Goiás

Irmão de Marconi Perillo já havia sido denunciado no esquema liderado por Daniel Messac

O irmão do ex-governador Marconi Perillo, Antonio Pires Perillo, havia sido denunciado pelo MP-GO pelo crime de peculato em 2014, na mesma operação que denunciou o deputado estadual Daniel Messac.

Por Ton Paulo
08/11/2018, 11h09

O irmão do ex-governador Marconi Perillo (PSDB), Antonio Pires Perillo, o “Toninho”, havia sido denunciado pelo Minis­té­rio Público de Goiás (MP-GO) pelo crime de peculato em 2014, na Operação Poltergeist, a mesma que denunciou o deputado estadual Daniel Messac (PTB). Messac, que teve a casa alvo de um mandado de busca e apreensão na manhã de hoje (8/11), foi apontado como chefe de um esquema de contratação de servidores fantasmas na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego).

Toninho também esteve envolvido no caso Cachoeira. De acordo com as investigações, ele tinha uma das linhas de rádio Nextel habilitadas no Estados Unidos para evitar grampos. O relator da CPI à época, deputado Odair Cunha (PT-MG), chegou a pedir o indiciamento dele pelos crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa, tráfico de influência e fraude em licitações.

De acordo com o relatório, ele trabalhou “intensamente” para beneficiar o grupo criminoso comandado pelo contraventor, inclusive em negociações envolvendo obras públicas. O relatório, no entanto, foi modificado antes da aprovação.

Daniel Messac era o líder do esquema de servidores fantasmas na Alego, diz MP

Daniel Messac, que atualmente exerce o mandato de deputado estadual, seria o chefe do esquema que contratava servidores fantasmas da Alego, conforme apontado pelas investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de Goiás.

O Gaeco cumpre ainda dois mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão. Estão sendo presos preventivamente o ex-policial federal Anderson Luis Coelho, que teve a perda do cargo decretada em abril de 2018, e o pastor Vagno Sebastião Fernandes de Miranda, ambos envolvidos no embaraço à investigação de organização criminosa, por coagirem uma testemunha da Operação Poltergeist, ocorrida em 2014, que apurou a contratação de “funcionários fantasmas” na Assembleia Legislativa de Goiás, e que ainda será inquirida na ação penal dela decorrente.

Procurada pela reportagem do Dia Online, a equipe de gabinete do deputado informou que não vai se pronunciar por enquanto.

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Goiás

Operação Baco desarticula organização especializada em roubo de cargas, em Goiás

Grupo causou prejuízo superior a R$ 15 milhões de reais.
08/11/2018, 11h15

Uma ação conjunta entre a Polícia Rodoviária Federal de Goiás (PRF) e a Delegacia de Furtos e Roubos de Cargas (Decar) deflagrou nesta quarta-feira (8/11), a Operação Baco que cumpre oito mandados de prisão e seis de busca e apreensão, para desarticular uma organização criminosa especializada em roubo de cargas nas rodovias que cortam o Estado.

O grupo visava principalmente cargas de produtos alimentícios e bebidas. Segundo as informações divulgadas, as investigações começaram em 2017 através de uma força-tarefa entre a PRF e PCGO, que prendeu centenas de criminosos pelos crimes durante os trabalhos. Participaram da ação 30 policiais rodoviários federais e 30 policiais civis.

O delegado da Decar, Alexandre Bruno, afirmou ao Portal Dia Online que foram presas seis pessoas que pertencem a organização e que outros dois envolvidos não foram encontrados em suas residências, mas que os advogados dos suspeitos ligaram para a polícia e afirmaram que eles vão se apresentar espontaneamente nesta quarta-feira.

Motoristas eram sequestrados

Alexandre Bruno afirma que ” o grupo agia da maneira corriqueira, três suspeitos iam para às rodovias e esperavam o caminhão de cargas passar, momento em que eles acompanhavam e um dos integrantes dava um tiro pra cima, obrigando os motoristas a parar o veículo. Depois pegavam o caminhão e levava para uma fazenda no Estado de Goiás, onde mantinham os motoristas em cárcere privado até a carga ser encaminhada para depósitos e supermercados e só então liberavam os motoristas”.

O dano estimado causado pelo grupo é superior a R$ 12 milhões de reais e estão envolvidos em pelo menos oito roubos de cargas no Estado de Goiás. Os suspeitos serão indiciados pelos crimes de roubo com a utilização de arma de fogo, restrição a liberdade  e organização criminosa

Segundo as informações divulgadas, a maioria das cargas roubadas foram recuperadas pelo menos um dia depois do crime ser cometido, em depósitos e supermercados que compravam os produtos para revender.

