Entretenimento

Fim de semana em Goiânia: confira o que rola na capital

Quer curtir o que há de melhor neste fim de semana em Goiânia? Então confira a listinha que preparamos para você! Tem um evento para gosto!
16/11/2018, 14h41

Depois de tanto esperar, finalmente o fim de semana em Goiânia chegou! E com ele a oportunidade de participar daquele rolê que é a sua cara! Portanto, se você não pretende ficar em casa durante estes dias de folga, confira a listinha especial que preparamos para você!

Tem um evento para cada gosto! Shows, feirinha, exposição de arte e até festival gastronômico pelos bares da cidade! Ficou curioso? Então dê uma olhada e chame os amigos para aproveitarem com você!

Veja o que fazer neste fim de semana em Goiânia!

1 – Ir ao show da banda Branda no Teatro Sesc

fim de semana em Goiânia

Se o fim de semana em Goiânia começa hoje para você, já fica a dica! O Teatro Sesc receberá abanda Branda em seus palcos no dia 16 de novembro (sexta). O show está marcado para ter início às 20 horas. O trio irá apresentar para o público seu álbum de estreia, intitulado “A Beleza Própria da Inocência”.

Com canções que prezam por melodias estimulantes e bases harmônicas bem trabalhadas, o show promete ser envolvente  do início ao fim. A banda, que é formada por integrantes da mesma família, se apresentará no Teatro Sesc em forma de quarteto, com a presença do guitarrista convidado Brunno Veiga.

Para conferir mais detalhes, acesse nossa agenda cultural!

2 – Ir ao show do Marcos Almeida no Teatro Goiânia

fim de semana em Goiânia

Marcos Almeida está de volta em Goiânia para sua última temporada da turnê “Eu Sarau”. O cantor, que ainda é um instrumentista completo, se apresentará no Teatro Sesi no dia 17 de setembro (sábado), a partir das 20 horas e promete encantar o público.

Para acompanhar sua linda voz durante o show, o músico ainda tocará diversos instrumentos, a exemplo de guitarra, bombo, violão e piano. Marcos já está se apresentando solo com a turnê há três anos.

O show é marcado por momentos de muita versatilidade e descontração. O cantor sempre interage com a plateia, faz leituras poéticas e ainda se permite revelar os segredos das inspirações de suas canções mais populares.

Para conferir mais detalhes, acesse nossa agenda cultural!

3 – Prestigiar exposição individual e gratuita da artista Eloisa Lobo

fim de semana em Goiânia
Foto: Reprodução/ O Popular

Quer aproveitar o fim de semana em Goiânia com estilo? A Época Galeria de Arte está recebendo, desde o dia 14 de novembro (até o dia 30), a exposição “Espetáculo”, com autoria da artista goiana Eloisa Lobo.

Em suas obras, retrata todo o universo lúdico e emocionante do circo em uma mistura com as atrocidades do mundo real. Esse mix é de encher os olhos e provocar momentos realmente reflexivos. A exposição pode ser visitada das 9h às 18h na galeria e tem entrada gratuita. Vale a pena conferir!

4 – Ir até a “Feira das Mina”

Fim de semana em Goiânia: confira o que rola na capital
Foto: Reprodução

Com nome bastante sugestivo, esta é a primeira feirinha organizada para prestigiar os empreendimentos femininos em Goiânia. O público poderá contar com diversos produtos destinados aos mais diferentes públicos.

Terão banquinhas de maquiagem, brechó, arte, tarot, acessórios e vai rolar até um flash tattoo. E para quem gosta de uma cervejinha gelada, também terá um bar atendendo a galera.

Tudo acontece no Ideologia 62 (Serrinha), no dia 18 de novembro (domingo), das 16h às 22h e tem entrada gratuita. O fim de semana em Goiânia promete!

 5 – Participar do festival “Bar em Bar”

fim de semana em Goiânia
Foto: Reprodução/ Ellen Lima

Com o tema “Viva a melhor porção da vida”, o festival “Bar em Bar” chega em Goiânia com sua 12ª edição. A ideia é valorizar a gastronomia dos bares brasileiros em sua mais completa diversidade.

Diversos estabelecimentos da cidade participam do evento e a proposta é que cada  um deles criasse um prato diferente daqueles já oferecidos no cardápio, fomentando a criatividade de nossos chefs. O festival é uma realização da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e começa hoje (sexta) e vai até o dia 2 de dezembro (domingo).

