Saúde

Paralisação dos servidores do Hugo chega ao fim após repasse de verba para quitação dos salários

Funcionários da unidade estavam paralisados desde a última terça-feira (23/10).
25/10/2018, 20h22

Em greve desde a última terça-feira (23/10), os servidores do Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) voltaram ao trabalho hoje (25/10), após repasse para quitação dos pagamentos feito pela Secretária Estadual de Saúde de Goiás (SES). Segundo o Sindicato dos Trabalhadores(as) do Sistema Único de Saúde no Estado de Goiás (Sindisaúde), os funcionários da unidade estavam sem receber há quase 20 dias, por conta do atraso no repasse da verba.

De acordo com a SES, foi repassado ao Instituto Gerir, OS responsável pela  gestão do Hugo, R$ 2,5 milhões para que a folha de pagamento dos servidores fosse colocada em dias. A secretaria informou ainda que nos próximos dias novos repasses, recebidos pela Secretaria da Fazenda (Sefaz), devem der feitos com o objetivo de normalizar todo o atendimento no hospital, principalmente o abastecimento da farmácia e também o pagamento dos serviços terceirizados.

Em relação a novas paralisações, como prevê o Sindisaúde, a SES informa que respeita a decisão do sindicato e entidades de classe, mas explica que novos pagamentos continuarão sendo feitos nos próximos dias, para que, gradativamente, o fluxo de recursos para o Hugo seja normalizado nos últimos dois meses de 2018.

Secretaria define ações prioritário para o Hugo

No dia 16 de outubro, a Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) definiu ações prioritárias para garantir o funcionamento do Hospital de Urgência de Goiânia (Hugo). Segundo a secretaria, as medidas, que vão além daquelas já estabelecidas no Contrato de Gestão com a OS que administra a unidade, fazem parte de acordo entre a Secretaria e os Ministérios Públicos Federal (MPF) e Estadual (MPE).

A SES se comprometeu a observar com rigor o perfil do pacientes a serem atendidos no hospital, considerando a interdição feita pelo Ministério do Trabalho, “a fim de que ingressem na unidade exclusivamente pacientes que podem ser suportados pelos serviços disponíveis.” Para isso, a SES informa que já encaminhou um ofício ao complexo regulador municipal e estadual, pedindo o cumprimento do Plano Emergencial.

Ficou acordado ainda que deve ser mantido o “abastecimento de medicamentos e insumos, na quantidade e qualidade necessárias ao atendimento de sua demanda; pagamento de salários dos trabalhadores vinculados à prestação de serviços em saúde; prestação de informações aos pacientes, trabalhadores e sociedade acerca dessas ações prioritárias.” Esses repasses para manutenção dos insumos devem ser feito pela Sefaz.

Imagens: Diário da Manhã 

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Goiás

PRF lança campanha Policiais Contra o Câncer Infantil, em Goiânia

O Inspetor se emocionou ao contar a história de algumas famílias que estão lá "muitos pais do lado de fora vendendo alguma coisa para se manter, muitos falam meu filho está internado lá dentro, mas eu não arredo o meu pé daqui".
26/10/2018, 08h18

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) lança na manhã desta sexta-feira (26/10), no Hospital Araújo Jorge, em Goiânia, a campanha Policiais Contra o Câncer Infantil. A ação é feita em parceria com a Associação de Combate ao Câncer de Goiás (ACCG) e tem como objetivo auxiliar as crianças em tratamento contra a doença no hospital.

O lançamento acontece um mês antes do Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil que é no dia 23 de Novembro e é a data em que o material arrecadado será entregue na unidade de saúde.

O inspetor Newton de Morais informou ao Portal Dia Online que a campanha começou em Goiás, mas depois passou a ser uma campanha abraçada nacionalmente.

Segundo o inspetor a ideia partiu do companheiro de trabalho, o inspetor Fabrício Rosa, que em uma viagem ao Canadá, viu a atitude e pensou implanta-la no Estado, ideia que foi aceita pela PRF de Goiás.

