Economia

Juros do rotativo do cartão de crédito sobem para 274% ao ano

A taxa subiu 2,6 pontos percentuais em relação a julho.
26/09/2018, 11h39

Os consumidores que caíram no rotativo do cartão de crédito pagaram juros mais caros em agosto. A taxa média do rotativo do cartão de crédito subiu 2,6 pontos percentuais em relação a julho, chegando a 274% ao ano.

Esses dados foram divulgados hoje (26) pelo Banco Central (BC), em Brasília. A taxa média é formada com base nos dados de consumidores adimplentes e inadimplentes.

No caso do consumidor adimplente, que paga pelo menos o valor mínimo da fatura do cartão em dia, a taxa chegou a 250,3% ao ano em agosto, com redução 1,8 ponto percentual em relação a julho.

Já a taxa cobrada dos consumidores que não pagaram ou atrasaram o pagamento mínimo da fatura (rotativo não regular) subiu 6,1 pontos percentuais, indo para 291,3% ao ano.

O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. O crédito rotativo dura 30 dias. Após esse prazo, as instituições financeiras parcelam a dívida.

Em abril, o Conselho Monetário Nacional (MMN) definiu que clientes inadimplentes no rotativo do cartāo de crédito passem a pagar a mesma taxa de juros dos consumidores regulares. Essa regra entrou em vigor em junho deste ano.

Mesmo assim, a taxa final cobrada de adimplentes e inadimplentes não será igual porque os bancos podem acrescentar à cobrança os juros pelo atraso e multa.

A taxa de juros do cheque especial ficou estável em agosto comparada a julho em 303,2% ao ano. Assim continua a ser a menor taxa desde março de 2016, quando estava em 300,8% ao ano.

As regras do cheque especial mudaram em Julho. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os clientes que utilizam mais de 15% do limite do cheque durante 30 dias consecutivos passaram a receber a oferta de um parcelamento, com taxa de juros menores que a do cheque especial definida pela instituição financeira.

Modalidades caras

As taxas do cheque especial e do rotativo do cartão são as mais caras entre as modalidades oferecidas pelos bancos. A do crédito pessoal, por exemplo, é mais baixa: 121,4% ao ano em agosto, mesmo com o aumento de 2,9 pontos percentuais em relação a julho. A taxa do crédito consignado (com desconto em folha de pagamento) recuou 0,4 ponto percentual, indo para 24,5% ao ano em agosto.

A taxa média de juros para as famílias caiu 0,2 ponto percentual para 51,8% ao ano. A taxa média das empresas também recuou 0,2 ponto percentual, atingindo 20,4% ao ano.

Cartão de crédito: inadimplência

A inadimplência do crédito, considerados atrasos acima de 90 dias, para pessoas físicas, ficou estável em 5%. No caso das pessoas jurídicas, houve recuo de 0,1 ponto percentual para 3,3%. Esses dados são do crédito livre em que os bancos têm autonomia para emprestar o dinheiro captado no mercado.

No caso do crédito direcionado (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura) os juros para as pessoas físicas permaneceram em 7,8% ao ano.

A taxa cobrada das empresas subiu 0,2 ponto percentual para 9,4% ao ano. A inadimplência das pessoas físicas segue em 1,9% e das empresas subiu 0,2 ponto percentual para 1,6%.

Em agosto, o estoque de todos os empréstimos concedidos pelos bancos ficou em R$ 3,155 trilhões, com aumento de 1% no mês e de 2,1% no ano. Em 12 meses, a expansão chegou a 3,4%.

Esse estoque do crédito corresponde a 46,7% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB) – com aumento de 0,2 ponto percentual em relação a julho.

Imagens: Agência Brasil 

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Brasil

Fies deixa de ser principal opção de financiamento

A redução do financiamento estudantil deixa de beneficiar 155 mil alunos.
26/09/2018, 11h56

Pela primeira vez em quatro anos, o Financiamento Estudantil (Fies) não foi o principal financiador dos alunos matriculados em universidades particulares brasileiras. Dados do Censo da Educação Superior 2017 mostram que, no ano passado, houve uma expansão de outras formas de financiamento – a principal delas o crédito de instituições privadas.