Confira os bares participantes clicando aqui!

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Esportes

Morre em Pelotas o criador da camisa canarinho, Aldyr Schlee

Schlee foi escritor, jornalista, desenhista e professor.
16/11/2018, 14h48

Após a derrota do Brasil para o Uruguai, em pleno Maracanã, o uniforme branco da seleção brasileira caiu em desgraça. Foi substituído, a partir das eliminatórias da Copa do Mundo de 1954, pelo fardamento que reproduzia as cores da Bandeira do Brasil: camiseta amarela com detalhes nas mangas e na gola em verde e calção azul com listras brancas nas laterais.

O novo uniforme foi escolhido em concurso nacional, vencido pelo gaúcho Aldyr Garcia Schlee, desenhista de 18 anos. Nascido em Jaguarão, na fronteira com o Uruguai, e morador de Pelotas, Schlee se inspirou na camisa da celeste olímpica, como é conhecida a seleção uruguaia, e na combinação de cores do Esporte Clube Pelotas – calções azuis e camiseta amarela.

O autor da camisa canarinho morreu na noite de quinta-feira (15), vítima de um câncer de pele, diagnosticado em 2012. Completaria 84 anos no próximo dia 22 de novembro. A prefeitura de Pelotas decretou luto oficial de três dias.

Schlee foi escritor, jornalista, desenhista e professor. Doutor em Ciências Humanas, foi professor por 30 anos de direito internacional da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e participou da criação do curso de jornalismo da Universidade Católica de Pelotas (UCPel).

Em 1963 ganhou o Prêmio Esso de Jornalismo pela reportagem sobre o xisto betuminoso (rocha a partir da qual é possível produzir petróleo de xisto) no Rio Grande do Sul. Autor e tradutor de quase 30 livros, Schlee recebeu duas vezes o prêmio da Bienal de Literatura e outros seis vezes do Açorianos.

Nos últimos anos, Schlee vivia em Capão do Leão, cidade próxima a Pelotas. Tinha três filhos e três netos. O corpo está sendo velado em Pelotas, onde será enterrado, no fim desta tarde.

Imagens: Folhapress 

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Entretenimento

Vila Cultural Cora Coralina estimula o consumo de cultura em Goiânia

A Vila Cultural Cora Coralina recebe, mensalmente, diversos eventos que fomentam a cultura na cidade. Venha saber mais sobre esse espacinho bem no centro de Goiânia!
16/11/2018, 16h17

Teatros, museus e centros de convivência na cidade são a prova de que a história de nosso povo permanece viva e precisa ser constantemente alimentada conforme o tempo passa. Justamente por isso é tão importante participar de eventos que promovam exposições artísticas e afins. Os centros culturais espalhados por Goiânia ajudam a fomentar a cultura e tornam as artes mais acessíveis à sua população. Um bom exemplo disso é a Vila Cultural Cora Coralina.

Situada no subsolo entre a Rua 3 e a Avenida Anhanguera, a Vila é de fácil acesso e ainda é vizinha do Teatro Goiânia. Embora não conte atualmente com exposições permanentes ou de longa duração, o ambiente recebe, periodicamente, mostras temporárias que servem como estímulo para o público visitante. Todo mês é possível encontrar uma programação diferente e que interaja com as necessidades culturais da cidade.

Um pouquinho mais sobre a Vila Cultural Cora Coralina

Vila Cultural Cora Coralina
Foto: Reprodução/ Mais Goiás

Também conhecida como um dos centros de convivência mais frequentados da cidade, a Vila Cultural Cora Coralina foi inaugurada em outubro de 2013 e desde então, as visitas ao local tem sido cada vez mais impulsionadas.

Sua construção foi planejada para valorizar a arquitetura do Teatro Goiânia, ao mesmo tempo em que faz parte de uma ação do governo estadual para revitalizar o centro da cidade e fazer um resgate de sua memória.

No ano de 2014 a administração do complexo, que antes pertencia ao Goiás Turismo, foi transferida para a Secretaria de Estado da Educação, Cultura e Esportes (SEDUCE). Hoje, está ligada à gerência de Salas de Espetáculos e Centros Culturais e possui o artista plástico Roberval Veiga Cortes como supervisor.

