Entretenimento

Disney divulga o primeiro teaser trailer de "Toy Story 4"

Filme chega aos cinemas em 20 de junho de 2019.
12/11/2018, 21h23

A Disney liberou o primeiro pôster e teaser trailer de “Toy Story 4”, oferecendo um primeiro vislumbre da continuação da franquia de sucesso da Pixar. A obra continua a história após concluir os eventos de “Toy Story 3”, quando os brinquedos do garoto Andy – já adulto – são dados de presente para a garotinha Bonnie.

Neste quarto filme temos uma nova aventura dentro do quarto de Bonnie, e a introdução de alguns novos personagens como Forky – um garfo que foi transformado em brinquedo e agora vive uma crise existencial.

A data original de lançamento para o longa-metragem era no verão de 2014 quando John Lasseter (diretor dos dois primeiros filmes) foi oficializado como diretor e o roteiro assinado por Rashida Jones e Will McCormack, baseado em uma ideia original do veterano da Pixar, Andrew Stanton (“Procurando Nemo”).

No entanto, o projeto passou por complicações criativas, os roteiristas deixaram o cargo e Lasseter saiu de diretor.  Os atrasos fizeram a Pixar adiar o lançamento para o ano de 2017, porém, com o roteiro sendo reescrito, a data mudou para 2018. Mas como “Os Incríveis 2” ficou finalizado antes do previsto, a quarta aventura de “Toy Story” foi adiada, novamente, para 2019.

Todas estas complicações resultaram em um novo time criativo. O co-roteirista de “Divertida Mente”, Josh Cooley, foi escolhido para estrear como diretor a partir de um roteiro escrito por Stephany Folsom (“Star Wars Resistence”) com Jons Rivera (“Divertida Mente” e “Up – Altas Aventuras”).

De acordo com Cooley, a ideia para o quarto capítulo fluiu naturalmente:

Woody e o resto dos brinquedos estão de volta para toda uma nova aventura em “Toy Story 4”, dando boas vindas a novos amigos no quarto da Bonnie, incluindo um relutante novo brinquedo chamado Forky. Como a maioria das pessoas, eu presumo que “Toy Story 3” foi o final da história, e o final para a história de Woody com Andy. Mas como tudo na vida, todo final é um novo começo. Woody estando em um novo quarto, com novos brinquedos, e uma nova criança, é algo que nunca vimos antes. As perguntas de ‘como seria isso’ foram o começo de uma trama envolvendo que valia a pena ser contada.

O filme chega aos cinemas em 20 de junho de 2019.

Assista ao teaser trailer de “Toy Story 4” a seguir:

Veja abaixo o primeiro pôster da continuação:

"Toy Story 4" tem o primero teaser trailer divulgado

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Goiás

Morre menino de 7 anos que foi atingido ao brincar com arma, em Carmo do Rio Verde

Luís Felipe Rodrigues Ribeiro, de 7 anos, brincava com outras três crianças em um quarto quando a arma disparou contra a cabeça do garoto. Ele não resistiu e veio a óbito.

Por Ton Paulo
13/11/2018, 07h59

O menino de sete anos baleado no último sábado (10/11) com uma espingarda, na cidade de Carmo do Rio Verde, no Centro do Estado, morreu na noite de ontem (12/11), no Hugol, em Goiânia. A criança foi atingida acidentalmente depois de brincar com outras crianças com a arma do avô. Caso, que aconteceu no sábado, só foi registrado pela polícia no domingo.

De acordo com informações da Polícia Civil (PC), Luís Felipe Rodrigues Ribeiro brincava com outras três crianças em um quarto quando a arma disparou contra a cabeça do garoto. O caso só foi registrado na polícia na noite do último domingo (11/11).

Conforme consta nos relatos da PC, a arma que pertence ao avô da criança foi apreendida pela Polícia Militar (PM) e Luís Felipe foi levado até uma unidade de saúde de Carmo do Rio Verde, depois foi encaminhado para o Hospital de Ceres.

