Goiás

Menino fica 15 minutos no fundo de piscina e morre no Clube Jaó, em Goiânia

Mãe se ausentou para fazer mamadeira da outra filha, quando David se afogou e veio a óbito.
15/10/2018, 10h08

O domingo da família de David Gabriel Barros Souza, de 6 anos, terminou tragicamente depois que ele morreu afogado na tarde do último domingo (14/10), no Clube Jaó, no Setor Jaó, em Goiânia.

O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO) foi acionado para atender a ocorrência. Segundo informou ao Portal Dia Online, ao chegar no local o corpo da criança já havia sido retirado da piscina e que a equipe fez todos os procedimentos para reanimá-la, no entanto não obteve o sucesso.

O delegado Marco Aurélio Euzébio afirmou que a criança estava acompanhada de um tio e da mãe no clube. A mãe deixou o menino brincando enquanto foi esquentar uma mamadeira para outra filha, quando David Gabriel sumiu.

Marco Aurélio Euzébio disse ainda que o caso aconteceu por volta das 18h e que vai ouvir as testemunhas do afogamento de David, para apurar se realmente foram os frequentadores do clube que retiraram a criança do clube e se uma senhora de fato foi a primeira a avistar David no fundo da Piscina.

O delegado contou também que no clube no domingo (14/10) tinha apenas um salva-vidas e que ele também será ouvido durante as investigações.

Uma mulher encontrou criança afogada na piscina do Clube Jaó

O delegado contou ainda que o menino foi encontrado no fundo da piscina por uma mulher, depois de 15 minutos e começou a chamar pelo socorro.

Apenas um salva-vidas estava no clube no momento do afogamento. O socorrista foi intimado para prestar os esclarecimentos. O Portal Dia Online não conseguiu falar com a assessoria de imprensa do Clube.

Por volta das 9h30, o Instituto Médico Legal (IML) liberou o corpo da criança, mas a funerária não havia buscado.

Como a reportagem não conseguiu contato com a família, não foi possível confirmar local e horário de velório e enterro do menino David Gabriel.

Via: G1 
Imagens: G1 

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Educação

Brasil tem mais de 2,5 milhões de professores

Maior parte está na educação básica.
15/10/2018, 10h13

O número de professores no Brasil passa de 2,5 milhões, segundo censos educacionais do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) referentes a 2017. Desse universo, 340 mil professores estavam atuando. Hoje (15/10), no Dia do Professor, a Agência Brasil mostra as ideias de quem quer seguir carreira e de docentes que não abrem mão da profissão.

Sobre a formação profissional dos que estavam em sala de aula, 4,3 mil têm diploma superior; 65,4 mil, especialização; 128,4 mil, mestrado; 143,4 mil, doutorado. Apenas 10 deles não tinham graduação.

A maior parte dos professores (2,192 milhões) é da educação básica, enquanto 349.776 são do ensino superior. As estatísticas educacionais contabilizam os profissionais uma única vez, independentemente de atuarem em mais de uma região geográfica, unidade da Federação, município ou etapa de ensino. Do total de professores, 345,6 mil estão na zona rural.

A maioria dos professores tem entre 30 e 39 anos. Mulheres representam quase 70% do corpo docente no país.

Censo

O Censo Escolar, que coleta dados da educação básica, é coordenado pelo Inep e realizado a partir de informações das secretarias estaduais e municipais de educação e escolas públicas e privadas do país.

A estatística sobre a educação superior, apontadas como a pesquisa mais completa do país, reúne informações sobre as instituições de ensino superior, seus cursos de graduação presencial ou a distância, cursos sequenciais, vagas oferecidas, inscrições, matrículas, ingressantes e concluintes e informações sobre docentes nas diferentes formas de organização acadêmica e categoria administrativa.

Equiparação salarial dos professores

Professores de escolas públicas ganham, em média, 74,8% do que ganham profissionais assalariados de outras áreas, ou seja, cerca de 25% a menos, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep)Essa porcentagem subiu desde 2012, quando era 65,2%.

