Goiás

Preso do semiaberto cai em cisterna depois de fugir da polícia em Anápolis

O prisioneiro do regime semiaberto, fugiu depois de ser atendido no hospital.
19/10/2018, 18h06

Existem diversos casos inusitados envolvendo policiais e bandidos, principalmente quando o criminoso tenta fugir da polícia. E um desses casos aconteceu na madrugada da última quinta-feira (18/10), na cidade de Anápolis, a 55 quilômetros de Goiânia. Um detento do regime semiaberto caiu em uma cisterna com aproximadamente 15 metros de profundidade.

O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBM-GO) contou ao Portal Dia Online que foi acionado entre meia-noite e 1h da madrugada de ontem, pela Polícia Militar (PM), para resgatar o detento.

Segundo a PM, estava sendo feita um patrulhamento na região, quando avistaram o homem, de aproximadamente 39 anos, que, ao ver o carro da polícia fugiu, pulando o muro de uma casa. O que ele não esperava, era que dentro da residência há uma cisterna com a tampa quebrada. No momento em que passou correndo pelo local, a tampa cedeu e o indivíduo acabou caindo dentro do reservatório.

Suspeito fugiu do hospital depois de receber atendimento

O CBM-GO colocou que a cisterna tinha aproximadamente 15 metros de profundidade e estava seca, que o homem era monitorado por meio das tornozeleiras eletrônicas. Conforme a corporação informou ele não sofreu nenhuma fratura e teve apenas escoriações. Ele foi retirado da cisterna e encaminhado para o hospital da cidade.

O que chama a atenção não é só o fato do homem ser detento do regime semiaberto e ter caído dentro da cisterna durante a tentativa de fuga frustrada. É que de acordo com os bombeiros, ele nem chegou a ficar internado, ele fugiu do hospital.

Outros casos

Em março deste ano, os Bombeiros resgataram uma senhora na cidade de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal (DF) depois dela cair em uma cisterna de aproximadamente 10 metros de profundidade.

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Goiás

Fim de semana deve ter mais chuva em Goiás

Tempinho bom!
19/10/2018, 18h17

O fim de semana deve ser de chuva em Goiás. Segundo o Climatempo, a frente fria que passou pelo Sudeste do Brasil fica no litoral da Bahia nos próximos dias e vai ajudar a manter áreas de instabilidade sobre Goiás e sobre parte de Minas Gerais. Na capital e na maioria das regiões do estado, o tempo fica instável, com muita nebulosidade e pancadas de chuva frequentes. O site aponta que não deve chover forte no sul goiano.

Para o sábado (20/10), a previsão é de sol e chuva com raios à tarde no Sul de Goiás. Já nas demais áreas do Centro-Oeste, sol entre muitas nuvens e chuva. O domingo (21/10) será de sol e chuva com raios à tarde no Sudoeste do estado e muitas nuvens e chuva nas demais regiões.

Chuva em Goiás

Nesta sexta-feira (19/10) o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) publicou um alerta laranja para Goiás, pois existe possibilidade de chuva entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, ventos intensos de 60 a 100 Km/h. O INMET alerta ainda para risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

O Instituto informa ainda que “em caso de rajadas de vento, não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia.”

Entre a manhã do dia 18 de 19 de outubro (quinta e sexta-feira), Goiás e Minas Gerais foram os estados que tiveram o maior volume de chuva no país. Na capital, a chuva veio acompanhada de vento forte e raios, o que resultou na queda de árvores, quedas de energia e tumulto no trânsito. Pela medição INMET, Goiânia já acumulou 161,4 mm em outubro, 4% acima da média.

Imagens: Revista Factual 

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Goiás

Por conta das chuvas, em cinco dias, 149 árvores caíram em Goiânia 

A previsão é de mais chuva forte na capital.
19/10/2018, 19h16

No últimos cinco dias, cerca de 149 árvores caíram em Goiânia , devido as fortes chuvas. O número foi confirmado pela Companhia de Urbanização de Goiânia (COMURG). Só na segunda-feira (15/10), caíram mais de 30 árvores na capital, com maiores índices no Jardim América, Parque Amazônia e Centro.

