Goiás

Menino de seis anos morre afogado em piscina de Goiás

A criança morreu afogada na piscina da casa em que morava com a família.
17/10/2018, 18h06

Um menino de 5 anos de idade é a segunda vítima de uma tragédia que provoca calafrios em qualquer pai ou mãe: o afogamento em piscina. Gabriel Conceição de Almeida brincava na piscina de casa, na zona rural de Luziânia, em Goiás, quando se afogou.

O menino foi levado para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município, mas não resistiu e morreu,  na tarde de terça-feira (16/10), na zona rural de Luziânia, a 196 km de Goiânia.

O Subtenente Edmilson disse ao G1 que a equipe chegou ao local e encontrou o menino deitado em um sofá e molhado. Para os socorristas, os familiares contaram que ele havia se afogado a cerca de 20 minutos na piscina da residencial. Os militares então iniciaram todos os procedimentos de ressuscitação.

Criança que afogou em Goiás apresentava hematoma na testa

Ainda conforme divulgado pelo G1, a partir do relato da ocorrência dos bombeiros, a criança apresentava um hematoma na testa. A mãe e o padrasto da criança foram conduzidos para a 1ª Delegacia de Polícia do município, onde foram ouvidos.

O Portal Dia Online não conseguiu falar com o delegado responsável pelo caso. O G1, por sua vez, conversou com o delegado que investiga o caso, Frederico Gama dos Santos. “Nós requisitamos todas as perícias e exames necessários e vamos ouvir os familiares, pessoas que estavam no local ou perto da piscina na hora deste acidente. Ao que tudo indica, foi uma morte acidental, mas a partir do depoimento das testemunhas é que vamos conseguir ter uma noção de como o fato ocorreu”, disse.

A criança morreu afogada na piscina da casa em que morava com a família, na zona rural, às mães da BR-040, do Município. A criança morreu afogada na piscina da casa em que morava com a família

Segundo o relato da mãe à polícia, o menino sumiu logo depois de ela pedir para que o filho desse água para os burros, como sempre fazia. “Ela falou com ele e foi tomar banho. Dez minutos depois, ela saiu, e o marido deu falta do menino. Eles foram procurar e o sobrinho do padrasto viu o chinelo boiando na piscina”, relatou o delegado.

Primeiro caso ocorreu em Goiânia

O domingo da família de David Gabriel Barros Souza, de 6 anos, terminou tragicamente depois que ele morreu afogado na tarde do último domingo (14/10), no Clube Jaó, no Setor Jaó, em Goiânia.

O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO) foi acionado para atender a ocorrência. Segundo informou ao Portal Dia Online, ao chegar no local o corpo da criança já havia sido retirado da piscina e que a equipe fez todos os procedimentos para reanimá-la, no entanto não obteve o sucesso.

O delegado Marco Aurélio Euzébio afirmou que a criança estava acompanhada de um tio e da mãe no clube. A mãe deixou o menino brincando enquanto foi esquentar uma mamadeira para outra filha, quando David Gabriel sumiu.

Marco Aurélio Euzébio disse ainda que o caso aconteceu por volta das 18h e que vai ouvir as testemunhas do afogamento de David, para apurar se realmente foram os frequentadores do clube que retiraram a criança do clube e se uma senhora de fato foi a primeira a avistar David no fundo da Piscina.

O delegado contou também que no clube no domingo (14/10) tinha apenas um salva-vidas e que ele também será ouvido durante as investigações.

Uma mulher encontrou criança afogada na piscina do Clube Jaó

O delegado contou ainda que o menino foi encontrado no fundo da piscina por uma mulher, depois de 15 minutos e começou a chamar pelo socorro.

Apenas um salva-vidas estava no clube no momento do afogamento. O socorrista foi intimado para prestar os esclarecimentos. O Portal Dia Online não conseguiu falar com a assessoria de imprensa do Clube.

Por volta das 9h30, o Instituto Médico Legal (IML) liberou o corpo da criança, mas a funerária não havia buscado.

Como a reportagem não conseguiu contato com a família, não foi possível confirmar local e horário de velório e enterro do menino David Gabriel.

