Entretenimento

Matilha Cultural traz obras feitas no Xingu

19/09/2018, 07h50

A exposição Imersão, do artista Lumumba, será aberta no sábado, 22, na Matilha Cultural (Rua Rego Freitas, 542). Mineiro, descendente de congoleses e guaranis, Lumumba traz um trabalho utilizando apenas pigmentos naturais, fruto de uma longa pesquisa, que inclui duas viagens ao Parque Indígena do Xingu. Junto com a exposição, a Matilha Cultural também recebe a visita de uma família camaiurá, que inclui workshop de pintura corporal e pajelança.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

Serial killer de Goiânia vai a novo julgamento nesta quinta-feira

Desta vez, o serial killer Tiago Henrique vai responder pelo homicídio de Bruna Gleycielle de Souza Gonçalves, ocorrido em maio de 2014.

Por Ton Paulo
19/09/2018, 08h19

O serial killer de Goiânia que ficou conhecido no mundo inteiro por ter feito quase 40 vítimas, a maioria mulheres, e que aterrorizou o Estado pela frieza de seus crimes, irá a novo júri nesta quinta-feira (20/9), em Goiânia. Tiago Henrique Gomes da Rocha será julgado pelo assassinato de Bruna Gleycielle, em maio de 2014.

O julgamento acontece às 08h30, no Fórum Cível, localizado na Av. Ondina, Setor Park Lozandes, em Goiânia, e será presidido pelo juiz Eduardo Pio Mascarenhas. A acusação contra Tiago vai ser feita pelo promotor de Justiça Maurício Gonçalves de Camargos.

Desta vez, o serial killer Tiago Henrique vai responder pelo homicídio de Bruna Gleycielle de Souza Gonçalves. O crime aconteceu no dia 8 de maio de 2014, quando a vítima estava em um ponto de ônibus em frente ao estabelecimento comercial denominado Muralha Marmoraria, na Av. T-9, Setor Jardim América, em Goiânia.

Serial killer de Goiânia vai a novo julgamento nesta quinta-feira
Tiago será julgado, desta vez, pelo homicídio da jovem Bruna Gleycielle, praticado em 2014 (Foto: Reprodução)

A imputação de crime a Tiago é de homicídio qualificado pelo uso do recurso que dificultou a defesa da vítima.

O serial killer que aterrorizou Goiânia

Os olhos não só do Brasil, mas de todo o mundo se voltaram para Goiás no ano de 2014, com a repercussão do caso de Tiago Henrique. Considerado um serial killer (assassino em série), Tiago confessou ter matado um total de 39 pessoas, entre mulheres e moradores de rua – suas principais vítimas –  no período de 2011 a 2014.

Uma força-tarefa de delegados, policiais, escrivães e investigadores foi montada para que a identificação e prisão de Tiago ocorresse em 14 de outubro de 2014. Sua audácia era tamanha que o matador chegou a enviar cartas para a polícia pedindo para ser preso.

Numa das cartas, Tiago escreveu: “Quem vos fala é um cidadão cujo único objetivo é matar”, se assumindo explicitamente como um assassino. Já em outra, o serial killer conta seu método preferido para tirar a vida de suas vítimas, e ainda faz um desafio à polícia: ““O meu método é esfaquear até a morte, e garanto a vocês que todos os casos não resolvidos de homicídio por esfaqueamento certamente fui eu. Não tentem me parar pois vou até o fim disso. Boa sorte a vocês”.

À época, Tiago foi interrogado por oito delegados e durante os depoimentos, descreveu suas vítimas somente por números, “vítima número 1”, “número 2”, até chegar a 39 assassinatos. Dois dias depois de ser preso, o serial killer tentou se matar cortando os pulsos com o vidro de uma lâmpada quebrada, mas foi socorrido a tempo.

Serial killer de Goiânia vai a novo julgamento nesta quinta-feira
Serial killer Tiago Henrique (Foto: Reprodução)

Em entrevista a um jornal em 2015, Tiago afirmou que matava “por sentir um ódio generalizado desde os 16 anos, resultado de um isolamento vivido e na infância e na adolescência”.

Tiago Henrique já passou por mais de 14 julgamentos desde que foi preso, e já acumula uma pena que ultrapassa 600 anos.

