Goiás

Show de Anitta em Goiânia previsto para o próximo domingo é adiado

O show da cantora pop em Goiânia, que estava previsto para o próximo domingo (7/10), foi adiado por "motivos técnicos", de acordo com a assessoria do evento.

Por Ton Paulo
04/10/2018, 08h40

O show da cantora Anitta, que estava marcado para acontecer no próximo domingo (7/10), em Goiânia, foi oficialmente adiado. De acordo com informações da assessoria do Beauty Party, responsável pela promoção da apresentação da cantora na capital goiana, a atração será realizada em um novo formato, agora no dia 9 de dezembro, um domingo.

Em nota, a assessoria informou que o evento foi adiado por razões técnicas e em dezembro terá um estilo “sunset”, a partir das 17 horas, com mais atrações.

A organização do evento também orientou, através da nota, como devem proceder as pessoas que já compraram o ingresso. De acordo com o comunicado emitido, os ingressos já adquiridos valem para a nova data, sem alteração no valor.

Aqueles que tiverem interesse na devolução do dinheiro, podem solicitar o reembolso no site de vendas oficial ou nas lojas do Shopping dos Cosméticos.

Confira a nota na íntegra sobre o adiamento do show de Anitta em Goiânia

“Comunicado à Imprensa

A Organização da “Beauty Party”, que contava com a cantora Anitta como um dos destaques, comunica que o evento que estava marcado para o próximo domingo, dia 07 de outubro, foi adiado para o dia 9 de dezembro, por razões técnicas. A nova data vai permitir que a festa ganhe um formato ainda mais atraente – uma “Sunset Festival”,  começando às 17h, com mais atrações. A presença da cantora Anitta está confirmada.

Quem já adquiriu a entrada terá três opções a partir de agora. Pode simplesmente guardar o ingresso e utilizá-lo na nova data, sem qualquer alteração no valor. Mas, se a pessoa optar pela devolução, no caso de ter comprado o ingresso em dinheiro, pode fazer a troca nas lojas do Shopping dos Cosméticos. Nas compras “On Line” é só solicitar o cancelamento no site do meubilhete.com.

Mais informações estarão disponíveis no site www.beautyparty.com.br a partir das 14 horas de sexta-feira, dia 05/10/18.”

Via: O Popular 
Imagens: Vice 

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Brasil

Governo adia início do horário de verão para 18 de novembro, por Enem

O horário de verão terá 91 dias.
04/10/2018, 09h07

O Palácio do Planalto confirmou na noite desta quarta-feira, 3, que excepcionalmente o horário de verão só terá início este ano à zero hora do dia 18 de novembro, quando os relógios serão adiantados em uma hora.

É a segunda mudança de data. A primeira foi por causa do segundo turno das eleições. Agora, a alteração atende ao Ministério da Educação (MEC), considerando a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nos dois primeiros domingos de novembro (4 e 11).

Com o fim do horário de verão mantido para 16 de fevereiro (quando o relógio deverá ser atrasado em uma hora), o horário de verão 2018-2019 terá 91 dias de duração, 35 a menos do que em 2017-2018. No ano passado, o governo Michel Temer chegou a cogitar acabar com a mudança, que atinge sobretudo o Sudeste.

No dia 26 de setembro, o ministro da Educação, Rossieli Soares da Silva, solicitou formalmente ao presidente Michel Temer que adiasse o início do horário de verão. O MEC temia que candidatos pudessem perder o exame, caso ocorresse no mesmo dia da mudança dos relógios. Outra dificuldade seria a logística necessária para a aplicação da prova no Norte do País, onde alguns municípios ficariam com até três horas de atraso em relação ao horário de Brasília – que define início e término do exame.

Mudanças no horário de verão

Tradicionalmente, o horário de verão tem início a partir da meia-noite do terceiro domingo de outubro. Mas, Um decreto do dia 15 de dezembro do ano passado definiu o início do horário de verão para o primeiro domingo de novembro. Antes do decreto, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) havia solicitado que a mudança não coincidisse com o segundo turno das eleições deste ano, marcado para 28 de outubro.

