Goiás

Construções art déco em Goiânia revelam os primeiros passos da capital

A art déco em Goiânia é uma das principais características do estilo arquitetônico que deu vida para a cidade.
08/10/2018, 17h11

A art déco em Goiânia surgiu ainda em seus projetos iniciais, quando a capital existia apenas no papel. Foi construída com a finalidade de deixar para trás o antigo estilo colonial, sendo marcada pela modernidade e sofisticação.

Para você ter ideia, ao levar em consideração as Américas, integramos a segunda cidade mais importante a carregar consigo tal estilo arquitetônico. São vinte e dois edifícios e monumentos espalhados pela capital que já foram tombados como patrimônio pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), transformando Goiânia em referência.

O nascimento da art déco

O estilo, também conhecido apenas como “Deco”, teve início na França em meados de 1910, no entanto, atingiu seu ápice entre os anos de 1920 a 1930.

Em 1925 aconteceu a Exposição Internacional de Artes Decorativas, que foi fundamental para consagrar o estilo que usa a geometria, estampas e sofisticação como uma de suas principais características. A art déco influenciou não apenas a arquitetura, mas também o design de interiores, a pintura, as artes gráficas e a moda.

Enquanto estava no auge, era sinônimo de exuberância, glamour, luxo e fé no progresso tecnológico e social.

A art déco em Goiânia

A capital goiana reúne o maior acervo em art déco de todo o Brasil. Devemos isso a ninguém menos que Atílio Corrêa Lima, arquiteto responsável pelo plano urbanístico de Goiânia. Há pouco tempo ele havia finalizado seus estudos na França, onde teve a oportunidade de adquirir vasto repertório no estilo.

Ao se tornar o responsável pelo projeto da cidade, encontrou na art déco uma alternativa para exteriorizar toda a modernidade e progresso que a nova capital representava para o estado. Os edifícios e monumentos eram inovadores, diferente de tudo aquilo que era comum na época.

Embora façam parte de nosso patrimônio histórico e cultural, é lamentável perceber que, atualmente, muitos se encontram em estado de abandono e sofrem com atos de vandalismo. Mesmo assim, seu valor continua incalculável.

Confira os principais elementos de art déco em Goiânia:

1 – Art Déco na Praça Cívica

art déco em Goiânia
Foto: Reprodução/ Flickr

A Praça Cívica é formada por elementos que caracterizam alguns entre os mais belos exemplos de art déco em Goiânia. Em seu centro é possível encontrar o Palácio das Esmeraldas, projetado por Atílio Corrêa Lima, inaugurado no ano de 1937. A sede do governo estadual é um dos principais edifícios da cidade que carregam o estilo.

Ali perto também se encontra o Tribunal Regional Eleitoral, o Museu Zoroastro Artiaga e o Coreto da Praça Cívica, que carregam consigo o estilo francês e representam o que há de mais bonito na cidade, abusando da geometria em sua estrutura.

 2 – Grande Hotel

art déco em Goiânia
Foto: Reprodução/ Mais Goiás

O Grande Hotel foi um dos pioneiros a receber o estilo arquitetônico de art déco em Goiânia. Fundado no ano de 1937, importantes hóspedes se instalavam por ali quando visitavam a cidade. No entanto, o prédio acabou sofrendo descaso e abandono, mas hoje atua recebendo eventos culturais e se consagra como parte importante de nossa história.

3 – Art Déco no Teatro Goiânia

art déco em Goiânia
Foto: Reprodução/ Alan Bailão

A construção do teatro teve início no ano de 1940, sendo entregue aos goianienses em 1942. Também faz parte do conjunto arquitetônico do projeto da cidade, sendo assinado pelo arquiteto Jorge Félix. Atualmente, além de ser um dos mais importantes espaços que temos para manifestações culturais, também é de uma beleza tremenda, com uma estrutura que chama atenção mesmo de longe.

4 – Museu Pedro Ludovico

art déco em Goiânia
Foto: Reprodução/ Vamos Por Aí

Sua construção em art déco foi realizada entre os anos de 1934 e 1937, também integrando o projeto de Atílio Corrêa Lima. É uma peça importantíssima para a história arquitetônica da cidade, representando um marco da modernidade ao mesmo tempo em que rompia com o passado colonial que ainda era presente na antiga capital.