Via: MP-GO G1 O Popular 
Imagens: G1 

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Entretenimento

Helen Ganzarolli, David Brazil e outros famosos marcam presença no Goiânia Fashion Week

Ao todo, 60 marcas desfilam esse ano, entre elas Riachuelo, John Fhild e Hilda Mendonça. E para representar algumas marcas, celebridades do meio artístico marcam presença.

Por Ton Paulo
19/09/2018, 09h40

A cidade de Goiânia recebe desde o dia 18 desse mês, terça-feira, até o dia 20, quinta, o tradicional evento de moda Goiânia Fashion Week (GFW). Em sua 13ª edição, o evento que é considerado a maior semana de moda do Centro-oeste traz presenças ilustres de artistas e personalidades famosas, como David Brasil, Helen Ganzarolli e Guilherme Leican .

No GFW, realizado nos dias 18, 19 e 20 de setembro no Império Boullevard, são expostos 80 modelos do casting desfilando para as várias marcas do país e da capital.

Ao todo, 60 marcas desfilam esse ano, entre elas Riachuelo, John Fhild e Hilda Mendonça. E para representar algumas marcas, celebridades do meio artístico marcam presença. No primeiro dia do evento, esteve presente no coquetel de abertura o promoter e repórter David Brazil, conhecido no Brasil inteiro por seus bordões e humor.

Guilherme Leican, famoso ator da TV Globo, foi outro que marcou presença na abertura do GFW.

Helen Ganzarolli, David Brasil e outros famosos marcam presença no Goiânia Fashion Week
O ator global Guilherme Leican foi um dos que marcaram presença no GFW (Foto: Reprodução)

Estão confirmados ainda para comparecer a apresentadora Helen Ganzarolli (SBT), que deve estar presente nesta quarta-feira (19/9), o ator mirim Leonardo Oliveira, o Zé Filipe da novela Carinha de Anjo (SBT), a ex-participante do Reality Show A Fazenda, Ana Paula Minerato, e a ex-panicat Fernanda Lacerda, a “Mendigata”.

O tema deste ano será “Pela Música e sua Miscigenação Musical” que levará para a passarela as atrações musicais: Banda Violin (GO), Ciganos Trap (RJ) e muito mais.

Sobre O Goiânia Fashion Week

Idealizado por Neiva Evangelista, que também é editora da Revista Atitude, o Goiânia Fashion Week já chega à sua 13ª edição na capital, mas a intenção é expandir. “Ano que vem, nós queremos levar o evento para outras cidades de Goiânia, e aumentar o acesso do pública a essa semana de moda”, conta Neiva, ao Dia Online

O GFW como é popularmente conhecido, atua entre São Paulo, Brasília e Goiânia. É o único evento que está no calendário da moda e com representação internacional. Suas edições anteriores ocorreram no Goiânia Arena, Oscar Niemeyer, Mansão Cristal, Smart Ford, Mansão Boullevard e no Atlanta Music Hall.

Entre as celebridades que já passaram pelo evento estão Juliana Paes, Déborah Secco, Dado Dolabela e Gianne Albertoni.

Via: iConnectGyn 

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Esportes

Em dificuldade financeira, Corinthians mantém comissão com quatro auxiliares

Técnico do Corinthians Jair Ventura conta com o apoio de Emílio Faro, Osmar Loss, Fábio Félix e Dyego Coelho.
19/09/2018, 09h51

A solução encontrada pela diretoria do Corinthians para trocar o comando do time deixou a comissão técnica com quatro auxiliares. Atualmente, colaboram com o treinador Jair Ventura, o novo escolhido, os profissionais Emílio Faro, o próprio Osmar Loss, que era o técnico e desceu um degrau na hierarquia do clube, Fábio Félix e Dyego Coelho. Integra ainda esse time o observador técnico Alysson Marins.

O inchaço na cúpula do elenco ocorre no momento em que o time anda em baixa dentro e fora de campo. O elenco tenta reencontrar o bom futebol, em especial do setor ofensivo, que marcou apenas oito vezes nas últimas dez partidas. A diretoria busca por soluções para tirar o clube do buraco financeiro, ainda sem conseguir fechar com um patrocinador master e há quatro anos à procura por uma empresa que queira dar nome à Arena Corinthians. Há dificuldades para pagar o estádio.