Das 6,2 milhões de matrículas no ensino superior privado em 2017, 2,8 milhões (46,3%) tiveram algum tipo de financiamento ou bolsa (privada ou pública). Foi o maior porcentual de matrículas financiadas desde 2009. O Fies correspondeu a 1,07 milhão de financiamentos (37,1%) e o Programa Universidade para Todos (ProUni), por 609,4 mil (21,1%).

A maioria ficou concentrada no setor privado: pelas próprias instituições de ensino, bancos ou empresas especializadas, com 1,2 milhão de contratos (41,8%). Nesse total também são incluídas as bolsas concedidas por instituições privadas dentro de programas governamentais – em contrapartida, elas recebem isenção fiscal ou abatem dívidas com a União.

“A partir de 2015, quando houve a redução do Fies, as instituições de ensino buscaram opções para que o aluno pudesse permanecer no ensino superior. Para isso, fizeram parcerias com instituições financeiras para subsidiar os juros ou passaram a oferecer crédito próprio. Ainda assim, há uma demanda enorme de jovens que querem ingressar na faculdade, mas não têm condições financeiras de arcar com esse financiamento privado”, afirma Solon Caldas, diretor da Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior.

Desde 2014, o Fies permanecia como o principal financiador e chegou, naquele ano, a ser responsável por 1,33 milhão de contratos. A tendência é de que diminua ainda mais sua participação nos dados de 2018, por causa das alterações nas regras de concessão.

Fies: Mudanças

Para reverter o baixo índice de contratação, o governo federal mudou para o segundo semestre deste ano parte da regulamentação, com o financiamento de no mínimo 50% do valor da mensalidade. Antes, a parcela mínima chegava a 8%. Outra mudança foi o aumento do teto das mensalidades, de R$ 5 mil para R$ 7,1 mil.

Durante a apresentação dos dados do censo, o ministro da Educação, Rossieli Soares, minimizou a redução do Fies nos financiamentos. “Somando os dois programas FIES E PROUN, o governo federal ainda é o maior financiador. O ProUni, no ano passado, teve um aumento de 13,1% no número de contratos em relação ao ano anterior.”

Apesar da segunda queda consecutiva nos contratos do Finaciamento Estudantil, o ministro defende a regra atual. “Não dá para manter a responsabilidade de colocar o financiamento sem controle. É claro que sempre que possível, e se tivermos condições com responsabilidade, vamos continuar o financiamento em várias modalidades para os estudantes.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagens: R7 

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Goiás

Após internação do cantor, assessoria de Jefferson Moraes se manifesta sobre quadro clínico

Segundo a assessoria, o cantor será submetido a uma cirurgia, e deve ficar afastado dos palcos por enquanto.

Por Ton Paulo
26/09/2018, 12h07

A assessoria do cantor sertanejo Jefferson Moraes se manifestou sobre o quadro clínico do cantor. Jefferson deu entrada numa internação no Hospital do Rim, em Goiânia, na noite desta terça-feira (25/9). O artista foi diagnosticado com cálculos renais.

Segundo a nota, o cantor será submetido a uma cirurgia, e deve ficar afastado dos palcos por enquanto.

Confira a nota divulgada pela assessoria na íntegra:

“O cantor Jefferson Morais foi internado no Hospital do Rim em Goiânia-GO, na noite desta terça-feira (25/9) depois de sentir fortes dores nas costas e diagnosticado com cálculo renal pelo urologista Dr. Marco Tulio Resende. Após exames ambulatoriais, o médico informou que o cantor deverá ser submetido a um procedimento cirúrgico a laser nesta quarta-feira para retirar os cálculos renais e permanecerá afastado de suas atividades profissionais até recuperação total pós cirurgia. Agradecemos a compreensão de todos e daremos notícias após o Boletim Médico.”

Segundo a agenda oficial o sertanejo, ele se apresentaria Vargem Grande do Sul (SP) na noite de hoje. Na sexta e no sábado, ele se apresentaria em Rondonópolis e em Primavera do Leste, no Mato Grosso. De acordo com a assessoria de imprensa, os shows do cantor serão remarcados.

Sobre a trajetória de Jefferson Moraes

Com apenas 23 anos, Jefferson Moraes já tem uma história muito intensa com a música. Nascido em Londrina, aprendeu desde cedo a tocar diversos instrumentos sozinho, como violão, piano, guitarra, bateria e baixo. Também cantava em bares as músicas dos seus maiores ídolos: Jorge e Mateus e Zezé di Camargo e Luciano.

