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Praça Universitária em Goiânia é simbolo de resistência e cultura

Palco de diversas manifestações culturais e encontros entre universitários, a Praça Universitária em Goiânia é um belo exemplo do processo de metamorfose do povo goiano.
09/10/2018, 18h06

É bem provável que você já tenha feito algumas visitas à Praça Honestino Guimarães, mais conhecida como Praça Universitária em Goiânia. Popularmente, o nome foi assim difundido pelo simples fato de o local se concentrar entre faculdades e receber diariamente centenas de universitários.

Talvez você não saiba, mas esse clássico ponto de encontro também é considerado como um dos maiores museus a céu aberto de toda a América Latina. Embora não estejam em seu auge de estado de conservação, em algum momento você já deve ter parado para observar as esculturas presentes por ali.

Feitas de bronze, argila e concreto, existem várias espalhadas pela praça e cada uma é capaz de transmitir diferentes mensagens, concedendo identidade ao local. Na Praça Universitária também é possível encontrar o Palácio da Cultura, que ajuda a compor toda a beleza deste, que é um dos mais atraentes cartões postais da cidade.

Praça Universitária em Goiânia: um pouquinho de história

Praça Universitária em Goiânia
Foto: Reprodução/ TripAdvisor

Atílio Corrêa Lima foi o engenheiro-arquiteto responsável por projetar o plano urbano da cidade. Foi ele quem trouxe para a nova capital do estado diversos elementos do estilo francês art déco, o que garantiu um charme a mais para nossas construções.

No ano de 1930, Atílio finalizou o projeto da Praça Universitária em Goiânia. No entanto, ela acabou sendo construída de fato, apenas em 1969, 39 anos mais tarde. Atualmente, por ser capaz de unir pessoas que vão até o local em busca de diferentes objetivos, a praça se tornou objeto de análise para diversos estudiosos.

Mas este não é um fenômeno recente. Segundo o artigo científico intitulado “Um Olhar Geográfico sobre a Praça Universitária“, produzido por Alessandra Êgea Eguimar Chaveiro, o local já foi muito disputado devido às diversas atividades que aconteciam ali por volta da década de 1970.

Praça Universitária em Goiânia é simbolo
Foto: Reprodução/ Mapio

De acordo com os autores do estudo: “o espaço era utilizado como ponto de encontro de grupos culturais que faziam parte da massa burguesa da época, assim como dos grupos que lutavam contra as imposições durante a Ditaura Militar no Brasil“.

Ao longo de seus quase 50 anos de existência, os goianienses já puderam participar de diversas manifestações na praça que simplesmente mudaram o cenário goiano. Se transformando em palco não apenas de encontros entre amigos, mas também de eventos estudantis, shows, festivais e feiras semanais, o lugar faz parte da nossa história e representa todo o processo metamórfico sofrido pela cidade.

Problemas

Praça Universitária em Goiânia é simbolo de resistência e cultura
Foto: Reprodução/ Alan Bailão

Embora a Praça Universitária em Goiânia faça parte de nossas raízes e valorize também a arte urbana, não há como deixar de lado os problemas que estão ali escancarados para quem quiser ver. Não faz muito tempo que ela passou por uma reforma completa – fator que com certeza ajudou a resolver algumas questões que eram realmente preocupantes.

No entanto, ainda é possível encontrar vestígios de abandono e até mesmo de vandalismo no ambiente. Algumas esculturas se encontram pichadas ou com partes quebradas. O andar superior do Palácio da Cultura, por exemplo, parece não ter uma funcionalidade bem definida e ainda abriga pessoas em situação de rua.

Embora conte com maior presença da polícia, ainda é perigoso passear ou fazer longas caminhadas pela praça durante a noite. No entanto, ainda assim é possível relaxar na praça durante o dia e aproveitar seus bancos e as sombras das árvores para ler um bom livro ou conversar com os amigos!

Via: DM Wikimapia 

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Brasil

Criança é encontrada na BR-050 dois dias após família que passava fim de semana em Goiás morrer em acidente

Eles eram de Campinas, São Paulo, e haviam viajado para Rio Quente, a 177 quilômetros de Goiânia, para comemorar um aniversário de uma das vítimas.
09/10/2018, 19h38

Na manhã desta terça-feira (9/10) uma criança de seis anos foi encontrada na BR-050 dois dias após a família, que passava fim de semana em Goiás, morrer em acidente. As vítimas eram de Campinas, São Paulo, e haviam viajado para Rio Quente, a 177 quilômetros de Goiânia, para comemorar um aniversário. No veículo estavam Alessandro Monare, de 37 anos, Belkis da Silva Miguel Monare, de 35, Samuel da Silva Miguel Monare, de 8, e Benjamin Silva Miguel Monare, de 6 anos, único sobrevivente.

Eles haviam viajado na última quinta-feira (4/10) para passar o fim de semana em Rio Quente, de onde saíram na manhã de domingo, 7 de outubro, com previsão de chegar a Campinas durante a tarde, mas até segunda-feira (8/10) não haviam dado notícias.