O mais recente balancete divulgado pelo Corinthians, em julho, mostra que as dívidas aumentaram de R$ 481,8 milhões no primeiro semestre para R$ 500 milhões. O departamento de futebol apresentou superávit de R$ 3,7 milhões, mas a parte social do Parque São Jorge foi o principal responsável por deixar as contas no vermelho: déficit de R$ 21,1 milhões.

A comissão técnica cresceu por causa da decisão da diretoria de não demitir Loss. Após a derrota para o Ceará por 2 a 1 no último dia 5, ele voltou para o cargo de auxiliar. Dias depois, Ventura assumiu e trouxe Emílio Faro para ser seu auxiliar.

A diretoria optou por manter também os dois auxiliares de Loss, o ex-lateral-direito Coelho e o ex-volante Fabinho – o trio subiu para o profissional depois de comandar as base. A reportagem do Estado entrou em contato com alguns dirigentes do clube para entender o papel desempenhado por cada um na comissão. As respostas, em geral, informam que eles têm as mesmas obrigações e se revezam nos trabalhos de campo.

A partir da próxima semana, porém, esse grupo terá uma baixa. Loss ganhará um período de férias. Ele viajará para a Europa, onde fará estágios em times do continente – o Corinthians não especificou em quais. A expectativa é que ele retorne em novembro. O custo da comissão corintiana não foi revelado. A informação é de que “os valores são menores em relação a qualquer outro grande clube”. São Paulo e Palmeiras têm três auxiliares cada.

Imagens: Estadão 

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Brasil

Menos de 40% das cidades têm política de saneamento básico

Em 2011, o percentual era de 28,2%, segundo IBGE.
19/09/2018, 10h22

Entre os 5.570 municípios brasileiros, 2.126 têm política de saneamento básico, mesmo que não seja regulamentada por instrumento legal, o que equivale a 38,2% do total. Apesar do baixo percentual, o índice avançou 10 pontos percentuais desde 2011, quando 28,2% tinham uma política estruturada para a área, que engloba os serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de águas pluviais e manejo de resíduos sólidos.

Os dados foram divulgados hoje (19/9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no suplemento Aspectos gerais da gestão da política de saneamento básico, dentro da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic) 2017.

O levantamento foi feito de abril a setembro por meio de questionários às prefeituras. A pesquisa não avalia a qualidade e a efetiva prestação dos serviços.

Conforme a pesquisa, 24,1% dos municípios estavam elaborando política de saneamento básico no ano passado. Quanto ao plano municipal de saneamento, que traz o detalhamento das ações, diagnóstico, objetivos e metas de universalização, o percentual passou de 10,9% em 2011 para 41,5% em 2017.

A gerente da pesquisa, Vânia Pacheco, diz que o plano é o instrumento mais adequado para monitorar e avaliar a prestação do serviço. “Com mais possibilidade de acompanhamento, de monitoramento, de regulamentação da política, de regulação dos serviços. Tudo isso permite que o município possa se avaliar mais para frente.”

Controle social

Sobre o controle social dos serviços, apenas 17,2% dos municípios, 958 do total, afirmaram ter um Conselho Municipal de Saneamento. Destes, 816 eram exclusivos da área e 142 em conjunto com outras políticas, como meio ambiente, saúde ou desenvolvimento urbano. Porém, 41,5% deles não tinham realizado nenhuma reunião nos 12 meses anteriores à pesquisa. Em 2011, 195 municípios tinham conselho para tratar do saneamento.

O Fundo Municipal de Saneamento Básico, fonte de recursos exclusivos para a área, estava presente em 580 municípios, 10,4% do total. Enquanto que em 2011, eram 215, ou 3,9%.

Saneamento básico

Em 30,2% (5.570 municípios), o saneamento básico é administrado por consórcios,16,3% informaram ter sistema de informações públicas e 31,4% tinham ouvidoria ou central de atendimento ao usuário.

Para a gerente, a tendência é que os dados melhorem e mais municípios implementem as políticas de saneamento nos próximos anos. “O movimento do governo federal institucionalizando a existência de uma política nacional e um decreto que regulamenta essa política, faz também com que esses se movimentem para isso, deixem de trabalhar fora da institucionalização e tenham instrumentos para gerir aquela política de uma forma mais organizada, mais estruturada para tratar aquela política”.

Após 31 de dezembro de 2019, o plano municipal de saneamento básico será condição para o acesso a recursos da União ou geridos por órgão ou entidade da administração pública federal.

Imagens: Agência Brasil 

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.