Esportes

Lesionado, Coutinho fica até 3 semanas fora do Barça e deve desfalcar a seleção

Coutinho sofreu uma pequena ruptura no músculo da perna.
08/11/2018, 10h24

O Barcelona confirmou que Philippe Coutinho sofreu uma pequena ruptura do músculo bíceps femoral da perna esquerda e ficará afastado dos gramados de duas a três semanas. Com o resultado dos exames, divulgados nesta quinta-feira, o jogador vai perder os dois próximos amistosos da seleção brasileira, contra Camarões e Uruguai, respectivamente nos dias 16 e 20 de novembro, em Londres.

O brasileiro sofreu a lesão durante o empate com a Inter de Milão, por 1 a 1, na terça-feira, em jogo válido pelo Grupo B da Liga dos Campeões. O meia foi decisivo no confronto e deu a assistência no gol marcado por Malcom, aos 37 minutos do segundo tempo.

Com o prazo de recuperação dado pelo clube catalão, Coutinho ficará de fora de dois compromissos do Campeonato Espanhol, contra Betis e Atlético de Madrid, e deve perder ao menos um jogo da Liga dos Campeões, diante do PSV.

Segundo a imprensa espanhola, Ousmane Dembélé e Malcom brigam pela vaga de titular na equipe de Ernesto Valverde. Quem está recuperado da lesão no cotovelo e pode reforçar o Barcelona no domingo é o argentino Lionel Messi, que foi desfalque nos últimos cinco compromissos da equipe.

Mesmo com problemas de lesões nesta primeira metade da temporada europeia, o Barcelona lidera o ‘grupo da morte’ da Liga dos Campeões e está na ponta do Campeonato Espanhol, no qual volta a atuar neste domingo, contra o Betis, em casa.

Imagens: UOL 

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Goiás

Casa do deputado estadual Daniel Messac é alvo de busca e apreensão

Daniel Messac é apontado como líder do grupo criminoso.
08/11/2018, 10h45

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público de Goiás (GAECO-MPGO) cumpre, na manhã desta quinta-feira (8/11), dois mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão. Um dos mandados de busca e apreensão é cumprido na casa do deputado estadual Daniel Messac (PTB), que foi apontando como chefe de um esquema criminoso descoberto pela polícia em 2014.

A ação visa prender preventivamente um ex-policial federal, exonerado do cargo em abril deste ano e o pastor de uma igreja evangélica, por atrapalharem as investigações de uma organização criminosa. Onde coagiram uma das testemunhas da Operação Poltergeist deflagrada em 2014, para investigar a contratação de “funcionários fantasmas” para trabalhar na Assembleia Legislativa de Goiás.

Além dos integrantes do Gaeco, participam do cumprimento dos mandados nesta quarta-feira agentes da Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO), promotores de Justiça e o Centro de Inteligência (CI) do MPGO.

O desembargador João Waldeck de Sousa, do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), foi o responsável por determinar o cumprimento do mandado de busca e apreensão na casa do deputado, uma vez que o parlamentar possui foro privilegiado.

Segundo as informações, os presos serão ouvidos ainda hoje e levados posteriormente para à Casa de Prisão Provisória (CPP), em Aparecida de Goiânia.

Deputado era líder do esquema

O deputado estadual Daniel Messac foi denunciado na Operação Poltergeist como líder do esquema, em abril de 2015, que contratava funcionários fantasmas para Assembleia Legislativa e para prefeitura de Goiânia. Além de Messac outras 36 pessoas foram denunciadas na operação por envolvimento no esquema.

A assessoria de imprensa do deputado informou ao Portal Dia Online que no momento apenas acompanha os agentes do MP e PC, e que ele não vai se manifestar no momento.

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Goiás

Irmão de Marconi Perillo já havia sido denunciado no esquema liderado por Daniel Messac

O irmão do ex-governador Marconi Perillo, Antonio Pires Perillo, havia sido denunciado pelo MP-GO pelo crime de peculato em 2014, na mesma operação que denunciou o deputado estadual Daniel Messac.

Por Ton Paulo
08/11/2018, 11h09

O irmão do ex-governador Marconi Perillo (PSDB), Antonio Pires Perillo, o “Toninho”, havia sido denunciado pelo Minis­té­rio Público de Goiás (MP-GO) pelo crime de peculato em 2014, na Operação Poltergeist, a mesma que denunciou o deputado estadual Daniel Messac (PTB). Messac, que teve a casa alvo de um mandado de busca e apreensão na manhã de hoje (8/11), foi apontado como chefe de um esquema de contratação de servidores fantasmas na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego).

Toninho também esteve envolvido no caso Cachoeira. De acordo com as investigações, ele tinha uma das linhas de rádio Nextel habilitadas no Estados Unidos para evitar grampos. O relator da CPI à época, deputado Odair Cunha (PT-MG), chegou a pedir o indiciamento dele pelos crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa, tráfico de influência e fraude em licitações.

De acordo com o relatório, ele trabalhou “intensamente” para beneficiar o grupo criminoso comandado pelo contraventor, inclusive em negociações envolvendo obras públicas. O relatório, no entanto, foi modificado antes da aprovação.