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Política

No Twitter, Bolsonaro confirma que abrirá a caixa-preta do BNDES

O BNDES, já esteve no alvo de investigações da Polícia Federal.
08/11/2018, 11h31

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) reiterou na manhã desta quinta-feira, 8 em sua conta pessoal na rede de microblog Twitter, que está determinado a abrir a “caixa preta” do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em sua gestão. “Firmo o compromisso de iniciar o meu mandato determinado a abrir a caixa preta do BNDES e revelar ao povo brasileiro o que é feito com seu dinheiro nos últimos anos. Acredito que este é um anseio de todos. Um forte abraço!”

Na quarta-feira, dia (07/11), em Brasília, onde deu o início oficial dos trabalhos do grupo de transição do governo, o capitão da reserva disse que pretende abrir os arquivos dos contratos do BNDES já na primeira semana de sua administração, em janeiro de 2019.

Investigação no BNDES

O BNDES, ao lado da Petrobras, já esteve no alvo de investigações da Polícia Federal (PF). Nas gestões do PT, por exemplo, a instituição financiou empresas de Eike Batista e dos irmãos Joesley e Wesley Batista, além das obras do Porto de Mariel, em Cuba.

Para ter acesso aos dados desses financiamentos, contudo, o presidente eleito terá de quebrar o sigilo que recai sobre boa parte dos contratos. Tal sigilo foi imposto pela ex-presidente Dilma Rousseff, sob alegação de “preservação da privacidade dos atos referentes à gestão bancária”.

Imagens: R7 

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Economia

Tereza Cristina diz não ver conflito de interesse por parceria de família com JBS

Tereza Cristina foi indicada para comandar o ministério da agricultura.
08/11/2018, 11h46

Indicada para comandar o Ministério da Agricultura no governo de Jair Bolsonaro, a deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS) disse na manhã desta quinta-feira, 8, não sentir desconforto em ter seu nome citado na lista de doações ilegais da JBS e nem diante de uma parceria comercial de sua família com o grupo empresarial no ramo de confinamento de gado. “Se o presidente me perguntar, estão lá os documentos”, afirmou a deputada antes de entrar para reunião com o presidente eleito.

Na entrevista, a parlamentar relatou que sua família tem uma propriedade em Terenos (MS) e que ela é inventariante e possui um quinto da propriedade.

Ligação com a JBS

“A minha família arrendou (a terra) para um confinamento da JBS, que tem uma propriedade ao lado, isso há anos”, disse ela, acrescentando que não vê conflito de interesse em assumir a pasta da Agricultura e manter negócios com a JBS. “Eu não tive doação direta da JBS, foi por via de dois parlamentares estaduais e eu era candidata a federal. As doações foram legais, tenho tranquilidade. Vou dar tratamento igual para todos. Precisamos de um país transparente.”

A uma pergunta sobre se estaria desconfortável com a situação, ela respondeu. “Não. Só se eu fizesse uma coisa escondida. Está tudo dentro da lei. Não vejo problema nisso aí.”

Na quarta, durante encontros de Bolsonaro com assessores, oficiais da reserva que dão auxílio ao presidente eleito falaram sobre as relações da deputada com o grupo JBS, de Joesley Batista, mas, como a própria deputada lembrou nesta quinta, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e a Confederação Nacional da Agricultura deram apoio à sua indicação.

Imagens: Época Negócios 

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Entretenimento

Angélica e Zezé di Camargo rebatem rumor de que tiveram romance no passado

Angélica e Zezé di Camrgo negaram o caso.
08/11/2018, 11h54

A polêmica envolvendo Angélica e Zezé di Camargo começou após uma fala de Leão Lobo. O jornalista declarou que, antes de Luciano Huck, a apresentadora teria mantido um romance secreto com o cantor sertanejo.

Diante da repercussão, Angélica correu para as redes sociais e desabafou: “Acho muito feio inventar histórias dos outros, mas quando envolve famílias, eu acho irresponsável mesmo. É mentira, né, gente? Mentira”. Ela ainda declarou que conhece a ex-mulher de Zezé, Zilu Camargo, e que tem amizade com as filhas do casal.

“Elas são minhas amigas. Muita irresponsabilidade. Eu respeito muito as famílias todas e quero respeito com a minha também. É uma notícia que dá até vontade de rir. Antiga, coisa velha, que não existe. Inventada. Mas envolve pessoas que gosto e respeito, então não curti”, concluiu Angélica.

Zezé di Camargo

Zezé di Camargo também usou as redes sociais para esclarecer a história e falou diretamente à Leão Lobo. “Isso que você falou em relação a mim com uma pessoa que eu tenho o maior carinho, maior respeito e conheço desde pequena. Conheço a família toda, o marido dela é meu amigo, não tem fundamento nenhum, pelo amor de Deus!”, disse o cantor. Ele também deu um recado: “Pensa direito no que vai falar porque envolve famílias, envolve pessoas que a gente gosta, amigos”.

Angélica criticou a postura de Leão Lobo: “Gente, estou muito chocada. Incrível como as pessoas são irresponsáveis! Se dizem jornalistas e acabam mandando coisas que outros replicam, aí vira uma bola de neve, então, resolvi falar”, declarou nas redes sociais.

Imagens: TV Foco 

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