5 – Colégio Estadual Lyceu de Goiânia

Construções art déco em Goiânia revelam os primeiros passos da capital
Foto: Reprodução

Transferido da Cidade de Goiás para Goiânia, o Colégio Lyceu também possui incorporado em seu projeto o estilo de art déco. A proposta era que o edifício integrasse salas de aula, pátio, quadra de esporte e demais espaços à nova proposta arquitetônica da cidade. No ano de 2003, chegou a ser tomado como Patrimônio Histórico pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

6 – Prédio do Instituto Federal de Goiás (IFG)

Construções art déco em Goiânia revelam os primeiros passos da capital
Foto: Reprodução

O edifício foi inaugurado ainda no ano de 1942 e inicialmente, oferecia à população cursos bastante diferentes do que podemos acompanhar hoje. Sapataria, alfaiataria, serralheria e marcenaria são exemplos que formam o contraste da atual realidade do instituto, referência em tecnologia. Por outro lado, sua estrutura ainda remete ao que há de mais clássico na art déco em Goiânia.

7 – Mureta e Trampolim do Parque Lago das Rosas

Construções art déco em Goiânia revelam os primeiros passos da capital
Foto: Reprodução

O parque que conhecemos hoje já foi o abrigo de um enorme canteiro de flores na cidade, o que acabou servindo como fonte de inspiração para seu nome. Uma curiosidade sobre o local é que a mureta e o trampolim ali presentes são ainda mais antigos que o próprio parque, que foi inaugurado apenas no início da década de 40.

8 – Art déco na Antiga Estação Ferroviária

art déco em Goiânia
Foto: Reprodução / Wikimedia

Um dos maiores símbolos de art déco em Goiânia, a antiga Estação Ferroviária foi inaugurada no ano de 1950, funcionando até meados da década de 1980. Após o encerramento de suas atividades o local se tornou um verdadeiro ponto turístico, no entanto, sofreu com o abandono e vandalismos. No início do ano começaram alguns trabalhos para reformar o ambiente e restaurar, inclusive, a Maria Fumaça.

9 – Torre do Relógio

art déco em Goiânia
Foto: Reprodução/ Estradas e Caminhos

A Torre do Relógio é um dos mais conhecidos monumentos com art déco em Goiânia. Toda sua beleza reflete a preocupação com a execução do projeto arquitetônico da cidade, tendo sua inauguração marcada no ano de 1942.

10 – Hotel Dom Bosco

art déco em Goiânia
Foto: Reprodução

Localizado no coração de Goiânia, o Hotel Dom Bosco também é um bom exemplo de art déco na capital. Considerado um hotel duas estrelas, seus clientes podem dispor de frigobar e um pequeno almoço gratuito, que é servido diariamente.

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Goiás

Sandro Mabel é eleito novo presidente da Fieg; mandato começa em janeiro de 2019

Nova diretoria tem como foco o fortalecimento dos sindicatos, para ampliar e melhorar a prestação de serviços às indústrias.
08/10/2018, 17h45

O empresário Sandro Mabel foi eleito nesta segunda-feira (8/10), por 35 votos unânimes, o novo presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg). O mandato será válido por quatro anos (2019-2022) e começa no dia 1º de janeiro. A nova diretoria deve focar no fortalecimento dos sindicatos, para ampliar e melhorar a prestação de serviços às indústrias.

Em entrevista após a eleição, Sandro afirmou que ampliará a atuação da Federação e dos sindicatos em negociações coletivas, o que reforça os sindicatos patronais industriais e a prestação de serviços. “Uma vez que não existe mais imposto sindical, nossos sindicatos terão de prestar um serviço ainda melhor, para uma base maior de empresas”, explica.

Além disso, o novo presidente diz ainda que será feita uma mudança estrutural nos sindicatos patronais industriais: a criação de condomínio sindical. Essas atualizações, de acordo com ele, diminuem o custo, reforça a eficiência, melhora a gestão financeira e a prestação de serviços.

