Entretenimento

Cinema de shopping em Goiânia é fechado após chuva danificar equipamentos

De acordo com a gerente de marketing do shopping, o cinema está em reforma trocando o telhado e com as chuvas de domingo alguns equipamentos foram afetados.

Por Ton Paulo
08/10/2018, 12h16

O Shopping Bougainville, no Setor Marista, em Goiânia, teve que fechar seu cinema por tempo indeterminado, o Lumière, em razão dos estragos causados nos equipamentos pela última chuva que caiu na capital, no domingo (7/10).

De acordo com informações de Mônica Faleiros, gerente de Marketing da Rede de Cinemas Lumière, a um jornal local, o shopping está em reforma trocando o telhado e com as chuvas de domingo alguns equipamentos foram afetados.

A gerente de Marketing ainda conta que nesta segunda-feira (8/10) haverá uma avaliação geral para saber exatamente o que foi ou não afetado.

A unidade ainda não tem previsão para reabrir. Segundo Mônica, o problema do shopping e estrutural, então não nenhuma previsão para que o cinema volte a funcionar.

Leia abaixo o comunicado da Rede Lumière de Cinemas, referente ao cinema do Shopping Bougainville:

“Caros clientes do Shopping Bougainville, a administração da Rede Lumière de Cinemas informa que devido às fortes chuvas das últimas 24 horas, todas as salas de cinema do shopping estão momentaneamente fechadas.

A administração do shopping está realizando uma obra de troca do telhado, o que ocasionou o fechamento das mesmas. Assim que os reparos forem todos concluídos as salas do Cinema Lumière voltam a funcionar normalmente oferecendo entretenimento, conforto e segurança aos nossos clientes.”

O shopping

O Shopping Bougainville, localizado numa área nobre de Goiânia, Setor Marista (bairro famoso por seus vários estabelecimentos gastronômicos), é um tradicional shopping de Goiânia.

O estabelecimento, que possui várias lojas de diversos segmentos, deve sofrer o impacto com o fechamento temporário e indeterminado de seu cinema.

Via: O Popular 

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Goiás

Homem é morto a tiros na porta de casa em Goiânia

De acordo com familiares Wigo era usuário de drogas.
08/10/2018, 13h00

Wigo Diogo Dias Pereira, de 35 anos, foi morto a tiros na porta de casa, na noite de domingo (7/10) na  Rua VM D, na Vila Mutirão, na Região Noroeste de Goiânia.

A Polícia Civil informou ao Portal Dia Online que recebeu o chamado através do Copom da Polícia Militar sobre o homicídio.

De acordo com a assessoria, a perícia esteve no local e encontrou a vítima sem vida, alvejada por três disparos de arma de fogo. Wigo foi baleado no pescoço, nas costas e o outro tiro foi de raspão no ombro.

Vítima tentou chegar até sua casa

A PC informou que, segundo informações de moradores da região, a vítima estava próxima à casa de um vizinho no momento em que uma moto se aproximou com dois integrantes que efetuaram vários disparos.

Ainda conforme as informações, Wigo conseguiu chegar até a sua casa, como a perícia constatou pelas gotas de sangue no chão encontradas pela perícia, mas veio a óbito em frente a residência.

Os familiares de Wigo informaram que a vítima era usuária de drogas e que o crime pode ter sido motivado por acerto de contas. Wigo Diogo, ainda, tem passagem pelo artigo 129, por ter agredido a avó.

Os autores do homicídio não foram identificados até o momento, e a Delegacia Estadual de Homicídios (DIH) vai apurar a motivação do crime.

Crime em Bonópolis, zona Rural de Porangatu

Além do homicídio contra o Wigo, no último domingo  na Vila Mutirão, em Goiânia (8/10) na cidade de Bonópolis, zona Rural de Porangatu, Luciano Batista da Silva, de 31 anos, matou Aureliano Pereira Neto, de 63 anos, com uma paulada na cabeça. O caso aconteceu na madrugada de sábado (6/10) em uma fazenda na região e Luciano confessou a equipe policial ser o autor do crime, que tirou a vida de Aureliano.