Devido à gravidade do estado de saúde teve de ser trazido para o Hospital de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira, onde faleceu. Na tarde desta segunda-feira, o delgado Matheus Costa Melo ouviu o avô e esposa dele sobre a origem da arma. De acordo com os familiares, o objeto era guardado em um depósito e quando o dono da arma, que fazia aniversário no dia, saiu junto com o filho para organizar preparações da festa, o fato ocorreu.

A PC analisa a possibilidade de ouvir uma criança de 10 anos que foi testemunha dos disparos, nesta quarta-feira.

Caso semelhante ao de Carmo do Rio Verde aconteceu em outubro deste ano, em Mato Grosso

Um caso de criança brincando com arma também terminou em tragédia em outubro deste ano. Um menino de 11 anos morreu tragicamente no dia 14/10, em Guarantã do Norte, Mato Grosso, ao ser atingido por um tiro de uma arma de chumbinho, disparado por seu primo de apenas 12 anos. O menino teria efetuado o disparo na porta do banheiro da casa, entretanto, a bala de chumbo ricocheteou e acertou a outra criança.

O caso aconteceu em Guarantã do Norte, a 700 km de Cuiabá, por volta das 19h. A criança chegou a ser levada para o Hospital Municipal da cidade, com uma perfuração na altura do tórax, próximo à axila direita, mas não resistiu ao ferimento e veio a óbito.

De acordo com o boletim de ocorrência, o pai da vítima, de 36 anos, disse que seu filho estava em casa na companhia do primo, quando ambos presenciaram o homem utilizando a arma de chumbinho para sacrificar um frango no terreno na casa.

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Economia

Bolsonaro e Onyx admitem que reforma da Previdência deve ficar para 2019

Prioridade do presidente eleito Jair Bolsonaro é retomar o equilíbrio fiscal do governo federal.
13/11/2018, 08h36

A reforma da Previdência deve mesmo ficar apenas para 2019, admitiram nesta segunda-feira, (12/11), tanto o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), quanto o ministro extraordinário da Transição, Onyx Lorenzoni. “A gente acha que dificilmente se aprova alguma coisa neste ano. A reforma que está aí não é a que eu e o Onyx Lorenzoni queremos. Tem de reformar a Previdência, mas tem de ser uma reforma racional. Não apenas olhando números, tem de olhar o social também”, disse Bolsonaro, em entrevista no Rio.

Em Brasília, Onyx foi na mesma direção. “Seria ótimo um pequeno avanço na Previdência agora, mas devemos ter clareza e humildade”, afirmou. “Ouvi de vários parlamentares que o cenário não é favorável à questão da Previdência. A tendência é que fique para 2019.”

Bolsonaro discutiu o tema com seu futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, durante reunião realizada na manhã desta segunda na casa do presidente eleito, na Barra da Tijuca (zona oeste do Rio). Mais tarde, o presidente eleito disse que a reforma não pode levar em conta apenas as contas do governo.

“Se fossem apenas números, não precisava de economista, qualquer um decidiria de forma fria. Nós não queremos isso, queremos algo racional. Sabemos que a Previdência é complicada, é o que mais pesa, tem aposentadorias acima do teto até, tem certos privilégios. Tem de começar com a Previdência pública.”

Propostas para a reforma da Previdência

Onyx também dedicou boa parte de seu dia a discutir a Previdência. Ele recebeu o deputado federal Pauderney Avelino (DEM-AM) no escritório da transição em Brasília. O parlamentar levou algumas propostas que permitem cortar os gastos com a Previdência sem a necessidade de alterar a Constituição – o que exigiria a aprovação de pelo menos três quintos do Congresso. Essas propostas serão apresentadas a Bolsonaro, que poderia dar aval para que sejam votadas ainda este ano no Congresso.