Na nova gestão, a Fieg deve buscar um cenário mais favorável ao setor industrial, facilitando a instalação de novas empresas em Goiás. “Vamos aproximar mais as indústrias de órgãos que impactam diretamente suas atividades, como Enel, Saneago, Secretaria da Fazenda, órgãos de meio ambiente, dentre outros”, reforça.

A nova diretoria prevê ainda aproximar os alunos do Sesi Senai da indústria. “Nós vamos formar pessoas que vão amar a indústria. Nosso aluno sairá de nossas escolas apaixonado na indústria”, ressalta Sandro Mabel. E isso será feito com o aumento da produtividade e também incluindo a cultura interna no Sesi e no Senai.

Diretoria da Fieg (2019 – 2022)

  • Presidente: Sandro da Mabel  Antônio Scodro
  • 1º Vice Presidente: André Luiz B. Lins Rocha
  • 2º Vice Presidente:  Flávio Santana Rassi
  • 3º Vice Presidente: Antônio de Sousa Almeida
  • 1º Diretor Secretário:  Célio Eustáquio de Moura
  • 2º Diretor Secretário: Jerry Alexandre de Oliveira Paula
  • 1º Diretor Financeiro: Heribaldo Egídio da Silva
  • 2º Diretor Financeiro: José Divino Arruda

Diretores

  • Alyson José Nogueira
  • Anastácios Apóstolos Dágios
  • Bruno Franco Beraldi
  • Domingos Sávio Gomes de Oliveira
  • Edilson Borges de Sousa
  • Eduardo Bilemjian Filho
  • Eliton Rodrigues Fernandes
  • Elvis Roberson Pinto
  • Emílio Carlos Bittar
  • Enoque Pimentel do Nascimento
  • Gilberto Martins da Costa
  • Heitor de Oliveira Nato Neto
  • Hélio Naves
  • Jair José de Alcântara
  • Jair Rizzi
  • Jaques Jamil Silvério
  • Joaquim Guilherme Barbosa de Souza
  • José Antônio Vitti
  • José Luiz Martins Abuli
  • Laerte Simão
  • Leandro Luiz Stival Ferreira
  • Marcelo de Freitas Barbosa
  • Marcos André Rodrigues de Siqueira
  • Olavo Martins Barros
  • Otávio Lage de Siqueira Filho
  • Robson Peixoto Braga
  • Sérgio Scodro
  • Wilson de Oliveira

Suplentes

  • Marley Antônio da Rocha
  • Eduardo Cunha  Zuppani
  • Carlos Roberto Viana
  • Sarkis Nabi Curi
  • Jaime Canedo
  • Olympio  José Abrão
  • Marduk Duarte
  • Pedro Silvério Pereira
  • Ailton Aires de Mesquita
  •  André Lavor Pagels Barbosa
  •  Álvaro Otávio Dantas Maia
  •  Rubens Bernardes
  •  Mário Renato Guimarães de Azeredo
  •  Pedro de Sousa Cunha Júnior
  •  Luiz Gonzaga  de Almeida
  •  Paulo Sérgio de Carvalho Castro
  •  Wellington Soares Carrijo

Conselho Fiscal

  • Joaquim Guilherme Barbosa de Sousa
  • Roberto Elias Fernandes
  • Otávio Lage de Siqueira Filho

Suplentes

  • Emílio Carlos Bittar
  • Bruno Franco Beraldi
  • Jaques Jamil Silvério

Conselho de representares junto à CNI

  • Sandro da Mabel Antônio Scodro
  • Paulo Afonso Ferreira

Suplentes

  • Pedro Alves de Oliveira
  • Célio Eustáquio de Moura
Via: FIEG 
Imagens: FIEG 

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Entretenimento

Feira Hippie: a maior feira ao ar livre da América Latina

Surgia no final da década de 60 a Feira Hippie, como um movimento independente de jovens que integravam o movimento hippie na capital goiana.
08/10/2018, 18h26

A Feira Hippie é um dos principais centros de compras e vendas não apenas do Brasil, mas também da América Latina. Não é preciso andar muito para encontrar pessoas vindas de todos os cantos do país, atraídas pela variedade de produtos oferecidos no ambiente, e claro, também por seu custo-benefício.