Durante a entrevista, o Inspetor Newton se emocionou ao contar a situação de algumas famílias “se você for lá você vai ver que muitos dos pacientes vêm de fora de Goiânia, até de outros Estados, com muitos pais do lado de fora vendendo alguma coisa para se manter, muitos falam meu filho está internado lá dentro, mas eu não arredo o meu pé daqui”.

Para participar da campanha, basta entregar os donativos nos postos da PRF

PRF lança campanha Policiais Contra o Câncer Infantil, em Goiânia
Foto: Divulgação/PRF

Newton de Morais é direto ao contar que a PRF não quer dinheiro e que a população para participar da campanha, basta entregar os donativos em um dos postos da policia nas rodovias que cortam todo o Estado. Ainda de acordo com o inspetor, as doações arrecadas não são o suficiente para resolver a crise no hospital, mas é um alento para que a unidade possa continuar atendendo os pacientes.

O hospital atende só no setor de pediatria cerca de 500 crianças e adolescentes por mês, que estão em tratamento contra o Câncer, ou fazem o acompanhamento no período pós-tratamento e com a chegada de novos casos na unidade, com pacientes de Goiás e de outros estados como Maranhão, Pará, Acre, Tocantins, Bahia, Ceará, Paraná e Pernambuco.

A campanha pretende arrecadar neste ano fraldas e remédios, além de brinquedos para as crianças. Entre os donativos que a polícia está pedindo estão os medicamentos: Aciclovir 200mg, Fluconazol 150mg e o Cloridrato de Ondansetrona 8 mg. Fraldas infantis tamanhos G e GG e fraldas geriátricas tamanhos P e M.

A campanha terá o seu grande marco, no dia 23 de novembro, marcado como o dia D. Data em que todo material arrecadado pela PRF será entregue no hospital e contará com diversas ações como a doação de sangue, um passeio com os pacientes escoltados por policiais da PRF e com os policiais raspando a cabeça para homenagear os pacientes.

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Política

Jungmann pede à PF para investigar ameaça a jornalista

A jornalista recebeu ameaças por telefone.
26/10/2018, 09h00

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, enviou nesta quinta-feira, (25/10), memorando ao diretor-geral da PF (Polícia Federal), Rogério Galloro, em que solicita a abertura de uma investigação para apurar a autoria de ameaças sofridas por uma jornalista da Folha de S.Paulo e contra diretor do Instituto Datafolha.

Na terça-feira, dia 23, o jornal apresentou representação ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pedindo a apuração das ameaças sofridas pela repórter Patrícia Campos Mello, após a publicação de reportagem sobre suposto esquema para o disparo em massa de mensagens contra o candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, por meio do aplicativo WhatsApp. Essas mensagens, ainda segundo a reportagem, seriam bancadas por empresas privadas que apoiam Jair Bolsonaro (PSL).

Invasão de conta

Patrícia Campos Mello teve sua conta de WhatsApp invadida. Os hackers enviaram mensagens a favor do candidato do PSL para contatos armazenados. Além disso, ela recebeu ameaças por telefone de números desconhecidos.

Ainda de acordo com a Folha, circularam imagens entre grupos de apoiadores de Bolsonaro incitando eleitores a confrontar a jornalista em uma palestra marcada para o dia 29, além de uma montagem onde ela apareceria abraçada ao candidato do PT, Fernando Haddad. Patrícia Campos Mello teve de fechar sua conta no Twitter, passando a permitir apenas interação com seguidores autorizados.

O jornal levantou a possibilidade de a ação ter sido orquestrada para constranger a atuação da empresa. O pedido também cita supostas ameaças a Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha.

Jungmann

No memorando enviado a Galloro, Jungmann determina que “sejam adotadas as providências necessárias à apuração dos fatos e à identificação de autoria, circunstâncias e motivações com eles envolvidas”.