Via: G1 

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Política

TSE nega pedido de Haddad para remover 123 postagens em redes sociais

Na decisão, o ministro Luís Felipe Salomão observou que a atuação da Justiça Eleitoral "em relação a conteúdos divulgados na Internet deve ser realizada com a menor interferência possível".
17/10/2018, 18h30

O ministro Luís Felipe Salomão, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou nesta quarta-feira, 17, um pedido da coligação de Fernando Haddad (PT) para remover imediatamente 123 postagens em redes sociais. A coligação “O Povo Feliz de Novo” (PT/PCdoB/PROS) acionou o TSE sob a alegação de que as publicações veiculam informações “inverídicas, difamatórias e injuriosas” que agridem o Partido dos Trabalhadores.

Entre as postagens contestadas estão mensagens de usuários no Facebook que afirmam “Pedofilia é crime diga não ao PT”, “Ideologia de gênero nas escolas. Ninguém nasce menino ou menina. Todo mundo pode ser o que quiser! É isso que Haddad ensina nas escolas. Amanhã pode ser muito tarde!”, “PT e Haddad com o kit gay para seus filhos, não vote nele” e “Haddad indica para Ministro da Educação Jean Willis (sic)…pensem direitinho pra depois não ficarem no ouvido da gente reclamando”

Interferência: TSE nega pedido de Haddad

Em sua decisão, Salomão observou que a atuação da Justiça Eleitoral “em relação a conteúdos divulgados na Internet deve ser realizada com a menor interferência possível”, assegurando aos usuários da internet o exercício da liberdade de pensamento e expressão.

“Em juízo preliminar, não obstante encontradas publicações que apresentam realmente teor ofensivo ou negativo, é forçoso reconhecer que exteriorizam o pensamento crítico dos usuários das plataformas de rede sociais ora impugnadas, de modo que a liberdade de expressão no campo político-eleitoral abrange não só manifestações, opiniões e ideias majoritárias, socialmente aceitas, elogiosas, concordantes ou neutras, mas também aquelas minoritárias, contrárias às crenças estabelecidas, discordantes, críticas e incômodas”, afirmou Salomão.

“O controle sobre quais conteúdos ou nível das críticas veiculadas, se aceitáveis ou não, deve ser realizado pela própria sociedade civil, porquanto a atuação da Justiça Eleitoral no âmbito da Internet e redes sociais, ainda que envolva a honra e reputação dos políticos e candidatos, deve ser minimalista, sob pena de silenciar o discurso dos cidadãos comuns no debate democrático”, concluiu Salomão.

O ministro ainda destacou que a própria coligação e os demais usuários da internet podem usar o espaço de comentário nas redes sociais para rebater as acusações e alertar para a falsidade das informações.

Imagens: Tribuna 

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Goiás

Preço do etanol sobe em Goiás

Gasolina e Diesel não sofreram alterações.
17/10/2018, 18h30

O dia para muitos motoristas nesta quarta-feira (17/10) em Goiânia teve uma surpresa nenhum pouco agradável ao bolso, principalmente para quem abastece com etanol. O litro do combustível ficou mais caro de ontem para hoje na capital, o fato foi verificado por diversos motoristas de Goiânia e pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO), que chegou a registrar um aumento de R$ 0,50 centavos em alguns postos da cidade.

Márcio Andrade, presidente do Sindicato dos Postos de Gasolina de Goiânia (Sindposto), disse ao Portal Dia Online que o aumento aconteceu porque o preço nas distribuidoras e refinarias aumentou nos últimos dias. Márcio contou que “o que aconteceu foi o seguinte as refinarias viam subindo o preço do etanol, mas os donos de postos não estavam repassando esse aumento aos consumidores, só que chega uma hora que a corda aperta e ai não tem como segurar”.

Apenas o litro do Etanol teve reajuste

Segundo o presidente do Sindposto como esse aumento não estava sendo repassado aos motoristas “é normal a partir do momento que tem um aumento de R$ 0,20; R$ 0,30; R$ 0,40 e até R$ 0,50 centavos no preço do litro os consumidores se assustarem, como aconteceu hoje”. Ainda conforme Márcio Andrade apenas o preço do etanol sofreu reajuste, gasolina e diesel não sofreram variação.

O MP classificou o aumento como abusivo através de nota à imprensa, e vai apurar as denúncias do preço do etanol nas bombas de combustível ao lado de outros órgãos de defesa do consumidor. Na nota o ministério também orienta os motorista a usar o aplicativo de olho na bomba para verificar os preços nos postos e escolher o lugar mais barato para abastecer.

