Mundo

Mulher mata namorado, cozinha parte do corpo e serve com arroz para vizinhos no Marrocos

Ela cozinhou com arroz, tomate e cebola e serviu a vizinhos.
28/11/2018, 10h03

Um crime deixou a cidade de Al Ain, no Marrocos, aterrorizada. Uma mulher, de 30 anos, matou o próprio namorado cozinhou partes dele e serviu com machboos, um prato típico dos Emirados Árabes que tem o arroz como base.

A carne da vítima foi triturada em um liquidificador e servida com arroz bismati, temperada com especiarias, como tomates e cebola.

De acordo com informações divulgadas pela imprensa dos Emirados Árabes, ela estava junto dele há 7 anos.

A polícia soube do crime quando o irmão da vítima sentiu falta dele. Quando os policiais chegaram à casa dela, perguntaram seu paradeiro. Ela contou que o expulsou de casa e nunca mais o viu.

Desconfiado de que alguma coisa havia acontecido de pior, o irmão entrou na casa, olhou os cômodos e, quando espiou o liquidificador, encontrou um dente. Ela conseguiu esconder o crime por três meses.

O dente passou por exames de DNA e, segundo o jornal The National, a identidade bateu com a da vítima.

Novo casamento: justificativa para mulher ter matado homem no Marrocos

Presa, a mulher contou detalhes do canibalismo. Conforme ela tentou justificar, matou o namorado em um momento de “insanidade” porque estava cansada de sustentar o homem há anos e que ele havia dito que se casaria com outra mulher, o que é permitido no país.

A mulher pediu ajuda a um amigo para ocultar o restante do cadáver.

Ela contou que matou, cortou o corpo em pedacinhos e serviu o homem em um prato típico – com arroz – para as pessoas que trabalhavam perto da residência dela.

O prato foi servido a trabalhadores paquistaneses que trabalhavam em uma construção. Os restos foram jogados para os cachorros.

O que é canibalismo 

Canibalismo é a característica, particularidade ou condição de um canibal, ou seja, aquele que pratica o ato de comer um ser vivo da mesma espécie.

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Política

Política Bolsonaro se reúne com embaixador de Israel pela segunda vez

Embaixada brasileira no país será transferida para Jerusalém.
28/11/2018, 10h26

Pela segunda vez desde que foi eleito presidente da República, Jair Bolsonaro se reuniu com o embaixador de Israel, Yossi Shelley. O encontro ocorreu na manhã de hoje (28), na residência oficial da Granja do Torto, em Brasília, onde o capitão da reserva passou a noite.

Assessores não divulgaram o teor da conversa, mas a visita do diplomata ocorre poucas horas depois de o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente eleito, ter dito que a embaixada brasileira no país será transferida de Tel Aviv para Jerusalém.

O próprio Jair Bolsonaro havia sinalizado essa intenção, mas adotou um tom mais moderado nas últimas semanas. Eduardo, que está nos Estados Unidos, retomou o assunto depois de participar de um almoço na Câmara de Comércio de Washington.

Agenda

Mais adaptado ao ritmo presidencial, Jair Bolsonaro começa a usar a residência oficial para encontros com aliados e ministros confirmados para seu governo. Ele ofereceu hoje o primeiro café da manhã para tratar de assuntos da transição e definir novos nomes para a equipe que tomará posse no dia 1º de janeiro.

Onyx Lorenzoni (Casa Civil), General Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Gustavo Bebbiano (ex-presidente do PSL, partido de Bolsonaro) – e confirmado para a Secretaria Geral da Presidência – juntaram-se aos deputados fluminenses Hélio Lopes e Alana Passos, que vieram com o presidente eleito nesta quarta visita a Brasília desde que foi eleito em segundo turno.

No Rio de Janeiro, a futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro, usando a estratégia de comunicação adotada pelo marido, publicou em sua conta no Twitter fotos de um dos preferidos desjejuns de Bolsonaro – pão francês com leite condensado – fazendo uma alusão ao café que ocorria no mesmo momento em Brasília.

Da Granja do Torto, Onyx segue para o Planalto para participar do Conselhão. Bolsonaro vai para o gabinete de transição no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), onde ocorre, todas as quartas-feiras, a reunião ministerial do grupo.

