Brasil

Deic prende líder de quadrilha que fez arrastão em condomínio do Morumbi

26/11/2018, 17h56

Policiais do Departamento de Investigações Criminais (Deic) prenderam na manhã desta segunda-feira, 26, Wesley Alves Ferreira, o Bebezão, que é suspeito de liderar a quadrilha responsável por invadir um condomínio residencial na região do Morumbi, na zona sul de São Paulo. O arrastão aconteceu no dia 16. Na ocasião, cerca de 15 criminosos se passaram por policiais civis para assaltar ao menos 20 casas.

Para traçar o perfil de possíveis autores do crime, policiais da 4ª Delegacia Patrimônio (Investigações sobre Roubo a Condomínio) cruzaram informações fornecidas pelas vítimas com suspeitos que já apresentavam histórico desse tipo de ataque.

O levantamento apontou a participação de Bebezão. “Os moradores fizeram o reconhecimento”, afirmou o delegado titular Fabiano Barbeiro, em nota divulgada pelo Deic.

Na manhã desta segunda, investigadores receberam informação de que o suspeito poderia se deslocar e conseguiram detê-lo em Paraisópolis, favela da zona sul da capital. No momento, Bebezão dirigia um Chevrolet Prisma.

Aos policiais, o suspeito indicou uma espécie de oficina, também localizada na comunidade, onde foram encontrados um fuzil .556 e outros dois simulacros da arma, além de uma pistola 9 mm, um revólver e “miguelitos”, pregos retorcidos usados para furar pneus de viaturas.

Na oficina, os investigadores acharam, ainda, um Volkswagen Voyage, equipado com sirene e luminoso, possivelmente usado para se disfarçar de policial, além de um Volkswagen UP e de , um Kia Soul, que seriam utilizados em deslocamentos da quadrilha, segundo as investigações.

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Goiás

Bandidos explodem carro-forte na BR-040, próximo a Cristalina 

Crime ocorreu na tarde desta segunda-feira (26/11); não há feridos.
26/11/2018, 18h01

Criminosos explodiram um carro-forte na BR-040, próximo ao município de Cristalina, localizado a 280 quilômetros de Goiânia. O crime ocorreu por volta das 15h30 desta segunda-feira (26/11). De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), quatro funcionários estavam no veículo, mas nenhum ficou ferido. Em 2018, este é o terceiro caso registrado na BR-040.

Informações preliminares apontam que os bandidos usaram um carro para bloquear a passagem do carro-forte, na altura do quilômetro 132. Em seguida eles obrigaram os guardas saírem do veículo e logo realizaram a explosão. O carro-forte ficou completamente destruído.

Ainda não se sabe quanto os criminosos conseguiram levar. Equipes da PRF estão no local e contam com apoio do helicóptero da Polícia Militar do Distrito Federal (PM-DF) e viaturas do Batalhão de Choque de Luziânia.

Explosões a carro-forte em Cristalina

Este é o terceiro caso de explosões a carro-forte na BR-040, próximo a cidade de Cristalina.

A primeira ocorrência foi registrada em março de 2018. Na ocasião, os assaltantes estavam encapuzados e divididos em dois veículos. Quatro funcionários estavam no carro-forte, que seguia no quilômetro 142 da rodovia; um sofreu ferimentos no rosto, ao ser atingido por estilhaços.

Não se sabe o valor exato que os bandidos levaram, mas de acordo com os guardas, havia pouco dinheiro nos malotes. O carro da transportadora havia saído de Paracatu, no Triângulo Mineiro, e seguia em direção a Cristalina.

O segundo caso ocorreu no dia 27 de junho. Os bandidos roubaram o carro de uma família que passava pela rodovia, explodiram o carro-forte e em seguida incendiaram o veículo usado no assalto. A explosão ocorreu no quilômetro 150 da BR-040.

Assim como no primeiro caso, o carro-forte viajava de Paracatu para a cidade do interior de Goiás. Após o carro forte ser atingido por vários tiros, os funcionários abandonaram o veículo e se esconderam no matagal às margens da BR. O valor levado pelo grupo criminoso não foi divulgado.

Imagens: G1 

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Economia

Número de reclamações da Black Friday 2018 é maior do que no último ano

Em comparação com o último ano, houve aumento de 22%.
26/11/2018, 18h24

No fim de semana pós-Black Friday, o número de insatisfações registradas no site ReclameAQUI chegou a 6.384, superando as 5.607 feitas entre a quinta e a sexta-feira de promoções. Em comparação com o último ano, quando foram feitas 2.874 queixas no mesmo período, houve aumento de 22% .

De acordo com Felipe Paniago, diretor de operações do ReclameAQUI, o aumento das reclamações no final de semana logo depois da data acompanha o crescimento geral do evento no site. “Se acontecer como todos os anos, a tendência é mudar o perfil das reclamações e, ao invés de queixas sobre propaganda enganosa e maquiagem de preço, os problemas sobre atraso de entrega tendem a aparecer nas primeiras posições. Vamos ficar atentos”, diz.

Lojas com mais reclamações durante a Black Friday

Até esta segunda-feira, as lojas mais reclamadas, de acordo com o site que reúne as reclamações, são Americanas.com, Casas Bahia (loja online), Netshoes, Magazine Luiza (loja online), Ifood e Ponto Frio (loja online). E o horário mais crítico de reclamações, somando uma a cada 30 segundos, foi de 0h a 1h, da sexta-feira (23/11).

