Esportes

Após acusação de estupro, Cristiano Ronaldo fica fora de convocação de Portugal

O jogador se defendeu pelas redes sociais.
04/10/2018, 10h56

Em meio a uma acusação de estupro, Cristiano Ronaldo foi deixado de fora da lista de convocados da seleção de Portugal para os próximos jogos da equipe, um amistoso e uma partida válida pela Liga das Nações. O técnico Fernando Santos avisou que o atacante da Juventus também ficará de fora da convocação seguinte, em novembro.

De acordo com o treinador, a decisão foi tomada em conjunto com o próprio jogador e com o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Fernando Soares Gomes da Silva. “Nós concordamos que o jogador não estaria disponível para estes jogos, que não seria uma opção para a seleção. Para as duas próximas convocações, esta e a seguinte, Ronaldo não estará conosco”, confirmou Fernando Santos.

O anúncio acontece seis dias depois de o atacante ser acusado publicamente de estupro por uma norte-americana Kathryn Mayorga, de 34 anos. O caso teria acontecido em um quarto de hotel em Las Vegas, nos Estados Unidos, em junho de 2009. Ela fez a denúncia em uma reportagem publicada pela revista alemã Der Spiegel.

De acordo com reportagem, o português teria conhecido Kathryn em um clube e, mais tarde, a obrigado a ter relações sexuais com ele. O atacante teria pago US$ 375 mil (cerca de R$ 1,4 milhão pela cotação atual) para que ela não tornasse o caso público. À Der Spiegel, a mulher disse que aceitou a oferta do português à época por temer por ela e sua família.

Cristiano Ronaldo: defesa

Pelas redes sociais, Cristiano Ronaldo se defendeu na quarta e negou a acusação. “Aguardarei com tranquilidade o resultado de quaisquer investigações e processos, pois nada me pesa na consciência. Nego terminantemente as acusações de que sou alvo. Considero a violação um crime abjeto, contrário a tudo aquilo que sou e em que acredito. Não vou alimentar o espetáculo midiático montado por quem quer se promover à minha custa.”

O atacante não defende a seleção portuguesa desde a Copa do Mundo da Rússia, quando o time português foi eliminado pelo Uruguai, nas oitavas de final. Cristiano Ronaldo perdeu os dois jogos disputados logo após o Mundial sob alegação de que estava ainda se mudando para Turim, onde passaria a defender a Juventus.

Agora ele perderá o jogo contra a Polônia, pela Liga das Nações, e também o amistoso com a Escócia, nos dias 11 e 14 deste mês, respectivamente. Aos 33 anos, o jogador ainda pretende voltar a defender a sua seleção, segundo afirmou o treinador nesta quinta.

Confira abaixo a lista dos convocados de Portugal:

Goleiros – Beto (Goztepe), Cláudio Ramos (Tondela) e Rui Patrício (Wolverhampton);

Defensores – Cédric Soares (Southampton), João Cancelo (Juventus), Kevin Rodrigues (Real Sociedad), Luís Neto (Zenit), Mário Rui (Napoli), Pedro Mendes (Montpellier), Pepe (Besiktas) e Rúben Dias (Benfica);

Meio-campistas – Bruno Fernandes (Sporting), Danilo Pereira (FC Porto), Gedson Fernandes (Benfica), Pizzi (Benfica), Renato Sanches (Bayern de Munique), Rúben Neves (Wolverhampton), Sérgio Oliveira (Porto) e William Carvalho (Betis);

Atacantes – André Silva (Sevilla), Bernardo Silva (Manchester City), Bruma (RB Leipzig), Éder (Lokomotiv Moscou), Gonçalo Guedes (Valência) e Hélder Costa (Wolverhampton).

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Brasil

Justiça manda aplicativo Lulu e Facebook indenizarem homem 'mal avaliado' no sexo

O pedido de indenização tinha sido negado em primeira instância.
04/10/2018, 11h06

Os desembargadores da 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) condenaram, por unanimidade, o Facebook e o aplicativo Lulu por danos morais causados a um homem avaliado “negativamente” por seus relacionamentos.

