um espectador privilegiado.

Canelo mostrou maior velocidade nos punhos, enquanto GGG foi mais potente.

GGG foi o primeiro a se movimentar mais e deu a iniciativa do combate para Canelo a partir do sexto round. No décimo, Canelo foi para as cordas e tentou usar mais os contra-ataques.

Ambos souberam castigar a linha de cintura do rival e ambas as esquerdas foram eficazes para furar o bloqueio. A decisão dos jurados só foi definida após o último round, pois os três jurados apontavam até o 11º assalto 105 a 104 para Canelo.

A vitória de Canelo causou certa polêmica, pois as opiniões se dividiram, com muitos críticos apontando GGG como vencedor e outros tantos apontando um segundo empate, o que repetiria o resultado do ano passado.

“Se for do gosto dos fãs, estou pronto para uma terceira luta”, disse Canelo, que foi flagrado no doping no início do ano, adiando o duelo que estava previsto para maio. “Eu quero muito uma terceira luta. Acho que tenho direito”, afirmou o ex-campeão GGG. Os números apontam também apontam equilíbrio. Canelo acertou 202 dos 622 golpes (33%) enquanto GGG conectou 234 dos 879 golpes (27%).

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Entretenimento

Marília Mendonça é processada por plágio

O autor do processo disse que quando a música Ciumeira foi lançada, muitos amigos acharam que, na verdade, tratava-se da música composta por ele para Marília Mendonça.

Por Ton Paulo
16/09/2018, 09h54

A cantora e compositora Marília Mendonça, goiana que já alcança renome mundial, está sendo alvo de um processo de plágio. O empresário e compositor Anair de Paula acionou a Justiça alegando que os compositores de um dos maiores hits da atualizade, ‘Ciumeira’, interpretado por Marília, plagiaram a melodia da música “Panfleto de Rua” composta por ele.

O empresário disse que quando a música foi lançada, muitos amigos acharam que, na verdade, tratava-se da música composta por ele.

A assessoria de imprensa da cantora Marília Mendonça respondeu e afirmou que a artista não é compositora da música, mas intérprete. Informou ainda que recebeu a música e gravou da maneira que ela recebeu.

Em nota, os compositores Guilherme Ferraz, Sandro Neto, Everton Matos, Diego Ferrari, Paulo Pires e Ray Antônio, responsáveis pela composição de “Ciumeira”, informaram que estão “averiguando as fontes, e buscando com especialista” para saber “se realmente caracteriza-se plágio”.

Na nota, os compositores que fizeram a música para Marília dizem que têm a consciência tranquila de que não copiaram a obra de ninguém, e que já entraram em contato com o próprio Anair de Paula, que se dispôs a resolver a situação da melhor maneira possível. “Temos total apoio dos colegas compositores, que nos conhecem e sabem da nossa boa índole é nosso compromisso com a verdade, total apoio do escritório da cantora, e isentamos a cantora Marília Mendonça e seu escritório de quaisquer responsabilidades, e estamos abertos a esclarecer quaisquer dúvidas”, afirma a nota.

Ouça a música ‘Ciumeira’, interpretada por Marília Mendonça, e ‘Panfleto de Rua’, interpretada por Ivis e Carraro

Lançada em agosto deste ano, a música Ciumeira, interpretada por Marília Mendonça, rapidamente tornou-se mais um hit da cantora, e já conta com milhões e visualizações no Youtube. Já a música ‘Panfleto de Rua’, composta por Anair de Paula, é interpretada pela dupla ivis e Carraro.

Ouça as duas músicas e compare:

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Goiás

Goiás supera média nacional e fica em 10º lugar no ranking dos Estados

Com 52,6, Goiás conseguiu superar a média nacional de 49,4. Em primeiro lugar, com uma média de 89,1, está o Estado de São Paulo, seguido por Santa Catarina, com média de 76,6.