Vila Cultural Cora Coralina
Foto: Reprodução

Dentre os espaços encontrados na Vila estão: Sala Multimídia João Bênnio (capacidade para 50 pessoas), Sala de Exposições Principal, Sala Antônio Poteiro, Sala Sebastião Barbosa, Sala do CAT, Hall, Varanda e Praça Belkiss Spenziere.

A programação do ambiente inclui eventos diários que abrangem exposições de arte e de fotografias, exibições de vídeo, oficinas, workshops, mostras de filmes promovidas por cineclubes, palestras, lançamentos de livros, feiras de artesanato e economia criativa, fóruns e alguns festivais. Sempre há um evento diferente para cada gosto e demanda.

Vila Cultural Cora Coralina
Foto: Reprodução

Portanto, além de agregar valor ao centro de Goiânia, a Vila ainda é uma importante referência para a realização de nossas mais distinta manifestações culturais.

Entre tantos pontos positivos, no entanto, é importante destacar que o espaço sofre com falta de acessibilidade. Por ser encontrado no subsolo, possui vários lances de escada para quem deseja ter acesso, o que dificulta a mobilidade de pessoas com algum tipo de deficiência ou que possuem maior dificuldade de locomoção.

Há um elevador que pode ser utilizado nesses casos, mas nem sempre ele atende a demanda e pior, nem sempre se encontra funcionando. É uma questão que precisa, sem dúvida, de maior atenção por parte de seu órgão responsável.

Atualmente, a unidade recebe um público mensal de aproximadamente 2 mil visitantes. Portanto, é essencial manter a estrutura da Vila Cultural Cora Coralina sempre em perfeitas condições, para continuar representando esse importante espaço de cultura em nossa cidade.

Mais informações?

Horário de funcionamento: todos os dias, incluindo feriados, das 9h às 17h

Telefone para mais informações: (62) 3201-9863

Endereço: Rua 3, s/n – St. Central, Goiânia – GO, 74015-005

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Brasil

Bandidos se passam por policiais civis e roubam R$ 90 mil do cofre de empresa em Brasília 

Polícia pede auxílio da população para encontrar os cinco criminosos envolvidos na ação.
16/11/2018, 17h04

Cinco bandidos se passaram por policiais civis, rederam um segurança e roubaram cerca de R$ 90 mil do cofre de uma empresa do ramo de bebidas. O crime, que ocorreu na madrugada desta quinta-feira (15/11, em Brasília, no Distrito Federal, é investigado pela Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri).

Imagens de câmeras de segurança do local registraram a ação do grupo criminoso. Por volta das 2h30, os homens chegam em um carro branco sinalizado com uma sirene, param em frente à empresa, localizada no Setor de Abastecimento e Armazenagem Norte (SAAN), e em seguida três deles descem do veículo, dois se passando por agentes da Polícia Civil e outro fingindo ser preso.

Os criminosos saíram do carro armados, com coletes com o símbolo da corporação e bonés pretos. Acreditando se tratar de policiais, o vigilante abre o portão do local, a pedido dos homens, mas logo após é rendido pela quadrilha. Veja as imagens:

Os cinco bandidos, três que descerem na porta da empresa e outros dois que ficaram no carro, vão até a sala do cofre da empresa, mantendo o vigilante rendido, e roubaram cerca de R$ 90 mil. Depois de pegar o dinheiro, os homens voltam para o veículo e fogem do local. Ninguém ficou ferido durante o assalto.

Policiais civis pedem ajuda para encontrar criminosos

Agentes da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri), que investiga o caso, pedem auxílio da população para encontrar os cinco criminosos que atuaram nesse assalto. A polícia pede para que quem tiver informações sobre o paradeiro do grupo, denunciar pelo 197, pelo e-mail da corporação: denuncia197@pcdf.df.gov.br ou pelo WhatsApp (61) 986-261-197. Não é preciso de identificar.

Em casos como esse, aplica-se pena para crime de falsa identidade, além do roubo, já que os homens se passaram por policias civis. De acordo com o artigo 307 do Código Penal, falsa identidade é “atribuir-se ou atribuir a terceiro falsa identidade para obter vantagem, em proveito próprio ou alheio, ou para causar dano a outrem”. A pena pode ser de 3 meses a 1 ano de prisão.