O autor da ação disse que “nunca concedeu autorização para ser incluído no aplicativo” – em que constavam todos os usuários masculinos da rede social. Ele afirmou que tentou exigir a exclusão de seu nome do cadastro, mas sem sucesso, “foi vítima de chacotas entre amigos em razão das hashtags atribuídas a ele”.

O pedido de indenização havia sido negado em primeira instância. O homem recorreu ao Tribunal de Justiça, já que acredita que o Lulu favoreceu o bullying virtual. Além disso, ele alegou ser “indevida a atitude de empresa em permitir a disponibilização dos seus dados sem autorização”.

O homem argumentou que o Facebook “não avisou que seus dados seriam usados por outras empresas”, e como o aplicativo só podia ser acessado por mulheres, “ficou sabendo da notícia por meio de uma colega de trabalho, aumentando sua vergonha”.

Relator do caso, o desembargador Carlos Eduardo Richinitti, do TJ-RS, esclareceu que esse aplicativo abrangia avaliação de quesitos como aparência, humor, educação, ambição, sexo e compromisso, a partir de um questionário predefinido pelo aplicativo. A usuária poderia escolher hashtags sugeridas pelo próprio Lulu.

O magistrado destacou que várias eram ofensivas, e apesar de o Facebook argumentar que seus termos e condições estabeleçam que alguns dados consistem em informações públicas, neste caso, se aplica o Código de Defesa do Consumidor, no seu artigo 47.

“Veja-se que essas informações públicas podem ser utilizadas dentro da rede social Facebook para que outros usuários possam encontrar amigos ou perfis que lhe interessem (lojas, ONGs, instituições, eventos, marcas, etc.), mas não por outros aplicativos ou empresas para uso irrestrito e violador de direitos e garantias fundamentais como ocorreu no caso concreto. Aliás, não se olvide que as cláusulas contratuais serão interpretadas de maneira mais favorável ao consumidor”, citou.

A condenação foi de R$ 10 mil, valor a ser pago pelas empresas por danos morais causados ao autor da ação.

Defesa do Facebook 

A reportagem está tentando a localizar a defesa do aplicativo Lulu e o espaço está aberto para manifestação. A assessoria do Facebook informou que não comentará a decisão judicial.

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Goiás

Manicure que dirigia motocicleta morre após bater em ônibus, em Goiânia

No momento do trágico ocorrido, a manicure estava a caminho para atender algumas clientes que tinham horário marcado com ela.

Por Ton Paulo
04/10/2018, 11h42

Uma manicure de 43 anos que conduzia uma motocicleta morreu na manhã desta quinta-feira (4/10) após se envolver em um acidente com um ônibus, no Jardim Novo Mundo, em Goiânia. Segundo a Delegacia de Crimes de Trânsito (DICT), a vítima trafegava no veículo na mesma faixa que o ônibus, quando houve uma colisão violenta lateral entre os dois.

Cleonice de Souza e Silva trabalhava como manicure e, no momento do trágico ocorrido, estava a caminho para atender algumas clientes que tinham horário marcado com ela.

Segundo informações da DICT, Cleonice conduzia a motocicleta Honda CG 150, de cor vermelha, pela Avenida Anápolis, supostamente pelo acostamento, sentido aproximado Vila Predoso – Jardim Novo Mundo.

No mesmo sentido, na pista de rolamento da direita, trafegava um ônibus do transporte coletivo, conduzido por um motorista de 59 anos. De acordo com a Dict, na altura da ponte sobre o Rio Meia Ponte, ainda por causas que estão sendo investigadas, houve uma forte colisão lateral entre os dois veículos.