São Paulo representa 37,1% do total de reclamações: são 4.949, sendo 2.380 entre a quinta e a sexta-feira e 2.569 entre sábado e domingo. Para Paniago, esse dado pode ser explicado pelo número de consumidores no Estado. “Não nos surpreende o Estado de São Paulo ter mais reclamações do que outros Estados, porque acompanha o mercado. É a região com mais consumidores e com maior pode aquisitivo, então isso se reflete nas nossas reclamações, como também deve refletir nas vendas”, conclui.

Felipe Paniago explica ainda que o ReclameAQUI ampliou o período de monitoramento das reclamações sobre Black Friday em relação a outros anos para acompanhar o movimento do mercado, que começou cedo a oferecer promoções de Black Friday. Logo a medição que antes começava na tarde da quinta-feira, agora se inicia às 0h desse dia.

Imagens: Blah Cultural 

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Política

Temer sanciona reajuste do Judiciário após acordo com o STF

Ministros passarão a receber R$ 39 mil mensais.
26/11/2018, 19h24

O presidente Michel Temer sancionou no início da noite desta segunda-feira (26/11), o reajuste salarial para os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que passarão a receber R$ 39 mil mensais ante os R$ 33 mil atuais. O valor é também a referência para o teto do funcionalismo público.

Temer sancionou o reajuste mediante acordo feito com o Supremo para que o ministro Luiz Fux revogasse as liminares que garantiam o auxílio-moradia a juízes e procuradores de todo o País para não impactar as contas públicas. O benefício é de R$ 4,3 mil.

O reajuste foi aprovado pelo Congresso em 7 de novembro. Temer tinha até quarta-feira, 28, para sancioná-lo ou vetá-lo. Ele usou praticamente todo o prazo disponível para negociar a medida compensatória com o Supremo.

Entidades de representação de categorias do Judiciário pressionaram o STF nos últimos dias para impedir o fim do auxílio-moradia. No domingo, a Associação de Magistrados Brasileiros (AMB) pediu a Fux que não revogasse as liminares de sua autoria.

Apesar da pressão, o governo buscou manter o entendimento para não estourar o teto de gastos, regra que limita o aumento das despesas. Atualmente os cofres públicos despendem pelo menos R$ 139 milhões por mês com auxílio-moradia, de acordo com um estudo da Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara dos Deputados.

O aumento no salário dos ministros do Supremo aprovado pelo Senado, de 16,38%, elevará dos atuais R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil o salário de magistrados e procuradores e poderá custar R$ 4,1 bilhões às contas da União, em razão do efeito cascata em Estados.

Reajuste salarial do STF deve ter impacto de R$ 72,5 milhões em Goiás

O reajuste de 16,38% no salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que representa um aumento de mais de R$ 5 mil reais no salários dos magistrados, deve ter impacto de R$ 72,5 milhões no orçamento de Goiás.

O presidente Michel Temer (MDB) havia sinalizado anteriormente que que sancionaria o aumento. No final de agosto deste ano, Temer fechou um acordo com o Judiciário para incluir o reajuste salarial dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) no Orçamento de 2019, que foi enviado ao Congresso e aprovado.

Imagens: jornal de brasília 

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Goiás

MP denuncia por latrocínio acusados de matar empresária em Aparecida de Goiânia

Crime ocorreu na madrugada de 4 de outubro, no setor Buriti Sereno; Shirley Gonçalves da Silva, de 37 anos, foi morta na frente dos filhos.
26/11/2018, 19h50

Trio acusado de matar a empresária Shirley Gonçalves da Silva, de 37 anos, na frente dos filhos, em Aparecida de Goiânia, foi denunciado por latrocínio pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO). Josué de Souza Mota, de 22 anos, Pedro Henrique Batista Gularte, de 20, e Bruno Vinícius Batista dos Santos, de 21 anos, responderão pela morte da mulher, ocorrida na madrugada do dia 4 de outubro, dentro da casa da família, no setor Buriti Sereno.

Na denúncia, assinada pela promotora de Justiça Cejana Louza Ferreira Veloso, o crime foi planejado por Josué de Souza, que trabalhava em um restaurante onde o marido da empresária já havia sido gerente e onde eles haviam jantado no dia do crime.

O documento aponta que Josué conhecia toda a rotina da família. Ele sabia que o casal estava com dinheiro em casa, que seria destinado ao pagamento dos funcionários do restaurante da família. Ele avisou os comparsas, Pedro e Bruno, sobre o dinheiro que armaram todo o esquema.

Como sabiam que o casal não estava na residência, eles pularam e aguardaram, escondidos, a família chegar. Assim que Shirley, o marido e os filhos chegaram, eles os abordaram. De acordo com a denúncia, eles perguntaram logo pelo cofre que a família tinha em casa, de onde foram roubados mais de R$ 7 mil.

Ainda segundo a denúncia, no mesmo dia em que Shirley foi assassinada o trio havia praticado ao outros três assaltos na região. Se condenados pela morte da empresária, os acusados podem pegar até 30 anos de prisão.

Empresária é morta na frente dos filhos em Aparecida de Goiânia

Durante a ação, Shirley ficou na garagem com os filhos de 2 e 14 anos, sob a mira de um dos assaltantes, enquanto o outro suspeito estava dentro da casa com o marido da empresária. Assustado, o filho mais novo do casal começou a chorar e correu para os braços da mãe e enquanto tentava acalmá-lo ela foi baleada na cabeça.

“Foi uma crueldade. Ela baixou para pegar a criança e os homens atiraram. Pode ser que ela tenha identificado um deles”, explicou o delegado ao Dia Online.

Imagens: Facebook 

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