Já ontem (18/10), a Companhia registrou 51 quedas de árvores, incluindo um Jequitibá de 15 metros que caiu sobre a roda gigante do Parque Mutirama. O brinquedo ficou parcialmente danificado. Em nota, a Agência Municipal de Turismo, Eventos e Lazer (Agetul) explicou que a queda da árvore foi motivada pelas chuvas e ventos fortes que atingiram Goiânia. “A árvore é um Jequitibá de grande porte, acima de 15 metros e estava em excelentes condições fitossanitárias, estava inclusive com floração”, informa.

As árvores caíram ainda sobre carros, no meio das ruas, provocando tumulto no trânsito, além de danificar redes elétricas, casas e estabelecimentos. A Comurg informou que trabalha diariamente para retirar os troncos das ruas da cidade.

Chuva em Goiânia

A previsão para as próximas horas e para o fim de semana é mais chuva forte em Goiânia e outras cidades goianas. Por meio de SMS, a Defesa Civil alertou que existe risco de raios, granizo, chuvas intensas e vendavais nas próximas 72 horas em todas as regiões do estado.

Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) também publicou um alerta laranja para o estado, com possibilidade de chuva entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, ventos intensos de 60 a 100 Km/h. O INMET alerta ainda para risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

E atenção, em caso de rajadas de vento, não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia. Para mais informações e em caso de emergência, entre em contato com a Defesa Civil pelo telefone 199 e com Corpo de Bombeiros pelo 193.

Via: CBN Goiânia 

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Política

PDT pede anulação das eleições e cassação da candidatura de Bolsonaro

O partido também pede que se apure se houve recurso não contabilizado (caixa 2) para a campanha do PSL.
19/10/2018, 19h42

O PDT entrou hoje (19) com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral pedindo a anulação da votação do primeiro turno, realizada no dia 7 deste mês, e de cassação da candidatura de Jair Bolsonaro, do PSL, à Presidência da República. A base do pedido é a denúncia feita pelo jornal Folha de S.Paulo em reportagem publicada ontem (18), segundo a qual empresários apoiadores de Bolsonaro custearam serviços de envio de mensagens em massa pela plataforma WhatsApp.

Segundo o PDT, o episódio corresponde à conduta de abuso de poder econômico, vedada pelo Código Eleitoral. Para os advogados do partido, o emprego de sistemas de disparo em massa ocasionou desequilíbrio na disputa, com gastos e estrutura maiores beneficiando a candidatura de Jair Bolsonaro, violando o princípio da “paridade de armas”.

O partido também pede que se apure se houve recurso não contabilizado (caixa 2) para a campanha do PSL. “O financiamento da propaganda eleitoral foi constituído de forma ilícita, na medida em que a doação empresarial é vedada de forma direta ou indireta, logo, seja por disponibilização de dinheiro ou por realização de gastos de campanha, como a mencionada contratação. O uso de recursos empresariais é terminantemente vedado”, afirma a ação.

De acordo com o PDT, o abuso de poder econômico e a ilegalidade dos repasses justificam a anulação das eleições. Diz o Artigo 222 do Código Eleitoral: “É também anulável a votação, quando viciada de falsidade, fraude, coação ou emprego de processo de propaganda ou captação de sufrágios vedado por lei”. “As fake news[notícias falsas] foram responsáveis, sim, pelo resultado das eleições, e isso é crime previsto no Código Eleitoral. Não há outra via senão o pedido de cancelamento das eleições”, afirmou o presidente da legenda, Carlos Lupi.

A ação pede, além da anulação, a inelegibilidade do candidato Jair Boslonaro e seu vice, General Mourão, bem como a investigação da participação destes e das empresas supostamente contratadas para o disparo em massa e de empresários que financiaram o serviço. Entre os atos solicitados estão a quebra de registro bancário e telefônico e disponibilização de relatórios contábeis e fiscais das empresas apontadas.