Daniel Messac era o líder do esquema de servidores fantasmas na Alego, diz MP

Daniel Messac, que atualmente exerce o mandato de deputado estadual, seria o chefe do esquema que contratava servidores fantasmas da Alego, conforme apontado pelas investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de Goiás.

O Gaeco cumpre ainda dois mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão. Estão sendo presos preventivamente o ex-policial federal Anderson Luis Coelho, que teve a perda do cargo decretada em abril de 2018, e o pastor Vagno Sebastião Fernandes de Miranda, ambos envolvidos no embaraço à investigação de organização criminosa, por coagirem uma testemunha da Operação Poltergeist, ocorrida em 2014, que apurou a contratação de “funcionários fantasmas” na Assembleia Legislativa de Goiás, e que ainda será inquirida na ação penal dela decorrente.

Procurada pela reportagem do Dia Online, a equipe de gabinete do deputado informou que não vai se pronunciar por enquanto.

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Goiás

Operação Baco desarticula organização especializada em roubo de cargas, em Goiás

Grupo causou prejuízo superior a R$ 15 milhões de reais.
08/11/2018, 11h15

Uma ação conjunta entre a Polícia Rodoviária Federal de Goiás (PRF) e a Delegacia de Furtos e Roubos de Cargas (Decar) deflagrou nesta quarta-feira (8/11), a Operação Baco que cumpre oito mandados de prisão e seis de busca e apreensão, para desarticular uma organização criminosa especializada em roubo de cargas nas rodovias que cortam o Estado.

O grupo visava principalmente cargas de produtos alimentícios e bebidas. Segundo as informações divulgadas, as investigações começaram em 2017 através de uma força-tarefa entre a PRF e PCGO, que prendeu centenas de criminosos pelos crimes durante os trabalhos. Participaram da ação 30 policiais rodoviários federais e 30 policiais civis.

O delegado da Decar, Alexandre Bruno, afirmou ao Portal Dia Online que foram presas seis pessoas que pertencem a organização e que outros dois envolvidos não foram encontrados em suas residências, mas que os advogados dos suspeitos ligaram para a polícia e afirmaram que eles vão se apresentar espontaneamente nesta quarta-feira.

Motoristas eram sequestrados

Alexandre Bruno afirma que ” o grupo agia da maneira corriqueira, três suspeitos iam para às rodovias e esperavam o caminhão de cargas passar, momento em que eles acompanhavam e um dos integrantes dava um tiro pra cima, obrigando os motoristas a parar o veículo. Depois pegavam o caminhão e levava para uma fazenda no Estado de Goiás, onde mantinham os motoristas em cárcere privado até a carga ser encaminhada para depósitos e supermercados e só então liberavam os motoristas”.

O dano estimado causado pelo grupo é superior a R$ 12 milhões de reais e estão envolvidos em pelo menos oito roubos de cargas no Estado de Goiás. Os suspeitos serão indiciados pelos crimes de roubo com a utilização de arma de fogo, restrição a liberdade  e organização criminosa

Segundo as informações divulgadas, a maioria das cargas roubadas foram recuperadas pelo menos um dia depois do crime ser cometido, em depósitos e supermercados que compravam os produtos para revender.

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Entretenimento

Angélica e Zezé di Camargo rebatem rumor de que tiveram romance no passado

Angélica e Zezé di Camrgo negaram o caso.
08/11/2018, 11h54

A polêmica envolvendo Angélica e Zezé di Camargo começou após uma fala de Leão Lobo. O jornalista declarou que, antes de Luciano Huck, a apresentadora teria mantido um romance secreto com o cantor sertanejo.

Diante da repercussão, Angélica correu para as redes sociais e desabafou: “Acho muito feio inventar histórias dos outros, mas quando envolve famílias, eu acho irresponsável mesmo. É mentira, né, gente? Mentira”. Ela ainda declarou que conhece a ex-mulher de Zezé, Zilu Camargo, e que tem amizade com as filhas do casal.

“Elas são minhas amigas. Muita irresponsabilidade. Eu respeito muito as famílias todas e quero respeito com a minha também. É uma notícia que dá até vontade de rir. Antiga, coisa velha, que não existe. Inventada. Mas envolve pessoas que gosto e respeito, então não curti”, concluiu Angélica.

Zezé di Camargo

Zezé di Camargo também usou as redes sociais para esclarecer a história e falou diretamente à Leão Lobo. “Isso que você falou em relação a mim com uma pessoa que eu tenho o maior carinho, maior respeito e conheço desde pequena. Conheço a família toda, o marido dela é meu amigo, não tem fundamento nenhum, pelo amor de Deus!”, disse o cantor. Ele também deu um recado: “Pensa direito no que vai falar porque envolve famílias, envolve pessoas que a gente gosta, amigos”.

Angélica criticou a postura de Leão Lobo: “Gente, estou muito chocada. Incrível como as pessoas são irresponsáveis! Se dizem jornalistas e acabam mandando coisas que outros replicam, aí vira uma bola de neve, então, resolvi falar”, declarou nas redes sociais.

Imagens: TV Foco 

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