Economia

Petrobras manterá preço da gasolina nas refinarias no dia 20 em R$ 1,6094

A estatal manteve o preço do diesel em R$ 2,1228 nas refinarias.
19/11/2018, 09h41

A Petrobras manteve sem alteração o preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias, válido para a terça-feira, dia 20, em R$ 1,6094. Além disso, a estatal manteve o preço do diesel em R$ 2,1228, conforme tabela disponível no site da empresa.

Em 6 de setembro, a diretoria da companhia anunciou que além dos reajustes diários da gasolina, terá a opção de utilizar um mecanismo de proteção (hedge) complementar.

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Goiás

Campanha de ativismo pelo fim da violência contra a mulher é lançada em Goiânia

É preciso diminuir esse número vergonhoso em Goiás.
19/11/2018, 10h17

A Secretaria do Estado da Cidadania do Estado de Goiás (SECCIDADA) lançou na manhã desta segunda-feira (19/10) a “Campanha 21 dias de Ativismo pelo fim da violência contra a Mulher”. O lançamento foi feito no Museu Zoroastro Artiaga, no Centro de Goiânia e contou com a presença de representantes do Conselho Estadual da Mulher (Conem).

O Secretário da (SECCIDADA) Murilo Mendonça conversou com o Portal Dia Online e afirmou que “infelizmente a violência contra a mulher não depende apenas de um ato governamental, para evitá-la, que é preciso mudar essa questão cultural”.

De acordo com o secretário, em julho deste ano o governador José Eliton (PSDB) assinou um decreto em que criava um grupo para debater, a violência contra a mulher em Goiás. A partir da criação do grupo, a secretaria tem trabalhado para inserir o debate na sociedade.

Homens denunciados por violência contra mulher são obrigados a participar de grupo

A campanha começa amanhã e vai até o próximo dia 10 de dezembro. “Um grupo reflexivo foi criado com apoio do poder judiciário, para que homens que cometeram violência contra a mulher participem, para não voltar a cometer o crime e os números são positivos, pois o número de reincidência é quase 0”, conta o secretário.

Segundo o secretário, o grupo é obrigatório, uma vez que o agressor pode ser preso pelo crime de violência contra mulher. Entre outras ações da (SECCIDADA) foi feita uma parceria com o Ministério do Trabalho (MT) para que as mulheres vítimas da violência, possam se qualificar e ter sua independência financeira.

“É preciso introduzir esse debate de forma incisiva, para mudar essa situação principalmente no Estado de Goiás, para diminuir esse número vergonhoso de feminicídio e de violência contra a mulher”, afirma o secretário. Durante os dias da campanha, ela vai ser levada para outros bairros de Goiânia e também para outras cidades do Estado.

A história de 25 mulheres vítimas de feminicídio

No início do mês o Portal Dia Online fez um levantamento com o número de feminicídios registrados no Estado e mostrou a história de pelos menos 25 mulheres, que foram mortas pelos companheiros. Com o mês de outubro com o maior número de casos registrados.

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Política

Publicada exoneração de Sergio Moro no Diário Oficial da União

A Operação Lava Jato ficará temporariamente a cargo da juíza Gabriela Hardt.
19/11/2018, 10h33

A exoneração do juiz federal Sergio Moro foi publicada hoje (19/11), no Diário Oficial da União, seção 2, página 47. Ele assumirá o super Ministério da Justiça, que agregará a Segurança Pública e parte do Conselho de Controle de Atividades Financeiras. Também deve participar da equipe de transição do governo.

O ato de número 428 é assinado pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª região, Carlos Eduardo Thompson Flores, informando que a exoneração ocorre a pedido do próprio Moro. Na sexta-feira (16) ele enviou ofício formalizando o pedido.

No pedido de exoneração, Moro argumentou que pretende “organizar a transição e as futuras ações do Ministério da Justiça”. “Houve quem reclamasse que eu, mesmo em férias, afastado da jurisdição e sem assumir cargo executivo, não poderia sequer participar do planejamento de ações do futuro governo.”

Em substituição a Moro no comando dos processos da Operação Lava Jato ficará temporariamente a juíza Gabriela Hardt. Como substituta, ela não pode assumir de forma definitiva a vaga de Moro.