Por lei, pelo Plano Nacional de Educação, esse salário deve ser equivalente ao de outros profissionais com formação equivalente até 2020 no Brasil.

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Goiás

Detento é enforcado com toalha após se envolver em briga na cela, em Anápolis

Segundo relato de outros detentos, o preso foi estrangulado por voltas das 23h de ontem (14/10), após se envolver em uma briga.

Por Ton Paulo
15/10/2018, 11h08

Um detento que cumpria pena por furto no Centro de Inserção Social Monsenhor Ilc, em Anápolis, foi encontrado morto dentro da cela na manhã desta segunda-feira (15/10). O preso teria sido estrangulado com uma toalha por outro detento com quem havia brigado dentro da cela na noite anterior.

De acordo com informações da Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP), que se manifestou por meio de nota oficial, o preso assassinado é Richard Antonio de Araújo, de 27 anos. Ele cumpria pena enquadrado no artigo 155 do Código Penal, que é o crime de furto.

Segundo a direção da unidade, no início da manhã desta segunda-feira, após uma conferência nominal de rotina dos detentos, Richard não respondeu ao chamado.

Ao questionar os outros reeducandos da cela, eles retiraram a vítima do local já sem sinais de vida. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e constatou a morte do detento.

De acordo com o relato dos outros detentos, houve uma briga entre ele e o preso Rafael Gomes Ferreira, que cumpre pena pelo artigo 157 – roubo, logo após o horário de visitas.

Ainda de acordo com os relatos dos presos, Richard foi sufocado com uma toalha por volta das 23h, no último domingo (14/10). O suspeito do homicídio foi levado para a delegacia para as devidas providências.

Caso de detento morto dentro da cela no presídio de Anápolis é o segundo este mês

A morte do preso Richard Antonio, dentro do Centro de Inserção Social Monsenhor Ilc, em Anápolis, foi o segundo caso deste mês.

No dia 2 de outubro, um preso de 34 anos foi encontrado morto também dentro do presídio de Anápolis, a 55 km de Goiânia. Leonardo Leandro Caetano não tinha sinais de violência aparentes pelo corpo. Uma sindicância vai apurar o caso.

O detento estava no Centro de Inserção Social Monsenhor Luiz e a Diretoria-Geral de Administração Penitenciária ainda não tem informações sobre o que causou a morte dele.

Ele estava preso desde julho deste ano pelos crimes de roubo e receptação.

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Goiás

Fala, deputado: "Sou a favor da reforma trabalhista e de todas as outras", diz Francisco Júnior

Entrevistado na série de entrevistas do Dia Online, "Fala, deputado", Francisco Júnior, do PSD, afirma que fará um trabalho a favor "da vida e da família" no Congresso.

Por Ton Paulo
15/10/2018, 12h11

Casado e pai de três filhos, Francisco Júnior (PSD) foi escolhido pelo povo goiano para ocupar uma das cadeiras do Congresso Nacional reservadas aos deputados federais de Goiás. Ele é formado em Direito pela Universidade Católica de Goiás (atual PUC), e pós-graduado em Relações Internacionais do Mercosul pela mesma instituição. Além disso, o deputado estadual – e, agora, federal – tem mestrado em Desenvolvimento e Planejamento Territorial.

Católico fervoroso, Francisco Júnior foi coordenador da Renovação Carismática Católica (RCC), tanto em Goiânia, como em todo o Estado. Além disso, o deputado é membro do Grupo de Oração em Goiânia, dos Conselhos da RCC Goiânia e Goiás e da Associação Servos de Deus.

Professor desde os 19 anos, Francisco Júnior dedicou 18 anos de sua vida à sala de aula, ensinando Matemática, Religião, Filosofia e Sociologia. Hoje, sua vida se encontra na política. Eleito deputado estadual em 2014 com 29.718 votos, o parlamentar obteve 111.788 votos nas eleições de 2018 para deputado federal.