RedeMob se manifestou em nota sobre o acidente que causou a morte da manicure

Em nota oficial, a RedeMob Consórcio, empresa responsável pelo transporte coletivo metropolitano de Goiânia, se manifestou dizendo que a vítima do acidente, ao sair do acostamento para entrar na avenida, chocou-se contra o meio fio e caiu na pista no momento em que o veículo estava passando.

Com o impacto da batida, a manicure não resistiu aos ferimentos e teve sua morte confirmada por uma equipe do Corpo de Bombeiros ainda no local do acidente.

O motorista do ônibus permaneceu no local, onde realizou o teste do bafômetro, cujo resultado mostrou que ele não possuía sinais de embriaguez.

De acordo com a DICT, nenhum passageiro do transporte coletivo ficou ferido.

A reportagem do Dia Online não conseguiu contato com a família.

Confira a nota da RedeMob na íntegra:

“Nota à imprensa

O acidente que acabou resultando no falecimento da Sra. Cleonice de Souza e Silva, ocorreu na manhã desta quinta-feira na Avenida Anápolis no Jardim Novo Mundo, envolvendo um ônibus que fazia a linha 273 (T. Novo Mundo/ Jd. das Oliveiras).

Segundo a empresa responsável pelo ônibus o acidente se deu no momento em que a vítima, ao sair do acostamento para entrar na avenida, chocou-se contra o meio fio e caiu na pista no momento em que o veículo estava passando.

Atenciosamente,

RedeMob Consórcio”

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Goiás

Conta de luz em Goiás vai ficar mais cara; Enel culpa Petrobras

Segundo a Enel, a suspensão do gás fornecido pela Petrobras à Termofortaleza gerou um impacto de R$ 200 milhões de reais.

Por Ton Paulo
04/10/2018, 12h11

A conta de luz dos goianos vai ficar mais cara. Um aumento médio de R$ 0,15  centavos na conta de energia para cobrir os custos com o acionamento de usinas termelétricas — uma alternativa para preservar os reservatórios das hidrelétricas que estão baixos por conta da seca prolongada – foi anunciada. Medida será aplicada em todo o país.

Esse impacto vem da decisão do governo federal em ativar a Usina Termelétrica Fortaleza, da Enel, pelo prazo de 90 dias. Para isso, a ideia é melhorar a remuneração da usina para cobrir o gasto operacional.

Com isso, automaticamente o aumento será repassado diretamente para os consumidores. Estão nos planos fazer o mesmo com três termelétricas movidas a gás natural: Uruguaiana (da AES), Araucária (Companhia Paraense de Energia-Copel) e de Cuiabá.

Neste caso, o aumento da conta vai depender da necessidade de acionar ou não essas usinas. A estimativa de impacto para o consumidor é da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

As medidas constam de duas portarias do Ministério de Minas e Energia, publicadas no início desta semana. A norma definitiva deve ser divulgada no fim da próxima semana, com a alegação do governo de que as usinas têm preço competitivo. Atualmente, elas não têm contrato de comercialização de energia.

Enel justifica o aumento na conta de luz em Goiás, e fala de gastos causados pela suspensão de gás da Petrobras

Em nota, a Enel, responsável pelo fornecimento e distribuição de energia elétrica em Goiás, alegou que a portaria pretende sanar uma questão que prejudica os consumidores de energia elétrica do país.

A empresa ainda declara que a suspensão do gás fornecido pela Petrobras à Termofortaleza, pertencente à Enel, “gerou o impacto em 5 meses (março a agosto/18) de cerca de R$ 200 milhões de reais, considerando os custos adicionais para o sistema e impactos diretos ao consumidor através da tarifa de energia”.

Veja abaixo a nota da Enel na íntegra:

“A Termofortaleza, da Enel Brasil, é uma das usinas térmicas mais eficientes com menor custo de geração do país, por isso sua operação é de suma importância nos momentos de crise energética no País. A usina foi incluída no Programa Prioritário de Termeletricidade (PPT), instituído no início dos anos 2000, para estimular o uso do gás natural e aumentar a segurança do abastecimento de energia elétrica.