Mas mesmo essa alternativa de mudanças “infraconstitucionais” não tem sido vista com muito ânimo. Onyx Lorenzoni disse que Bolsonaro irá recebê-las e pensar no assunto. Na semana passada, o presidente eleito já adiantou que deverá aproveitar pouca coisa das propostas que estão no Congresso.

Nesta segunda, Onyx recebeu também o atual secretário de Previdência, Marcelo Caetano. Na saída, Caetano disse que houve uma interação muito boa entre as equipes técnicas. “A reunião foi estritamente técnica, de discussão de metodologia e projeção de longo prazo das despesas e receitas previdenciárias do regime geral da Previdência Social”, relatou o secretário.

Estados. Ao ser questionado sobre a crise financeira dos Estados, Onyx disse que a prioridade do governo do presidente eleito Jair Bolsonaro é retomar o equilíbrio fiscal do governo federal. Dessa forma, poderão ser adotadas medidas que promovam a retomada da atividade econômica e atrair investimentos nacionais e estrangeiros, de forma que os Estados também sejam beneficiados já no primeiro ano do governo.

“O que tem de ficar claro é que o Brasil precisa primeiro obter o equilíbrio fiscal do governo federal. Isso é fundamental, é a lição que Paulo Guedes vive repetindo pra gente”, disse. “O Brasil precisa desamarrar sua economia para voltar a crescer, aí se geram recursos novos através de impostos, e isso vai atender tanto o governo federal quanto os Estados.”

O Estado de S. Paulo noticiou no último domingo, 11, que a atual equipe de governo dá como inevitável um novo programa de socorro aos governos estaduais, dada a crise financeira em que se encontram. E que uma proposta em elaboração é condicionar essa ajuda ao apoio à reforma da Previdência.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagens: Veja 

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Economia

Odebrecht tenta renegociar dívida de US$ 3 bilhões com credores

A empresa deixou de pagar US$ 11 milhões em juros.
13/11/2018, 08h43

A construtora Odebrecht deu início a um processo de reestruturação de uma dívida de US$ 3 bilhões. A decisão ocorre alguns dias depois de a empresa deixar de pagar US$ 11 milhões em juros e entrar no período de carência de 30 dias previsto no contrato. Na ocasião, a companhia afirmou que usaria o período para avaliar as condições do setor e da própria empresa no médio e longo prazos.

Para fazer a negociação com os detentores dos títulos, chamados de bondholders, a Odebrecht contratou como assessores o banco Moelis & Company e o escritório de advocacia Cleary Gottlieb, além de contar com o apoio da Munhoz Advogados. Do lado dos bondholders, as negociações serão feitas pela Rothschild. Procurados, Odebrecht e Moelis não se manifestaram.

As negociações sobre como será feita a reestruturação deverão começar oficialmente após o fim do período de carência, no dia 26 de novembro, apurou o jornal O Estado de S. Paulo. A proposta, com as condições do reperfilamento, está em elaboração.

Metade dos US$ 3 bilhões de dívida vence em 2042 e a outra metade se refere a títulos perpétuos, sem vencimento do valor principal. Hoje, a Odebrecht paga algo em torno de US$ 170 milhões por ano de juros. Com a renegociação, a ideia seria dar um fôlego ao caixa da empresa e, ao mesmo tempo, diminuir o prazo desses títulos. Embora não tenha emitido essa dívida, a construtora é a garantidora dos títulos. Os recursos foram usados em várias outras unidades de negócios da holding.

Fontes ligadas às negociações afirmam que o fraco desempenho da economia brasileira e a falta de obras no País dificultaram os planos da construtora – centro do maior escândalo de corrupção do País – para se reerguer. Por isso, há necessidade de renegociar a dívida. Na época do não pagamento dos juros, em outubro, a maior preocupação era de que a empresa entrasse com pedido de recuperação judicial, o que fez com que várias agências de classificação de risco cortassem a nota da companhia.