Atualmente, o cantor dá show para grandes multidões e viaja por todo o Brasil cantando com artistas que marcaram o cenário sertanejo. Seu novo DVD, Start in SP, conta com participações muito especiais: Jorge e Mateus, Simone e Simaria, Matheus e Kauan, Gusttavo Lima e Israel Novaes.

Além disso, Jefferson é também compositor e já acumula mais de 100 canções de sua autoria. Suas músicas passeiam tanto pela “sofrência” quanto pelas noites das baladas.

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Política

Haddad responde a oito ações após gestão em SP

Processos decorrentes de sua gestão como prefeito de São Paulo envolvem desvios de recurso, superfaturamento e suposto pagamento de uma dívida de campanha por empreiteira da Lava Jato.
26/09/2018, 13h30

O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, é alvo de oito processos na Justiça decorrentes de sua gestão como prefeito de São Paulo (2013-2016) e da sua eleição à Prefeitura em 2012. São seis ações de improbidade administrativa envolvendo supostos desvios de recursos no Teatro Municipal, superfaturamento na construção de uma ciclovia e uso indevido das multas de trânsito, além de duas denúncias (criminal e eleitoral) relacionadas ao suposto pagamento de uma dívida de campanha por empreiteira da Lava Jato.

Desde que a primeira ação contra o petista foi movida pelo Ministério Público de São Paulo, em 2015, o ex-prefeito acumula algumas vitórias e derrotas parciais, sem condenação até o momento. Haddad é réu em dois processos – suposto prejuízo de R$ 5,2 milhões na construção de 12,4 km de ciclovia e suposto recebimento de R$ 2,6 milhões de caixa 2 da UTC Engenharia na campanha de 2012, quando foi eleito. Em outra ação, contra o uso do dinheiro das multas de trânsito para pagar funcionários, a Justiça proibiu a prática, mas absolveu Haddad da acusação de dano ao erário na primeira instância. A Promotoria recorreu. Outra ação sobre o mesmo caso está suspensa até fevereiro de 2019.

Só a acusação de caixa 2 da UTC, fruto de delação premiada do ex-presidente da empreiteira Ricardo Pessôa, resultou em outros dois processos movidos pelo MP paulista no último mês: uma ação por enriquecimento ilícito e uma denúncia por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. O petista nega o crime e tem criticado ações da Promotoria em pleno período de campanha. A Corregedoria do Ministério Público apura se as ações seguirem o rito normal.

Poucos dias antes de deixar a Prefeitura, em dezembro de 2012, Haddad foi alvo de outra ação do MP, que o responsabiliza pelo suposto desvio de R$ 15,6 milhões de recursos do Teatro Municipal entre 2013 e 2015. A acusação foi feita pelo ex-diretor da fundação do teatro, por meio de delação premiada. Em março de 2017, a Justiça determinou a suspensão imediata do contrato com o instituto que administrava o teatro, mas a ação contra o petista ainda está na fase de citação. O caso também é alvo de ação popular.

Defesa de Haddad se pronuncia

A assessoria do ex-prefeito de São Paulo afirma em nota que, no caso do Teatro Municipal, foi Fernando Haddad “quem determinou a Controladoria-Geral do Município que investigasse as denúncias de desvio de recursos, afastou o gestor responsável e bloqueou os bens dos réus”.

Sustenta ainda que os processos envolvendo multas “estão suspensos” e o próprio juiz da ação sobre a ciclovia diz que o prefeito “tomou as providências necessárias para sanear o contrato”. Sobre as denúncias da campanha de 2012, afirmou que Ricardo Pessôa é um “delator desqualificado”, “não apresentou nenhuma prova” e Haddad cancelou obra de seu interesse “por indícios de superfaturamento”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagens: ucho.info 

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Entretenimento

10 bandas de rock de Goiânia que você precisa ouvir

Nascidas no cenário underground, bandas de rock de Goiânia fazem sucesso não apenas o no estado, mas também por todo o país.
26/09/2018, 15h12

Embora Goiânia seja considerada a capital do sertanejo, não é só de bota e chapéu que se faz sua população. De forma geral, Goiás é a terra natal de diversos artistas reconhecidos nacionalmente, independente do trabalho que produzem. Portanto, não seria difícil imaginar que bandas de rock de Goiânia se consolidam no cenário musical brasileiro.

