Trânsito

Operação de feriado reduziu em 4% o total de acidentes graves, diz PRF

Levantamento preliminar da corporação aponta que, ao todo, 1.093 feridos, entre condutores ou passageiros, foram socorridos pelas equipes em serviço; número 13% menor do que o constatado no ano passado (1.262).
19/11/2018, 16h26

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) encerrou a Operação Proclamação da República deste ano reduzindo em 4% o total de acidentes graves. Levantamento preliminar da corporação, divulgado hoje (19), aponta que, ao todo, 1.093 feridos, entre condutores ou passageiros, foram socorridos pelas equipes em serviço, número 13% menor do que o constatado no ano passado (1.262).

Ao todo, as equipes da corporação atenderam 243 ocorrências classificadas como graves, que resultaram em 74 mortes. O índice é superior ao de 2017, quando foram contabilizadas 73 vítimas fatais.

Outro indicador que registrou piora foi a notificação de condutores que não utilizavam equipamentos adequados ao transportar crianças, como bebê conforto, cadeirinha e assento de elevação. A quantidade de pessoas flagradas cometendo esse tipo de infração aumentou 81%, passando de 183 para 332 casos.

Em nota, a PRF destacou ainda que, ao longo dos cinco dias da operação, de um universo de 32.915 motoristas submetidos a testes de alcoolemia – como é chamado o teste de bafômetro -, 750 motoristas (2,2%) foram autuados.

Durante a ação, os agentes policiais também identificaram 4.143 ultrapassagens indevidas, consideradas pela corporação como um dos comportamentos mais perigosos nas rodovias. Além disso, 2.461 pessoas transitavam sem utilizar o cinto de segurança, infração considerada grave.

Crimes

As fiscalizações feitas no âmbito da operação, que chegaram a abranger 105.118 pessoas e 102.396 veículos, permitiram a apreensão de cerca de uma tonelada de maconha (993 kg) e de 120 mil pacotes de cigarros que seriam contrabandeados. Conforme consta do relatório da PRF, 495 pessoas suspeitas de cometerem os crimes foram detidas.

Imagens: Agência Brasil 

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Goiás

Sequestrado, taxista de 81 anos é encontrado amarrado em lixão de Goiás

O idoso foi agredido e deixado amarrado no lixo.
19/11/2018, 16h37

Imagine seu avô ou bisavô todo sujo, amarrado com o cinto dele, no meio do lixão. Esta foi a cena encontrada por policiais militares quando se depararam com Antônio Domiciano de Souza, de 81 anos, em Anápolis, em Goiás, na noite do último sábado (17/11).

Mesmo com a idade, Antônio continuava dirigindo seu táxi pela cidade e municípios da região em seu carro Meriva no sábado, às 22h30, quando foi atender a uma corrida de quatro homens. Eles estavam armados com uma faca e a viagem terminaria em Niquelândia, onde o idoso seria agredido e amarrado, a 400 metros de uma estrada.

No caminho do local em que foi abandonado, o idoso foi agredido e colocado dentro do porta-malas do carro. Com pés e mãos amarrados, a vítima ficou no meio do lixo, com fome, sede e medo.

Idoso sequestrado em Goiás ficou apavorado

Por isso, quando foi encontrado por policiais, o idoso estava apavorado. A Polícia Militar só chegou até ele porque recebeu a denúncia de que dois dos sequestradores estavam em uma festa com o carro da vítima.

Antes de prender os criminosos, no entanto, os policiais tiveram de persegui-los por meio do matagal próximo à festa.

Logo depois, a PM encontrou outro suspeito na cidade, durante um patrulhamento. Depois do resgate, Antônio foi levado para atendimento médico, prestou depoimento, identificou os bandidos e voltou para casa.

Os suspeitos foram autuados por roubo com as qualificadoras de por terem agido em conjunto e por restringir a liberdade da vítima. Se condenados, podem pegar até 15 anos de prisão.

Segundo a Polícia Civil, os suspeitos presos já forma presos anteriormente, mas o histórico criminal não foi informado.

Presos, o bando deve responder por roubo de veículo com restrição de liberdade da vítima e tortura. Caso fique constatado que eles tinham outros interesses financeiros, também deverão responder por sequestro e formação de quadrilha.

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Política

Plateia grita 'fica, Temer' durante evento, em Brasília

Os "pedidos" tiveram breve duração e ocorreram enquanto o presidente da CNM, Glademir Aroldi, fazia elogios à atual gestão em relação à atenção dedicada aos municípios.
19/11/2018, 16h42

O presidente Michel Temer participa, na tarde desta segunda-feira, 19, de encontro com prefeitos na sede da Confederação Nacional de Municípios (CNM), em Brasília. Integrantes da plateia do evento promovido pela CNM puxaram gritos de “fica, Temer”, despertando um sorriso do presidente.

Os “pedidos” tiveram breve duração e ocorreram enquanto o presidente da CNM, Glademir Aroldi, fazia elogios à atual gestão em relação à atenção dedicada aos municípios. “Nunca o movimento municipalista foi tão bem tratado pelo Palácio do Planalto”, afirmou Aroldi. Segundo ele, Temer foi o primeiro presidente da República a visitar a sede da entidade, em Brasília.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e ministros como Eliseu Padilha (Casa Civil) e Carlos Marun (Secretaria de Governo) também estão presentes no evento chamado de “Avanços na Pauta Municipalista”.

