Goiás

Adolescentes são apreendidos em Jataí depois de tentarem matar homem em motel

O trio tentou fugir da polícia pulando o muro do motel, mas acabou sendo capturado.

Por Ton Paulo
14/10/2018, 14h41

Três adolescentes foram apreendidos pela Polícia Militar (PM) na manhã do último sábado (13/10), suspeitos de tentarem assassinar um homem dentro de um motel no setor Vila Sofia, em Jataí, a 320 quilômetros de Goiânia.

De acordo com informações da PM, o grupo, que era formado por duas moças e um rapaz, estava em um quarto do motel quando atacaram a vítima, Deyner Lima Costa, de 30 anos, com golpes de garrafa de vidro e logo em seguida tentaram afogá-lo na banheira. Os funcionários do motel perceberam a movimentação no quarto e acionaram a polícia.

Assim que os policiais chegaram no local, o trio tentou fugir com o carro da vítima, mas os funcionários impediram a fuga, se recusando a abrir o portão do motel.

Os três adolescentes, então, abandonaram o carro e pularam o muro na tentativa desesperada de fuga.

Pouco tempo depois, a polícia conseguiu encontrar o trio nas proximidades do motel. Logo depois da apreensão,  eles foram encaminhados para a delegacia de polícia de Jataí.

Deyner Lima, que foi agredido dentro do motel e quase foi morto, foi socorrido e encaminhado para o Hospital Municipal de Jataí.

Ainda não há informações sobre seu estado de saúde.

Adolescentes no motel em Jataí roubaram dinheiro da vítima

Segundo informações da PM, além de agredirem o homem com garrafadas e tentarem matá-lo, os adolescentes também subtraíram dele a quantia de R$ 200 reais. valor que foi encontrado com o trio quando a polícia conseguiu fazer a apreensão.

Atualização: conforme foi apurado pela reportagem do Dia Online, a vítima das agressões, Deyner Lima Costa, veio a óbito no hospital onde estava internado, em Jataí. A informação foi confirmada por familiares a amigos.

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

Justiça proíbe Enel de cortar energia de casa em Anápolis

Na decisão proferida, o juiz considerou que "a situação era gravíssima" e que a "consumidora estava refém do serviço".

Por Ton Paulo
14/10/2018, 15h58

A Justiça determinou o reestabelecimento do fornecimento de energia elétrica de uma casa e proibiu à Enel qualquer e possível futura ameaça de interrupção do serviço. Caso aconteceu em Anápolis, a 60 quilômetros de Goiânia.

A decisão, do juiz Eduardo Walmory Sanches, da 1ª Vara Cível da comarca de Anápolis, que concedeu tutela de urgência para ordenar que a Enel restabeleça o fornecimento de energia elétrica da residência e a proibição de um futuro corte de energia, é valida enquanto uma ação, em que a consumidora questiona um débito no valor de R$9.270 reais, estiver em andamento.

De acordo com os autos, a empresa verificou, em maio deste ano, irregularidades no medidor, que teria se começado ainda em 2013.

Um cálculo médio mensal, com base no consumo do ano anterior à danificação do aparelho, foi feito, para resguardar a consumidora.

Em decisão, magistrado de Anápolis diz que “consumidora estava refém do serviço”

Em sua decisão proferida, o juiz Eduardo Walmory, da 1ª Vara Cível da Comarca de Anápolis, pontuou que a retirada do equipamento se deu sem aviso prévio e que “laudos unilaterais apontam irregularidades seguidas de cobranças milionárias e multas.” “Por evidente, tal situação é gravíssima porque o consumidor vira refém do serviço prestado, afinal se trata de monopólio: ou o consumidor paga, ou fica sem energia – simples assim.” Ele diz, ainda na decisão, que tem aumentado o número de ações do tipo.

“Verifico que desde a privatização da empresa de energia elétrica aumentou muito o número de ações em tramitação nessa Vara Cível em razão de procedimentos irregulares e ofensivos ao Código de Defesa do Consumidor.”, disse o magistrado na decisão.

Via: O Popular 
Imagens: Portal 6 

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

Polícia trabalha com a hipótese de execução no caso de médico morto na Chapada dos Veadeiros

De acordo com a polícia, o médico foi atingido nas costas, costela, nuca e bochecha.