Denúncia: campanha para Bolsonaro

A reportagem da Folha de S.Paulo diz que empresas contrataram firmas de marketing digital que comercializam serviços de disparo de centenas de milhões de mensagens no WhatsApp em contratos de até R$ 12 milhões. Segundo o texto, um dos apoiadores é Luciano Hang, da rede de varejo catarinense Havan e apoiador público de Boslsonaro.

Foram citadas entre as companhias de assessoria digital contratadas para efetuar os disparos em massa as firmas Quickmobile, Yacows, Croc Services e SMS Market. Conforme o texto, Jair Bolsonaro declarou ter gasto apenas R$ 115 mil com a empresa AM4 Brasil Inteligência Digital para serviços relacionados a mídias digitais.

Imagens: Sputnik News 

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Política

Primeiro político condenado da Lava Jato, ex-deputado André Vargas é solto

Vargas foi preso na 11ª fase da Lava Jato, acusado de receber propina de contratos de publicidade da Caixa Econômica e do Ministério da Saúde.
20/10/2018, 00h20

O ex-deputado André Vargas, condenado pela Operação Lava Jato, deixou a prisão nesta sexta-feira, 19. Cumprindo pena desde abril de 2015, por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, a juíza Luciani de Lourdes Tesseroli Maronezi, da 2ª Vara de Execuções Penais de Curitiba, considerou que ele já tem direito a progressão de regime e consequente liberdade condicional.

Vargas foi preso na 11ª fase da Lava Jato, acusado de receber propina de contratos de publicidade da Caixa Econômica e do Ministério da Saúde, e cumpria pena no Complexo-Médico Penal de Pinhais, região metropolitana de Curitiba. A advogada do político, Nicole Trauczynski, informou que ele deixou a prisão no final da tarde e seguiu para Londrina, sua cidade de origem, no norte do Estado.

A juíza apontou que o ex-deputado, primeiro político sentenciado da Lava Jato, já havia cumprido 37% da pena, enquanto que, para réus primários, é exigido o cumprimento de 1/3 da pena para a concessão de liberdade. Luciani argumentou ainda que Vargas apresentou “comportamento satisfatório” na prisão, sem registro de faltas graves, e verificou que o político possui uma proposta de trabalho lícito fora da cadeia.

Na decisão, consta ainda que o ex-deputado efetivou o pagamento de duas parcelas de cerca de R$ 15,3 mil cada uma, do valor total de R$ R$ 1.103.950,12, imposto a ele a título de indenização dos danos decorrentes dos crimes. Ela ressaltou, porém, que se houver atraso no pagamento das demais 70 parcelas, o benefício de liberdade de Vargas pode ser revogado.

A magistrada impõe ainda que o Vargas tenha que se apresentar a cada dois meses no Juízo da Comarca em que irá residir e que não se ausente da cidade por mais de 15 dias sem prévia autorização judicial. Ele também deve recolher-se em casa a partir das 23h, arrumar um trabalho formal ou frequentar curso de ensino formal ou profissionalizante.

Em nota, a defesa de André Vargas considerou que a decisão pela soltura foi “acertada” e que o ex-deputado cumpriu “todos os requisitos legais” e apresentou “inúmeras demandas judiciais opostas em face das lacunas do sistema de execução penal”. “Foi uma decisão justa e uma vitória”, declararam Nicole Trauczynski, Juliano Breda e Elisa Blasi, advogados de Vargas.

André Vargas ocupou cargos importantes dentro do PT e chegou a ser vice-presidente da Câmara dos Deputados. Ele se desfiliou da sigla e acabou tendo o mandato cassado após denúncia de envolvimento dele com o doleiro Alberto Youssef, um dos primeiros delatores da Operação Lava Jato. Vargas foi condenado em outros dois processos da Lava Jato, ambos por lavagem de dinheiro, em 2017 e 2018, mas ainda está recorrendo das decisões.

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