Imagens: G1 

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Política

Câmara dos Deputados terá 13,8% de mulheres

Número é superior a 2014, quando apenas 51 mulheres chegaram ao Legislativo federal.
08/10/2018, 13h34

Dos 513 deputados federais eleitos e reeleitos, 71 são mulheres, o que representa 13,8% do total da Câmara dos Deputados. Apesar de o número ainda ser baixo é maior em comparação às eleições de 2014, quando 51 mulheres chegaram ao Legislativo federal.

O maior número de mulheres eleitas é de São Paulo, com 11. A mais bem votada foi a cientista política Tábata Amaral (PDT), integrante do movimento político suprapartidário Acredito, eleita com 264.450.

Proporcionalmente, no entanto, o Distrito Federal está na frente. Das oito vagas na Câmara, cinco serão ocupadas por deputadas. As três primeiras colocadas na votação são mulheres: Flavia Arruda (PR), Erika Kokay (PT) e Bia Kicis (PRP). A única reeleita foi a petista. O DF também mandou para a Câmara: Paula Belmonte (PPS) e Celina Leão (PP).

Das 54 cadeiras do Senado em disputa nestas eleições, sete serão ocupadas por mulheres – 12,9% do total. Foram eleitas para o Senado: Leila do Vôlei (PSB-DF), Eliziane Gama (PPS-MA), Juíza Selma Arruda (PSL-MT), Soraya Thronicke (PSL-MS), Dra. Zenaide Maia (PHS-RN), Mara Gabrili (PSDB-SP) e Daniella Ribeiro (PP-PB).

Na lista dos mais jovens eleitos para a Câmara há uma mulher, a estudante de Direito Luiza Canziani (PTB-PR), 22 anos, filha do também deputado federal Alex Canziani (PTB-PR), que perdeu a disputa para o Senado. Reeleita deputada federal, Luiza Erundina (PSol-SP), 84 anos, no sexto mandato, é a parlamentar mais idosa do novo Parlamento.

Pela legislação eleitoral, os partidos deveriam lançar no mínimo 30% de candidatas mulheres nas eleições proporcionais – para a Câmara e as assembleias legislativas. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu que 30% dos recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), formado por dinheiro público, deveria ir para a propaganda das candidatas, bem como 30% do tempo no horário eleitoral gratuito.

Mulheres goianas na Câmara dos Deputados

Em Goiás, dos 17 eleitos, apenas duas mulheres conquistaram vaga na Câmara. Flávia Morais (PDT), teve 169,774 votos, ficando atrás apenas do Delegado Waldir. A outra representante feminina do Estado na Câmara será Magda Mofatto (PR), eleita com 88.894 votos. Ambas foram reeleitas e também eram as únicas mulheres entre os parlamentares eleitos em 2014.

Imagens: Agência Brasil 

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Política

Médicos vão avaliar se Bolsonaro pode fazer campanha nas ruas

Disposto a ir às ruas para fazer campanha, candidato à Presidência deve passar por perícia de médicos nos próximos dias; Participação em debates também depende dessa avaliação.
08/10/2018, 14h16

Eleito senador pelo Rio de Janeiro, o deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL) disse hoje (8) que seu pai, o candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL), passará por uma avaliação médica nos próximos dias que definirá como será a atuação dele no segundo turno da campanha.

Vítima de uma facada no dia 6 de setembro, quando fazia campanha em Juiz de Fora, Minas Gerais, Bolsonaro continua a receber cuidados médicos e deve permanecer em casa até ser liberado pelos profissionais. Flávio disse que uma nova perícia será feita, talvez amanhã (9) ou depois de amanhã (10), ou nos próximos dias.

“O próximo fator importante é essa perícia dos médicos, que vão dizer até onde ele pode ir e até onde não pode ir. Mas ele quer sair”, disse Flávio Bolsonaro. Ele acrescentou que a participação do candidato em debates também depende dessa avaliação.