Confira a nota do MP na íntegra

“Conforme amplamente divulgado pela mídia, os preços do etanol em Goiás foram majorados. Segundo justificativas apresentadas à imprensa pelos postos, o aumento representa um repasse dos reajustes praticados por usinas e distribuidoras. Deve-se destacar que o Brasil adota uma economia de livre mercado, na qual os preços, via de regra, são estabelecidos pelos próprios agentes econômicos.

Porém, a teor do artigo 39, inciso X, do Código de Defesa do Consumidor, é abusiva e, portanto, vedada ao fornecedor a conduta de “elevar sem justa causa o preço de produtos ou serviços”. Nesse sentido, os casos de aumentos abusivos serão apurados, na forma da lei, pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO) e demais órgãos de defesa do consumidor. Não obstante, o MPGO orienta os consumidores de todo o Estado que, antes de abastecerem seus veículos, pesquisem as melhores ofertas de preços no aplicativo (APP) Olho na Bomba, que está disponível gratuitamente para os sistemas Android e iOS.

O aplicativo sustenta-se na Lei Estadual nº 19.888/2017, que determina que os postos de combustíveis comuniquem imediatamente ao MPGO os valores cobrados pelo litro da gasolina, do etanol e do diesel. Por intermédio do aplicativo, os preços informados ao MPGO são instantaneamente repassados ao consumidor, que, inclusive, pode denunciar, pelo próprio APP, divergências entre os valores informados e os efetivamente cobrados pelos postos.

Em uma rápida pesquisa no Olho na Bomba, foram constatadas, na manhã do dia 17/10/18, ofertas de etanol em Goiânia variando entre os preços de R$ 2,799 e R$ 3,299, o que representa uma diferença de R$ 0,50 (cinquenta centavos) por litro. No abastecimento de um tanque de cinquenta litros, essa variação significa, para o bolso do motorista, uma economia de R$ 25,00 (vinte e cinco reais). Atualmente, 113 mil pessoas já utilizam o Olho na Bomba para pesquisar preços e economizar.”

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Goiás

Em nove meses, Goiás registra mais de 3 mil ocorrências de violência contra mulher

Goiânia lidera com 468 casos.
17/10/2018, 18h31

De janeiro a setembro deste ano, foram registradas 3.185 ocorrências de violência contra mulher, em Goiás. Os dados estatísticos de crimes de violência doméstica e familiar são da Secretaria da Segurança Pública do Estado de Goiás (SSP-GO), divulgados por meio do Painel Estratégico de Segurança do Estado. No mesmo período do ano passado, foram comunicados à polícia 3.671 casos. Durante os nove meses, setembro  liderou em Goiás, com 439 registros.

Segundo o levantamento, Goiânia está em primeiro lugar, com 468 ocorrências, o que corresponde a 19,1% do valor total. Em segundo está Luziânia, com 11,6% (283 ocorrências), seguida de Formosa, com 10,8% (265 ocorrências) e Anápolis com 10,5%, sendo 258 registros. Também aparecem na lista: Itumbiara, com 251 casos ; Rio Verde – 227; Águas Lindas – 186; Iporá – 181; Cidade de Goiás – 174 e Porangatu, com 156.

Violência contra mulher: feminicídios

De acordo com o levantamento, também até setembro, foram computados 24 casos de feminicídio no estado, além de 47 tentativas. Nesses casos, a principal motivação do crime é o fim do relacionamento. Já em relação ao descumprimento de medidas protetivas emergências, a SSP registra no painel 645 ocorrências de crimes relacionados, sendo a maioria delas (28% – 155 ocorrências) em Goiânia.

Alguns dos casos de mortes de mulheres foram noticiados pelo Dia Online. Listamos abaixo algumas das vítimas de feminicídio este ano no estado:

Laura Catrine da Conceição Alves, 21 anos;

Em nove meses, Goiás registra mais de 3 mil ocorrências de violência contra mulher

Giselle Evangelista, 39 anos;

Em nove meses, Goiás registra mais de 3 mil ocorrências de violência contra mulher

Denise Ferreira da Silva, 34 anos;

Em nove meses, Goiás registra mais de 3 mil ocorrências de violência contra mulher

Gleicy da Silva Menezes, 44 anos;

Em nove meses, Goiás registra mais de 3 mil ocorrências de violência contra mulher

Maiani Silva Souza, 21 anos;

