Trânsito

Operação Nossa Senhora Aparecida começa nesta quinta-feira

A fiscalização vai até domingo nas estradas de todo o país.
11/10/2018, 09h44

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) iniciou nesta quinta feira (11/10), na BR 060, km 132, na Unidade Operacional da PRF no Parque Ecológico, a Operação “Nossa Senhora Aparecida”. A ação ocorrerá até domingo meia noite (14/10), visando intensificar as ações de fiscalização nas estradas federais de todo o Estado de Goiás.

De acordo com a PRF, o feriado irá refletir no aumento do fluxo de veículos e de passageiros nas rodovias federais. Além da preocupação em garantir aos usuários segurança, conforto e fluidez do trânsito, a PRF está empenhada em reduzir 50% do número de mortos e de feridos em decorrência de acidentes de trânsito.

Ainda segundo a PRF, o excesso de velocidade, a ultrapassagem em local proibido e o não uso do cinto de segurança estão entre as principais infrações flagradas pelos policiais rodoviários federais. O mau estado de conservação do veículo, e a falta de documento obrigatório ou documentação vencida também são infrações recorrentes em períodos de feriados prolongados.

A PRF alerta os pais que pegarão a estrada com crianças e bebês, para o  uso do dispositivo de segurança adequado para cada idade. Bebês de até um ano devem ser transportados no banco traseiro, acomodados no bebê conforto. De 1 a 4 anos deve ser feito o uso da cadeirinha. Para crianças de 4 a 7 anos, é obrigatório o uso do assento de elevação.

O telefone de emergência da PRF é o 191. Já o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) atende pelo número 192 e o Corpo de Bombeiros pelo 193. Os dados da operação serão divulgados na segunda-feira (15/10).

Restrições de tráfego

Os veículos que necessitam de Autorização Especial de Trânsito (AET), como caminhões bi-trens, cegonhas também terão restrições nesse feriado. A medida é para aumentar a segurança de veículos menores. O caminhoneiro que descumprir a restrição será multado em R$ 130,16 (infração Média), receberá 04 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o veículo ficará retido. A restrição vale apenas para trechos de pista simples.

Confira os dias e horários da Operação Nossa Senhora Aparecida

Dia 11 das 16h às 22h

Dia 12 das 06h às 12h

Dia 14 das 16h as 22h

Imagens: Metrópoles - DF 

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Goiás

Sem dinheiro, governo de Goiás parcela salários de servidores

A Sefaz, pasta responsável pelo pagamento dos vencimentos, alegou que "a medida se fez necessária devido à necessidade de quitação nesta semana de uma dívida do Estado com agentes financeiros".

Por Ton Paulo
11/10/2018, 09h46

Servidores do Estado de Goiás do Tribunal de Contas do Estado (TCE), dos Municípios (TCM), do Tribunal da Justiça (TJ) e da Secretaria da Fazenda (Sefaz) que esperavam receber seus salários na última quarta-feira, como previsto, tiveram uma surpresa: alegando ter tido que pagar uma dívida com agentes financeiros, o governo estadual não pagou os vencimentos e informou aos servidores que eles receberão seus salários deste mês parcelados: 40% do valor será pago hoje (11/10) e os outros 60%, na próxima semana. A previsão é de que o pagamento seja efetuado até a próxima quinta-feira (18/10), mas a pasta não precisou a data.

Em nota, a Sefaz alega que os vencimentos até R$ 3.500 reais foram pagos aos servidores no dia 28 de setembro, o que representa 70% do total do Estado.

Ainda de acordo com a pasta, o não pagamento da dívida do Estado que provocou o atraso e parcelamento dos salários dos servidores poderia implicar no bloqueio de recursos do Tesouro Estadual.

Nesta semana, após sua primeira reunião com o secretariado pós-eleição, o governador Zé Eliton (PSDB) informou à imprensa que a sua prioridade, nos três últimos meses do mandato, será honrar as obrigações constitucionais do Estado.

O governador declarou que a reunião teve o objetivo claro de orientar todos os auxiliares de governo para atender a um calendário que vigente, “não só do ponto de vista fiscal, mas também de transição de governo e fechamento de contas”.

TJ-GO informou que trabalha para a adequação ao novo percentual de pagamento do governo de Goiás

A Sefaz informou diretamente ao Tribunal de Justiça que o Estado não tem finanças para efetuar o pagamento integral das folhas de pagamento do TJGO, TCE, TCM e da própria Sefaz.

Informada sobre a necessidade do parcelamento, a Diretoria de Recursos Humanos e a Diretoria Financeira do TJGO estão trabalhando para adequação ao novo percentual. Na reunião com o secretário da Fazenda, participaram os desembargadores que integram o Órgão Especial e o presidente da Asmego, juiz Wilton Müller.

