Goiás

Menina é abusada enquanto fazia trabalho de escola em Novo Gama

Aos 12 anos, criança foi abusada na casa de uma amiga; Polícia Civil procura suspeitos.
19/10/2018, 10h09

A mãe de uma menina de 12 anos denunciou para a TV Anhanguera que a filha foi estuprada enquanto fazia trabalho de escola na casa de uma amiga em Novo Gama, no Entorno do Distrito Federal (DF).

A menina foi estuprada no dia 7 de setembro. O caso veio a público apenas porque a família publicou o relato nas redes sociais e, com a repercussão, chamou atenção da imprensa para o crime.

A dupla apontada pela menina como os criminosos estão sendo procurados pela Polícia Civil.

Segundo a reportagem, a mãe soube a filha insistiu para ir à casa da amiga fazer o trabalho, mas acabou sendo vítima do crime. O crime foi descoberto apenas três dias depois.

Homens ofereceram presentes para menina estuprada, em Novo Gama

“[Três dias depois da adolescente ir na casa da amiga fazer o trabalho] Minha irmã me ligou e falou que ela [vítima] não tinha ido para a escola, que estava na casa dela e tinha bebido. Aí eu achei estranho e disse que ela não era de beber. [Mais tarde] Quando eu estava no mercado minha sobrinha me ligou e explicou o que tinha acontecido”, disse à TV Anhanguera.

O estupro teria sido facilitado porque os homens ofereceram presentear a criança com celular, roupas e sandália. No mesmo dia em que conversou com a menina e soube o que aconteceu, a mãe procurou a Polícia Civil e denunciou o caso ao delegado. Encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML), ficou constato que a menina havia sido abusada.

Para o Portal Dia Online, o delegado Felipe Guerrieri informou que identificou os dois homens – um é namorado da amiga da menina. O segundo está foragido, mas a polícia busca encontrá-lo por meio de diligências na cidade. “Nós vamos prendê-los em breve porque há materialidade do crime”, disse, sem dar qualquer detalhes da investigação. “O caso já tomou uma proporção que a gente não queria”, diz.

Via: G1 

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Economia

Brasil foi o país que mais perdeu milionários, diz Credit Suisse

São 36 mil a menos, seguido da Austrália, que perdeu 32 mil.
19/10/2018, 10h53

Com a desvalorização do real no último ano, o número de brasileiros que detêm fortunas superiores a US$ 1 milhão caiu 18,9%, passando de 190 mil, em 2017, para 154 mil neste ano. Segundo levantamento do banco Credit Suisse, a retração só não é maior que a registrada na Argentina, onde o total de milionários diminuiu 31%, para 21 mil.

Em números absolutos, o Brasil foi o país que mais perdeu milionários em um ano: são 36 mil a menos, seguido da Austrália, que perdeu 32 mil.

O estudo considera dados do fim de junho deste ano e os compara com o mesmo mês de 2017. Considerando a cotação desses períodos, para se ter mais de US$ 1 milhão em 2018, são necessários R$ 3,8 milhões. Em 2017, eram R$ 3,3 milhões.

No levantamento do ano passado, o banco suíço também projetava que o número de milionários brasileiros cresceria 81% nos cinco anos seguintes. Agora, o diretor de investimentos do Credit Michael O’ Sullivan, um dos responsáveis pela pesquisa, afirma que essa expansão dependerá da reação do País nos próximos anos.

“Dependerá muito da capacidade da economia brasileira e dos preços dos ativos recuperarem o caminho de um crescimento de longo prazo”, disse.

“Afetado por crises políticas e econômicas, o Brasil tem enfrentado sérias dificuldades nos últimos anos”, afirma o relatório do banco. A riqueza por adulto no País em dólares recuou 36% desde 2011. Nos dez anos anteriores, porém, havia triplicado, passando de US$ 8 mil para US$ 26,2 mil per capita. “A estabilidade nos preços dos ativos, especialmente do câmbio e das ações, é o principal fator (para que haja um novo ciclo de crescimento da riqueza a partir de agora)”, acrescentou O’Sullivan.

Desigualdade

O estudo do Credit Suisse aponta ainda que a parcela de brasileiros com riqueza total inferior a US$ 10 mil é superior à média global. No Brasil, 74% da população se encontra nessa situação, enquanto, no mundo, a parcela é de 64%.