Por Ton Paulo
16/09/2018, 11h17

Com critérios avaliados como infraestrutura, capital humano, educação, inovação e outros, Goiás conquistou o décimo lugar no ranking nacional dos Estados Brasileiros. Pelo menos é o que mostra o Ranking de Competitividade dos Estados 2018, que foi divulgado na última sexta-feira (14/9), na Bolsa de Valores de São Paulo, pelo Centro de Lideranças Políticas (CLP) em parceria com a Tendências Consultoria Integrada e a Economist Intelligence Unidade.

O ranking visa reconhecer os estados que se destacaram na priorização da competitividade na formação da agenda do estado, e busca valorizar políticas de alto impacto que influem diretamente nos indicadores que compõem o Ranking.

Com 52,6, Goiás conseguiu superar a média nacional de 49,4. Em primeiro lugar, com uma média de 89,1, está o Estado de São Paulo, seguido por Santa Catarina, com média de 76,6. Os goianos ficaram à frente de Estados como Rio de Janeiro, Mato Grosso, Tocantins e Bahia.

Os critérios avaliados foram sustentabilidade social, infraestrutura, educação, eficiência da máquina pública, segurança pública, inovação, solidez fiscal, capital humano, sustentabilidade ambiental e potencial de mercado.

A menor nota do Estado goiano foi no quesito Inovação. Goiás obteve 12,6 enquanto a média é 28,0. Já o quesito mais bem avaliado foi Solidez Fiscal, com 82,1 para uma média de 71,2.

Goiás fica em quinto lugar no quesito sustentabilidade ambiental

Goiás parece estar entrando nos eixos certos da sustentabilidade ambiental.

O estudo trouxe uma informação positiva para os goianos: o Estado de Goiás conquistou a quinta posição nacional no pilar da Sustentabilidade Ambiental, com uma nota geral de 70,6, enquanto a média nacional foi de 51,6. O levantamento atribui a conquista ao desenvolvimento econômico e social combinado com sustentabilidade no Estado.

Levando em comparação com o resultado do ano anterior, Goiás subiu três posições. No estudo, que tomou como critérios diversos campos referentes à sustentabilidade e trato do meio ambiente, o melhor desempenho foi verificado no indicador Tratamento de esgoto, que obteve nota de 50,8 e conquistou a sexta colocação no ranking nacional. A média brasileira do indicador foi de 33,3.

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Goiás

Quadrilha que desviou mais de R$ 3 milhões de reais do seguro-desemprego é condenada

A organização criminosa operava alterando o endereço dos verdadeiros beneficiários do seguro-desemprego a fim de desviar os Cartões do Cidadão utilizados para os saques.

Por Ton Paulo
16/09/2018, 13h19

Seis pessoas que integravam uma organização criminosa que atuava fraudando o benefício do seguro-desemprego foram condenadas pela 1ª Vara Federal de Anápolis, após denúncia do Ministério Público Federal (MPF). Estima-se que R$ 3 milhões de reais tenham sido sido desviados pela quadrilha. O grupo foi desmantelado, em abril de 2017, na Operação Stellio Natus, deflagrada em parceria com a Polícia Federal (PF).

Segundo informações do MPF, a organização criminosa operava alterando o endereço dos verdadeiros beneficiários do seguro-desemprego com o fim de desviar os Cartões do Cidadão utilizados para os saques, que, posteriormente, eram feitos em diversas casas lotéricas por integrantes da quadrilha.

Ainda de acordo com o MPF, mais de R$ 3 milhões de reais em benefícios foram desviados no esquema.

Entre os condenados estão Iury Ramos Dias, Washington Flávio Borges, Rodrigo de Sousa Almeida, Kelson dos Santos Rodrigues, Jardânia Santos e Weslei Dias da Silva.

Conforme o processo, Iury Dias, considerado o idealizador e gestor da organização criminosa, recebeu a maior condenação. Ele foi condenado a 5 anos e 10 meses de reclusão em regime fechado e ao pagamento de 163 dias-multa. Além disso, teve a prisão preventiva mantida.

