Trânsito

CCJ aprova uso de aplicativo por motoristas de táxi em Goiânia

Serviço em Goiânia será chamado de TáxiGO.
11/11/2018, 14h43

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou esta semana um projeto que altera parte da lei que regulamenta o serviço de transporte individual de Táxi em Goiânia. Com a nova medida, os taxistas que atuam na capital poderão usar aplicativo do transporte, assim como os motoristas da Uber, 99, Cabify Easier entre outros. O serviço em Goiânia será chamado de TáxiGO.

De acordo com o vereador Carlin Café (PPS), autor do projeto, o objetivo “é possibilitar que os taxistas da cidade possam utilizar as plataformas de transporte por aplicativos e assim competir com as outras empresas.”

Ainda segundo ele, o requerimento foi apresentado ao Executivo para realização de parceria com a prefeitura do Rio de Janeiro, onde a mudança já é válida (TáxiRJ), para possibilitar a realização em Goiânia. O projeto já está em vigor também em São Paulo e é denominado TáxiSP.

Se aprovado, o projeto de lei prevê que o serviço em Goiânia seja chamado de TáxiGO, que deve permitir isenção de taxas para os taxistas em relação aos motoristas de aplicativos. “Este projeto vai possibilitar a assinatura do termo de cooperação com o Rio de Janeiro para implementar o serviço aos taxistas daqui sem custo”, explicou o vereador.

A matéria está pronta para compor a Pauta do Plenário nas próximas sessões.

Motoristas de táxi e apps em Goiânia devem fazer exame toxicológico

Tramita na Câmara Municipal de Goiânia um projeto de lei que prevê a obrigação do exame toxicológico anual para motoristas de táxi e de aplicativo na capital. De acordo com a matéria, os exames deverão ser feitos a cada doze meses, e o resultado apresentado à Empresa Pública de Transporte Coletivo (EPTC) deve garantir ou não a permanência do motorista na função. A lei deverá ser regulamentada pelo Executivo no prazo de 60 dias a partir de sua publicação.

Caso o projeto seja aprovado e sancionado pelo prefeito Iris Rezende (MDB), todos os motoristas de táxis e dos aplicativos de transporte que atuam em Goiânia, deverão ser submetidos anualmente ao teste.

Imagens: Baguete 

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Goiás

Motociclista bate em poste e morre após beber, em Goiânia

Jovem havia passado a noite em um festa quando morreu voltando para casa.
11/11/2018, 15h22

O corpo de Carlos Pereira da Silva, de 25 anos, permanece no Instituto Médico Legal (IML) e deve ser liberado até o final da tarde para o sepultamento. Carlos morreu após quando subiu em um meio-fio e foi lançado contra um poste na manh deste domingo (11/11) no Bairro Recanto das Emas, em Goiânia.

Conforme informações da Delegacia Estadual de Investigação de Crimes de Trânsito (Dict), a família contou que o jovem havia bebido durante a noite.

O acidente ocorreu por volta de 6h. Carlos voltaria para casa por meio da Avenida Orlando Marques de Abreu, indo para o Residencial Fidelis, em uma motocicleta Honda CG 150. Foi aí que o jovem perdeu o controle da direção, derivou para a direita e subiu no meio fio, momento em que bateu em um poste de iluminação pública.

Corpo de jovem foi arremessada a quatro metros de distância, em Goiânia

Com o impacto da batida, o corpo do jovem foi arremessado em uma distância de quatro metros e a motocicleta se arrastou por 10 metros. Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi até o local e constatou a morte do motociclista.

O Corpo de Bombeiros ainda tentou reanimar o jovem, mas ele não tinha mais sinais vitais.

Quando souberam da morte de Carlos, familiares foram ao local do acidente e se desesperaram com o corpo dele estendido em meio ao que sobrou da motocicleta. Muitas peças despedaçadas esparramadas pela via.

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Goiás

Polícia desvenda mistério de crime após show em frente à Pecuária, em Goiânia

Imagens obtidas com exclusividade pelo Portal Dia Online mostram vítima sendo assassinada.
11/11/2018, 18h13

Na madrugada do dia 23 de maio deste ano, na 73ª edição da Pecuária de Goiânia 2018, Josimar Jorge da Silva foi encontrado morto em uma calçada. Ele havia saído sozinho de uma distribuidora de bebidas após beber com Maycon Jhonatan de Oliveira Gomes, às 4h da madrugada, no setor Nova Vila, em Goiânia.

Josimar não sabia, mas Maycon estava esperando ele ali perto para lhe matar a facadas e roubar seus pertences.

Seis meses depois do crime, a Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH) concluiu o inquérito. Maycon vivia em situação de rua e era conhecido na região como vigia de carros.

Imagens obtidas com exclusividade pela reportagem do Portal Dia Online mostram a vítima fugindo do agressor. Josimar cai no meio da via, onde carros passam rápidos, e é esfaqueada pelo menos seis vezes nas costas. Corre para a calçada, mas é alcançada.

Depois de perfurar a vítimas outras vezes, Maycon – que veste blusa de frio e um boné – vasculha os bolsos da calça, pega objetos de Josimar, esfaqueia outras vezes e foge.

Veja vídeo de homem sendo morto

https://www.instagram.com/p/BqDZHN1B7bl/

Homem fugiu mesmo sendo preso, em Goiânia

Polícia desvenda mistério de crime após show em frente à Pecuária, em Goiânia
Homem fugiu durante seis meses da Polícia. Foto: Polícia Civil.

O autor foi preso por policiais militares e apresentado na Delegacia dias depois. “Populares apontaram ele como o autor, pedi o mandado de prisão, mas o juiz indeferiu”, conta. Maycon desapareceu.

