Política

Defesa de Joesley dispensa Janot de depor em processo sobre rescisão de acordo

12/11/2018, 17h08

A defesa do empresário Joesley Batista, do Grupo J&F, dispensou o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot de prestar depoimento no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira, 12, como testemunha dos advogados do executivo, Wesley Batista e Ricardo Saud no processo que discute a rescisão (invalidação) dos seus respectivos acordos de colaboração.

O advogado Técio Lins e Silva, que atua na defesa de Joesley Batista, disse que a decisão foi tomada hoje e que não havia necessidade em ouvir o ex-procurador-geral. E rebateu a crítica feita por Janot, que classificou como indelicada a dispensa tardia. “Foi decisão nossa, prerrogativa da defesa desistir da testemunha a qualquer momento, não existe essa questão de delicadeza. Não há necessidade. Ele já prestou vários depoimentos no inquérito, deu várias entrevistas, expôs sua opinião em diversos foros, em diversas mídias.”

De acordo com o advogado, Janot não tinha mais nada para esclarecer, já que não participou dos entendimentos, nem do acordo. “Quem participou das decisões, dos acordos, não foi ele. Ele foi apenas a autoridade que bateu o martelo. Mas ele nunca ouviu os colaboradores, nunca esteve com os colaboradores. Nunca. Não havia o que perguntar. Ele não ia prestar grande ajuda à Justiça. Isso é entendimento da defesa. Decisão foi tomada hoje. Isso é prerrogativa da defesa ouvir a testemunha e desistir dela quando bem quiser.”

A jornalistas, o ex-procurador-geral da República afirmou que gostaria de ter sido avisado com antecedência sobre sua dispensa para evitar seu deslocamento até a Corte. “Eu acredito que por uma questão de cortesia eu poderia ter sido comunicado antes. Eu concordei em aqui estar há muito tempo”, disse, na saída da audiência, na sede do Supremo, em Brasília. Ao chegar, Janot informou que não falaria com a imprensa, mas mudou de ideia ao ser dispensado pelos advogados dos colaboradores.

O ex-chefe do Ministério Público Federal disse que não houve justificativa por parte da defesa dos colaboradores. “Não houve. (Alegaram) Que eu já teria feito manifestações por escrito, e então não haveria razão de eu fazer esse depoimento.”

“E não faço qualquer ligação da dispensa do meu depoimento com as prisões que aconteceram. Não faço nenhuma ligação com isso. Mas pode ser que – mas não afirmo também que isso aconteceu – era um interesse de constranger o então procurador-geral da República que subscreveu a peça em que se postula a rescisão de acordo”, concluiu.

Indelicadeza

Técio Lins e Silva disse que, com a dispensa de Janot, nada muda no processo. “Doutor Janot, que conheço há quarenta anos, diz ‘ah, mas é indelicadeza o procurador-geral da República vir ao Supremo’. Ele oficiou nesta Casa por anos. Isso aqui é nossa Casa. Ele trabalha aqui. É procurador da República, está lotado no STJ que é aqui do lado. Parece até que vir ao Supremo é uma condenação, uma coisa penosa. Meu deus, toda vez que venho aqui fico feliz da vida. Ele está indignado porque foi trazido aqui inutilmente. Não é constrangimento nenhum. Passou quatro anos atuando, fazendo discursos memoráveis, sempre do contra, acusando ou querendo a prisão de alguém.”

O advogado de Wesley Batista, Eugênio Pacelli, disse que testemunhas são ouvidas de acordo com conveniência de sua defesa. “O que causa espécie, é o doutor Rodrigo se sentir tão constrangido ou chateado como se fosse cidadão acima dos demais. As pessoas que são arroladas como testemunhas são pessoas comuns, são chamadas para prestar serviço à Justiça, não tem que ficar chateado com isso.”