Flávio Bolsonaro concedeu entrevista à imprensa do lado de fora do condomínio em que seu pai mora, na Praia da Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro. O deputado afirmou que a estratégia de campanha para o segundo turno será fortalecer lideranças estaduais e apostar nas redes sociais.

Flávio Bolsonaro acredita que o pai pode alcançar mais votos no Nordeste para o segundo turno

Sobre o Nordeste, única região do país em que Jair Bolsonaro perdeu a eleição no primeiro turno, Flávio Bolsonaro disse acreditar que o tempo de televisão, dividido ao meio no segundo turno, permitirá atingir mais eleitores. “A gente vai poder comunicar melhor para aqueles setores que não foram impactados pelas redes sociais.”

Bolsonaro atacou o PT, classificando o partido de “império do mal” e “trevas”, e disse que a vitória do PSL foi avassaladora, com a eleição de mais de 50 deputados federais e quatro senadores. Ele afirmou que, no segundo turno, não haverá conversas nem alianças formais com outros partidos, apenas convergência de valores contra a candidatura de Fernando Haddad (PT) à presidência.

Flávio disse que a bancada eleita para o próximo Congresso Nacional garante base a Bolsonaro e dificultaria a governabilidade para Haddad, caso este vença o segundo turno das eleições.

Ele afirmou também que o PSL tem direito de questionar os resultados da eleição. Para o deputado, haveria muito mais tranquilidade entre os eleitores se o Tribunal Superior Eleitoral tivesse aprovado o voto impresso, para contangem manual. “Problemas não foram pontuais e podem ter sido decisivos”, acrescentou Flávio Bolsonaro.

Imagens: Agência O Globo 

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Política

Eleitor que não votou tem 60 dias para justificar ausência

TSE explica que a não regularização da situação com a Justiça Eleitoral pode implicar no impedimento para obter passaporte, carteira de identidade, entre outras sanções.
08/10/2018, 14h36

O eleitor que não pôde votar no primeiro turno das eleições e não conseguiu justificar a ausência ainda pode preencher o formulário de justificativa eleitoral pela internet ou entregá-lo pessoalmente em qualquer cartório eleitoral.

Há também a possibilidade de enviar o formulário pelo correio para o juiz eleitoral da zona eleitoral. O prazo para justificar é de até 60 dias após cada turno da votação.

Além do formulário, o eleitor deve anexar documentos que comprovem o motivo que o impediu de comparecer no dia do pleito.

Pela internet, o eleitor pode justificar a ausência utilizando o “Sistema Justifica” nas páginas do TSE ou dos tribunais regionais. No formulário online, o eleitor deve informar seus dados pessoais, declarar o motivo da ausência e anexar comprovante do impedimento para votar.

O requerimento de justificativa gerará um código de protocolo que permite ao eleitor acompanhar o processo até a decisão do juiz eleitoral. A justificativa aceita será registrada no histórico do eleitor junto ao Cadastro Eleitoral.

Eleitor no exterior

No caso dos brasileiros que estavam no exterior no dia da votação, eles também deverão encaminhar o formulário de justificativa pós-eleição e a documentação comprobatória até 60 dias após o turno ou em 30 dias contados a partir da data de retorno ao Brasil.

Se estiver inscrito em zona eleitoral do exterior, o eleitor deverá encaminhar o requerimento diretamente ao juiz competente ou ainda entregar nas missões diplomáticas e repartições consulares localizadas no país ou enviar pelo sistema justifica.

Consequências

O Tribunal Superior Eleitoral explica que a não regularização da situação com a Justiça Eleitoral pode resultar em sanções, como impedimento para obter passaporte ou carteira de identidade para receber vencimentos, remuneração, salário ou proventos de função ou emprego público.

A não justificativa também pode impedir que o eleitor participe de concorrência ou administrativa da União, dos estados, Distrito Federal e municípios, além de ficar impedido de se inscrever em concurso público ou tomar posse em cargo e função pública.

Imagens: Veja 

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