Brasil

Celulares adiantaram relógios automaticamente para o Horário de Verão

Horário de verão começa apenas depois do segundo turno das eleições.
21/10/2018, 09h05

Na última segunda-feira (15/10) muita gente acordou uma hora mais cedo, pois o celular já havia alterado a hora automaticamente, para o horário de verão. Na segunda o caso se deu com usuário da operadora de celular TIM, na madrugada deste domingo (21/10) o fato voltou a acontecer, dessa vez com os clientes das operadoras Claro e Vivo em todo Brasil.

A operadora TIM confirmou o problema da mudança de horário automática na última segunda-feira (15/10) mas não disse quantos clientes foram afetados diretamente com a troca de horário.

O horário de verão já era para estar em vigor em 2018, no entanto a pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por conta das eleições, o início dele foi adiado para o dia 4 de novembro de 2018, depois do segundo turno do pleito.

MEC tentou mudar a data de início, mas data do dia 4 foi mantida

O dia 4 de novembro também marca o primeiro dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) deste ano, o Ministério da Educação (MEC) até tentou adiar o início do horário de verão e conseguiu colocar para que ele tivesse início a partir do dia 18 de novembro. Mas, o governo voltou atrás em sua decisão e o manteve a data do dia (4/11).

Apesar de sofrer tantas alterações para começar em 2018, o fim do horário de verão que este ano vai ser mais curto, foi mantido. Enquanto no dia 4 de novembro de 2018 nós iremos adiantar os relógios em uma hora, no dia 16 de fevereiro de 2019 os relógios deverão ser atrasados em uma hora.

Entre os Estados que adotam o horário de verão estão: Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal (DF).

Via: G1 

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Goiás

Bombeiros encontram corpo de homem que se afogou em Alexânia

Luiz Carlos Tavares de Souza estava com amigos e chegou a gritar por socorro antes de se afogar.
21/10/2018, 10h15

O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO) procura desde a tarde do último sábado (20/10) o corpo de um homem, de 42 anos, que desapareceu depois de mergulhar em um lago do condomínio Tarumã, em Alexânia a 118 quilômetros de Goiânia. O caso é o quinto afogamento registrando só nesta semana, em Goiás.

Ao Portal Dia Online os bombeiros disseram que o homem estava na companhia de alguns amigos, bebendo no local quando foi dar um mergulho, ao chegar na metade do lago ele gritou por ajuda, mas antes que os amigos pudesse ajuda-lo ele desapareceu em meio as águas.

O CBMGO foi chamado ainda no período da tarde e começou as buscas pelo corpo do indivíduo, mas as 22h a equipe foi obrigada a interromper o procedimento pela falta de visibilidade no local. De acordo com os bombeiros, as buscas foram retomadas na manhã deste domingo (21/10) e as 9h encontraram o corpo de Luiz Carlos Tavares de Souza, de 42 anos, as equipes de busca estão no local e aguardam a chegada do Instituto Médico Legal (IML).

Outros casos de afogamento em Goiás

O primeiro foi no último domingo (14/10) quando o pequeno David Gabriel, morreu afogado em uma piscina do Clube Jaó, em Goiânia.

O segundo caso registrado de afogamento envolvendo uma outra criança, foi em Luziânia cidade do Entrono do Distrito Federal (DF) foi o de Gabriel Conceição, de 6 anos, que morreu depois de se afogar em uma piscina dentro de casa.

O terceiro caso também foi registrado na cidade de Luziânia, uma criança de aproximadamente 1 ano, teve que ser transportada da cidade pelo Helicóptero do Corpo de Bombeiros, para o Hospital de Urgências Governador Otávio Lages Siqueira (Hugol), felizmente ela foi socorrida a tempo.

O quarto caso registrado só essa semana foi o de Gabriel Rodrigues dos Santos, de 14 anos, o adolescente morreu afogado depois de salvar o irmão mais novo, no Residencial Santa Fé, em Goiânia.

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Goiás

Chapadão do Céu é destaque nacional por reciclar 80% do lixo

Com o lixo reciclado a cidade tem um retorno de mais de R$ 50 mil reais por ano.
21/10/2018, 11h36

A cidade de Chapadão do Céu que fica a 480 quilômetros de Goiânia, ganhou destaque nacional no último sábado (20/10) em reportagem exibida pela Rede Globo de televisão, por reciclar 80 % do lixo produzido na cidade.