Mesmo assim, a equipe chefiada pela delegada Magda D’Avila, foi em busca de pistas e descobriu que o assassino fugiu para Senador Canedo, onde trabalharia como vigia de carros na Pecuária da cidade.

A delegada conta por que a prisão veio apenas seis meses depois. “Ele era morador de rua e não tinha residência fixa. Agora ele largou as drogas e morava com a avó. Fizemos monitoramentos até prendê-lo.”

Maycon, diz a delegada,  confessou o crime, mas disse que, na distribuidora, a vítima deu um tapa na cara dele. “Ele ficou esperando a vítima passar do outro lado da rua para pegá-la desprevenida. Essa versão é mentira porque nenhuma testemunha confirmou esta versão”, explica. “Com isso, está provado que ele matou para roubar, ou seja, cometeu latrocínio como está claro nas imagens.”

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Brasil

Enem cobrou mais conteúdo no 2º dia, dizem professores

Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 teve maior nível de dificuldade em relação a outros anos.
12/11/2018, 07h40

O segundo dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 teve maior nível de dificuldade em relação a outros anos, com questões que abordaram a genética das plantas, o uso de combustíveis em veículos e até a teoria das eleições. É o que apontaram especialistas ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo. Os candidatos resolveram neste domingo questões de Matemática e Ciências da Natureza, que engloba as disciplinas de Química, Física e Biologia.

Na avaliação dos coordenadores de cursinhos, um número menor de questões poderiam ser resolvidas apenas com base em interpretação de texto, o que elevou o nível de dificuldade da prova. Química e Biologia foram consideradas as mais difíceis do exame, enquanto Matemática, a mais fácil.

“O Enem de hoje (domingo) é diferente do passado, muito mais conteudista. O aluno precisa conhecer a matéria com aprofundamento maior”, diz Dias Carvalho, coordenador do Grupo Etapa. Segundo ele, havia menos questões de interpretação.

O uso de termos acadêmicos também dificultou a prova, explica Nelson Dutra, coordenador pedagógico do Objetivo. “Não é uma linguagem comum no ensino médio, o que causa uma dificuldade não só ligada à matéria, mas ao vocabulário.”

A estudante Lais Stefanie, de 19 anos, achou o Enem deste ano mais difícil do que o do ano passado. “É o terceiro (Enem) que faço e, apesar de estudar muito, o nível de dificuldade tem aumentando, sobretudo na área de Ciências. No ano passado, estava mais fácil.”

Na avaliação dos professores ouvidos pelo jornal, a prova estava contextualizada, com temas do cotidiano e atualidades.

A professora de Matemática do Descomplica, Luanna Ramos, diz que a disciplina teve questões padrão. “Os conteúdo favoritos apareceram: probabilidade, análise combinatória, geometria espacial, razão e proporção.” Para ela, poucas questões apresentaram grau maior de dificuldade.

Química foi o grande desafio do segundo dia, segundo Dias Carvalho. “Houve uma cobrança mais acentuada do conteúdo, diferente do começo do Enem, quando as questões eram cotidianas e de interpretação. Se o aluno não soubesse o conteúdo, não resolveria.”

Em Física, as questões apresentaram grau de complexidade médio, segundo o professor Francisco Flávio, do cursinho da Poli. “O aluno com um preparo mínimo acertou de 5 a 7 questões da área (de um total de 14).”

Em Biologia, o professor Alexandre Bandeira, do Descomplica, destacou o fato de ter caído menos questões sobre ecologia. O tema foi abordado em uma pergunta sobre os corredores ecológicos e a manutenção da biodiversidade.

Dados oficiais

Com 5,5 milhões de inscritos, o Enem 2018 registrou o menor número de ausentes nos dois dias de prova desde 2016, segundo o Ministério da Educação (MEC). No primeiro dia, 24,9% dos alunos não fizeram a prova e no segundo, 29,2%. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Política

'Escola sem partido não entra na USP', garante reitor

Reitor da USP defende escola gratuita.
12/11/2018, 08h33

Vahan Agopyan, reitor da USP, falou, em entrevista o jornal O Estado de S. Paulo, sobre o papel das universidades e a polarização política que atinge as instituições de ensino. Veja, abaixo, os principais trechos.

Como o senhor vê a universidade no atual momento político?

Os problemas da sociedade repercutirem na universidade é uma coisa natural. O que me preocupa é explicar o que é uma universidade de pesquisa para a sociedade. A sociedade não entende a gente. Políticos dos dois lados afirmam coisas similares. De um lado, ensino é caro, então privatiza. De outro, é caro e precisamos fortalecer o básico. O que ambos dizem é que a universidade está cara e não precisamos dela.

O senhor defende o ensino gratuito?

Sim. O grosso dos alunos é classe média baixa. Não vai poder cobrar U$ 75 mil como Yale, nem os ricos brasileiros têm. A última vez que fizemos contas, para cobrar em proporção com que o aluno tem, as mensalidades não davam nem 8% do orçamento. A universidade está contribuindo para o desenvolvimento do País? Se está, é um investimento.

O governador eleito de São Paulo, João Doria, disse que é a favor do projeto Escola sem Partido. Qual sua opinião?

Na USP, é impossível. Obedecemos às leis, mas coisas que ferem nossa autonomia, a USP não precisa seguir. Isso fere. A universidade é um locus de debate. Formamos cidadãos.

Mas e se houver denúncias de alunos?

Denunciar para quem? Não vou criar um mecanismo de controle ideológico na USP.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagens: USP 

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