Após a publicação do ato de exoneração, deve ser expedido o edital para concurso de remoção. A remoção é um concurso interno entre magistrados da Justiça Federal da 4ª Região para preenchimento de vagas.

Imagens: Agência Brasil 

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Mundo

Trump diz que não há razão para ele ouvir as gravações da morte de jornalista

Trump se pronunciou durante entrevista pela Fox News.
19/11/2018, 11h00

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que não há razão para ele ouvir as gravações da “muito violenta e muito perversa” morte do jornalista saudita Jamal Khashoggi.

Em uma entrevista veiculada no domingo, 18, pela Fox News, Trump deixou claro que a gravação, fornecida pelo governo turco, não afetaria sua reação ao assassinato do colunista do jornal The Washington Post, crítico do regime saudita, no dia 2 de outubro. “É uma fita de sofrimento, uma fita terrível. Fui informado sobre ela e não há razão para eu ouvi-la.”

O republicano afirmou que “sabe tudo o que está na gravação sem ter que escutá-la”. No sábado, ele disse que seu governo fornecerá um relatório muito completo, “provavelmente na segunda ou terça-feira”, que incluirá quem matou o jornalista. Não ficou claro se o documento será tornado público.

Agências de inteligência dos EUA concluíram que o príncipe saudita, Mohamed bin Salman, ordenou o assassinato de Khashoggi no consulado da Arábia Saudita na Turquia, de acordo com um funcionário americano com conhecimento no assunto. Ele não tem autorização para falar sobre o caso publicamente e pediu anonimato.

Outras pessoas com conhecimento no caso alegam que é provável que o príncipe esteja envolvido na morte do jornalista, mas que ainda há questões sobre que papel ele teve no crime.

Durante a entrevista, Trump destacou que Bin Salman negou repetidamente seu envolvimento no assassinato de Khashoggi. “Alguém algum dia vai realmente saber?”, questionou ele. “Ao mesmo tempo, temos um aliado e quero estar próximo a um aliado que tem sido muito bom de várias formas.” Fonte: Associated Press

Imagens: CNN 

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Goiás

Serviço de monitoramento das tornozeleiras eletrônicas pode ser suspenso, em Goiás

Falta de pagamento pode causar suspensão de serviço de monitoramento de presos do regime semiaberto.
19/11/2018, 11h18

O Estado de Goiás corre o risco de ter o serviço de monitoramento dos presos com tornozeleiras eletrônicas suspenso por falta de pagamento. O caso aconteceu no início do mês de outubro e poucas horas depois parecia estar resolvido, mas praticamente um mês depois, a situação volta a se repetir nesta segunda-feira (19/11) e o acompanhamento dos presos pode ser suspenso ainda hoje.

O Portal Dia Online entrou em contato com a empresa em Curitiba, que por meio da assessoria de imprensa confirmou que “a princípio o serviço vai ser suspenso”, nesta segunda-feira (19/11) por falta de pagamento, a partir das 14h, caso não tenha um acordo entre as partes.

Por telefone a assessoria da Diretoria Geral de Administração Penitenciária (DGAP) apenas informou que neste momento negocia com a empresa que monitora os presos com tornozeleiras eletrônicas, no Estado.

No mês passado serviço de monitoramento das tornozeleiras quase foi suspenso

Desde fevereiro de 2017 a Spacecom é a empresa que tem monitorado e fornecido as tornozeleiras eletrônicas para o Estado de Goiás. No entanto, com muitos altos e baixos, pelo atraso ou falta de pagamento por parte do governo estadual, na primeira semana de outubro, a possibilidade dos serviços serem suspensos foi levantada.

Em outubro a dívida de Goiás com a empresa girava em torno de R$ 5.485.060,73 referentes a falta de pagamento dos meses de Maio, Junho, Julho e Agosto deste ano. No contrato firmado entre o Estado e a empresa curitibana, em fevereiro do ano passado, prevê a suspensão dos serviços após um atraso de mais de 90 dias até que o mesmo seja normalizado.

Durante à tarde do mesmo dia, em uma reunião entre representantes da empresa, da DGAP e da Secretaria da Fazenda (Sefaz) o governo de Goiás pagou parte da dívida com a empresa. No entanto o valor que foi pago não foi divulgado.

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