Quem pensa que a ação que fez a cidade de Chapadão do Céu ser capaz de reciclar mais de 80% do lixo é apenas da prefeitura, se engana. O grande diferencial é a participação da população, para manter as ruas de Chapadão limpas e sem lixo.

Ao todo segundo a reportagem mostrou, os moradores da cidade, em conjunto com a prefeitura reciclam em média 96 toneladas por mês, ou seja 82% de todo lixo produzido na cidade.

De acordo com a reportagem a usina conta com 34 funcionários, que são responsáveis por separar plástico, papel, metal e vidro e passar todo o material organizado para uma empresa que compras os produtos.

Ao reciclar mais de 80% do lixo, chapadão também lucra com mais de R$ 50 mil reais por mês

Ainda conforme a reportagem apurou, por ser capaz de deixar a cidade limpa ao reciclar mais de 80% do lixo. Chapadão do Céu ganha muito em outras áreas, com um retorno financeiro de mais de R$ 50 mil reais por ano.

Em entrevista durante a reportagem, o secretário de Saneamento e Meio Ambiente da cidade disse que o dinheiro arrecadado é gasto na manutenção de aparelhos e na fabricação de outras lixeiras e tambores.

Como já foi mencionado, a participação da população para esse alto índice de reciclagem contribui bastante. Pois, além de ter lixeiras para cada tipo de lixo. Os moradores do município também estão atentos ao que pode ser jogado fora e ao que pode ser reaproveitado.

Além da prefeitura e os moradores, dentro das escolas os professores ensinam a maneira correta de fazer o descarte aos alunos. Além de transmitir o recado para os pais, os alunos também agem como fiscais, para fazer com que a cidade continue limpa.

Via: G1 
Imagens: G1 

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Goiás

Suspeito é morto durante troca de tiros com a polícia em Goiânia

Homem tentou fugir em um carro roubado, mas bateu veículo de frente com um muro durante a fuga.
21/10/2018, 12h50

Um homem morreu na noite do último sábado (20/10) durante uma troca de tiros com a Polícia Militar (PM) no Setor dos Funcionários, em Goiânia.

A PM informou ao Portal Dia Online que foi chamada para atender uma ocorrência de roubo, em um estabelecimento comercial na região, onde o suspeito ameaçava a proprietária do comércio com uma arma de fogo.

Segundo as informações divulgadas, o indivíduo ao ver que a polícia estava se aproximando, fugiu em um carro modelo Volkswagen/Gol de cor branca roubado. Os policiais então fizeram o acompanhamento do suspeito que bateu o veículo de frente com um muro durante a fuga.

Depois de bater o carro, indivíduo efetuou disparos contra os policiais

Suspeito morre em troca de tiros com a polícia em Goiânia
Foto: Divulgação/PM

A polícia contou que depois de descer do carro, o indivíduo saiu com o revólver calibre 38 em mãos e disparou contra os policiais. Segundo a PM, para se proteger as equipes revidaram os tiros e conseguiram alvejar o suspeito.

Ainda de acordo com as informações da polícia, o suspeito depois de ser baleado, chegou a ser atendido e encaminhado ao hospital, no entanto não resistiu aos ferimentos e morreu.

A PM informou que o suspeito que ameaçou a comerciante durante a tentativa de assalto, estava usando documentos falsos. Segundo a polícia informou o indivíduo morto durante o confronto com os policiais tem uma ficha criminal extensa com passagens por tráfico de drogas, receptação e ameaça.

O revólver usado pelo suspeito durante a ação da noite de sábado (20/10) foi apreendido pela PM.

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Goiás

"Minha inocência será provada", diz Marconi Perillo em artigo escrito à Folha

Ex-governador afirma ainda que confia na Justiça do país.
21/10/2018, 14h40

Na edição deste domingo (21/10) a Folha de S.Paulo publicou um artigo assinado pelo ex-governador de Goiás, Marconi Perillo, que afirma ter a “consciência tranquila” quanto a sua inocência. No texto, intitulado A força da verdade, Marconi diz ainda que exigirá “que as apurações se deem à luz da Constituição”.