A mudança normalmente ocorre em outubro. Só que isso levaria o segundo turno a ter apurações com horários diferentes em alguns Estados que não adotam a medida.

Imagens: UOL 

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Brasil

Crise faz reitoria da Unesp propor corte de cursos e fim do vestibular de junho

O déficit orçamentário é cerca de R$ 300 milhões.
04/10/2018, 09h49

Com um déficit orçamentário de cerca de R$ 300 milhões, a Universidade Estadual Paulista (Unesp) estuda fechar cursos de graduação com baixa procura e extinguir o vestibular do meio de ano, em junho, para melhor utilizar os recursos financeiros. Nesta quarta-feira, 3, a reitoria divulgou um plano com uma série de ações de contenção de despesas nas áreas acadêmica e administrativa para enfrentar o que chama de sua “maior crise econômica”.

Além de reformas para economia de recursos, são propostas ações com o governo do Estado para equacionar a insuficiência financeira e a busca por novas formas de receita, por exemplo com o estímulo à prestação de serviços e parcerias com o setor privado. “As mudanças acadêmicas não são para uma economia financeira. São para evitar o desperdício do dinheiro público”, disse o reitor Sandro Roberto Valentini. Todas as propostas serão discutidas em comissões e depois devem ser aprovadas pelo Conselho Universitário. O reitor prevê que o processo demore até dois anos – sobretudo na parte acadêmica.

A justificativa para a retirada de alguns programas é de que a Unesp oferece em alguns casos os mesmos cursos em diferentes câmpus. Por isso, seria preciso “avaliar a pertinência de manutenção de graduações com baixa procura e alta evasão”. A maioria da duplicidade é em licenciatura – área na qual a instituição mais se destaca entre as universidades paulistas, com a oferta de 48 opções, ante 26 na USP e 21 na Unicamp.

O documento explica que a taxa média de evasão da Unesp é de 6,9%, mas em algumas graduações, especialmente as de licenciatura, pode chegar a até 41,1% – é o caso de Física, em Presidente Prudente, cursada por Bárbara Santanna, de 19 anos. Ela conta que é no primeiro ano que ocorre o maior abandono. “Minha turma começou com 28 alunos e hoje estamos entre 12 e 14”, contou.

Valentini garantiu que não haverá diminuição do número total de vagas oferecidas pela Unesp. Caso haja a extinção de algum curso, outra graduação terá a seleção ampliada.

Outra proposta é a de que os estudantes possam ingressar nas licenciaturas em áreas do conhecimento, possibilitando a formação em mais de uma habilitação. Por exemplo: o aluno ingressaria em Ciências Exatas e poderia se formar em Química, Física e/ou Matemática. A proposta também prevê aprimorar o oferecimento de disciplinas compartilhadas por mais de um curso – por meio de turmas agrupadas – e o uso de tecnologias virtuais para aulas em câmpus diferentes.

Outra mudança é a possível eliminação ou reestruturação do vestibular de inverno, por causa do alto custo e baixa oferta de vagas (cerca de 5% das 7,3 mil ofertadas anualmente).

Críticas

As medidas preocuparam os sindicatos dos servidores e de professores da universidade, que temem uma piora da qualidade da pesquisa e do ensino. “Já temos déficit enorme de professores. E como ficam as atividades de pesquisa e extensão?”, indaga João da Costa Júnior, presidente da Associação de Docentes (Adunesp).

Das três universidades estaduais, a Unesp foi a que teve maior expansão dos últimos anos, passando de 13 para 24 câmpus em São Paulo. Apenas nos últimos 12 anos, teve um aumento de 25% no número de alunos matriculados na graduação, enquanto o de professores cresceu apenas 1%. “A expansão foi muito exagerada e não foi acompanhada de recursos”, disse Valentini.

Crise na Unesp

O déficit previsto pela Unesp para esse ano é quase o dobro de dois anos atrás, quando foi de R$ 170 milhões. Também é maior do que o previsto por USP e Unicamp, que sofrem com a mesma crise orçamentária, já que as três têm como principal fonte de receita a cota fixa de 9,57% da arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é estadual. Os reitores das três instituições pedem há anos que o governo paulista aumente a cota fixa e também altere o pagamento das aposentadorias.