Imagens: Agência Brasil 

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Goiás

Para evitar custo, Ministro Alexandre Baldy anuncia alteração na placa padrão do Mercosul

De acordo com o ministro, os brasões dos Estados que estavam incluídos nas novas placas foram retirados, evitando, assim, despesa extra aos condutores.

Por Ton Paulo
28/11/2018, 10h30

O goiano Alexandre Baldy (PP), ministro das cidades, anunciou na manhã desta quarta-feira (28/11) uma alteração nas placas Padrão Mercosul, que estão sendo implantadas gradativamente em todo o país e logo devem chegar aos veículos de Goiás. De acordo com o ministro, os brasões dos Estados que estavam incluídos nas novas placas foram retirados, evitando, assim, despesa extra aos condutores.

A assessora do ministro, Márcia Abreu, ao Dia Online, confirmou a alteração. Segundo ela, Baldy vinha recebendo muitas mensagens de pessoas insatisfeitas com a inclusão dos brasões, pois isso geraria um custo extra para o condutor que vai precisar substituir a placa do seu veículo pela de padrão Mercosul, que será implantada em todo o Brasil.

“O motorista que comprar o carro [após a implantação da placa], não iria pagar nada, pois o veículo já viria com a nova placa. Já os outros, teriam que pagar pela substituição. Com a retidada do brasão das placas, o motorista não vai mais pagar nada”, diz.

A decisão da retirada do brasão foi tomada após minuciosas consultas técnicas feitas pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), que é subsidiado ao Ministério das Cidades, cujo titular é Alexandre Baldy.

Críticas à inclusão do brasão nas placas teria motivado a decisão de Alexandre Baldy

A inclusão do brasão do Estado onde a placa será aplicada foi motivo de inúmeras críticas e discordâncias, e uma ONG chegou a pedir o adiamento da adoção das placas para reavaliar as placas.

O Observatório Nacional de Segurança Viária, que pediu o adiamento da adoção das placas do padrão Mercosul por 90 dias, alegou que as placas brasileiras ficariam em desacordo com o padrão usado em outros países, como Argentina e Uruguai.

A diferença está nos brasões do Estado e do município de origem do veículo. Nos países vizinhos, não há tais indicações nas placas.

Para a entidade, a inclusão dos símbolos não é necessária, pois, além de gerar gastos extras, não ajudam na fiscalização.

Ministro fez a reavaliação após as várias críticas e tomou a decisão de cancelar a inclusão dos brasões.

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Política

Temer formaliza Romero Jucá com líder do governo no Senado

No centro do embate está o repasse para Estados e municípios de 20% dos R$ 100 bilhões que devem ser arrecadados com o leilão.
28/11/2018, 10h37

O Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira, 28, formaliza a indicação do senador Romero Jucá (MDB-RR) como líder do governo no Senado. Jucá reassume o posto para tentar resolver um impasse envolvendo o projeto sobre a cessão onerosa do pré-sal que está em tramitação no Senado.

Conforme mostra reportagem do jornal O Estado de S. Paulo e do Broadcast, as negociações em torno do megaleilão de pré-sal agravaram a crise entre o Congresso, o governo Michel Temer e a equipe de transição de Jair Bolsonaro. No centro do embate está o repasse para Estados e municípios de 20% dos R$ 100 bilhões que devem ser arrecadados com o leilão.

A divisão de recursos é defendida pelo presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e tem o apoio do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, que considera que a verba extra reduziria a pressão dos governadores eleitos por socorro do governo federal. Guedes quer condicionar a divisão dos recursos à aprovação de uma reforma da Previdência.

O Ministério da Fazenda, no entanto, é contrário à partilha de recursos do leilão porque considera que a divisão prejudica o Orçamento de 2019 e obrigaria o governo atual a cortar mais despesas para se adequar à regra do teto de gastos, que proíbe que as despesas cresçam em ritmo superior à inflação.

A ideia é que o projeto de lei que viabiliza a realização do megaleilão seja votado nesta quarta-feira no Senado, depois de o Palácio do Planalto garantir a edição de uma medida provisória para a destinação da parcela aos governadores e prefeitos.