Por Ton Paulo
14/10/2018, 17h42

O corpo que foi encontrado próximo a uma cachoeira na região da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, foi identificado como sendo de Gabriel Costa Lima, de 28 anos. Gabriel era médico e trabalhava na Escola de Saúde do Exército. A Polícia Civil (PC) trabalha, até o momento, com a hipótese de execução.

O médico do Exército foi achado morto na madrugada de sábado (13/10) em uma estrada vicinal que fica dentro de uma fazenda, onde ocorreu, na noite anterior, uma festa, em Alto Paraíso de Goiás, município a 450 quilômetros de Goiânia.

A identificação do corpo só foi possível através de digital e também de um documento expedido no Tocantins encontrado junto à vítima.

O corpo de Gabriel foi liberado do Instituto Médico Legal (IML). De acordo com a assessoria de imprensa do Exército, o jovem era tenente e atuava como médico-residente na Escola de Saúde, que fica no Rio de Janeiro.

De acordo com informações da polícia a um jornal local, Gabriel foi atingido nas costas, costela, nuca e bochecha, provavelmente efetuados por uma arma calibre 32. O delegado plantonista Yasser Yassine afirma que os locais dos disparos sugerem a prática de uma execução.

“A suspeita é de execução pelo modus operandi do crime. Esses tiros na nuca e na bochecha nos leva a crer isso. Se fosse um assalto, não teria necessidade desses disparos. Porém, não descartamos outras hipóteses”, disse o delegado.

A perícia já foi realizada, mas o delegado que não pode adiantar mais informações sobre o procedimento para não atrapalhar as investigações.

Nas redes sociais, amigos lamentaram a morte do médico

Nas redes sociais, amigos de Gabriel lamentaram a morte do médico. Em sua página pessoal no Facebook, um amigo comentou numa publicação dele: “RIP infelizmente, o doutor nos deixou”, enquanto uma amiga, com emojis de choro, comentou em sua foto do perfil “Vá com Deus, amigo”.

Via: G1 

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Goiás

Filho encontrado em estado de decomposição junto com a mãe tinha problemas mentais

Segundo relatos dos moradores da rua, Lincoln, de 62 anos, que cuidava da mãe idosa, sofria de problemas mentais e tinha um comportamento agressivo.

Por Ton Paulo
15/10/2018, 08h13

O ex-vigilante Lincoln Gonzaga de Oliveira, de 62 anos, e sua mãe, a aposentada Iranilda Gonzaga de Oliveira, de 81, causaram choque nos moradores da rua onde moravam, no Bairro Feliz, região central de Goiânia, ao serem encontrados dentro de casa com os corpos já em decomposição, na manhã do último domingo (14/10). Segundo relatos de vizinhos, Lincoln tinha problemas mentais e cuidava da mãe, que havia sofrido de AVC, já há algum tempo.

A Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH) apura o caso e não descarta nenhuma hipótese. Mãe e filho não eram vistos desde a última quarta-feira (10/10).

Os corpos foram descobertos por uma vizinha, que estranhou o cheiro forte que vinha da casa. Em entrevista a um jornal local, a comerciante Vanusa Borges de Lima, de 45 anos, que mora ao lado da casa das vítimas, relatou que por volta das 10h de domingo sentiu o odor característico quando abriu a janela do seu quarto.

Estranhando a situação, ela conta que subiu numa escada no muro para tentar olhar dentro da casa de Lincoln e Iranilda. Ela diz que viu a janela meio aberta, cuja grade já estava repleta de moscas.

Vanusa tentou falar com alguém dentro da casa, mas ninguém atendeu. Foi então que ela decidiu acionar a Polícia Militar (PM). Ao constatar a situação, uma equipe do Corpo de Bombeiros  também foi chamada, para arrombar o portão.

De acordo com a polícia, o corpo do ex-vigilante estava em uma cama no quarto, e o de sua mãe caído no chão do banheiro de outro quarto. Ambos já estavam em estado de composição e com mau cheiro.

De acordo com o delegado Marco Aurélio Euzébio, da DIH, os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) para a confecção do exame de laudo cadavérico, que deve revelar a causa da morte. Lincoln apresentava secreções que saíam da boca, que vão ser examinadas em um laudo pericial. Dentro da casa não foram encontradas substâncias que poderiam ser consideradas veneno.

