Entretenimento

Fundação Edson Queiroz lança catálogo com 870 obras de sua coleção em SP

26/11/2018, 07h08

Há cinco anos um grupo formado por historiadores de arte e críticos prepara o catálogo da coleção pertence à Fundação Edson Queiroz de Fortaleza. Nesta segunda-feira, 26, a partir das 19 horas, os dois volumes desse catálogo, publicados pela instituição em conjunto com a Universidade de Fortaleza e Edições Pinakotheke, serão lançados em São Paulo, no Instituto Itaú Cultural, com uma palestra do colecionador e editor Pedro Corrêa do Lago, intitulada Uma Coleção Excepcional. O superlativo é mais que justo em se tratando de uma coleção de 870 obras catalogadas e que cobre praticamente todos os períodos da história do Brasil, desde o período colonial até o contemporâneo. Nesse acervo é possível contemplar tanto obras raras do século 17 – paisagens do holandês Frans Post e do barroco flamengo Gillis Peters, por exemplo – como esculturas do contemporâneo pernambucano Tunga (1952-2016), passando pelos pintores modernistas.

O foco da coleção, aliás, são os artistas modernos. Há obras de Portinari provenientes de leilões internacionais, como Família (óleo de 1939), um Di Cavalcanti que participou da 10.ª Bienal de São Paulo (Figura Feminina com Criança, da década de 1930) e um Ismael Nery que já viajou pela Europa (Figuras Sobrepostas, circa 1926), entre tantas obras que foram emprestadas pela Fundação Edson Queiroz para exposições importantes realizadas fora do Ceará. Para ficar num único exemplo de obra requisitada por mostras históricas, basta citar a primeira versão (0.75 x 1.05) de A Primeira Missa do Brasil, de Victor Meirelles, pintada na Europa em 1862 – a versão maior (2.70 x 3.57) está no Museu Nacional de Belas Artes. A icônica tela de Meireles, reproduzida em todos os livros escolares, foi a principal obra da exposição comemorativa dos 500 anos do Brasil no prédio da Bienal (no ano 2000).

Se depender da nova presidente da Fundação Edson Queiroz, Lenise Queiroz Rocha, que substituiu o irmão Ayrton, morto em 2 de julho do ano passado, as obras continuarão viajando pelo Brasil. Em Fortaleza, elas integram a exposição Da Terra Brasilis à Aldeia Global, com curadoria da crítica Denise Mattar, que ocupa até o primeiro semestre do próximo ano as dependências da Universidade de Fortaleza, mantida pela Fundação. Em nove módulos, o visitante pode ver, entre as 274 obras expostas, desde as citadas pinturas de Frans Post até contemporâneos como Leonilson, passando por artistas de outros séculos, como Rugendas, Eliseu Visconti, Guignard, Milton Dacosta e Volpi.

Essa diversidade será mantida na atual gestão de Lenise, segundo a presidente da Fundação. “Apesar de ter como foco os modernistas, podemos contar toda a história do Brasil por meio das obras da coleção”, observa. “Pretendo reforçar a aquisição de obras pré-modernistas, mas isso fica para um segundo momento, pois nossa prioridade no momento é construir um museu para abrigar o acervo da fundação”, revela, anunciando o desenvolvimento de um projeto arquitetônico para a instituição ainda em 2019.

“Precisamos de uma área superior a 2 mil metros quadrados e pensamos num local nas entrada da Unifor ou mesmo fora dela, para democratizar ainda mais o acesso à coleção, pois atualmente ela fica acomodada na reitoria da universidade”. Criado em 1988 e instalado no câmpus, o Espaço Cultural Unifor, segundo Lenise, ficou pequeno para abrigar as exposições – e nele já foram montadas mostras antológicas de Rembrandt, Rubens e Miró, entre outros artistas históricos europeus. “Ayrton deixou algumas orientações e seguimos as diretrizes por ele traçadas”, conta Lenise. “Organizamos, por exemplo, exposições em Lisboa e Roma com 76 obras modernistas”, cita.

O colecionismo foi uma das paixões do chanceler Ayrton Queiroz, que tinha em sua coleção particular obras de mestres impressionistas (Renoir), surrealistas (Chagall) e modernos brasileiros – ele reverenciava o cearense Antonio Bandeira (sua primeira aquisição, aos 15 anos). Teve também a preocupação de divulgar a arte do Ceará em outros Estados, como comprova a exposição de Raimundo Cela realizada em 2016 no museu da Faap, em São Paulo, com patrocínio de uma das empresas da família Queiroz.