A Enel entende que a portaria em consulta pública visa sanar temporariamente uma questão que prejudica todos os consumidores de energia do país e não apenas a Termofortaleza. Com a suspensão do gás fornecido pela Petrobras à Termofortaleza, o impacto em 5 meses (março a agosto/18) já está em cerca de R$ 200 milhões, considerando os custos adicionais para o sistema e impactos diretos ao consumidor através da tarifa de energia. Este acréscimo de custo ocorre em razão do acionamento de térmicas mais caras, incluindo usinas movidas a óleo diesel. Estudo elaborado pela PSR a pedido da Enel aponta que os prejuízos para o sistema com a paralisação da Termofortaleza poderiam ultrapassar R$ 1 bilhão no ano

A companhia acredita ainda ser extremamente necessária a preservação do ambiente legislativo e regulatório do País de forma a assegurar a estabilidade dos contratos e o ambiente seguro de investimentos. A solução definitiva e estrutural para o funcionamento da usina depende ainda de projeto de lei que garanta o fornecimento do gás.”

Via: O Globo 
Imagens: Veja 

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Goiás

Empresária tenta pegar filho que chorava e ladrão atira na cabeça em Aparecida

Empresária é morta a tiros na frente dos filhos e do marido, depois do caçula começar a chorar, em Aparecida de Goiânia.
04/10/2018, 12h30

Shirley Gonçalves da Silva, de 37 anos, chegava em casa com o marido e os dois filhos depois de um jantar quando foi surpreendida com criminosos dentro da residência na madrugada desta quinta-feira (4/10).

Assustado com a movimentação, o filho caçula, de pouco mais de dois anos, começou a chorar. Shirley tentou acalmar a criança quando foi morta a tiros, na casa que fica na rua Gago Coutinho, no setor Buriti Sereno, em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana de Goiânia. Ela foi atingida com um tiro na cabeça.

Dois assaltantes, que já haviam encontrado dinheiro na casa, esperavam o casal com o que parecia uma camiseta e um capacete, para evitar reconhecimento. “Eles tinham roubado, mas queriam mais porque sabiam que a família guardava dinheiro em casa”, conta ao Portal Dia Online, o delegado responsável pela investigação, Diogo Luiz Barreira Gomes.

Ainda segundo o delegado, os homens chegaram a pé e, na fuga, levaram a moto do casal, uma CG vermelha. “Mas eles abandonaram o veículo perto de um córrego, junto com o celular e roupas das vítimas”, complementa Diogo.

“Foi uma crueldade. Ela baixou para pegar a criança e os homens atiraram. Pode ser que ela tenha identificado um deles”, revela o delegado que, para entender a dinâmica do crime, ouviu o filho do casal mais velho, um adolescente de 14 anos, levado por familiares à delegacia.

Empresária, Shirley era dona de um restaurante fast food, em que servia, entre outros pratos, esfirras. Segundo a Polícia Civil, ela foi baleada depois de a criança de pouco mais de 2 anos começar a chorar, assustado com a violência dos ladrões.

Ladrões R$ 7 mil reais de empresária em Aparecida

Segundo o delegado, a principal linha de investigação da Polícia Civil é latrocínio, roubo seguido de morte, e será conduzida pelo 4º Departamento de Polícia de Aparecida de Goiânia (4ºDP).

Ainda conforme o delegado contou ao Portal Dia Online, os bandidos levaram R$ 7 mil reais, valor que seria destinado à Folha de Pagamento dos funcionários do Restaurante que fica no setor Garavelo.

Preliminarmente, a polícia sabe que os bandidos pediram a chave do cofre para a vítima

De acordo com as informações divulgadas, Até o momento nenhum criminoso foi preso, mas a polícia tenta buscá-los por meio de investigação de inteligência.

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