O deputado, que foi da coligação do candidato tucano derrotado, Goiás Avança Mais, conta que não aprova e nem reprova a vitória do governador Ronaldo Caiado (DEM). “Minha função como deputado é auxiliar o governo, tenho que buscar auxílio para o povo do Congresso. Então não cabe a mim dizer se aprovo ou não a vitória do governador Ronaldo Caiado”, diz.

No Congresso Nacional, Francisco Junior já sinaliza de qual bancada fará parte: “Meu slogan, desde que eu era vereador, é a serviço da vida e da qualidade de vida. Defendo a vida, a família”, numa referência implícita à chamada “bancada da Bíblia”.

Fala, deputado: "Sou a favor da reforma trabalhista e de todas as outras", diz Francisco Júnior
Foto: Reprodução/A Redação

O parlamentar frisa, ainda, sua luta em defesa do meio ambiente. “Trabalho a favor do homem e do ambiente em que ele habita. É um dos pontos em que mais atuo, o lugar em que vivemos, o ambiente”, explica.

Francisco Júnior é categórico no que tange às reformas do governo Michel Temer: “sou a favor de todas”. Questionado sobre se era a favor ou contra a reforma trabalhista de Temer, o deputado diz que “é a favor de todas as reformas, desde que sejam conversadas, dialogadas”.

Quanto à imagem negativa do Congresso, atualmente, diante da população, o deputado federal eleito diz que “a população está insatisfeita e com razão”.

“O que muda a política não é o político, é o povo. Nós vamos conseguir melhorar essa imagem [do Congresso] se tivermos transparência e mais produção”.

Francisco Júnior finaliza dizendo, em sua concepção, o que é ser um deputado: “Pra mim, política é vocação, é uma missão. Ser deputado é ter uma profunda consciência de representatividade.

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Goiás

Abandonada pelo marido, mulher é presa por aborto em Caldas Novas

O namorado ao saber da gravidez abandonou a mulher, e ela optou por fazer o aborto, alegando que não teria condições de criar mais um filho.
15/10/2018, 12h56

Uma mulher, de 39 anos, que não teve o nome divulgado, foi presa depois de abortar e ser atendida,  na noite do último domingo (14/10), em um hospital na cidade de Caldas Novas, na região sul do Estado de Goiás.

O delegado da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), Wllisses Valentim, informou ao Portal Dia Online que funcionários da Maternidade Amor e Esperança chamaram a polícia quando identificaram que a mulher havia interrompido a gestação de três meses.

“A paciente veio com muito sangramento com três ou quatro meses. Ela perguntou para as enfermeiras se no exame de sangue revelaria o remédio abortivo, ou seja, ela confessou que usou medicação abortiva. O bebê já estava formadinho, respirando e mexendo”, revelou ao Portal Dia Online a diretora-geral da Maternidade Amor e Esperança, Luciana Castro. O bebê, do sexo feminino, foi levado para o Instituo Médico Legal (IML).

Depois, a mulher contou à equipe ter tomado quatro comprimidos abortivos e, por isso, se sentia mal.

Depois de abortar, mulher foi ouvida

O delegado aguardou todo o procedimento médico ser finalizado para dar voz de prisão e encaminhá-la para a delegacia, onde prestou depoimentos e pagou cerca de dois salário mínimos.

Para o delegado Wllisses Valentim, a mulher contou que abortou porque tem três filhos  e não tem condições de criar outra criança. Quando contou ao pai da criança que estava esperando um bebê, ele a abandonou.

O delegado do caso confirmou que a mulher foi presa em flagrante, mas foi liberada depois de pagar a fiança.

Valentim lembrou que, diferente deste caso, a delegacia dele registrou outro em que uma mulher abortou e jogou o feto em cima do telhado de casa.

Projeto para legalizar o aborto tramita no congresso nacional

O deputado federal Jean Wyllys do PSOL, apresentou o projeto de lei número 882/2015 em que prevê a interrupção da gestação durante as 12 primeiras semanas. No entanto, o projeto ainda não foi votado e é discutido também pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

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