Confira a nota da Sefaz na íntegra:

“Estado quita mais de 90% da folha

A Secretaria da Fazenda de Goiás quita até hoje (11/10) mais 90% da folha de setembro dos servidores do Estado. Em 28 de setembro foram pagos os vencimentos dos servidores que ganham até R$ 3,5 mil, que representam 70% do total do Estado, portanto, ainda dentro do mês trabalhado. Nesta semana, foram liberadas as folhas salariais das Secretarias da Saúde e Educação, da Assembleia Legislativa e do Ministério Público. Os vencimentos dos demais órgãos, autarquias e fundações do Poder Executivo serão liberados hoje, ao longo do dia. Os servidores da Sefaz, dos Tribunais de Contas do Estado (TCE) e do Município (TCM), e do Tribunal de Justiça (TJ) receberão parcela dos vencimentos hoje (11/10) e o restante na próxima semana. A medida se fez necessária devido à necessidade de quitação nesta semana de uma dívida do Estado com agentes financeiros, cujo atraso poderia implicar em bloqueio de recursos do Tesouro estadual.​”

Via: O Popular TJ-GO 

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Política

Nova cirurgia de Bolsonaro deve ocorrer em janeiro, diz médico

A colostomia foi necessária para isolar as áreas lesionadas da passagem de fezes, diminuindo, assim, o risco de infecções.
11/10/2018, 10h24

O candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, deverá passar por nova cirurgia logo após uma eventual posse, caso eleito no segundo turno. É o que prevê o cirurgião-chefe da equipe médica do candidato, Antônio Luiz Macedo, do Hospital Israelita Albert Einstein, no Morumbi, onde o candidato ficou internado por quase um mês.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo na tarde desta quarta-feira, (10/10), o especialista afirmou que a operação para fechamento da colostomia (exteriorização do intestino para saída das fezes) só poderá ser feita após o dia 12 de dezembro, mas que, como o procedimento requer duas semanas de recuperação, se o paciente se submetesse à operação ainda neste ano não haveria garantias que ele estaria completamente recuperado até janeiro.

Dessa forma, o ideal, segundo o médico, é que o procedimento seja feito somente em janeiro. “Eu me sentiria mais seguro se a gente fechasse (a colostomia) após a (eventual) posse, em janeiro. Mas se ele quiser fazer antes, não vejo grandes dificuldades”, declarou. “Ele é muito ativo, quase impulsivo, tem muita disposição para fazer as coisas, é capaz de ele querer tirar antes. Acho que se os exames estiverem bons no dia 18 de outubro, esperando terminar o pleito eleitoral, ele decide se fecha no meio de dezembro ou em janeiro”, disse Macedo.

A cirurgia de Bolsonaro 

Na nova cirurgia de Bolsonaro, o abdome será aberto novamente para que as alças do intestino grosso sejam unidas e, com isso, o trânsito intestinal volte ao normal e o paciente deixe de usar a bolsa coletora de fezes.

A cirurgia requer a abertura do abdome e não pode ser feita por videolaparoscopia pelo tipo de colostomia à qual Bolsonaro foi submetido, chamada de colostomia terminal, quando o intestino é completamente separado para que uma das “bocas” seja exteriorizada até a pele para a saída de fezes na bolsa coletora.

Segundo Macedo, a chance de uma complicação nessa cirurgia é menor do que nas operações anteriores à quais Bolsonaro foi submetido. “É uma cirurgia que, para um cirurgião bem treinado, não é um bicho de sete cabeças como foi aquela do dia 12 de setembro. Essa, sim, foi terrível, demorou demais. Estava tudo colado por causa do derrame de fezes na hora do trauma, excesso de sangramento, choque hemorrágico”, declarou Macedo, referindo-se à operação de emergência feita seis dias após a facada para corrigir uma obstrução intestinal provocada por aderência das alças do órgão. Segundo o médico, o procedimento durou seis horas.

A colostomia foi necessária para isolar as áreas lesionadas da passagem de fezes, diminuindo, assim, o risco de infecções. Isso porque, ao ser atacado em Juiz de Fora, em 6 de setembro, Bolsonaro sofreu três perfurações no intestino delgado e um no intestino grosso. Ele chegou à Santa Casa de Juiz de Fora em estado grave, com hemorragia interna, e passou por uma cirurgia que estancou o sangramento e reparou as lesões intestinais e vasculares.

Riscos

Embora a cirurgia de reversão de colostomia seja menos complexa do que as anteriores, ela não está isenta de riscos. Assim como em qualquer operação do sistema digestivo, pode ocasionar complicações como infecções, fístulas ou obstruções intestinais.

A recuperação, no entanto, deverá ser mais rápida que a das cirurgias anteriores.

Segundo Guilherme Cotti, cirurgião do aparelho digestivo do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) do Hospital das Clínicas de São Paulo, o tempo de internação médio após cirurgias de reversão de colostomia é de uma semana.

“É uma semana no hospital e outra semana de recuperação em casa, com repouso. Se tudo correr bem, a alimentação já é reintroduzida dois ou três dias após a cirurgia”, afirmou.