Ainda de acordo com o banco, a desigualdade no País é a principal explicação para o maior número de pessoas com menos de US$ 10 mil e foi exacerbada pelo aumento no desemprego e no número de trabalhadores informais. Segundo o estudo, o 1% mais rico da população brasileira detém 43% de toda riqueza do País.

Em todo o mundo, há hoje 42 milhões de milionários, um crescimento de 5,8% na comparação com 2017. A Itália foi o país com a maior alta, de 17,2%, somando 1,4 milhão de pessoas com riqueza superior a US$ 1 milhão.

Os Estados Unidos continuam no primeiro lugar do ranking dos países com maior número de milionários, com 17,3 milhões de pessoas.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagens: R7 

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Goiás

PC prende quadrilha envolvida em tráfico e mortes em Goiânia

Entre os homicídios investigados pela DIH está o caso do tia e da sobrinho mortos na porta de casa no Conjunto Vera Cruz.
19/10/2018, 11h01

A Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios  de Goiânia da Polícia Civil (DIH) deflagrou na manhã desta sexta-feira (19/10)  a Operação Vera Cruz III, que investiga uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e assassinatos em Goiás.

A Operação prendeu 15 pessoas e apreendeu quatro menores que suspeito de participarem da associação criminosa. Os integrantes da quadrilha têm envolvimento com tráfico de drogas e em pelos menos 18 homicídios na região do Conjunto Vera Cruz, em Goiânia.

A Polícia não confirmou se o grupo participava do Comando Vermelho (CV), organização criminosa do Rio de Janeiro, ou ao Primeiro Comando da Capital (PCC), facção de São Paulo.

Investigação de quadrilhas envolvida em assassinatos em Goiânia durou um ano

A investigação da Polícia Civil (PC) durou cerca de um ano e os 18 assassinatos, em que associação criminosa tem ligação aconteceram nesse período.

Conforme o Portal Dia Online apurou entre os casos que a quadrilha tem ligação, está o assassinato da tia e do sobrinho, Rodrigo Cintra, de 26 anos e Débora Veríssimo, de 49 anos, mortos na porta de casa, no Conjunto Vera Cruz 2, em Goiânia, no último dia (02/10). E era comandada por dois presos da Penitenciária Odenir Guimarães.

No dia do assassinato, no início do mês, Rodrigo estava na porta de casa lavando o carro do irmão um Hyndai HB 20, quando dois suspeitos em uma moto se aproximaram e efetuaram os disparos. Ao ouvir os tiros, Débora saiu na porta de casa e foi baleada e morreu no local.

Vizinhos acreditam que Rodrigo Cintra foi morto por engano e que o alvo dos suspeitos provavelmente era o irmão dele, que segundo as testemunhas, era perseguido no bairro.

O resultado da operação deve ser divulgado na tarde desta sexta-feira (19/10) na sede da Secretaria de Segurança Pública do Estado de Goiás. Outras informações sobre a prisão da quadrilha a qualquer momento.

Imagens: G1 

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Política

Aumenta ação de robôs pró-Bolsonaro no Twitter

Foram identificados 70,7% sendo gerados por máquinas.
19/10/2018, 11h17

A pouco mais de uma semana do segundo turno da eleição, as menções sobre os presidenciáveis no Twitter caíram 38% na semana entre 10 e 16 de outubro, para 10,5 milhões de tuítes. A reta final da corrida eleitoral, entretanto, traz uma retomada do crescimento da atuação de robôs nas redes, com destaque para o grupo do candidato Jair Bolsonaro (PSL), que respondeu por 70,7% dos tuítes identificados como sendo gerados por máquinas.

Os números fazem parte de um levantamento da Diretoria de Análise de Políticas Públicas (DAPP) da Fundação Getulio Vargas (FGV). Na semana avaliada, foram 852,3 mil publicações de robôs, o que correspondeu a 10,4% das interações totais registradas. O levantamento mapeou também 3.989 contas automatizadas no Twitter. Desde o fim de setembro, o uso de máquinas e ferramentas artificiais para influenciar os debates havia recuado.

“As contas automatizadas representaram 0,5% dos perfis no debate sobre os presidenciáveis e foram capazes de gerar 10,4% das discussões, cerca de 5 pontos porcentuais a mais do que na análise da semana passada”, afirma o estudo. A base de apoio de Bolsonaro, segundo a DAAP-FGV, respondeu por 602,5 mil destes registros (70,7%), contra 240,2 mil de Haddad (28,2%).

