Entretenimento

Anitta é destaque e ganha beijo no palco do Prêmio Multishow

O Prêmio Multishow chega à sua 25ª edição.
26/09/2018, 11h16

Um dos momentos mais marcantes da 25º edição do Prêmio Multishow, que aconteceu na noite desta terça-feira, 25, foi o beijo entre a cantora Anitta e o percussionista da banda Atitude 67, Leandro Martins.

Durante a premiação, Anitta brincou várias vezes com o divórcio e lembrou a todos que está solteira. A cantora anunciou no início de setembro a separação do empresário Thiago Magalhães, com quem estava casada desde novembro de 2017.

No palco do programa, ela chegou a dizer que os interessados podiam mandar mensagens para o seu celular e que iria brincar de “Tinder” com a plateia.

Após mais de duas horas de exibição, a produção do programa pediu que ela e Tata Werneck, que também apresentou a premiação, batessem papo com Luan Santana enquanto a equipe preparava a atração seguinte. Foi nesse momento que Leandro Martins subiu no palco e disse que era um cara de atitude: uma brincadeira com o nome da banda: Atitude 67 e deu um beijo na cantora. A internet, claro, surtou com o momento.

Anitta ganhou em duas categorias: “Música Chiclete” e “Melhor Clipe”. A cantora foi a grande vencedora da noite pelo voto popular. “Vai, Malandra” foi eleita a Música Chiclete do Ano e melhor clipe TVZ.

A melhor cantora foi Ivete Sangalo.

Confira a lista completa dos vencedores:

votação popular

– Melhor Cantora: Ivete Sangalo

– Melhor Cantor: Luan Santana

– Melhor Grupo: Rouge

– Melhor Show: Marília Mendonça

– Melhor Dupla: Jorge & Mateus

– Melhor Música: Pesadão: IZA part. Marcelo Falcão (Autores: Pablo Bispo, IZA, Marcelo Falcão, Sérgio Santos e Ruxell)

– Música Chiclete: Vai, Malandra: Anitta (Autores: Anitta, Maejor, Mc Zaac, Brandon Green, Laudz, Zé Gonzales, Yuri Martins)

– Melhor Cover na Web: Day: Cover: Ao Vivo e a Cores (Matheus & Kauan)

– Melhor Clipe TVZ: Vai, Malandra (Diretor: Terry Richardson)

Votação Superjúri:

– Canção do Ano: Te Amo Disgraça – Baco Exu do Blues

Imagens: UOL 

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Goiás

Ciganos batem no portão, pedem água e matam idoso a tiros em Itumbiara

Polícia suspeita que idoso foi morto por vingança.
26/09/2018, 11h28

João Marins da Silva, de 65 anos, morreu depois que ele abriu a porta de casa para dois homens e uma mulher na Rua Angelo Domingos Borges, no setor Marolina, no município de Itumbiara, a 209 km de Goiânia. Ele levou dois tiros que acertaram o abdómen e o braço com um pistola .40.

Familiares contaram à polícia que os três pediram água e, depois, atiraram. O idoso chegou a ser levado para o Hospital Municipal de Itumbiara pelo Corpo de Bombeiros.

Para o delegado Marcos Antônio Maluf, há suspeita de que o crime tenha sido motivado por vingança. Segundo testemunhas, um homem teria morrido em uma festa perto da casa de João Marins no domingo (23/9). Ninguém confirmou à reportagem se a vítima teria algum envolvimento na confusão.

“Era uma briga envolvendo um casal. Sei que alguém deu uma paulada nesse homem, que morreu depois”, conta, sem querer se identificar, um vizinho da casa número 24, onde João vivia com a mulher.

Crime em Itumbiara pode ter relação com briga dois dias antes

“Há rumores de que tenha sido por vingança. Mas não temos detalhes”, tenta esclarecer o delegado Maluf.

As três pessoas chegaram em um carro de cor “escura”, como descreveram testemunhas. O trio teria ido à residência porque pensava que o responsável pela morte do parente deles no domingo ainda estivesse ali.