O ex-governador é investigado na Operação Cash Delivery, deflagrada pela Polícia Federal (PF) e Ministério Público Federal (MPF). No último dia 11, ele foi indiciado por corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Um dia antes, Marconi havia sido preso durante depoimento na sede da PF em Goiânia, mas conseguiu um habeas corpus e foi liberado.

Segundo a defesa de Marconi, o indiciamento foi feito antes mesmo dele ser interrogado pela polícia, ou seja, antes que ele pudesse se explicar. O advogado de Perillo, Carlos Almeida de Castro, o Kakay, explicou ainda que “na visão técnica da defesa, não deixou nenhuma dúvida sobre a absoluta legalidade de todas as suas ações.”

“Tenho a consciência tranquila quanto à minha inocência”, afirma Marconi Perillo

“É necessário reforçar que meu nome não foi associado a corrupção, vantagens pessoais, privilégios em meus governos ou enriquecimento ilícito. Os depoimentos se restringem à suposta prática de caixa 2, que tampouco ocorreu — e será desmontada. Todas as doações de campanha se deram segundo a legislação de 2010 e 2014 e foram declaradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral”, escreve Marconi Perillo no texto Publicado na Seção Tendências&Debates do jornal.

O ex-governador afirma ainda que tem “consciência tranquila” quanto a sua  inocência. Leia abaixo o artigo na íntegra:

A força da verdade

Em 16 de maio de 2017, apresentei à imprensa de Goiás o contraponto técnico às menções ao meu nome por executivos da Odebrecht. Em entrevista realizada poucos dias após as delações, me coloquei à disposição das autoridades para os esclarecimentos necessários.

Essa tem sido minha conduta ao longo de minha vida pública. Jamais me furtei a colaborar com as autoridades, porque tenho a convicção de que esta é a obrigação maior dos detentores de mandatos eletivos. Quando da deflagração da operação que procedeu busca e apreensão em meus endereços, em 28 de setembro último, a nove dias do primeiro turno, imediatamente me coloquei à disposição da Polícia Federal.

Tenho a consciência tranquila quanto à minha inocência. Também em maio de 2017, manchete desta Folha chamava a atenção para “erros e contradições” nas delações. A reportagem informava que “depoimentos de delatores da Odebrecht e materiais entregues como prova” tinham “erros factuais, contradições e inconsistências”.

Os próprios executivos dizem que jamais obtiveram vantagens em meus governos. Chegam a insinuar tentativas de promoção de ingerências em concorrências públicas, para ao final reconhecerem que não alcançaram seus objetivos criminosos.

É necessário reforçar que meu nome não foi associado a corrupção, vantagens pessoais, privilégios em meus governos ou enriquecimento ilícito. Os depoimentos se restringem à suposta prática de caixa 2, que tampouco ocorreu — e será desmontada. Todas as doações de campanha se deram segundo a legislação de 2010 e 2014 e foram declaradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral.

Em que pese o fato de, à época, a captação de doação de empresas fosse permitida, não participei de negociações de valores, para resguardar as gestões de tentativas de obtenção de benefícios. Não havia notícia sobre o envolvimento da Odebrecht nas denúncias que se seguiram. Não há nenhum indício, evidência e menos ainda provas de que minhas campanhas tenham recebido recursos de caixa 2.

Fiz gestões pautadas pela transparência e pela austeridade. Nos nossos dois últimos mandatos, Goiás foi à liderança do Ranking de Transparência do MPF, com a segunda maior nota do país. Como senador, liderei as articulações da votação da Lei da Ficha Limpa. De volta ao governo, em 2011, adotei a nova lei como critério para ingresso na gestão e aprovamos a Lei Anticorrupção.

Diante da minha postura de colaboração com a Justiça; do compromisso com a transparência e a probidade; dos erros e contradições nos depoimentos dos delatores; da reconhecida inexistência de benefícios e vantagens da Odebrecht em meus governos; da total ausência de provas de prática de caixa 2, reputo estranha e injusta a operação a nove dias das eleições e a medida de restrição de liberdade de 10 de outubro.

Confio na Justiça do meu país. Minha inocência será provada e exigirei que as apurações se deem à luz da Constituição, assegurado o direito à ampla defesa e afastada a mediação política. Nas palavras de Montesquieu, “quando, num governo popular, as leis não são mais executadas, o Estado já estará perdido”.

Marconi Perillo

Imagens: Jornal Opção 

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