“A impressão que tive é que o doutor Janot achou que nós quiséssemos constrangê-lo. Não passou pela cabeça da defesa em momento algum constranger quem quer que fosse. Não faz sentido essa manifestação de constrangimento. Ficou claro desde o início de que ele chegou que ele estava chateado por ter sido arrolado como testemunha. Não pode ter nenhum problema de mágoa e rancor”, finalizou.

O caso

O ministro-relator, Edson Fachin, autorizou no início de setembro que Janot, o ex-procurador Marcello Miller e outras 16 pessoas fossem ouvidas a pedido dos advogados, que tentam salvar os acordos já rescindidos pela PGR. A palavra final será do plenário do STF.

Apesar de ter sido o próprio Janot quem rescindiu o acordo de colaboração de Joesley e de Ricardo Saud, além de ter pedido a prisão de ambos – cumprida há cerca de um ano -, a defesa pretendia inicialmente demonstrar que os motivos que o então procurador-geral alegou para pedir a prisão e a rescisão nunca existiram. A sucessora e atual procuradora-geral, Raquel Dodge, endossou a posição de Janot sobre Joesley e Saud e, indo além, rescindiu também os acordos de Wesley Batista e Francisco de Assis e Silva.

Além do ex-procurador-geral da República, dois procuradores que fizeram parte do Grupo de Trabalho da Lava Jato na sua gestão na PGR, Eduardo Pelella e Sergio Bruno Cabral Fernandes, foram chamados a depor. Fachin sugeriu o dia 12 de novembro para o depoimento de Janot e de Sergio Bruno, na sala de audiências do STF.

Figura central nos questionamentos que a PGR e que alguns ministros do Supremo fizeram sobre o acordo da JBS, o ex-procurador Marcello Miller teve negado o pedido que fez para poder fazer parte da discussão como uma espécie de assistente. Assim como Joesley e Assis, Miller se tornou réu na Justiça Federal do Distrito Federal em junho.

A acusação sobre ele é de ter ajudado executivos do grupo J&F a assinarem colaboração premiada mesmo enquanto ainda estava formalmente ligado ao Ministério Público Federal, antes de se exonerar. O argumento da defesa para que Miller pudesse entrar como assistente no processo que discute a rescisão das colaborações é que, qualquer que seja a decisão final do STF, terá “influência direta” na ação penal da qual é alvo.

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Entretenimento

Bosque dos Buritis: o lugar perfeito para fugir da rotina

Procurando um refúgio na grande Goiânia para fugir da rotina e descansar um pouco? Que tal fazer uma visita ao Bosque dos Buritis? O lugar é lindo e proporciona bons momentos.
12/11/2018, 17h13

O mundo moderno exige muito de nós e é comum que os momentos de descanso se tornem cada vez mais raros, infelizmente. Qual foi a última vez em que você tirou um tempinho para sair com a família ou os amigos? Se não faz muito tempo, ótimo! Mas caso contrário, talvez seja bom se programar para fazer isso, até mesmo por questões de saúde! E por que não fazer uma visitinha ao nosso maravilhoso Bosque dos Buritis? Sem dúvida é o lugar perfeito para relaxar e esquecer um pouco a rotina.

Lagos, canais e muito espaço verde. O contato com a natureza é essencial para quem pretende encontrar paz interior. O bosque é uma boa alternativa para isso, proporcionando excelentes passeios em qualquer período do dia, mas principalmente durante as manhãs e nos finaizinhos de tarde em Goiânia.

Bosque dos Buritis: o lugar perfeito para
Foto: Reprodução/ Áreas Verdes

E se a questão for realmente a saúde, o local ainda é perfeito para a prática de exercícios, contando com uma longa pista de cooper e um espacinho com alguns aparelhos para ginástica.

Para as crianças, existem parquinhos infantis e claro, muito espaço para correr e soltar a imaginação. E quando a fome vier, nada melhor que comer uma pipoca, algodão doce, ou tomar uma boa água de coco.