O corpo de João Marins foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) e está sendo velado na Funerária Santa Rita. A reportagem tentou falar com a família, mas não quiserem comentar o ocorrido.

O clima é de medo no bairro. A reportagem levantou contatos de comerciantes na região, mas em todas as ligações imperavam o silêncio.

A dona de uma frutaria, por exemplo, desligou a ligação quando foi perguntada se ela conhecia os ciganos. “Moço, tchau”. Um rapaz que faz entrega em uma farmácia também preferiu encerrar a ligação. “A gente não fala desse povo que fica acampado por aqui”, disse a funcionária de uma mercearia de um bairro ao lado.

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Goiás

Curta-metragem feito por alunos de colégio estadual goiano quebra fronteiras e chega à ONU

O curta-metragem foi produzido por alunos do Colégio Estadual Carlos Alberto de Deus sob orientações de professores, e vai ser exibido na Assembleia Geral da ONU.

Por Ton Paulo
26/09/2018, 11h28

A estudante secundarista Beatriz Kellen, de 17 anos, ainda está tentando digerir a enorme repercussão que o curta-metragem produzido por ela e seus amigos da escola teve. Intitulado ‘Francisca’, o projeto cinematográfico feito por alunos de um colégio estadual de Goiânia conta a história de uma líder comunitária e seus desafios cotidianos, e foi selecionado entre vários outros para ser exibido na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

Tudo teve início quando o Colégio Estadual Carlos Alberto de Deus, localizado em Goiânia, foi escolhido para a missão de desenvolver um curta-metragem para um projeto do Facebook em parceria com a OnG Recode, uma organização social voltada ao empoderamento digital de jovens.

A ação, que surgiu nos Estados Unidos e chegou ao Brasil esse ano, busca destacar projetos independentes feitos por jovens estudantes utilizando a tecnologia de gravação de vídeo em 360º, parte do My World 360°, programa de realidade virtual da organização.

Todo o equipamento, que inclui óculos 3D, celulares e câmeras, foram cedidos pelo Facebook para que os alunos da escola pudessem fazer o curta. A professora Laila Rocha, 27, que leciona Química na escola, conta que os professores tiveram treinamento de um especialista vindo de fora do Estado para o início da produção. “Um coordenador do projeto veio do Rio de Janeiro para dar um treinamento para nós professores. Daí então, passei nas salas de aula falando sobre o projeto, e fizemos uma seleção de alunos para começar”, conta.

Curta-metragem feito por alunos de colégio estadual goiano vai ser assistido na ONU
Alunos do colégio Carlos Alberto de Deus na comunidade Terra do Sol para as filmagens do curta-metragem

Ao todo, 30 alunos com faixa etária de 15 a 17 anos foram divididos em oito grupos. Laila conta que desde o primeiro momento os alunos se mostraram engajados e animados com o projeto. “Foi tudo muito novo, para mim e para eles”, comenta.

Beatriz Kellen, que integrava um grupo de quatro alunos, juntamente com sua amiga Gabriela, é membro de uma igreja no setor onde vivem. Foi lá, conversando com o pastor, que, então, as duas tiveram a ideia de contar a história de Francisca, a personagem que dá nome ao curta-metragem feito pelos meninos.

“A Francisca é uma mulher que morava numa casa de lona. Ela é a líder da comunidade na Terra do Sol, que é uma invasão, e ela é quem cuida de todo mundo lá, apesar de ter tão pouco e ser tão humilde. Achamos de extrema relevância contar a história dela”, conta a jovem.

A história de Francisca foi para fora de Goiás e do Brasil

A história da líder da comunidade Terra do Sol, Francisca, contada pelos alunos do Colégio Estadual Carlos Alberto de Deus, quebrou as fronteiras e barreiras e atingiu os mais diversos nichos.