O desafio de sua sucessora, agora, é continuar a obra ousada do irmão, que chegou a adquirir a coleção de livros de arte que pertenceu a Ciccillo Matarazzo, idealizador da Bienal de São Paulo, para enriquecer a biblioteca da fundação, que tem 8 mil volumes raros datados desde o século 15. A coleção particular do chanceler Ayrton Queiroz não foi incorporada à fundação após a sua morte, mas a maioria dos artistas que escolheu pessoalmente estão representados no acervo maior que criou para a instituição. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Trânsito

Mãe e filho morrem em acidente ao voltar de velório, em Piracanjuba

A família estava voltando do velório de um parente em Uberlândia, Minas Gerais.

Por Ton Paulo
26/11/2018, 07h47

Um trágico acidente vitimou uma mãe, de 22 anos, e seu filho, de 4,  na tarde do último domingo (25/11), na BR-153, em Piracanjuba, quando o carro em que eles estavam saiu da pista e bateu numa árvore. No veículo também estavam a avó da mulher, de 65 anos, que dirigia, e outra neta, de 21 anos. Mãe e filho não resistiram aos ferimentos e morrem no local.

O acidente ocorreu por volta das 16h50, no KM 596, BR-153, no município de Piracanjuba, sul de Goiás. Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), as cinco pessoas da mesma família voltavam do velório de um parente em Uberlândia (MG), e estavam indo para Aparecida de Goiânia, onde mora, quando a avó, que conduzia o veículo Corsa Classic, perdeu o controle por motivo desconhecido, girou na pista e bateu em uma árvore.

A mulher de 22 anos, neta da condutora, e seu filho pequeno, de 4, que estavam no banco de trás, não resistiram aos ferimentos e morreram no local. Já a avó e as outra neta foram socorridas e levadas para o Hospital Municipal de Morrinhos. Ela tiveram apenas ferimentos leves e foram liberadas ainda na noite de domingo.

Acidente em Jaraguá, na BR-153, também tirou a vida de mãe e filho

Em setembro deste ano, uma tragédia semelhante tirou a vida de uma mulher de 31 anos e sua filha recém-nascida, um bebê de quatro meses. O acidente aconteceu no BR-153, Km 366, próximo à cidade de Jaraguá.

De acordo com informações da assessoria da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente se deu por por volta das 17h30 do dia 30/9, envolvendo a condutora de um veículo GM Cobalt, Geska Aline Zago, e de sua filha, uma recém-nascida quatro meses de vida, e um Gol.

Segundo levantamento preliminar feito pela equipe PRF, a tragédia se deu por causa de um cálculo errado de uma ultrapassagem, na BR-153, Km 366, próximo à cidade de Jaraguá, quando para não colidir frontalmente com outro veículo, Geska, que dirigia o Cobalt e estava com sua filha recém-nascida e a mãe idosa no momento, jogou seu carro para o acostamento, perdendo o controle do veículo.

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Goiás

Tempo encoberto e pancadas de chuva em Goiânia marcam última semana de novembro

De acordo com as previsões do Inmet, a chuva forte não pretende dar trégua em Goiânia nesta última semana do mês de novembro.

Por Ton Paulo
26/11/2018, 08h44

O morador de Goiânia e região metropolitana deve deixar o guarda-chuva à mão e se atentar às árvores e bocas de lobo de seu bairro, nesta semana, além de se despedir do sol – pelo menos temporariamente. O motivo é o tempo encoberto e as pancadas de chuva previstas pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para se abater sobre a capital de hoje (26/11) até na próxima sexta-feira.

O tempo tem sido de chuva incessante em Goiás, e, de acordo com as previsões do Inmet, ela não pretende dar trégua em Goiânia nesta última semana do mês de novembro.

De acordo com o instituto, a temperatura na capital ao longo da semana deve ficar entre 19º e 30º e, durante todos os dias até sexta-feira (30/11), fortes pancadas de chuvas, tempo encoberto e ventos moderados devem ser registrados na cidade e região.

Ainda segundo o instituto, o único dia em que a chuva deve sem em volume menor é na terça-feira (27/11). A previsão para este dia é de tempo encoberto durante todo o dia e chuvisco no período da tarde.

Apesar das fortes chuvas previstas para a semana, o Inmet não emitiu sinal de alerta para a capital ou demais cidades.

Pancadas de chuva, raios e alagamentos motivaram emissão de sinal de alerta para Goiás no início do mês

Em comparação com o início do mês de novembro, Goiás está ‘relativamente tranquilo’ quanto às chuvas.

Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, na quarta-feira (7/11), um alerta laranja (perigo) para risco de chuva com alagamentos, raios e ventos intensos em Goiás. Segundo o instituto, havia a possibilidade de corte de energia elétrica e queda de galhos e árvores. A Defesa Civil também avisou, à época, por meio de SMS, sobre o risco de temporais, com incidência de raios, granizo e vendavais.

O Inmet chegou a informar a previsão de chuva entre 30 e 100 milímetros e ventos de até 100 Km/h.