E o melhor é que não para por aí. O Bosque dos Buritis vai muito além disso e ainda representa uma importante veia cultural de nossa cidade. Basta reparar um pouquinho mais no parque para encontrar um dos mais importantes museus de Goiânia, um grande centro de artes e monumentos com significados que provocam a reflexão.

Um pouquinho mais sobre o Bosque dos Buritis

Bosque dos Buritis
Foto: Reprodução/ Curta Mais

Localizado no Setor Oeste, é considerado como o mais antigo patrimônio paisagístico de Goiânia. Possui cerca de 141.500 metros quadrados e foi projetado no Plano Oriental da cidade para ser uma área verde repleta de plantas, árvores e lagos.

Inaugurado no ano de 1933, conta com três lagoas artificiais que são abastecidas pelo córrego Buritis e por tantos outros canais subterrâneos encontrados nas proximidades. Apenas para que você tenha ideia, em uma das lagoas é possível encontrar um enorme chafariz, que é considerado como o maior jato de água de toda a América do Sul. Impressionante, não acha?

Bosque dos Buritis
Foto: Reprodução/ Bosque dos Buritis

Fato é que desde a data de sua inauguração até os dias de hoje, o Bosque dos Buritis passa por inúmeras interferências que acabam desfigurando suas características originas. Por exemplo, muitas plantas locais foram substituídas por outras de natureza exótica, fazendo com que apenas 10% da vegetação original ainda se encontre no local.

Em todo caso, ainda é possível encontrar um parque bem preservado e com ampla área verde, o que proporciona para seus visitantes muito contato com a natureza. Quem anda por ali sempre se encontra com pássaros, patos e outros animais exóticos. É sem dúvida um excelente passeio!

Museu de Arte de Goiânia

Bosque dos Buritis
Foto: Reprodução/ Prefeitura de Goiânia

Para um passeio completo no Bosque dos Buritis, que tal fazer também uma visitinha ao Museu de Arte de Goiânia, mais conhecido como MAG? Inaugurado no dia 20 de outubro de 1970, funcionou inicialmente na Praça Universitária, integrando a Unidade de Artes Plásticas do Departamento Cultural. No entanto, seu acervo acabou sendo transferido para o prédio do bosque no ano de 1981.

Com o título de primeiro museu público-municipal de artes plásticas da região Centro-Oeste, seu acervo permanente conta com mais de 700 obras de arte que se enquadram nas categorias de pintura, desenho, objeto, escultura, gravura e arte popular. A maior parte dos artigos conta um pouquinho sobre a história de Goiás. Além disso, o museu ainda contem salões destinados a exposições temporárias e eventos.

Suas duas salas de exposições foram nomeadas em forma de homenagem a dois artistas que foram fundamentais para a formação do MAG: Sala Amaury Menezes, que foi o primeiro diretor do museu. O espaço é destinado para exposições de longa duração e que contam com arquivos de seu próprio acervo. Sala Reinaldo Barbalho, que foi artista plástico e também ex diretor do museu. O espaço é destinado para exposições temporárias de artistas ou entidades proponentes.

Centro Livre de Artes

Bosque dos Buritis
Foto: Reprodução/ Folha Z

Vinculado à Secretaria Municipal de Culturas (Secult), o Centro Livre de Artes (CLA) foi inaugurado há 43 anos e funciona como um escola de artes da Prefeitura da cidade. É um espacinho destinado para a comunidade vivenciar a cultura em suas mais variadas expressões.

Com mais de mil alunos matriculados e excelentes professores, o centro funciona nos períodos matutino, vespertino e noturno, oferecendo cursos nas áreas de música, artes cênicas e artes plasticas. Infelizmente, muitos alunos reclamam que faltam cuidados por parte da prefeitura, tanto para a estrutura do local quanto para a valorização dos servidores ali presentes.

Em todo caso, ainda representa um importante meio de ligação entre a comunidade e as atividades culturais. Caso tenha interesse em saber um pouquinho mais, e ingressar em alguma das próximas turmas, ligue para o telefone (62) 3524-1194 e solicite maiores informações.