A Fitch chegou a dizer que o uso dos 30 dias de carência indicava que um “processo semelhante ao de inadimplência” havia começado. Na opinião da agência, o atraso de um montante relativamente pequeno gerava preocupações sobre a intenção e a capacidade da empreiteira amortizar juros e a dívida no futuro.

Além dos US$ 11 milhões vencidos no mês passado, a empresa teria de arcar com o pagamento de mais US$ 60,8 milhões, em dezembro. Para a Standard & Poor’s, o caixa da OEC está entre US$ 400 milhões e US$500 milhões, o que cobriria sua dívida de curto prazo. “Mas, devido às condições de negócios desafiadoras e ao consumo contínuo de caixa, acreditamos que existe maior risco de reestruturação da dívida.”

Acordo 

As negociações para uma nova reestruturação ocorrem seis meses após a conclusão de um acordo de R$ 2,6 bilhões com os principais bancos do País. A empresa adotou a mesma estratégia na época, quando usou o período de 30 dias de carência para pagar uma dívida de R$ 500 milhões.

Quase metade dos recursos conseguidos na renegociação ficou com a construtora do grupo para pagar a dívida de R$ 500 milhões e para capital de giro da empreiteira. As conversas para o fechamento do acordo demoraram quatro meses para serem fechadas. Desta vez, no entanto, a expectativa é que a conclusão de um acordo seja mais rápida, já que os detentores dos títulos têm demonstrado interesse em rever as condições da dívida, apurou o jornal O Estado de S. Paulo.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagens: UOL 

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Política

Bolsonaro volta a Brasília para dois dias de reuniões

Ele se encontra com Tereza Cristina e presidentes de tribunais.
13/11/2018, 08h59

O presidente eleito Jair Bolsonaro desembarca hoje (13/11) em Brasília para dois dias de reuniões. Ele pretende ir ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde a equipe do governo de transição trabalha. Os grupos temáticos voltam a se reunir hoje e amanhã (14/11).

Pela manhã, o presidente eleito deve se reunir com a deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS), confirmada para o Ministério da Agricultura. Ficou para hoje o encontro que definirá o perfil da pasta, se o ministério englobará agricultura familiar e pesca, por exemplo.

À tarde Bolsonaro terá três audiências. Às 13h, será com a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber. Às 14h30, ele será recebido pelo presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), João Batista Brito Pereira. Às 16h, conversa com o presidente do Superior Tribunal Militar (STM), José Coelho Ferreira.

Na quarta-feira (14), o presidente eleito afirmou que pretende ir ao Congresso Nacional. Ele confirmou que “vai tomar um café” com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e “apertar a mão” de colegas no Congresso Nacional.

Ontem (12/11), Bolsonaro afirmou que cogita o nome do médico e deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) para ser ministro da Saúde. Ambos conversaram, no Rio de Janeiro, e a definição pode ser anunciada esta semana.

Também para esta semana são esperados os nomes dos futuros ministros da Defesa, de Relações Exteriores e do Meio Ambiente.

Dificuldades

Bolsonaro reconheceu que há dificuldades em aprovar mudanças na Previdência ainda este ano. Segundo o presidente eleito, a análise é do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes. Ao conversar com jornalistas no Rio de Janeiro, ele disse que a reforma da Previdência aprovada negociada até o momento não era a ideal.

Depois, em Brasília, o ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, confirmou que a reforma da Previdência ficará para 2019.

Governadores

É aguardada para amanhã a presença de Bolsonaro no encontro de governadores em Brasília. Dos 27 eleitos e reeleitos, 18 incluindo vice-governadores confirmaram presença. O encontro é organizado pelo governador eleito do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), com apoio dos governadores eleitos de São Paulo, João Doria (PSDB), e do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC).

Segundo os organizadores, a ideia é que seja um “encontro de aproximação”. Os anfitriões ainda aguardam a confirmação do futuro presidente. Além de Bolsonaro, deverão participar do evento os futuros ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. A palavra também será aberta aos futuros governadores.

Imagens: R7 

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