Para o ministro, se confirmada as informações sobre as ameaças, “pode-se estar diante da configuração de ilícitos penais, e de direta ofensa a inviolabilidade de correspondência, ao sigilo das comunicações, à prestação de informações e à liberdade de imprensa”.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagens: poder 360 

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Goiás

Após troca de tiros, policiais prendem ladrões de carga e libertam refém em Luziânia

Grupo foi preso em flagrante depois de receber uma carga roubada na noite da última quarta-feira (24/10) no Distrito Federal.
26/10/2018, 09h58

A Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Cargas (DECAR) deflagrou na última quinta-feira (25/10) a operação Apocalipse XVII que prendeu 13 pessoas em flagrantes, depois de trocar tiros com os suspeitos e libertar o motorista de um caminhão de uma carga roubada na noite de quarta-feira (24/10) por roubo de carga, sequestro, organização criminosa e receptação qualificada, na cidade de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal (DF). O resultado da operação foi divulgado na manhã desta sexta-feira (26/10)  na sede da DECAR, em Goiânia.

A Polícia Civil informou ao Portal Dia Online, que durante a operação os policiais montaram acampamento por mais de 20 horas, em uma propriedade rural na cidade de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal (DF) usada pelo grupo para estocar a carga roubada na região.

Decar prende 13 por roubo de carga, em Luziânia
Foto: Divulgação/PC

Segundo a polícia, as investigações duraram seis meses e foi feita diante do aumento do roubo de cargas no Entorno. E terminou na noite da última quinta-feira (25/10) quando o grupo agiu no Distrito Federal, na noite da última quarta-feira (24/10) onde um carregamento de frango congelado roubado foi levado para a propriedade rural.

Durante a ação, houve troca de tiros entre os policiais e a associação criminosa, e terminou com a liberação do motorista do caminhão da carga roubada, na última quarta-feira (24/10).

Prejuízos causados pela associação criminosa presa em Luziânia, ultrapassam os R$ 5 milhões de reais

Segundo a Polícia Civil, a associação criminosa causou diversos prejuízos que ultrapassam a casa dos R$ 5 milhões de reais. De acordo com as informações divulgadas pela polícia, essa foi a primeira fase da operação e na próxima os policiais informaram que vão pedir as prisões preventivas de todos os receptadores das cargas roubadas pelo grupo.

A operação que terminou com a prisão da associação criminosa, contou com o apoio da Polícia Rodoviária Federal do Estado de Goiás (PRF) para prisão e transportes dos suspeitos presos para Goiânia.

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Goiás

Jovem baleado em Anicuns após brincar de roleta russa está em estado grave no HUGOL

A arma usada pelo adolescente seria da mãe.
26/10/2018, 11h01

Um jovem de 17 anos foi baleado na cabeça enquanto brincava de “roleta russa” com um revólver calibre 32 que seria da mãe do adolescente. O episódio aconteceu nesta quinta-feira, (25/10), por volta das 17h, em Anicuns, a 83 km da capital.

De acordo com a Polícia Militar (PM), ao chegar na residência da vitima, três amigos disseram que o jovem estava manuseando a arma quando tirou as munições, deixando apenas uma e começou a brincar, até ser baleado.

Acionada pela prima da vítima, a Polícia Militar chamou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) que constatou o tiro na cabeça. O jovem foi encaminhado para um hospital de Anicuns, mas, como o estado de saúde era grave, ele foi transferido para o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (HUGOL), em Goiânia.

A PM informou na ocorrência que a vítima apresentava convulsão no momento que chegaram ao local, os PMS ainda tiraram o revólver da mão do adolescente.

Os três adolescentes, amigos da vítima, que testemunharam o fato, foram levados para a delegacia de polícia civil de Anicuns, onde um escrivão registrou o caso e liberou os menores.  As investigações ocorreriam posteriormente. Eles também foram informados  que serão intimados para depor sobre o caso.

Em nota o Hugol informou que o paciente encontra-se na UTI, em estado grave e respirando com a ajuda de aparelhos.

Ainda de acordo com a PM, a arma ficou apreendida com duas munições intactas.

Outro caso

Essa semana outro caso chamou a atenção, um soldado da Polícia Militar (PM) passou a tarde bebendo com o colega, quando o PM de 31 anos começou a brincar com a arma e disparou acidentalmente contra o amigo, de 20 anos. Desesperado, o soldado atirou na própria cabeça quando viu o que havia feito. O caso aconteceu na Avenida Planíce, no Vila Itatiaia.

Imagens: Russia Beyond 

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