Imagens: A Crítica 

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Goiás

Sistema de monitoramento por tornozeleiras eletrônicas é reestabelecido, em Goiás

O sistema chegou a ficar inativo por alguns minutos, com a promessa do pagamento de uma parcela, a suspensão foi desfeita. Mas se o acordo não for cumprido, o serviço vai ser suspenso.
19/11/2018, 16h52

No início da tarde desta segunda-feira (19/11) a empresa Spacecom suspendeu o serviço de monitoramento por tornozeleiras eletrônicas no Estado de Goiás. No entanto, depois de negociação com a empresa, o serviço foi reestabelecido com a promessa de uma parcela da dívida ser paga amanhã (20/11) pelo governo de Goiás. Caso o pagamento desta parcela não seja efetuado, a empresa vai suspender os serviços de novo.

Segundo a Diretoria de Administração Penitenciária do Estado de Goiás (DGAP), o monitoramento foi suspenso para os agentes da DGAP. Porém, uma hora após a negociação com a empresa para o pagamento de uma parcela da dívida o funcionamento do acompanhamento dos presos com tornozeleiras eletrônicas foi reestabelecido.

Na nota enviada à imprensa informando sobre a suspensão do serviço em Goiás, a Spacecom afirmou que a dívida do Estado soma R$ 6,54 milhões de reais pelo atraso de aproximadamente 12 meses.

Em nota a DGAP, afirmou que a empresa de monitoramento concordou em não desligar os equipamentos de acompanhamento das tornozeleiras eletrônicas, no Estado, uma vez que as faturas em aberto, estão em processo para serem pagas.

Novela das tornozeleiras eletrônicas

A novela envolvendo a empresa que presta serviços e o governo de Goiás não é de hoje. Desde o ano passado, a empresa tem tentado receber os valores devidos pelo Estado. No início do mês de outubro, foi levantada a possibilidade do monitoramento ser suspenso. Mas depois de uma reunião entre integrantes da empresa e do governo do Estado, uma parcela foi paga e serviço não foi suspenso.

Nesta segunda-feira, a partir do momento que foi divulgada a informação e possibilidade de suspensão do serviço, o governo de Goiás começou a negociar para que o mesmo não sofresse a suspensão. Mesmo em negociação, a empresa decidiu suspender o acesso aos agentes da DGAP, aos presos monitorados. Situação que só foi desfeita depois do pagamento de uma parcela da dívida.

Confira a nota na íntegra sobre a suspensão na íntegra

“A Spacecom Monitoramento S/A – empresa responsável pelo monitoramento com tornozeleiras eletrônicas no Estado de Goiás – informa que bloqueou hoje (19 de novembro), às 14h, o acesso ao monitoramento de sentenciados para os agentes penitenciários da Diretoria Geral de Administração Penitenciária – GO por atraso de mais de 12 meses no pagamento dos serviços.  

Os débitos em atraso do governo com a companhia somam R$ 6,54 milhões, referentes aos serviços já prestados e aprovados, sem considerar juros e multas contratuais.

A decisão da Spacecom, baseada nas cláusulas contratuais, foi tomada após várias e infrutíferas tentativas de recebimento dos valores devidos.”

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Brasil

Ministro da Saúde diz que edital para contratar novos médicos sai amanhã

A determinação de publicação do edital foi assinada durante evento da Confederação Nacional dos Municípios com o presidente Michel Temer, em Brasília.
19/11/2018, 17h03

O ministro da Saúde, Gilberto Occhi, anunciou para esta terça-feira, 20, a publicação de um edital para preencher cerca de 8,5 mil vagas de médicos cubanos que começaram a deixar o País após a saída de Cuba do programa Mais Médicos. A determinação de publicação do edital foi assinada durante evento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) com o presidente Michel Temer, em Brasília.

A partir das 8 horas de amanhã, médicos brasileiros ou estrangeiros com inscrição no Conselho Regional de Medicina (CRM) poderão entrar em um sistema e selecionar as vagas de interesse que, conforme Occhi, suprirão a necessidade de municípios em áreas urbanas, rurais e distritos indígenas.

Na semana que vem, um segundo edital será publicado para ampliar a inscrição a médicos brasileiros e estrangeiros formados no exterior. “Todos os médicos, inclusive os cubanos, poderão optar em permanecer e participar dessa seleção”, afirmou o ministro da Saúde.

O ministro afirmou que há aproximadamente 17 mil médicos formados no exterior esperando o edital e um “número expressivo” de brasileiros com CRM na mesma expectativa. Ele citou a discussão de implantação de um novo Revalida para médicos brasileiros formados no exterior. “A determinação do presidente Temer é que tenhamos o menor impacto possível na ausência de qualquer médico cubano que possa a partir da semana passada já ter saído.”

O Ministério da Saúde fechará as vagas que já tiverem sido escolhidas e não permitirá que mais profissionais disputem a mesma vaga em um município.

Enquanto o ministro assinava a determinação de publicação do edital, houve aplausos e gritos de “fica, Temer” entre prefeitos presentes no evento.

Imagens: O Globo 

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