Goiás

Ladrão de banco é morto em troca de tiros com a polícia em Goiás

Juninho da Viela é suspeito de integrar o PCC.
25/10/2018, 08h26

Um homem identificado como José Saulo dos Reis Junior, conhecido como Juninho da Viela ou Tucano, de 41 anos, um dos maiores assaltantes a carros fortes e bancos em vários Estados do Brasil, morreu na noite da última quarta-feira (24/10), depois de trocar tiros com uma equipe das Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (ROTAM) no setor Centro-Oeste, em Goiânia.

De acordo com as informações divulgadas pela ROTAM, a equipe estava fazendo patrulhamento na região, quando encontrou o indivíduo em atitude suspeita e tentaram aborda-lo. A polícia informou ao Portal Dia Online que no momento em que foi dada a voz de parada, ele reagiu efetuando vários disparos contra a equipe, os policiais na ocorrência revidaram e alvejaram Juninho da Viela.

Foto: Divulgação

Segundo a polícia, o suspeito depois de ser atingindo pela equipe chegou a ser socorrido por uma equipe médica, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local. A equipe envolvida na ação que terminou com a morte de Juninho da Viela informou que o suspeito estava foragido e com documentos falsos, além de ter em mãos uma pistola .40.

Em um dos assaltos a banco em Goiás, um vigilante morreu

De acordo com a polícia, os últimos casos em que o suspeito atuou foi em Teresópolis que fica a 32 quilômetros de Goiânia, quando um vigilante morreu durante um assalto a uma agência bancária. Em Indiara, a  90 quilômetros da capital e em Nova Xavantina, no Mato Grosso, quando os bandidos usaram vários fuzis que foram apreendidos depois do crime.

De acordo com a polícia, a arma usada por Juninho da Viela, os documentos falsos e o veículo registrado no nome falso do suspeito foram apreendidos e encaminhados a Central de Flagrantes.  Segundo as informações divulgadas, o suspeito integrava um grupo criminoso conhecido em todo pais, primeiro comando da capital (PCC), o Portal Dia Online está apurando a veracidade das informações.

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Política

TSE atende a menos de 1/3 das ações para tirar conteúdo da web

Das 37 ações, 11 foram atendidas pelo TSE.
25/10/2018, 08h35

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atendeu menos de um terço dos pedidos de remoção de conteúdo da internet feitos pelos candidatos à Presidência. Mapeamento do Estadão/Broadcast mostra que, de 37 ações, 11 foram atendidas pelos ministros.

A análise das decisões foi feita com base nas ações levantadas pela área técnica do tribunal a pedido do jornal O Estado de S. Paulo, apresentadas até terça-feira, 23. Segundo a assessoria da Corte, o recorte é dos processos que contêm a expressão “fake news” no objeto da ação.

Nas decisões, os magistrados defendem a liberdade de expressão e ressaltam que nem sempre o que a coligação e o candidato ofendido alegam ser notícia falsa se trata realmente disso.

“Existem muitos pedidos mal formulados, que se fossem deferidos implicaria censura. Na dúvida, o TSE optou por preservar e garantir a liberdade de expressão”, avalia Thiago Tavares, presidente da associação SaferNet Brasil e integrante do conselho do TSE que trata de fake news.

Para um ministro da Corte ouvido reservadamente, o debate político foi levado para as redes sociais e qualquer intervenção nesses casos seria “silenciar” eleitores. Esse ministro acredita que o padrão deve ser a interferência mínima, já que os juízes não conseguiriam dizer o que é verdadeiro e falso nas notícias espalhadas na internet. Um outro ministro concorda com a avaliação e acredita que o tribunal valorizou a liberdade de expressão nas decisões.

Ao negar os pedidos dos candidatos, os ministros argumentam, entre outros pontos, que o conteúdo contestado não apresenta informações “cujas falsidades sejam evidentes”.

Ao negar uma solicitação do petista Fernando Haddad para remover 123 postagens em redes sociais, o ministro Luis Felipe Salomão destacou que, apesar de apresentarem teor ofensivo, as manifestações “exteriorizam o pensamento crítico dos usuários das plataformas de rede sociais”.

Uma das postagens questionadas, por exemplo, dizia: “Ideologia de gênero nas escolas. Ninguém nasce menino ou menina. Todo mundo pode ser o que quiser! É isso que Haddad ensina nas escolas. Amanhã pode ser muito tarde!”.