Em nove meses, Goiás registra mais de 3 mil ocorrências de violência contra mulher

Yone Novais, 21 anos;

Em nove meses, Goiás registra mais de 3 mil ocorrências de violência contra mulher

Mônica Gonzaga Bentavinne, 22 anos;

Em nove meses, Goiás registra mais de 3 mil ocorrências de violência contra mulher

Karyta Augusto Rodrigues dos Santos, 18 anos;

Em nove meses, Goiás registra mais de 3 mil ocorrências de violência contra mulher

Janys Lima de Melo Silva, 35 anos;

Em nove meses, Goiás registra mais de 3 mil ocorrências de violência contra mulher

Shirley Regina de Souza, 38 anos;

Em nove meses, Goiás registra mais de 3 mil ocorrências de violência contra mulher

Edinéia Cordeiro Vieira, 36 anos;

Em nove meses, Goiás registra mais de 3 mil ocorrências de violência contra mulher

Josiene Rodrigues de Morais, 26 anos.

Em nove meses, Goiás registra mais de 3 mil ocorrências de violência contra mulher

Violência contra mulher: o que fazer?

É importante que a vítima denuncie desde o primeiro indicio de agressão. De acordo com a delegada Ana Elisa Gomes, titular da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam), esse é o primeiro grande passo para as mulheres saírem de relacionamentos abusivos. “Quem denuncia tem mais chance de sobreviver a essas relações abusivas”, explica.

Neste ano, a Lei Maria da Penha completou 12 anos, e o número de caso de violência contra mulher ainda é crescente no Brasil. Só no primeiro semestre de 2018, foram registradas quase 73 mil denúncias no país, de acordo com dados do Ministério dos Direitos Humanos (MDH), que administra a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, o Ligue 180.

Imagens: Diário da Região 

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Goiás

Loja de autopeças de Goiânia encomendava roubo de veículos para desmanche

O dono da loja de autopeças foi preso em flagrante pelo crime de receptação.

Por Ton Paulo
18/10/2018, 08h40

O dono de uma loja de autopeças de Goiânia, no setor Vila Canaã, foi preso na tarde da última quarta-feira (17/10) acusado de comprar veículos roubados para desmanche. O homem, depois de desmontar o carro, vendia as peças em sua loja.

A Equipe CPE 90, da Polícia Militar (PM), recebeu a denúncia do roubo de um veículo Ranger da cor prata no setor Cidade Vera Cruz, na tarde de quarta-feira. No local mencionado na denúncia, a equipe recebeu a informação de moradores da região de que o indivíduo que estava com o veículo frequentava uma loja de autopeças na Avenida Consolação, setor Vila Canaã, em Goiânia, a Markim Peças e Serviços.

A equipe, então, se deslocou até o estabelecimento e lá os policiais encontraram o veículo que havia sido roubado, já parcialmente desmontado. Segundo o Tenente Teixeira, da CPE 90, ele havia sido levado para o setor Cidade Vera Cruz para “esfriar”, e depois para a loja.

Loja de autopeças de Goiânia encomendava roubo de veículos para desmanche

Ainda acordo com o Tenente, ao ser questionado sobre o carro, o dono da loja, Marcos José Ferreira de Faria, alegou que não sabia que o veículo era roubado. Entretanto, ao realizar uma vistoria no interior da loja, os policiais encontraram várias peças de automóveis de procedência duvidosa.

Loja de autopeças de Goiânia funcionava como local de desmanche de carros roubados

Segundo informações do Tenente Teixeira, o dono da loja tinha o costume de encomendar roubos de veículos para depois para adquirí-los e desmanchá-los, podendo, assim, vender as peças do carro roubado em seu estabelecimento. “Ele mantinha um estoque de peças. Daí então, avaliava quais precisava para vender e encomendava os roubos”, conta.

As peças de automóveis encontradas na loja, sem comprovação de origem, atesta que Marcos havia recebido vários outros carros roubados, que foram desmontados no estabelecimento e tiveram suas peças vendidas, o que faz do local um centro de desmanche.

Loja de autopeças de Goiânia encomendava roubo de veículos para desmanche
Marcos José foi autuado em flagrante (Foto: assessoria CPE 90)

Marcos foi preso preso e conduzido para a Central de Flagrantes, onde foi autuado e vai responder pelo artigo 180 do Código Penal, pelo crime de receptação.

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