Se você curte esse tipo de som, então se liga! Preparamos uma lista com algumas entre as melhores bandas de Goiânia. Se você não conhece todas, fica a dica para começar a escutar o trabalho produzido por elas! Dá uma olhada!

Confira algumas bandas de rock de Goiânia:

1 – Carne Doce

10 bandas de rock de Goiânia que você precisa ouvir
Foto: Reprodução/Uai

Carne Doce representa atualmente, uma das mais importantes bandas de rock de Goiânia. Com cinco anos de estrada, o quinteto composto por Salma Jô (vocal), Anderson Maia (baixo), Macloys Aquino (guitarra), Ricardo Machado (bateria) e João Victor Santana (guitarra e sintetizadores) nasceu na cena independente da cidade e à medida que o tempo passa, ganha ainda mais reconhecimento.

Em suas letras, abordam temas que abrangem o universo feminino como um todo, apoiando também as causas feministas. Bons exemplos são as músicas “Artemísia” e “Falo”, que se posicionam sobre temas de constante debate, como aborto e o espaço das mulheres em ambientes praticamente dominados por homens.

2 – Boogarins

10 bandas de rock de Goiânia que você precisa ouvir
Foto: Reprodução/Vix

E para os fãs do psicodélico, nada melhor que curtir o som da banda goianiense Boogarins. Formada no ano de 2012, foi inicialmente composta por Fernando “Dinho” Almeida (vocais e guitarra rítmica) e Benke Ferraz (guitarra solo). Mais tarde, entraram para o projeto os músicos Hans Castro (bateria) e Raphael Vaz (contrabaixo). No entanto, apenas 2 anos depois, Hans se desligou da banda, sendo substituído por Ynaiã Benthroldo.

Embora também seja uma banda recente, soube muito bem como conquistar seu espaço na cena do rock de Goiânia, expandindo horizontes também para outros lugares do Brasil. Apenas para que você tenha ideia, conseguiram um contrato de três discos com o selo Other Music Recording, que é nada menos que uma importante loja de discos de Nova York. O sucesso da banda é algo que apenas cresce.

3 – Black Drawing Chalks

10 bandas de rock de Goiânia que você precisa ouvir
Foto: Reprodução/Tenho Mais Discos que Amigos

Quem diria que uma ideia que surgiu ainda dentro da faculdade de design poderia ser algo tão concreto no futuro? Pois é, foi exatamente o que aconteceu com a banda em questão. Victor Rocha e Douglas de Castro convidaram Denis de Castro (irmão de Douglas), que até então era estudante de arquitetura, para formar o Black Drawing Chalks.

Juntaram-se ainda ao projeto, Marco Bauer e Renato Cunha, mas que já deixaram a banda, que atualmente conta com Edimar Filho. O nome vem de uma marca alemã para desenho, e significa “carvões pretos para desenhar”.

No ano de 2007 lançaram “Big Deal”, álbum de estréia e que por sinal, já ganhou inúmeros elogios do público e da crítica. Ao atingirem o que podemos chamar de maturidade musical, chegaram a se apresentar em um festival no Canadá. Atualmente são considerados não só uma das mais importantes bandas de rock de Goiânia, mas também de todo o Brasil.

4 – Hellbenders

10 bandas de rock de Goiânia que você precisa ouvir
Foto: Reprodução/Hearts Bleed Blue

Hellbenders nasceu na cena underground de Goiânia, com o objetivo de construir uma identidade própria. Misturando elementos do punk, stoner e hard rock setentista, acabaram conseguindo o que tanto queriam: um som marcado por seus extremos.

Após uma boa oportunidade em 2011, o grupo composto atualmente por Diogo Fleury (voz e guitarra), Braz Torres (voz e guitarra), Augusto Chita (baixo) e Rodrigo Andrade (bateria), chegou a dividir palco com grandes nomes do rock internacional, a exemplo de Exodus, Truckfighters e Nashville Pussy.

Depois de muito trabalho, também passaram a se consagrar no cenário nacional e são convidados para diversos festivais de rock e de música alternativa. Estiveram, inclusive, em edições do Festival Bananada e do Goiânia Noise.