Das 11 decisões que determinaram a remoção de conteúdo, a primeira foi concedida em junho, envolvendo Marina Silva, da Rede, que disputou a Presidência no primeiro turno. O ministro Sérgio Banhos determinou que o Facebook removesse cinco postagens contra a candidata.

Salomão, Banhos e Carlos Horbach são os três ministros responsáveis por analisar esse tipo de processo. Entre as decisões analisadas pela reportagem, Salomão não atendeu a nenhum pedido. Banhos foi responsável por seis despachos determinando a remoção de conteúdo e Horbach por cinco. A plataforma que abriga grande parte das postagens contestadas é o Facebook.

Em nota, o Facebook informou que respeita a Justiça brasileira e cumpre “decisões judiciais de remoção de conteúdo específico, nos termos da legislação eleitoral e do Marco Civil da internet”.

Aplicativo do TSE

Considerado um desafio no combate à disseminação de notícias falsas por integrantes do TSE e especialistas, o WhatsApp foi alvo de pelo menos duas ações pela remoção de conteúdo – que não integram o levantamento do TSE. Um pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE) foi atendido.

Para Marco Aurélio Ruediger, diretor do DAPP, grupo da FGV que monitora o comportamento das redes em relação às eleições, ao ficar entre uma intervenção mais firme e uma possível autorregulação das plataformas, o TSE acabou “inoperante”. “Teve uma falha não no diagnóstico, mas de implementar contramedidas a tempo. Mais uma vez, as redes não conseguiram ser compreendidas na extensão da forma como influenciam o processo político”, disse. Procurada, a assessoria do TSE não se manifestou.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagens: Veja 

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Goiás

Aniversário de Goiânia tem cinco acidentes e 421 multas em rodovias goianas

Segundo o inspetor da PRF, não há como comparar os número de acidentes deste ano com os do ano passado, uma vez que se tratou de um feriado em meio de semana.

Por Ton Paulo
25/10/2018, 08h47

O feriado da última quarta-feira, dia 24 de outubro, foi marcado por acidentes e multas nas rodovias federais do Estado. O feriado municipal, que comemorou o aniversário de Goiânia, capital de Goiás, teve um total de cinco acidentes nas rodovias federais de Goiás e 421 notificações de multa por parte da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Segundo informações prestadas pelo inspetor Newton Morais, da PRF, felizmente nenhuma vítima fatal foi registrada nos acidentes que aconteceram ao longo do feriado que comemorou os 85 anos de Goiânia.

Quanto às multas aplicadas, ainda conforme o inspetor, a maioria foi pelo não uso do cinto de segurança por parte dos motoristas. No total, 79 multas, das 421, foram aplicadas por esse motivo.

“Esse número é esmagador e preocupante. Setenta e nove multas pelo não uso do cinto de segurança é muita coisa”, conta o inspetor.

Newton ainda diz que não foram contabilizadas no número de multas aplicadas as imagens de radar. “As imagens de infrações cometidas por motoristas são capturadas pelo radar e jogadas no sistema. E daí então, convertidas em multas”.

De acordo com ele, se forem contabilizadas as multas que foram e serão geradas para os infratores por meio das imagens do radar, o número de notificações pode chegar a mil.

Além do aniversário de Goiânia, operação da PRF em outro feriado encerrou com números alarmantes

A Operação Independência, realizada pela Polícia Rodoviária Federal em todo o país, em razão do feriado do dia 7 de setembro, encerrou no Estado de Goiás com números preocupantes. A operação, que foi executada pelo contingente integral da PRF teve com objetivo fiscalizar e prevenir acidentes em razão do feriado, teve início no dia 6/9 e finalizou em 9/9 com sete mortos e 50 feridos.

Desde a quinta-feira até a meia-noite de domingo, sete óbitos foram registrados em quatro acidentes graves nas BR 050, 153 e 364, todos em trechos de pista simples.

Foram, também, feitas apreensões de drogas e outros registros de ocorrências conforme postagens feitas na Agência PRF.

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Economia

Ambev: lucro atribuído a controlador é de R$ 2,831 bilhões no 3º trimestre

O lucro líquido ajustado foi de R$ 2,907 bilhões.
25/10/2018, 08h50

A Ambev registrou no terceiro trimestre lucro atribuído ao controlador de R$ 2,831 bilhões. O resultado se compara a R$ 200 mil registrados em igual período do ano passado, quando o resultado havia sido afetado por uma provisão para o Programa Especial de Regularização Tributária (PERT).