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Goiás

Em fase de revitalização, Parque Cascavel pode voltar a ser opção de lazer em Goiânia

Passando por um intenso processo de revitalização, o Parque Cascavel já foi uma das mais belas unidades de conservação de Goiânia. Saiba um pouco mais sobre o lugar!
16/11/2018, 17h25

Fazendo divisa com alguns bairros, entre eles o Parque Amazônia, Vila Rosa e Jardim Atlântico, o Parque Cascavel já foi um dos lugares mais queridos de Goiânia por quem buscava bons momentos de sossego. No entanto, já faz algum tempo que os moradores da região reclamam da falta de segurança e do descuido dos órgãos públicos com o parque.

Em reforma desde novembro do ano passado, a esperança é de que o lugar volte a ser tão bonito quanto era antes e comece a atrair mais visitantes. A conclusão das obras estava prevista para setembro deste ano, no entanto, não aconteceu. Recentemente, o lago do local precisou ser esvaziado para conter assoreamento, o que infelizmente, resultou na morte de vários peixes que viviam ali.

Em todo caso, a reforma continua e a população da cidade ainda espera ver um parque completamente revitalizado e que se transforme em mais uma opção de lazer para Goiânia.

Parque Cascavel: um pouquinho de sua história

Em fase de revitalização, Parque Cascavel pode voltar a ser opção de lazer em Goiânia

Criado pela Lei nº 7.884, de 1 de maio de 1999, o Parque Cascavel é uma importante unidade de conservação da cidade, com área de 385.808,70 metros quadrados. Sua área, no entanto, se transformou em um parque no ano de 2008, após parceria entre o setor o público e privado.

Junto a empresas construtoras, a Prefeitura de Goiânia apresentou um projeto de ocupação do fundo de vale do Córrego Cascavel. Foi assim que nasceu um dos parques mais bonitos da capital e que até pouco tempo, contava com diversas opções de lazer para a família goianiense.

Era possível encontrar um enorme lago e um charmoso bosque no parque. Sem contar que ainda tinha estação de ginástica e playground para a garotada se divertir. Entre seus elementos naturais, está a nascente do Córrego Cascavel, que atravessa a mata e vai ganhando forma até compor o lago do lugar.

Em fase de revitalização, Parque Cascavel pode voltar a ser opção de lazer em Goiânia
Foto: Reprodução/ G1

Os visitantes que resolviam aproveitar suas tardes por ali, podiam se deslumbrar com diversas plantas e árvores de nosso cerrado. Bons exemplos são: Ipê, Angico, Jatobá, Embaúba, Buriti, Mutamba, Pindaíba do Brejo, Marmelada, Pau D’óleo, dentre tantas outras.

Vale lembrar que alguns animais silvestres ainda podem ser encontrados no Parque Cascavel, como o macaco guariba, o mico estrela, morcegos e outros pequenos mamíferos e anfíbios.

Para fugir da rotina e esquecer a correria do dia a dia, o parque já foi um lugar bastante agradável e tranquilo. O número de visitantes nunca foi realmente alto, o que proporcionava bons momentos de lazer para aqueles que buscavam por calmaria.

Processos de revitalização

Em fase de revitalização, Parque Cascavel pode voltar a ser opção de lazer em Goiânia
Foto: Reprodução/ Goiânia no Coração do Brasil

Embora ainda receba uma ínfima parcela de visitantes, o parque se encontra em situação de reforma e por isso sua estrutura está ainda mais abalada. Uma das principais reclamações é a de que o lugar não tem vida e acaba amedrontando quem passa por ali.

Moradores da região comentam que poucas pessoas estão trabalhando no processo de reforma e parece que as obras nunca terão fim. Agora que entramos em um período de chuvas irregulares, a situação acaba ficando ainda mais complicada e o fim de tudo isso parece estar ainda mais longe.

Em outubro o lago precisou ser esvaziado para conter um assoreamento, problema que já acontece há pelo menos três anos. Na tentativa de resolver a situação, a Amma fez uma base de concreto e um muro de pedras, na intenção de impedir que terra e o lixo cheguem ao lago através do Córrego Cascavel.

Agora, torcemos para que o parque volte a ser tão belo e majestoso quanto antes, para que as pessoas possam voltar a frequentar o ambiente da forma mais sossegada possível.

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