Monumento à Paz Mundial

Bosque dos Buritis
Foto: Reprodução / Prefeitura de Goiânia

E bem no interior do Bosque dos Buritis é possível encontrar o Monumento à Paz Mundial, com autoria do artista plástico Siron Franco. Com seus cinco metros de altura e pesando cerca de cinquenta toneladas, a obra foi doada pela Comunidade Bahá’í à Goiânia.

Celebrando a possibilidade de unir todos os povos em um projeto de paz, o monumento foi feito no formato de uma ampulheta, com a alusão de que é preciso alcançar a paz mundial de forma urgente. No centro da obra é possível encontrar detalhes em vidro que são separados por faixas verticais. Uma curiosidade é que o monumento ainda guarda amostras de terra de cinco continentes em um compartimento maior, onde todas foram misturadas para representar a união.

A ampulheta ainda traz consigo a seguinte mensagem: “A Terra é um só país, e os seres humanos, seus cidadãos“.

Como chegar?

Endereço: Av. Assis Chateaubriand – St. Oeste, Goiânia – GO, 74015-090

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Entretenimento

Stan Lee, criador de X-Men e Homem-Aranha, morre aos 95 anos

Lee foi escritor, editor, publicitário e produtor da Marvel Comics. Responsável pela criação de alguns dos super-heróis mais conhecidos do mundo.
12/11/2018, 17h37

Stan Lee, lendário escritor e editor da Marvel Comics, responsável pela criação de personagens como o Quarteto Fantástico, X-Men, Homem Aranha e tantos outros, morreu nesta segunda-feira, dia 12 de novembro de 2018, aos 95 anos.

A informação foi divulgada pelo site TMZ e os motivos da morte ainda não foram revelados.

Lee foi presença frequente nos filmes da Marvel, com participações especiais que se tornaram tradição na cultura pop. Tradição esta que vêm desde os quadrinhos quando em 1947, em Astonishing #4, fez sua primeira aparição. Recentemente, deu as caras em uma ponta surpresa no filme animado “Teen Titans Go – Nos Cinemas”, da DC Comics.

Stanley Martin Lieber nasceu em 28 de dezembro de 1922 na cidade de New York, EUA. Começou a trabalhar ainda adolescente para Martin Goodman, dona da Timely Comics que mais tarde se tornaria a Marvel Comics. Trabalhou na criação de centenas de personagens ao lado dos frequentes parceiros Jack Kirby, Steve Ditko e outros.

Creditado como co-autor de personagens como Homem-Aranha, Homem de Ferro, X-Men, Thor, Demolidor, Quarteto Fantástico, Hulk, Homem-Formiga e dentre outros, Lee foi um dos responsáveis por alavancar as vendas de gibis da Marvel e colocar a empresa como uma das maiores editoras norte-americanas.

Em 2009, a Walt Disney comprou a Marvel por 4 bilhões de dólares e durante a D23 Expo 2017, foi homenageado com o prêmio de “Lenda da Disney”. Assista ao vídeo abaixo:

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Educação

"Não ofende o direito à intimidade", diz escola infantil denunciada por banheiro unissex

Caso ocorreu em Paranoá, no Distrito Federal; denúncia foi feita por pais de crianças que frequentam a escola.
12/11/2018, 17h46

No inicio deste mês, a escola classe Comunidade de Aprendizagem do Paranoá (CAP), no Distrito Federal, que atende crianças de 4 a 8 anos, foi denunciada ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) pelo uso de banheiro unissex. Hoje, 12 de novembro, ao prestar esclarecimentos à Promotoria de Defesa da Educação (Proeduc), a instituição explicou que o uso do mesmo banheiro por meninos e meninas “não ofende o direito à intimidade e à privacidade” das crianças.