O lucro atribuído aos controladores da ficou em linha com as estimativas do mercado. O resultado foi próximo aos R$ 2,883 bilhões previstos pela média das projeções de sete instituições financeiras consultadas pelo Prévias Broadcast (BB Investimentos, BTG Pactual, Goldman Sachs, JPMorgan, Morgan Stanley, Santander e XP Investimentos).

O lucro líquido ajustado foi de R$ 2,907 bilhões, queda de 10,2% sobre o mesmo período do ano passado, quando era de R$ 3,236 bilhões. A fabricante de bebidas apresenta o resultado com um impacto contábil da hiperinflação argentina. Após a categorização da Argentina como um país com a taxa de inflação acumulada em três anos superior a 100%, aplicou-se a norma “Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária” (IAS 29), do padrão IFRS, que resultou em ajuste positivo de R$ 115,4 milhões no resultado financeiro, impacto negativo no lucro líquido de R$ 273,4 milhões, e impacto negativo no lucro líquido ajustado de R$ 275,7 milhões.

A norma gerou um impacto negativo de R$ 573,8 milhões no Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado, que teve queda de 2,2% na comparação com o mesmo intervalo do ano anterior, para R$ 4,450 bilhões. Já no critério orgânico, aplicando-se taxas de câmbio constantes, o indicador teve crescimento de 9%. A margem Ebitda ajustado passou para 40,2%, de 40,1% no terceiro trimestre de 2017.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da fabricante de bebidas ficou 13,8% abaixo do esperado. A média das estimativas apontava para R$ 5,162 bilhões.

A receita liquida consolidada caiu 2,6% para R$ 11,063 bilhões, de R$ 11,362 bilhões no terceiro trimestre de 2017. Excluindo efeitos de câmbio, a receita cresceu 5,8% no critério orgânico. A receita líquida da Ambev foi 11,9% menor do que previam os analistas, de R$ 12,570 bilhões.

O Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. considera que o resultado está em linha com as projeções quando a variação para cima ou para baixo é de até 5%.

Imagens: UOL 

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Economia

Operações da PF miram em fraudes em saques do PIS

Foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão.
25/10/2018, 09h36

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira, (25/10), de forma simultânea, duas operações contra supostos grupos que realizavam fraudes para a obtenção do abono salarial PIS de pessoas que tinham direito ao benefício, sem o seu conhecimento. Foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo, Embu das Artes e Taboão da Serra.

“Os grupos criminosos obtinham informações de pessoas com direito ao abono salarial do PIS e, com o uso de documentos falsos, como a carteira de identidade, realizavam saques em agências espalhadas pelo Estado de São Paulo, para obter os benefícios. As duas ações tiveram início a partir de saques fraudulentos investigados pela Delegacia da PF em Cruzeiro/SP”, afirma a PF.

Segundo a corporação, oito dos mandados de busca e apreensão “são decorrentes da Operação Golpes Master, deflagrada em agosto, a partir da prisão em flagrante, na cidade de Guaratinguetá/SP, de um dos integrantes do grupo criminoso. Com a análise do material apreendido na primeira fase, as investigações apontaram outros fraudadores e mais de 100 vítimas”.

A PF dá conta de que “os outros 5 mandados de busca e apreensão fazem parte de outra ação, denominada GolPIS, e que foi iniciada após uma tentativa de saque fraudulento na cidade de Aparecida/SP. Com base nos documentos encontrados com ela e informações repassadas pela Caixa Econômica Federal, foi possível identificar outros participantes do golpe, além de vítimas que tiveram sua conta PIS lesadas”.

“Já foram identificados, nas duas operações, quase 150 saques fraudulentos do abono do PIS. Agora, com a análise do material apreendido, será verificada a ligação entre os dois grupos criminosos e a participação de cada um dos investigados nos crimes”, diz, por meio de nota.

O PIS, Programa de Integração Social, é um programa do governo federal voltado para o financiamento do pagamento do seguro-desemprego, abono salarial e participação na receita dos órgãos e entidades.

O abono salarial é pago anualmente, no valor máximo de um salário mínimo, para pessoas cadastradas no referido programa há mais de 5 anos, que tenha tido uma remuneração média no ano anterior até dois salários mínimos.

Imagens: destak jornal 

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