O carro da família foi visto pela última vez no quilômetro 14 da LMG-223, quando foi fotografado pelas câmeras do posto da Polícia Militar Rodoviária (PMRv) por volta das 10h04. Preocupados, os parentes saíram em busca da família no possível trajeto feito na viagem. Durantes as buscas, foi constatado pela A MGO Rodovias, concessionária responsável pelo da BR-050, que o carro não passou por nenhum pedágio da rodovia no domingo.

As buscas foram encerradas na noite de ontem e deveriam ser retomadas na manhã de hoje, quando Benjamin foi visto às margens da rodovia por um motorista que passava ao local. Informações preliminares apontam que o caçula da família ficou preso no veículo, e hoje, quando conseguiu se soltar, foi até a rodovia pedir ajuda. Benjamin foi levado para o Pronto-Socorro do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), confuso e com quadro de desidratação severa.

As equipes que trabalhavam nas buscas foram até o local para retirar o corpo da vítimas e a perícia. As causas do acidente ainda são desconhecidas.

Despedida de família morta em acidente na BR-050

Por meio das redes sociais, a Igreja Batista Vista Alegre, onde Alessandro Monare e Belkis da Silva Miguel Monare eram pastores, agradeceram pelos feitos da família: “Os irmãos que estão em Araguari estão cuidando dos maiores detalhes.

Assim quando tivermos mais informações estaremos informando a todos. Pedimos a todos que continuem em oração e consolo do Espírito Santo. Fica uma palavra de gratidão pela vida do nosso incansável pastor e de sua esposa que se dedicaram fielmente o ministério que Deus os convocou em nome de Jesus amém.”

Criança é encontrada na BR-050 dois dias após família que passava fim de semana em Goiás morrer em acidente
Foto: Reprodução/Arquivo pessoal
Imagens: G1 

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Goiás

Marconi Perillo deve depor à Polícia Federal nesta quarta-feira

O ex-governador, que concorria a uma vaga no Senado, é investigado na Operação Cash Delivery.
09/10/2018, 20h46

Marconi Perillo, ex-governador  de Goiás, tem depoimento marcado na Polícia Federal na tarde desta quarta-feira (10/10), em Goiânia. A data foi proposta pela defesa de Marconi, que havia pedido à Polícia para que ele fosse ouvido após a eleição, ocorrida no último domingo, 7 de outubro. De acordo com o advogado, Antônio Carlos Almeida, conhecido como Kakay, não existe a possibilidade de Marconi ser preso.

O ex-governador, que concorria a uma vaga no Senado, mas que recebeu apenas 7,55% dos votos válidos, é investigado na Operação Cash Delivery, deflagrada pela Polícia Federal (PF) e Ministério Público Federal (MPF), no dia 28 de setembro. Antes da operação, Perillo seguia firme nas pesquisas, mas no dia 2, depois de ser citado, uma pesquisa do Instituto Grupom apontou queda do ex-governador para 4º lugar, com 23,2%, na disputa pelo Senado.

Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços do ex-governador de Goiás. Ao todo, foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão e cinco de prisão temporária, expedidos pela 11ª Vara da Justiça Federal de Goiás, nas cidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Pirenópolis e Aruanã, Campinas e São Paulo. A PF apreendeu mais de R$ 1 milhão.

Jayme Rincón, o empresário Carlos Alberto Pacheco Júnior e Rodrigo Godoi Rincón, filho de Jayme Rincón, conseguiram habeas corpus e já foram liberados. Já o motorista de Jayme e policial, Márcio Garcia de Moura, continua preso preventivamente.

Marconi Perillo e a Operação Cash Delivery

Segundo nota do MPF, “quando ainda era senador e, depois, também como governador, Marconi Perillo solicitou e recebeu propina no valor de, em 2010, R$ 2 milhões e, em 2014, R$ 10 milhões, em troca de favorecer interesses da empreiteira relacionados a contratos e obras no Estado de Goiás.”

Ainda de acordo com a nota, o caso foi remetido à primeira instância a partir da renúncia de Marconi Perillo ao mandato de governador de Goiás e a consequente perda de foro privilegiado. O caso foi então assumido pelo Núcleo de Combate à Corrupção do MPF em Goiás e pela Polícia Federal. A investigações começaram em junho de 2017.

Via: G1 O Popular 
Imagens: Agenda Capital 

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Goiás

Agetop divulga lista de rodovias goianas que têm restrições no feriado do dia 12

Segundo o órgão, objetivo das restrições impostas é garantir a segurança e conforto aos usuários das rodovias estaduais neste período, uma vez que ocorre um aumento considerável do fluxo de veículos de passeios e ônibus.

Por Ton Paulo
10/10/2018, 08h41

A Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop) divulgou recentemente uma lista em que consta as rodovias goianas que terão restrição de veículos durante o feriado começa nesta sexta-feira (12/10).

A data é considerada feriado em todo o território nacional em comemoração ao Dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil.

O objetivo das restrições impostas é garantir a segurança e conforto aos usuários das rodovias estaduais neste período, uma vez que ocorre um aumento considerável do fluxo de veículos de passeios e ônibus.