Jucá volta à liderança do governo no Senado, portanto, com a missão de fechar um acordo sobre a divisão dos recursos. Segundo apurou a reportagem, Jucá ia se debruçar sobre o texto da MP ainda na noite desta terça-feira, com o objetivo de conseguir fazer o tema passar no Senado na sessão deste dia 28.

Mais cedo, o senador publicou uma mensagem no Twitter informando que reassume o cargo de líder e que tentará aprovar a cessão onerosa e outras matérias importantes para o governo, como o Orçamento de 2019 e a Lei Geral de Telecomunicações.

“Reassumo nesta quarta, dia 28, o cargo de líder do governo a convite do presidente Michel Temer. O líder interino, senador Fernando Bezerra Coelho, precisará se ausentar em razão de uma licença. Vamos tentar aprovar até o final do ano a cessão onerosa, a LGT e o Orçamento 2019”, escreveu.

Jucá deixou a função de líder do governo em agosto, quando se desentendeu com o Palácio do Planalto em plena corrida eleitoral. O senador defendia o fechamento da fronteira do Brasil em Roraima com a Venezuela, mas Temer não concordava com a ideia e não admitiu o fechamento. Jucá não conseguiu se reeleger.

Imagens: Jornal do Tocantins 

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Goiás

Professores de Ivolândia são condenados por receberem por dois cargos e só trabalharem em um

No processo, aberto em 2014, o promotor do MP-GO demonstrou que os horários declarados nos contratos dos professores na escola e nas secretarias de Ivolândia eram incompatíveis.

Por Ton Paulo
28/11/2018, 11h47

Dois professores que davam aulas no município de Ivolândia, a 190 quilômetros de Goiânia, foram condenados por improbidade administrativa por acumularem cargos ilegalmente. Em 2013, enquanto constava que ambos os professores ministravam aulas, de segunda a sexta-feira, ao mesmo tempo, exerciam os cargos de secretários de Saúde e de Educação, com carga horária de 40 horas semanais, recebendo pelos dois cargos de forma irregular.

No processo, aberto em 2014, o promotor do Ministério Público de Goiás (MP-GO) José Eduardo Veiga Braga Filho, autor da acusação, demonstrou que os horários declarados nos contratos dos professores Aparecido Roque da Silva e Hildo Cézar de Rezende na escola e nas secretarias eram incompatíveis, sustentando que o recebimento de dois salários lesava os valores imateriais da administração pública, especialmente ‘os princípios da legalidade, moralidade e eficiência’.

Uma liminar foi concedida, no sentido de que os acionados escolhessem o cargo que pretendiam exercer, tendo os dois optado pela função de servidor público municipal da educação.

O Dr. José Eduardo, no entanto, interpretou que a exoneração não descaracterizava a improbidade administrativa já praticada, optando pelo prosseguimento da ação, que foi acatada pela juíza Raquel Rocha Lemos.

Desta forma, Aparecido Roque e Hilton Cézar foram condenados a ressarcir o Estado pelo prejuízo causado pela ocupação indevida do cargo, que será apurado na fase de cumprimento da sentença. Eles também foram condenados à suspensão dos direitos políticos por cinco anos, ao pagamento de multa civil e à proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios fiscais, também por cinco anos.

Secretária de Educação de Ivolândia rebate, e diz que professores não eram do Município

Procurada pela reportagem do Dia Online, a atual titular da Secretaria Municipal de Educação de Ivolândia, Robsayne Medeiros Silva, alegou que os professores era contratados do Estado e não do Município. “Está errado, isso. Eles eram professores da Rede Estadual, e não da Rede Municipal”, diz.

Além disso, a secretaria ainda confirmou que a prática da contratação de professores do Município, através de comissão, é frequente. “Acontece muito! A ex-secretaria, Oraci Aparecida, por exemplo, dava aulas e ao mesmo tempo era comissionada na Secretária de Educação”.

A reportagem tentou contato com a Prefeitura de Ivolândia para falar sobre o caso, mas até o fechamento desta matéria, não obteve retorno.

Via: MP-GO 

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