Menções

O levantamento aponta que após a semana aquecida pela votação do primeiro turno, as menções aos presidenciáveis recuaram. A premissa vale sobretudo para citações relacionadas a Bolsonaro, que alcançaram 7,9 milhões (queda de 47,6%) no Twitter. O candidato Fernando Haddad (PT) bateu 3,9 milhões de tuítes, queda de 6,4%. “Como Bolsonaro registrou grande pico na semana anterior, sua queda é mais acentuada em volume total de citações”, diz o relatório.

No Facebook, rede social mais usada no Brasil, a DAAP-FGV destacou a confirmação da tendência de aproximação entre os volumes de interação dos dois presidenciáveis, verificada na última semana. Entre 11 e 17 de outubro, “na página do candidato do PSL, o engajamento registra queda de 34%, chegando a 8,78 milhões de comentários, compartilhamentos e reações. Em movimento contrário, Haddad teve engajamento 20% superior, com um total de 5,65 milhões de interações”.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagens: marketing land 

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Goiás

Sem licitação, Assembleia Legislativa de Goiás define banca responsável por concurso

De acordo com um membro da comissão responsável pela escolha da empresa, o processo de contratação ocorreu dentro dos trâmites legais.

Por Ton Paulo
19/10/2018, 11h58

A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), através de comissão integrada por procuradores da Casa, definiu o Instituto Americano de Desenvolvimento (IADES) como banca responsável pelo concurso que será aberto para preenchimento de 80 vagas no quadro efetivo do órgão legislativo. A contratação do instituto foi feita com dispensa de licitação.

A empresa escolhida passou pelo crivo de três procuradores da Comissão de Licitações e do presidente da Alego, José Vitti.

A contratação do IADES foi feita sem licitação, por meio de dispensa do documento. De acordo com um dos membros da comissão responsável pela escolha da empresa, que falou à reportagem do Dia Online, esse módulo de contratação ocorre dentro dos trâmites legais. “Esse [a dispensa de licitação] é um procedimento legal, que está previsto na Lei Estadual. Ela passou por toda a assessoria da casa antes de ser aprovada”, explica.

Quanto à escolha da empresa, a procuradora afirmou que o principal critério que efetivou a contratação foi o preenchimento dos quesitos necessários por parte do instituto. “Fizemos uma avaliação, e recebemos toda a documentação, certidões negativas, atestando que a empresa está apta para realizar o concurso. Não temos nenhuma dúvida da idoneidade da empresa contratada, e temos certeza que o concurso será um sucesso”, declara.

Questionada se a escolha do IADES, e não do Centro de Seleção da UFG, empresa que normalmente realiza os concursos dos órgãos públicos goianos, como a Câmara Municipal de Goiânia e a Alego, se daria em razão dos problemas relatados no concurso da Câmara, executado pela empresa descartada, a procuradora alegou não haver nenhuma relação.

Sobre a divulgação do edital do concurso, a procuradora informou ainda não haver uma data definida. As vagas do concurso da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás foram definidas no projeto base elaborado pela comissão interna responsável. José Vitti autorizou o aumento do quantitativo de vagas de 59 para 80 para o próximo certame.

Empresa escolhida pela Assembleia Legislativa de Goiás foi desclassificada em concurso da PMDF

O IADES, instituto definido para a realização da concurso da Alego, havia sido desclassificado no processo de escolha da banca organizadora do concurso da Polícia Militar do Distrito Federal, em 2017

O documento informando da desclassificação foi publicado no Diário Oficial do DF (DODF) no dia 1º de março de 2017.

Segundo a publicação, a organizadora foi desclassificada, uma vez que não atende aos requisitos especificados no Edital de Chamamento Público, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal nº 232, de 12 de dezembro de 2016, tendo apresentado documentação de Atestado de Capacidade Técnica em desacordo com o Projeto Básico.

Entretanto, após análise das propostas, o Comandante-Geral resolveu manter a desclassificação de outra empresa que concorria no processo de seleção, o Instituto Brasileiro de Apoio e Desenvolvimento Executivo (IBADE), uma vez que não atendia aos requisitos especificados no Edital de Chamamento Público, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal nº 11, de 16 de janeiro de 2017, tendo apresentado documentação de Atestados de Capacidade Técnica em desacordo com o Projeto Básico.

Com a desclassificação do IBADE, o IADES foi habilitado, tornando-se a única organizadora, desta vez, classificada e pontuada.

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