As três instituições têm como principal problema a folha de pagamento dos servidores, que consome há anos mais de 90% do recurso estadual. De R$ 1,75 bilhão que a Unesp já recebeu do Estado neste ano até setembro, 91,4% foram gastos com o salário de professores e funcionários – e não há, pelo segundo ano consecutivo, previsão de pagar o 13.º e o último reajuste de servidores foi em 2015. Um terço da folha de pagamentos é destinado aos inativos – que atualmente são 2,1 mil professores e 4,7 mil servidores aposentados. As duas categorias consomem R$ 900 milhões ao ano, mas apenas R$ 220 milhões vêm de contribuições de funcionários que estão na ativa.

Em nota oficial, a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação informou que, concluídas as restrições previstas pela legislação eleitoral, vai auxiliar a Unesp e outras instituições de ensino. No entanto, não detalhou que tipo de auxílio pretende oferecer. Também disse que as universidades têm “autonomia administrativa e financeira, cabendo às instituições a gestão dos recursos”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Goiás

Escutas da PF mostram negociação de propina de R$ 1,2 milhão a Marconi Perillo

Grupo é flagrado negociando entrega de R$ 1,2 milhão em propina da Odebrecht para campanhas de Perillo nas eleições de 2010 e 2014.
04/10/2018, 09h54

A TV Anhanguera divulgou, na manhã desta quinta-feira (4/10), a transcrição de uma conversa que compromete ainda mais a imagem do ex-governador de Goiás e candidato ao Senado, Marconi Perillo (PSDB).

O repórter Honório Jacometo teve acesso a escutas telefônicas da Polícia Federal (PF), anexadas no inquérito a que o Ministério Público Federal (MPF) e a PF se basearam para desencadear a Operação Cash Delivery.

As escutas revelam uma conversa entre dois funcionários do doleiro Álvaro José Novis, um dos delatores da Lava Jato, e de um motorista de Jayme Rincón, um dos cinco presos depois de cumprimento de mandado e busca e apreensão em endereços ligados a Marconi Perillo (PSDB).

A conversa entre o grupo, segundo a Polícia Federal informou à TV Anhanguera, trata-se da entrega de R$ 1,2 milhão em propina da Odebrecht para campanhas do ex-governador Marconi Perillo nas eleições de 2010 e 2014.

Ainda conforme a reportagem, a transcrição da conversa é um diálogo entre Márcio Garcia de Moura – policial militar e motorista de Rincón, que acabou preso na Operação Cash Delivery – e um homem identificado como Márcio, que, conforme a corporação, também é PM e funcionário do doleiro Álvaro José Novis.

  • Moura: Aí veio 3 mensageiros seus. É isso mesmo?
  • Márcio: É, um levou 7 e outro levou 5, Né?
  • Moura: Então tá certo, né?
  • Márcio: Isso. Aí faz um ponto dois. [segundo a PF, ele se refere a R$ 1,2 milhão de reais].

Advogado de Marconi Perillo classifica vazamento a “intenção eleitoreira”

“Só vou falar depois das eleições. Pedi a delegada para que ele fosse escutado depois de domingo. Não quero fomentar essa intenção eleitoreira. Não vou fazer o jogo eleitoreiro”, disse ao Portal Dia Online, o advogado do ex-governador Marconi Perillo, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay.

Segundo a reportagem, em um dos trechos do inquérito, teria dito ao executivo da Odebrecht Ambiental, Fernando Reis, que ele esperasse uma contribuição “do tamanho da Odebrecht”, no Estado de Goiás.

Ainda conforme o inquérito, quando Marconi Perillo teria solicitado os valores para suas campanhas, parecia concordar com os interesses da Odebrecht em Goiás, um deles, a construção do VLT, que não foi para frente, e o esgoto no Entorno do Distrito Federal.