Curta-metragem feito por alunos de colégio estadual goiano vai ser assistido na ONU
Os alunos do colégio foram até São Paulo, saindo vencedores na etapa regional do projeto

Em julho, os alunos foram para São Paulo para concorrer na etapa regional do projeto. Francisca foi o vencedor, e agora seguirá para a Assembleia Geral da ONU. Beatriz ainda está assustada com a repercussão, ma se diz feliz com o resultado do esforço coletivo. “Foi tudo muito novo pra mim. Mas foi um trabalho muito importante. A gente mostrou a realidade da Francisca e dessas pessoas da comunidade, expondo a realidade dura delas e desigualdade social”, comenta.

Assista ao curta-metragem

Francisca, curta em tecnologia 360° – Cineastas 360º

Francisca, a inspiradora liderança comunitária da periferia de Goiânia que não mede esforços para ajudar sua comunidade, é a estrela do documentário que leva seu nome, e que foi escolhido como o grande vencedor do primeiro Festival Nacional Cineastas 360° – que realizamos em parceria com o Facebook e a Digital Promise! 🎬🎬🎬➡ Pegue sua pipoca e confira o curta produzido pelos alunos do Colégio Estadual Carlos Alberto de Deus!

Posted by Ong Recode on Thursday, August 2, 2018

Curta-metragem feito por alunos de colégio estadual goiano vai ser assistido na ONU
Cartaz de divulgação do curta-metragem Francisca

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Economia

Juros do rotativo do cartão de crédito sobem para 274% ao ano

A taxa subiu 2,6 pontos percentuais em relação a julho.
26/09/2018, 11h39

Os consumidores que caíram no rotativo do cartão de crédito pagaram juros mais caros em agosto. A taxa média do rotativo do cartão de crédito subiu 2,6 pontos percentuais em relação a julho, chegando a 274% ao ano.

Esses dados foram divulgados hoje (26) pelo Banco Central (BC), em Brasília. A taxa média é formada com base nos dados de consumidores adimplentes e inadimplentes.

No caso do consumidor adimplente, que paga pelo menos o valor mínimo da fatura do cartão em dia, a taxa chegou a 250,3% ao ano em agosto, com redução 1,8 ponto percentual em relação a julho.

Já a taxa cobrada dos consumidores que não pagaram ou atrasaram o pagamento mínimo da fatura (rotativo não regular) subiu 6,1 pontos percentuais, indo para 291,3% ao ano.

O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. O crédito rotativo dura 30 dias. Após esse prazo, as instituições financeiras parcelam a dívida.

Em abril, o Conselho Monetário Nacional (MMN) definiu que clientes inadimplentes no rotativo do cartāo de crédito passem a pagar a mesma taxa de juros dos consumidores regulares. Essa regra entrou em vigor em junho deste ano.

Mesmo assim, a taxa final cobrada de adimplentes e inadimplentes não será igual porque os bancos podem acrescentar à cobrança os juros pelo atraso e multa.

A taxa de juros do cheque especial ficou estável em agosto comparada a julho em 303,2% ao ano. Assim continua a ser a menor taxa desde março de 2016, quando estava em 300,8% ao ano.

As regras do cheque especial mudaram em Julho. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os clientes que utilizam mais de 15% do limite do cheque durante 30 dias consecutivos passaram a receber a oferta de um parcelamento, com taxa de juros menores que a do cheque especial definida pela instituição financeira.

Modalidades caras

As taxas do cheque especial e do rotativo do cartão são as mais caras entre as modalidades oferecidas pelos bancos. A do crédito pessoal, por exemplo, é mais baixa: 121,4% ao ano em agosto, mesmo com o aumento de 2,9 pontos percentuais em relação a julho. A taxa do crédito consignado (com desconto em folha de pagamento) recuou 0,4 ponto percentual, indo para 24,5% ao ano em agosto.

A taxa média de juros para as famílias caiu 0,2 ponto percentual para 51,8% ao ano. A taxa média das empresas também recuou 0,2 ponto percentual, atingindo 20,4% ao ano.