Durante o período do feriado, que emendará com o fim de semana, de 7 horas às 20 horas dessa sexta-feira (12/10) e de 7 horas às 20 horas de domingo (14/10), dias de saída e retorno de viagens, não será permitido o tráfego de veículos de cargas em rodovias de acesso a ponto turísticos.

Segundo a Agetop, a exceção é para veículos de cargas perecíveis, transporte de leite e seus derivados, de frutas e verduras e cargas frigoríficas. Rodovias que levam a pontos turísticos como a Região das Águas Quentes, ao Lago de Três Ranchos e de cidades históricas como a região de Pirenópolis, Corumbá de Goiás e cidade de Goiás.

Estão incluídos nas restrições veículos tipo Bitrem 7 eixos, Romeu e Julieta, Rodo-Trem, Tri-Trem, Treminhão, Bi-trem 9 eixos, Cegonheira, Linha de Eixos ou qualquer combinação de veículos de transportes de cargas superior a três eixos e veículos que exigem escolta.

O descumprimento da restrição gera multa e cinco pontos na carteira do motorista, penalidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro.

Confira os trechos dos rodovias goianas que terão restrições

GO-020 – Entroncamento GO-147 (trevo para Piracanjuba)/Entroncamento GO-139 (Cristianópolis)

GO-217 – Entroncamento BR-153/Piracanjuba/Entroncamento GO-139

GO-139 – Entroncamento GO-020 (Cristianópolis)/Entroncamento GO-217/Caldas Novas/Corumbaíba/Divisa GO-MG

GO-213 – Ipameri/Caldas Novas

GO-330 – Vianópolis/Pires do Rio/Catalão/Três Ranchos

GO-431 – BR-153/Pirenópolis

GO-338 – Entroncamento BR-060 (Abadiânia)/Planalmira/Pirenópolis

GO-225 – Entroncamento BR-414 (Corumbá)/Pirenópolis

GO-070 – Itauçu/Cidade de GoiásGO-010  GO-139Luziânia/Vianópolis/Cristianópolis/Entroncamento GO-217 (Piracanjuba)

Via: Mais Goiás 
Imagens: Governo do Brasil 

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Política

Operação Salvo Conduto: PF investiga vice de Guiné em esquema de lavagem de dinheiro

35 policiais federais atuam na operação.
10/10/2018, 08h53

A Polícia Federal (PF) abriu a Operação Salvo Conduto e cumpre sete mandados de busca nesta quarta-feira, 10, ligados a apreensão de US$ 16 milhões em dinheiro e em relógios de luxo com a comitiva do vice-presidente da Guiné Equatorial Teodoro Nguema Obiang ocorrida em 14 de setembro. Naquele dia, foram apreendidas com a comitiva malas com 20 relógios com diamantes avaliados em US$ 15 milhões e com US$ 1,4 milhão e R$ 55 mil em espécie no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).

As buscas são cumpridas nas cidades de São Paulo, Hortolândia (SP), Jundiaí (SP) e no Distrito Federal. As ordens judiciais foram expedidas, a pedido da PF, pela 6ª Vara Criminal da Justiça Federal em São Paulo.

Em nota, a PF informou que 35 policiais federais atuam na operação, que apura fatos referentes a dois inquéritos policiais, reunidos em setembro deste ano, por tratarem de fatos envolvendo o mesmo investigado.

O vice de Guiné foi condenado na França por adquirir propriedades com dinheiro público desviado de seu país de origem e investigado nos EUA, dentre outros crimes, por lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos.

A Operação Alvo Conduto

O primeiro inquérito policial foi instaurado em março de 2018, depois do envio de informações do Ministério Público Federal, no mês anterior, para que a PF iniciasse investigação para apurar o crime de lavagem de dinheiro em razão dos indícios de ocultação de propriedade relacionada à compra, em 2008, de um apartamento duplex localizado no bairro dos Jardins, em São Paulo.

O imóvel foi adquirido, na época, por R$ 15 milhões. As investigações apontam que o imóvel, adquirido por uma empresa com capital social de R$ 10 mil, pertenceria ao investigado.

O segundo inquérito policial foi instaurado no dia 20 de setembro deste ano, após a apreensão realizada em 14 de setembro pela Receita Federal. Os bens foram trazidos do exterior sem a declaração de bens e valores obrigatória.

São apurados dois atos de lavagem de dinheiro, o primeiro relativo à aquisição, por meio de interposta pessoa, de um apartamento de luxo e o segundo relacionado à ocultação de movimentação de bens e valores ao entrar Brasil.

A PF solicitou à Justiça Federal o sequestro do imóvel, dos bens e valores apreendidos no Aeroporto de Viracopos e de sete veículos de luxo – um deles avaliado em R$ 2 milhões.

As investigações prosseguem com a colheita de depoimentos, análise do material apreendido e pedido de cooperação jurídica internacional, para esclarecer a participação de todos os envolvidos.

O crime de lavagem de dinheiro tem penas que variam de 3 a 10 anos de reclusão.

Imagens: Metrópoles - DF 

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