A direção da CAP também defendeu o projeto ‘Cuidado com o corpo e prevenção ao abuso sexual infantil’ implementado na escola e garantiu que o uso compartilhado do banheiro permite que “as crianças vivenciem experiências de respeito ao próximo, à privacidade, à coletividade, à higiene, ao autocuidado.”

O colégio explicou ainda que o banheiro unissex é usado apenas por crianças, com acompanhamento pedagógico. Os adultos que trabalham na instituição usam outros sanitários. A escola se colocou à disposição para maiores esclarecimentos e visitações à unidade.

Pais denunciam escola por uso de banheiro unissex

A denúncia foi feita por pais das crianças que frequentam a CAP aos Conselhos Tutelares do Paranoá e do Itapoã, que levaram o caso adiante. De acordo com eles, algumas crianças comentaram em casa que viram as partes íntimas dos colegas. Eles disseram ainda que não tinham conhecimento que o banheiro da escola era o mesmo para meninos e meninas.

Questionada sobre a possível ocorrência de abusos, a escola explicou que “não é demais lembrar que a imensa maioria dos casos de abuso ocorre em ambiente íntimo ou familiar, assim a estratégia de uso compartilhado e racional dos banheiros e das outras dependências da escola tem a intenção de ser pedagógica figurando como estratégia no projeto ‘Cuidado com o corpo e prevenção ao abuso sexual infantil’”.

No documento, de 25 páginas, a escola, que funciona há seis meses, deixou claro que a estrutura do banheiro é dividida em cabines individuais, sendo o único espaço usado entre as meninas e os meninos o da pia e espelhos.

Imagens: G1 

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Goiás

Operação do MP apreende 6 toneladas de carnes clandestinas, em Valparaíso

Para ser imprópria para consumo a carne precisa apenas estar fora do prazo de validade.
12/11/2018, 17h56

Dos dias 5 a 9 de novembro o Ministério Público de Goiás (MPGO) deflagrou mais uma edição do Programa Goiás contra a Carne Clandestina, na cidade de Valparaíso, no Entorno do Distrito Federal (DF) onde apreendeu cerca de seis toneladas de carnes irregulares.

Segundo as informações divulgadas pelo MPGO, foram apreendidos 5.651,21 quilos de carne, em cerca de 24 estabelecimentos comerciais na cidade. Entre as carnes apreendidas, estão pescados, bovinos e suínos.

Dos 24 estabelecimentos vistoriados pelo Ministério, em 18 deles foram registradas irregularidades, com 11 termos de fiscalização e sete de infração lavrados pela Agrodefesa. Enquanto, o MP mostra a apreensão de quase seis toneladas de carne.

Os dados do Procon Goiás mostram que foram apreendidos 1.198 itens, o equivalente a 495 gramas de produtos impróprios para consumo e com 22 comércios autuados.

No entanto, o nome dos estabelecimentos envolvidos nas vistorias não foram divulgados pelo MP.

Data de validade vencida também torna a carne imprópria para consumo

Segundo o MP, nem todos os produtos apreendido querem dizer que a “carne esteja podre”, muitas vezes pode ser pela falta de acondicionamento adequado, falta de informações necessárias ao consumidor como a data de validade e origem do produto.

As carnes apreendidas durante a operação foram inutilizadas e descartadas. Apesar das vistorias nos estabelecimentos nenhum deles chegou a ser interditado e têm um prazo de 10 dias para apresentar sua defesa e se adequar.

Os estabelecimentos comerciais seguiram sendo monitorados tanto pelo Ministério Público, como pela Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO), Agrodefesa e Procon Goiás.

Programa existe desde 2015

Desde que foi implanto em 2015, o Programa Goiás Contra a Carne Clandestina, apreendeu mais de 80 toneladas de alimentos impróprios para consumo até setembro de 2018. Durante esse tempo, mais de 26 fiscalizações foram registradas, com vistorias em mais de 1.121 estabelecimentos comerciais em diversas regiões do Estado. Com mais de 20 prisões em flagrantes sendo efetuadas durante às ações.

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