Os demais integrantes do grupo foram condenados, cada um, a 3 anos e 8 meses de reclusão em regime aberto e ao pagamento de 54 dias-multa. No entanto, em relação a eles, as penas foram substituídas por penas restritivas de direitos, quais sejam, prestação de serviços à comunidade e prestação pecuniária de 10 salários mínimos, a serem destinados a entidades assistenciais.

Ainda estão em apuração junto à Caixa Econômica Federal o montante total dos prejuízos causados e o número de fraudes praticadas, de modo a permitir também a denúncia por estelionato contra entidade pública, crime previsto no art. 171, § 3º, do Código Penal, cuja pena pode chegar a até 6 anos e 8 meses por cada fraude.

Na sentença, também foi decretado o perdimento, em favor da União, de vários veículos automotores e de bens móveis, por terem sido adquiridos ilicitamente pelos condenados enquanto integrantes da organização criminosa, ou seja, os bens decorrentes direta ou indiretamente do crime de quadrilha.

Via: Portal 6 

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Política

Ciro Gomes se altera durante a entrevista e manda prender repórter; veja o vídeo

O repórter teria comentado numa conversa com outro jornalista que queria levar "uma ovada ou um tapa" de Ciro Gomes.

Por Ton Paulo
16/09/2018, 13h53

Desde o último sábado (15/9) circula nas redes sociais um vídeo polêmico que mostra o candidato à Presidência da República, Ciro Gomes (PDT), proferindo xingamentos e mandando prender um repórter que acompanhava sua agenda de campanha em Boa Vista, Roraima. Ciro teria se irritado com a pergunta do jornalista sobre uma declaração anterior dele à respeito da situação de brasileiros e venezuelanos em Paracaíma.

“O senhor reafirma o que o senhor disse sobre os brasileiros de que tiveram aquela manifestação lá na fronteira, que chamou os brasileiros de canalhas, desumanos e grosseiros?”, perguntou o repórter, ao que Ciro respondeu: “Vá pra casa do Romero Jucá, seu filho da p*! Pode tirar isso daqui, esse daqui é do Romero Jucá. Romero Jucá! Romero Jucá! Tira ele, prende ele aí!”

Em sua conta pessoal no Facebook, o jornalista que aparece no vídeo, Luiz Nicolas Maciel Petri, disse também ter sido agredido por Ciro Gomes. “Em um ato de covardia, o senhor Ciro Gomes me deu um soco na barriga e me xingou de filho da p…”. No relato, ele diz ter ficado sem reação e lamenta que o candidato tenha esse tipo de atitude. O jornalista também negou trabalhar para o senador Romero Jucá, conforme afirmou Ciro Gomes.

A pergunta do jornalista a Ciro Gomes se referia a uma declaração do pedetista dada no mês de agosto durante um evento em São Paulo, quando classificou como “desumanidade” e “canalhice” as agressões de brasileiros a venezuelanos em Paracaima. “Não há nenhuma notícia de desumanidade, de grosseria… Que canalhice, que é o que aconteceu ontem no Brasil. Pela primeira vez na minha vida senti vergonha de ser brasileiro”, disse o candidato.

Veja o vídeo:

Repórter do Estadão que estava no local afirma que o jornalista disse que queria provocar Ciro Gomes para levar “uma ovada ou um tapa”

No momento do ocorrido, estava presente no local o correspondente do jornal Estadão, Gabriel Wainer, que comentou o caso. Segundo Wainer em um vídeo publicado no YouTube do Estadão, o repórter Luiz Nicolas tinha a intenção de provocar Ciro para gerar uma confusão.

Gabriel Wainer relata que, antes de cada evento promovido pelos candidatos, os jornalistas ficam concentrados num local à espera do político. Wainer contou que, nesse local, durante uma conversa com Luiz Nicolas, ouviu dele que o jornalista queria ser agredido por Ciro. “[Luiz Nicolas] falou pra mim que queria levar um tapa ou uma ovada do Ciro. Ele não levou nem um e nem outro, mas começou uma confusão”.

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