Ainda segundo a reportagem da TV Anhanguera, os policiais militares eram responsáveis por buscar o dinheiro de propina em São Paulo. Um dos indícios é de que R$ 1,2 milhão teria sido entregue na Rua Hadock Lobo, na capital paulista. Este seria o endereço, diz a PF, do apartamento onde mora o filho de Jayme Rincón, Rodrigo Rincón, um dos presos da Operação Cash Delivery.

Em um segundo trecho da conversa, o motorista do doleiro liga para um outro motorista de Jayme Rincón, identificado como Sérgio. O motorista quer confirmar o endereço do prédio.

  • Márcio: Oi, Sérgio. Meu nome é Márcio. Tudo bom?
  • Sérgio: Tudo joia!
  • Márcio: Tudo bem. Eu tenho umas encomendas aí para te entregar. Só confirmando contigo. Aí é 1259, 72 né?
  • Sérgio: 1259, 72 [segundo a PF, trata-se do número do prédio e apartamento Rodrigo Rincón]
  • Márcio: Aguarda aí que já estão caminhando para aí, está bom?
  • Sérgio: Tudo bem!

A Polícia Federal ainda conseguiu acessar conversas via Skype, ligações de celulares e passagens aéreas dos PMs – a dupla voou de Goiânia a São Paulo.

do diretamente com o recebimento do dinheiro, tendo sido beneficiário de parte dos pagamentos.

Via: G1 

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Goiás

Após denúncia de homicídio policia prende quadrilha em Goiânia

Briga na Vila Xavier que teve uma morte e um ferido, terminou com prisão de quadrilha.
04/10/2018, 10h01

Uma confusão na noite da última quarta-feira (3/10) terminou com um homicídio e uma tentativa de assassinato, na Vila Xavier, em Goiânia. De acordo com informações divulgadas pela assessoria de Imprensa da Polícia Militar (PM), houve uma discussão entre os envolvidos quando um deles sacou a arma e efetuou os disparos. Duas pessoas foram atingidas,  uma delas ficou ferida e outra acabou morrendo. O nome das vítimas e a motivação do crime não foram divulgados.

Segundo a PM, uma equipe das Rondas Ostensivas Táticas (Rotam) esteve no local. O caso, que inicialmente começou com uma denúncia de homícidio e tentativa de homicídio, terminou com a prisão da quadrilha responsável pelos crimes.

Durante o acompanhamento policial, a equipe da Rotam encontrou primeiro o menor que confessou participação no crime e entregou os comparsas, que foram presos em seguida. A assessoria informou que com a quadrilha foram encontrados um carro roubado, uma gauche de calibre 12 e duas pistolas: uma .45 e outra 9 milímetros. Além das armas e o carro, os policiais encontraram com os presos meio quilo de maconha e materiais para a produção e entrega de drogas, na região do setor dos Funcionários, em Goiânia.

Quadrilha é presa por homicídio

Entre os presos estão Fabrício Soares da Silva, de 32 anos, Halanna Bruna Pinheiro Torres, de 23 anos, Raresh Barbosa de Oliveira, de 30 anos e apreendido o menor I.C, de 16 anos. A quadrilha foi presa em flagrante, por homicídio e tentativa de homicídio, porte ilegal de arma de fogo, tráfico de drogas e associação criminosa.

Todos os envolvidos possuem passagens por outros crimes como receptação, roubo, direção perigosa e homicídio. Eles foram apresentados na Central de Flagrantes onde ficaram à disposição do poder judiciário.

Rotam recebe denúncia de homícidio e prende quadrilha
Foto: Divulgação PM/ Polícia recebe denúncia de homicídio e tentativa de homicídio, acaba com prisão de quadrilha.
Rotam recebe denúncia de homícidio e prende quadrilha
Foto: Divulgação PM/ Halanna Brunna Pinheiro Torres.
Rotam recebe denúncia de homícidio e prende quadrilha
Foto: Divulgação Rotam/ Raresh Barbosa de Oliveira.
Rotam recebe denúncia de homícidio e prende quadrilha
Foto: Divulgação PM/ Menor apreendido I.C.

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