Cartão de crédito: inadimplência

A inadimplência do crédito, considerados atrasos acima de 90 dias, para pessoas físicas, ficou estável em 5%. No caso das pessoas jurídicas, houve recuo de 0,1 ponto percentual para 3,3%. Esses dados são do crédito livre em que os bancos têm autonomia para emprestar o dinheiro captado no mercado.

No caso do crédito direcionado (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura) os juros para as pessoas físicas permaneceram em 7,8% ao ano.

A taxa cobrada das empresas subiu 0,2 ponto percentual para 9,4% ao ano. A inadimplência das pessoas físicas segue em 1,9% e das empresas subiu 0,2 ponto percentual para 1,6%.

Em agosto, o estoque de todos os empréstimos concedidos pelos bancos ficou em R$ 3,155 trilhões, com aumento de 1% no mês e de 2,1% no ano. Em 12 meses, a expansão chegou a 3,4%.

Esse estoque do crédito corresponde a 46,7% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB) – com aumento de 0,2 ponto percentual em relação a julho.

Imagens: Agência Brasil 

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Brasil

Fies deixa de ser principal opção de financiamento

A redução do financiamento estudantil deixa de beneficiar 155 mil alunos.
26/09/2018, 11h56

Pela primeira vez em quatro anos, o Financiamento Estudantil (Fies) não foi o principal financiador dos alunos matriculados em universidades particulares brasileiras. Dados do Censo da Educação Superior 2017 mostram que, no ano passado, houve uma expansão de outras formas de financiamento – a principal delas o crédito de instituições privadas.

Das 6,2 milhões de matrículas no ensino superior privado em 2017, 2,8 milhões (46,3%) tiveram algum tipo de financiamento ou bolsa (privada ou pública). Foi o maior porcentual de matrículas financiadas desde 2009. O Fies correspondeu a 1,07 milhão de financiamentos (37,1%) e o Programa Universidade para Todos (ProUni), por 609,4 mil (21,1%).

A maioria ficou concentrada no setor privado: pelas próprias instituições de ensino, bancos ou empresas especializadas, com 1,2 milhão de contratos (41,8%). Nesse total também são incluídas as bolsas concedidas por instituições privadas dentro de programas governamentais – em contrapartida, elas recebem isenção fiscal ou abatem dívidas com a União.

“A partir de 2015, quando houve a redução do Fies, as instituições de ensino buscaram opções para que o aluno pudesse permanecer no ensino superior. Para isso, fizeram parcerias com instituições financeiras para subsidiar os juros ou passaram a oferecer crédito próprio. Ainda assim, há uma demanda enorme de jovens que querem ingressar na faculdade, mas não têm condições financeiras de arcar com esse financiamento privado”, afirma Solon Caldas, diretor da Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior.

Desde 2014, o Fies permanecia como o principal financiador e chegou, naquele ano, a ser responsável por 1,33 milhão de contratos. A tendência é de que diminua ainda mais sua participação nos dados de 2018, por causa das alterações nas regras de concessão.

Fies: Mudanças

Para reverter o baixo índice de contratação, o governo federal mudou para o segundo semestre deste ano parte da regulamentação, com o financiamento de no mínimo 50% do valor da mensalidade. Antes, a parcela mínima chegava a 8%. Outra mudança foi o aumento do teto das mensalidades, de R$ 5 mil para R$ 7,1 mil.

Durante a apresentação dos dados do censo, o ministro da Educação, Rossieli Soares, minimizou a redução do Fies nos financiamentos. “Somando os dois programas FIES E PROUN, o governo federal ainda é o maior financiador. O ProUni, no ano passado, teve um aumento de 13,1% no número de contratos em relação ao ano anterior.”

Apesar da segunda queda consecutiva nos contratos do Finaciamento Estudantil, o ministro defende a regra atual. “Não dá para manter a responsabilidade de colocar o financiamento sem controle. É claro que sempre que possível, e se tivermos condições com responsabilidade, vamos continuar o financiamento em várias modalidades para os estudantes.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagens: R7 

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