Presente no comércio goianiense há mais de 40 anos, acontece na Praça do Trabalhador, no Setor Norte Ferroviário. Durante muito tempo os comerciantes montaram suas bancas apenas aos domingos, mas após novos acordos com a Prefeitura de Goiânia, a feira passou a funcionar a partir da manhã de sexta-feira.

Embora esteja entre nós por tanto tempo, a história da Feira Hippie ainda é pouco conhecida, mas recheada de curiosidades.

Feira Hippie nasceu como expressão cultural

Feira Hippie: a maior feira ao ar livre da América Latina
Foto: Reprodução/ Carlos Sena

Nunca foi uma questão exclusivamente comercial. A feira, tida hoje como a maior ao ar livre da América Latina, começou sua história ainda por volta da década de 60, quando alguns jovens do movimento hippie começaram a vender suas peças na região do Mutirama.

Dentro de pouco tempo acabaram se mudando para a Praça Universitária, onde também não deu muito certo. Passaram então para a Praça Cívica e, finalmente, se estabeleceram no local em que permanece até hoje: na Praça do Trabalhador.

A feira nasceu de fato após o Woodstock, um festival de música que ocorreu em 1969 nos Estados Unidos, com a proposta de exemplificar a era da contracultura. Contou com a participação de hippies e pessoas que apoiavam o movimento underground, fazendo com que sua influência permeasse mundo afora.

Após este, que foi considerado um dos momentos mais icônicos da história da música, começaram a surgir diferentes manifestações pelo mundo, principalmente com a criação de feiras de arte. A Feira Hippie entra nessa história como um bom exemplo, que mostrava para as pessoas que existiam outras formas para ganhar dinheiro e os métodos comuns de trabalho não eram realmente tão necessários.

Durante muito tempo o local foi utilizado também como espaço cultural. Ali aconteciam apresentações de bandas que emergiam no cenário independente, declamações de poesias e diversas performances.

Transformação

Feira Hippie: a maior feira ao ar livre da América Latina
Foto: Reprodução/ Cooper Taxi

À medida que o tempo foi passando, a característica principal da Feira Hippie também foi se transformando. O caráter hippie foi se perdendo aos poucos, embora ainda tenha seu espaço. Pessoas de diversas partes da cidade começaram a montar suas bancas no local, fazendo com que o espaço ganhasse mais força e um público completamente plural.

Hoje, quem vai até o lugar pode encontrar boa variedade de produtos, que vão desde peças de artesanato e porcelanas, até comidas e vestuário, esse que por sinal, se consolidou como o ponto forte da feira. De sexta a domingo é possível encontrar turistas e comerciantes que saíram de sua terra natal apenas para conhecerem o espaço ou para comprarem peças com a intenção de revender.

Para ajudar no processo de busca pelo produto, há um aplicativo chamado Feira Hippie Oficial, que pode ser baixado na Play Store e funciona como um guia para quem não quer se perder dentro da Feira. Se você está pensando em fazer uma visitinha e ainda não conhece o ambiente, pode baixar clicando aqui!

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Goiás

Juiz mantém presos suspeitos de morte de empresária em Aparecida de Goiânia

Trio passou por audiência de custódia na tarde de hoje (8/10); as prisões em flagrante foram convertidas em preventivas.
08/10/2018, 18h48

Os três suspeitos da morte de empresária em Aparecida de Goiânia tiveram as prisões preventivas decretadas, na tarde desta segunda-feira (8/10), durante audiência de custódia ocorrida na 1ª Vara Criminal da Comarca da cidade. A decisão foi do juiz Carlos Magno Caixeta da Cunha. Shirley Gonçalves da Silva, de 37 anos, foi assassinada na frente dos filhos e do marido, dentro de casa, na madrugada da última quinta-feira, 4 de outubro.

Josué Mota, de 22 anos, Pedro Henrique Batista Goulart, de 24 anos, e Bruno Santos Neto, de 21 anos, foram apresentados pela Polícia Civil na manhã desta segunda-feira, e durante a tarde passaram por audiência de custódia, onde tiveram as prisões em flagrante convertidas em preventivas, com prazo de validade de 30 dias. O trio deve ser encaminhado ainda hoje para o centro de triagem da Casa de Prisão Provisória (CPP).