Vizinhos contam que Lincoln sofria de problemas mentais

Segundo informações de vizinhos a um jornal local, Iranilda, que era massoterapeuta, passou a ser cuidada pelo filho depois de sofrer um acidente vascular cerebral e ficar debilitada. Entretanto, segundo os moradores da rua, Lincoln tinha mania de perseguição e mostrava comportamento agressivo.

De acordo com uma moradora do bairro que conhecia mãe e filho, Lincolm, com o tempo, não deixava ninguém entrar para ver a mãe, e às vezes tinha alucinações de que a casa estava pegando fogo.

Certa vez, ainda segundo a moradora, Lincoln teria tentado agredir uma vizinha

Via: O Popular 
Imagens: Mais Goiás 

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.

Economia

Sete Estados e DF devem fechar ano sem caixa

Goiás está entre os estados que deve fechar o ano com caixa negativo.
15/10/2018, 08h52

Embora os gastos com pensões e aposentadorias dos servidores sejam o fator estrutural por trás da crise fiscal dos Estados, a perda de receita tributária durante a recessão agravou os déficits. Sete Estados e Distrito Federal têm déficits tão grandes que seus governadores podem terminar os mandatos sem caixa para cobrir despesas contratadas neste ano, o que é proibido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Nas contas do consultor Raul Velloso, na média dos 22 principais Estados, a receita tributária poderia ter sido 11,2% maior, se a trajetória da arrecadação de 2002 a 2014 fosse mantida.

Segundo o levantamento, os oito endividados registraram déficit orçamentário superior a 4% da receita total, na média de 2015 a 2017. O caso do Rio é o mais dramático, com rombo de 11,4% da receita total. Levando em conta apenas os tributos, o governo fluminense poderia ter arrecadado 15,2% a mais do que efetivamente conseguiu na média dos três primeiros anos do mandato do governador Luiz Fernando Pezão (MDB).

O Rio aderiu ao Regime de Recuperação Fiscal, criado pelo governo federal ano passado e que prevê o alívio no pagamento da dívida em troca de medidas de ajuste. Apesar disso, o Estado não deixará as contas no azul neste ano – como já estava previsto no plano, firmado em setembro de 2017.

Confira os estados que devem fechar o ano sem caixa

Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás, Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul completam a lista dos Estados com maiores rombos do orçamento, além do Distrito Federal. Para Velloso, dificilmente esses governos conseguirão terminar o ano com caixa suficiente para cobrir despesas deixadas para o próximo mandato. Após a LRF, o Código Penal ganhou um novo capítulo sobre crimes contra as finanças públicas – o descumprimento da norma pode levar a pena de um a quatro anos de prisão.

Procuradas, as secretarias de Fazenda de Goiás e do Rio Grande do Sul informaram que estão tomando medidas de ajuste. No caso do governo gaúcho, o objetivo é reduzir o rombo ao máximo, mas deixar restos a pagar em valor acima do caixa parece inevitável, pois, segundo a Secretaria de Fazenda, ainda não se sabe quando o 13º salário deste ano, valor empenhado em 2018, será pago – o de 2017 foi parcelado em 12 vezes.

O secretário de Fazenda do Distrito Federal, Wilson José de Paula, reconheceu que será difícil fechar o mandato do governador Rodrigo Rollemberg (PSB), que disputa a reeleição no segundo turno do próximo dia 28, com caixa para quitar as despesas empenhadas ainda este ano, mas destacou que as contas estão “muito melhores” do que as que recebeu. “É zero a zero, como a lei determina? Provavelmente, não”, disse Paula. Segundo ele, este ano deverá ter déficit financeiro de R$ 600 milhões, ante rombo financeiro de R$ 2,5 bilhões no início do governo.

Os demais citados na reportagem não responderam até o fechamento desta edição.

Na avaliação de Sérgio Ciquera Rossi, secretário-diretor-geral do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), a perda de receita por causa da recessão não justifica o descumprimento da LRF. A legislação, segundo ele, já traz mecanismos que permitem lidar com situações de queda de receita. Nesses casos, as despesas precisam ser cortadas.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

COMENTÁRIOS

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do portal e são de total responsabilidade de seus autores.