5 – MQN

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Foto: Reprodução/A Redação

Embora a banda tenha deixado os palcos em 2012, fazendo apenas alguns shows pontuais após tal ano, ainda vale muito a pena conhecer o trabalho que desenvolveram. Formada por Fabrício Nobre (vocal), CJ (guitarra), Miranda (bateria), e Vazques (baixo), chegou a se consolidar como uma das mais tradicionais bandas do rock independente do país.

Participaram de praticamente todos os eventos de rock que aconteciam no país naquela época. Suas músicas eram repletas de personalidade, típica essência do roqueiro dos anos 90, sempre com muitos gritos (nosso tão querido gutural), palavrões, e letras sobre bebidas.

6 – Overfuzz

10 bandas de rock de Goiânia que você precisa ouvir
Foto: Reprodução/Tenho Mais Discos que Amigos

Também considerada uma banda jovem, o trio Overfuzz nasceu no ano de 2010. Formada por Victor Ribeiro (bateria), Brunno Veiga – “Brunnim” (guitarra e vocal) e Bruno Andrade – “Brunão” (baixo), surgiu de forma despretensiosa, enquanto tomavam uma boa cerveja e brincavam de fazer um som.

Perceberam que tinham sinergia e entraram de cabeça no projeto Overfuzz, lançando a banda que, atualmente, já possui fãs não apenas na cena de Goiânia mas também de todo o Brasil. Possui 2 EPs lançados, um compacto em vinil, e o álbum lançado no fim de 2015: “Bastard Sons Of Rock ‘n’ Roll”.

7 – The Galo Power

10 bandas de rock de Goiânia que você precisa ouvir
Foto: Reprodução/The Galo Power

E é claro que não poderíamos falar sobre as bandas de rock de Goiânia sem mencionar The Galo Power, que tem tudo a ver com a região. Formada no ano de 2007, é composta por Evandro Galo (bateria), Rodolpho Gomes (baixo, vola e voz) e Bruno Galllo (guitarra, violão e voz).

Sempre com a proposta de resgatar o rock’n roll clássico e setentista, a banda deu origem a um movimento não apenas na capital goiana, mas ganhou também o seu espaço no cenário nacional. Entre os anos de 2011 e 2015 participou de importantes festivais, a exemplo do Vaca Amarela, Goiânia Noise e do Porão do Rock.

8 – Violins

10 bandas de rock de Goiânia que você precisa ouvir
Fotografia: blog.flaviopintovalle.com

Se você ainda não conhece a banda, precisa conhecer! Se “The Beatles”, “The Beach Boys”, “Zombies”, e aquela pegada progressiva e psicodélica de Pink Floyd fazem seu estilo, certeza que irá gostar! Então imagine tudo isso misturado com o melhor que a música brasileira pode oferecer?! O resultado é simplesmente sensacional e define Violins.

Sempre com letras recheadas de muita poesia, chamou atenção desde sua estreia, que aconteceu em 2003. Embora não tenha grande ascensão de forma nacional, a banda tem seu espaço na cena goiana.

9 – Cambriana

10 bandas de rock de Goiânia que você precisa ouvir
Foto: Reprodução/Tenho Mais Discos que Amigos

Embora Cambriana faça suas maiores investidas no pop, a mistura entre os estilos é que faz da banda algo tão gostoso de se ouvir. Suas letras buscam sempre a identificação com o público, falando sobre temas que abordam os diversos aspectos da vida. No entanto, vale considerar que suas músicas são cantadas em inglês.

As batidas costumam ser leves e realmente capazes de contagiar quem as escuta. O primeiro álbum da banda foi lançado a partir de gravações feitas em um estúdio caseiro, o que realmente impressiona, uma vez que a qualidade é excelente.

10 – Mechanics

10 bandas de rock de Goiânia que você precisa ouvir
Foto: Reprodução/A Redação

A banda formada em Goiânia não foi dessas que fez sucesso logo de cara. Depois de muitos tropeços em sua carreira, finalmente conseguiram reconhecimento por seu trabalho e se tornaram responsáveis por expandir o cenário goiano de rock independente.

Sempre fazendo muito barulho, a banda é verdadeiramente transgressora, fazendo uma mistura boa entre o garage, grunge e stoner rock. Mechanics, formada por Márcio Jr. (vocal), Katú (guitarra), Little John (baixo) e Junão Cananéia (bateria) ainda possui influências cósmico-filosóficas que permeiam entre os quadrinhos, cinema trash e as artes visuais em um submundo da literatura marginal.

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