De acordo com a decisão, “a maneira do cometimento do crime demonstra a periculosidade do autuado, tratando-se a acusação de fato grave – “crime de roubo com resultado morte”, em grau evidente de desrespeito pela paz social.” No documento, o juiz ressalta ainda que “há indícios suficiente que demonstra a necessidade da conversão, por ora, da prisão em flagrante dos autuados em preventiva, uma vez que apontados por duas testemunhas como os autores do latrocínio que vitimou Shirley.”

Morte de empresária

O crime ocorreu no dia 4 deste mês, quando a empresária, o marido e os dois filhos chegavam em casa, no setor Buriti Sereno, em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana de Goiânia. A família foi surpreendida pelos suspeitos dentro da casa. Com a situação, o filho mais novo de Shirley começou a chorar e enquanto tentava acalmá-lo ela foi baleada na cabeça.

Segundo o delegado Diogo Luiz Barreira Gomes, responsável pelo caso, os assaltantes já haviam encontrado dinheiro na casa, mas esperavam o casal porque sabiam que a família guardava dinheiro em casa. Foram levados, além de uma moto, R$ 7 mil, dinheiro destinado à Folha de Pagamento dos funcionários do restaurante da família que fica no Setor Garavelo, também em Aparecida.

“Foi uma crueldade. Ela baixou para pegar a criança e os homens atiraram. Pode ser que ela tenha identificado um deles”, explicou o delegado ao Dia Online.

Imagens: Facebook 

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Trânsito

Confira as 11 rodovias goianas com restrição de veículos no próximo feriadão

No dia 12 de outubro, feriado em comemoração ao Dia de Nossa Senhora Aparecida, não serão permitidos o tráfego de veículos de cargas em rodovias de acesso a ponto turísticos.
08/10/2018, 20h04

Na próxima sexta-feira, 12 de outubro, feriado prolongado em comemoração ao Dia de Nossa Senhora Aparecida, 11 rodovias goianas terão restrição de veículos. De acordo com nota da Agência Goiana de Transporte e Obras (Agetop), a resolução é válida das 7h às 20h de sexta, primeiro dia de feriado, e das 7h às 20h de domingo (14/10), último dia de folga.

Nestes períodos, não será permitido o tráfego de veículos de cargas em rodovias de acesso a pontos turísticos, como a Região das Águas Quentes, ao Lago de Três Ranchos e de cidades históricas como a região de Pirenópolis, Corumbá de Goiás e cidade de Goiás.

Rodovias goianas restritas no feriadão

GO-020, do entroncamento da GO-147, trevo para Piracanjuba até o entroncamento da GO-139, em Cristianópolis;

GO-217, do entroncamento da BR-153, Piracanjuba ao entroncamento da GO-139;

GO-139, do entroncamento da GO-020, Cristianópolis, entroncamento da GO-217, Caldas Novas, Corumbaíba e Divisa GO/MG;

GO-213, entroncamento da GO-330, Ipameri, Caldas Novas;

GO-330, entre Vianópolis, Pires do Rio, Catalão e Três Ranchos;

GO-431, da BR-153 a Pirenópolis;

GO-338, do entroncamento da BR-060 Abadiânia, Planalmira e Pirenópolis;

GO-225, do entroncamento da BR-414 em Corumbá e Pirenópolis;

GO-070, entre Itauçu e cidade de Goiás e às rodovias GO-010, GO139, entre Luziânia Vianópolis entroncamento GO-217 e Piracanjuba.

Veículos restritos nas rodovias goianas

Segundo a Agetop, entre os veículos restritos nas rodovias goianas durante o feriadão prolongado estão os veículos tipo Bitrem 7 eixos, Romeu e Julieta, Rodo-Trem, Tri-Trem, Treminhão, Bi-trem 9 eixos, Cegonheira, Linha de Eixos ou qualquer combinação de veículos de transportes de cargas superior a três eixos e veículos que exigem escolta.

A Agência reforça que não serão permitidos o tráfego de veículos de cargas em rodovias de acesso a pontos turísticos, com exceção dos caminhões que fazem o transporte de cargas perecíveis, transporte de leite e seus derivados, de frutas e verduras e cargas frigoríficas.

Via: Agetop 
Imagens: Agetop 

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