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Goiás

Suspeito de latrocínio é preso na Rodoviária de Goiânia

Além do vídeo do momento do crime, no celular do suspeito policiais encontraram áudios em que Lucas Luciano afirma que ia dormir que nem um bebezinho.
26/11/2018, 08h59

Um rapaz identificado como Lucas Luciano da Silva Bezerra, de 20 anos, foi preso na manhã do último domingo (25/11) na Rodoviária de Goiânia, fugindo para o Estado de Alagoas, suspeito de latrocínio – roubo seguido de morte, contra Josenilton Pinheiro de Castro, de 62 anos, no Setor Papilon Park, em Aparecida de Goiânia, região metropolitana da capital.

A Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) informou ao Portal Dia Online que a prisão do suspeito foi efetuada no momento em que Luciano tentava fugir para a Alagoas. Segundo a PM, o rapaz, além de matar a facadas Josenilton, gravou a ação em seu aparelho celular.

Suspeito de latrocínio é preso na Rodoviária de Goiânia
Foto: Reprodução/ TV Anhanguera

A prisão de Lucas Luciano foi efetuada por uma equipe do 38º Batalhão da Polícia Militar do Estado de Goiás (BPMGO), durante a abordagem os policiais encontraram no celular do suspeito, vídeos em várias redes sociais do momento do assassinato da vítima. Além dos vídeos, o aparelho do suspeito contava com vários áudios, em que o jovem conta a conhecidos como matou Josenilton.

Suspeito de latrocínio afirmou que ia dormir “que nem um bebezinho” em áudio enviado para amigos pelo celular

Em um dos áudios o suspeito diz “Agora vou dormir que nem um bebezinho, como se nada tivesse acontecido”. “Oxe veio pagar de doido irmão veio, tá ligado, paga de doido para criminoso, alagoano só mata de faca tá ligado”, afirma o suspeito em outro áudio.

O delegado do caso Vicente Stabile do 4º DP, afirmou ao G1 que Lucas Luciano, no seu depoimento confessou o crime, mas com versões diferentes. Segundo a publicação, o suspeito afirmou em um primeiro momento que foi ameaçado e agiu em legítima defesa. Mas para o delegado, as filmagens mostram o oposto do relatado pelo autor do homicídio.

A real motivação do crime vai ser investigada pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Aparecida de Goiânia.

Lucas Luciano foi preso em flagrante e autuado por Latrocínio.

Via: G1 

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Goiás

Mulheres são presas com malas de drogas após pegarem carona para Goiânia, em Chapadão do Céu

Segundo a polícia, as mulheres eram "mulas" que estavam levando a droga para um "chefão do tráfico" na capital.

Por Ton Paulo
26/11/2018, 09h47

Duas mulheres foram presas no final da manhã do último domingo (25/11) na região de Chapadão do Céu, após serem pegas com malas contendo mais de 20 quilos de drogas. As mulheres, que estavam indo de Dourados, no Mato Grosso do Sul (MS), para Goiânia, haviam pegado carona em uma caminhão. Segundo a polícia, as mulheres eram “mulas” que estavam levando a droga para um “chefão do tráfico” na capital.

A prisão, que foi realizada em Chapadão do Céu pela equipe do COD ALFA, da Polícia Militar (PM), aconteceu por volta das 11h30 de ontem, quando os policiais perceberam uma atitude suspeito dos passageiros de uma caminhão com placa de Mococa-SP.

De acordo com o Tenente Flávio Borges, quando realizaram a abordagem do caminhão, em que estavam duas mulheres e o motorista, a equipe policial foi informada que as mulheres haviam pegado carona no caminhão para chegarem a Goiânia.

Ao vistoriar a bagagem das moças, os policiais descobriam 22 quilos de maconha e 2,1 quilos de skank no interior das malas. Quando questionadas, as mulheres acabaram confessando que pegaram a droga em Ponta Porã (MS) para levar para outra pessoa em Goiânia.

O Tenente, ao Dia Online, disse que não poderia dar mais informações, uma vez que a divulgação poderia atrapalhar as investigações. “Essas duas que foram presas são apenas ‘mulas’. Agora estamos investigando para quem elas estavam levando essa droga, que é o traficante de verdade”, declarou.

Caminhoneiro que levava as mulheres em Chapadão do Céu alegou que não sabia sobre as drogas

Ainda segundo o Tenente Flávio, o motorista do caminhão Iveco, de cor preta, que levava as mulheres, alegou que não sabia sobre o conteúdo das malas das caroneiras.

As mulheres e o motorista do caminhão foram detidos e encaminhados para a Delegacia de Polícia de Chapadão do Céu para providências. As malas com as drogas também foram encaminhadas para devidas providências.

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