Assim, se a cirurgia for realmente realizada em janeiro, o presidenciável, caso eleito, ficaria impedido de comparecer a compromissos oficiais por pelo menos duas semanas.

Após o período de reintrodução alimentar e cicatrização, o paciente já é liberado para suas atividades normais se o sistema digestivo voltar a funcionar normalmente e não for verificada nenhuma complicação, podendo viajar e ter compromissos públicos, segundo os médicos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagens: Justificando 

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Goiás

Operação da PRF para o feriado já contabiliza vítima fatal em Goiás

A morte do motociclista, que bateu na traseira de um caminhão, é a primeira das estatísticas da operação da PRF, Nossa Senhora Aparecida.
11/10/2018, 10h56

Um jovem de 26 anos morreu no início da manhã desta quinta-feira (11/10), na BR 060, KM 184, após colidir a motocicleta que ele pilotava na traseira de um caminhão Baú Mercedes Benz. O acidente, que ocorreu por volta das 6h30, é a primeira vítima fatal contabilizada pela operação Nossa Senhora Aparecida, iniciada hoje pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) para o feriado desta sexta-feira (12/10). A operação da PRF deve durar até o próximo domingo.

De acordo com a PRF, o rapaz seguia no sentido Guapó para Goiânia, segundo informações de testemunhas, e estava a caminho  do trabalho quando, por motivo ignorado, colidiu sua motocicleta na traseira do caminhão.

O jovem não resistiu aos ferimentos e acabou morrendo no local.

O condutor do caminhão foi submetido ao teste do bafômetro mas não foram constatados sinais de embriaguez.

Operação da PRF, Nossa Senhora Aparecida, teve início hoje e vai até o próximo domingo

A operação Nossa Senhora Aparecida, iniciada pela PRF nesta quinta feira (11/10), na Unidade Operacional da PRF no Parque Ecológico, BR 060, km 132, ocorrerá até a meia-noite do próximo domingo (14/10). A operação tem por objetivo intensificar as ações de fiscalização nas estradas federais de todo o Estado de Goiás.

De acordo com a PRF, o feriado irá refletir no aumento do fluxo de veículos e de passageiros nas rodovias federais. Além da preocupação em garantir aos usuários segurança, conforto e fluidez do trânsito, a PRF está empenhada em reduzir 50% do número de mortos e de feridos em decorrência de acidentes de trânsito.

Entre as principais infrações flagradas pela PRF estão o excesso de velocidade, a ultrapassagem em local proibido e o não uso do cinto de segurança. O mau estado de conservação do veículo, e a falta de documento obrigatório ou documentação vencida também entram nas infrações recorrentes em períodos de feriados prolongados.

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Política

Câmara dos deputados fica mais jovem, mais militar e mais feminina

Representação de mulheres, negros e militares aumentam na câmara.
11/10/2018, 11h10

Com um índice de renovação de 52%, o maior em 20 anos, a nova Câmara dos Deputados será mais jovem, com ampliação da representação de mulheres e negros. A participação de militares também cresceu, mas políticos, empresários e advogados ainda estão no topo do ranking de profissões.

Um em cada cinco dos 243 eleitos que nunca ocuparam uma cadeira na Casa tem até 35 anos. Entre eles, seis têm até 24 anos. Apesar de o número ser baixo, corresponde ao triplo do resultado das eleições de 2014, quando apenas dois deputados estavam nesta faixa etária.

Entre os cinco mais votados, todos novatos, dois têm até 24 anos – Kim Kataguiri (DEM-SP), com 22 anos, e João Campos (PSB-PE), com 24 anos, filho do ex-governador Eduardo Campos. Apesar do aumento nesta faixa etária, o índice de deputados de até 30 anos permaneceu o mesmo em relação a 2014, somando 28.

Com isso, a média de idade da Câmara reduziu de 50, em 2014, para 49. O número de deputados mais velhos também diminuiu, em 12%, comparado a 2014. Na próxima legislatura, que começa em fevereiro de 2019, serão 102 com mais de 60 anos, equivalente a um quinto da Casa.

Representação na câmara dos deputados

O número de mulheres na Câmara passará de 51 para 77, ou seja, aumento de 50%. Assim, as deputadas representarão 15% do total. Entre as eleitas, 43 ocuparão o cargo pela primeira vez. Dos eleitos, 104 candidatos se declararam pardos e 21 pretos, totalizando aumento de 5% em relação à atual legislatura. Também foi eleita, pela primeira vez, uma mulher indígena, Joênia Wapichana (Rede-RR).

Das principais profissões no Congresso, os mais representados continuam sendo empresários e advogados. Mas, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), quase metade dos eleitos declarou como profissão o cargo de deputado. Outros quatro senadores também informaram o cargo como profissão. A classe que mais cresceu foi a dos militares. Atualmente, há cinco deputados militares e a partir de 2019, serão 15.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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