Política

Cão de George H. W. Bush fica ao lado do caixão do ex-presidente dos EUA

O animal foi doado em junho pela organização sem fins lucrativos VetDogsNeste.
03/12/2018, 09h51

A presença de um cachorro na vida das pessoas que passam por algum problema de saúde é valiosa. E não foi diferente com o ex-presidente dos Estados Unidos George H. W. Bush, que sofria com a doença de Parkinson.

O ex-líder americano morreu, aos 94 anos, na sexta-feira, dia 30 de novembro. O cão Sully, um labrador, foi dado a Bush para abrir portas, pegar itens e conseguir ajuda para ele.

O animal foi doado em junho pela organização sem fins lucrativos VetDogsNeste domingo, 2, uma foto de Sully ao lado do caixão do dono, coberto com a bandeira dos Estados Unidos, foi publicada nas redes sociais e viralizou.

No perfil no Instagram criado para acompanhar a rotina do cãozinho, a frase “Missão cumprida” arrancou lágrimas dos seguidores. Sully deve retornar para os responsáveis pela VetDogs, em Nova York, antes de ingressar no Programa Dog Facility do Centro Médico Militar Nacional Water Reed.

Homenagens

Os Estados Unidos iniciam nesta segunda-feira, 3, as cerimônias em homenagem ao ex-presidente. George H. W. Bush será enterrado segundo o protocolo de funerais com honras de Estado, organizado pelo Pentágono.

Imagens: Exame.com 

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Política

Dois goianos vão disputar a presidência da Câmara dos Deputados, em Brasília

João Campos, do PRB, e Delegado Waldir, do PSL (mesmo partido do presidente eleito Jair Bolsonaro), ambos deputados federais eleitos por Goiás, confirmaram que estão na disputa.

Por Ton Paulo
03/12/2018, 10h17

A disputa pela presidência da Câmara dos Deputados, no Congresso Nacional, principal cadeira do órgão legislativo, será, aparentemente, mais acirrada do que nunca, e promete esquentar os ânimos na política de Goiás, uma vez que dois goianos já confirmaram que vão concorrer ao cargo de presidente. João Campos, do PRB, e Delegado Waldir, do PSL (mesmo partido do presidente eleito Jair Bolsonaro), ambos deputados federais eleitos por Goiás, confirmaram que estão na disputa.

O PRB confirmou, em novembro, no dia 22, o lançamento da pré-candidatura do deputado João Campos à presidência da Câmara. Pastor da Assembleia de Deus e delegado da Polícia Civil, Campos diz ter o apoio da frente parlamentar evangélica e que vai trabalhar para conquistar os votos da bancada da bala, das quais é integrante.

Entretanto, o deputado Delegado Waldir parece não acreditar muito na candidatura do conterrâneo, e avisou que também vai se lançar na corrida à presidência da Câmara. Em entrevista a um jornal local, Delegado Waldir afirmou que a força de João Campos é oriunda do fato de pertencer à bancada evangélica. “Mas, para se eleger presidente da Câmara dos Deputados, isto não basta. Inclusive porque quem manda na eleição do Legislativo são os partidos políticos”, declarou.

Alem de Campos e Waldir, Rodrigo Maia (DEM), Fábio Ramalho (PTB), Fernando Lúcio Giacobo (PR), Capitão Augusto (PR) e Renata Abreu (Podemos) também vão disputar o cargo. Kim Kataguiri, militante do MBL e eleito deputado federal pelo DEM nestas eleições, também avisou que disputará o cargo.

Conheça os goianos que vão disputar a presidência da Câmara dos Deputados

De Goiás, João Campos e Delegado Waldir vão concorrer ao cargo de presidente da Câmara. Veja o perfil de cada um deles.

Delegado Waldir – PSL

Formado em Direito com pós-graduações em Direito Penal, Processo Penal e Gerenciamento de Segurança Pública, Waldir Soares nasceu em Jacarezinho, no Paraná, mudando-se para Goiás no ano de 2000.

Delegado de Polícia, foi eleito deputado federal pela primeira vez em 2011, cargo que ocupa até hoje por reeleição.

João Campos – PRB

Formado em Direito, João Campos também é pastor na igreja Assembleia de Deus. Foi escrivão e delegado da Polícia Civil de Goiás.

Foi eleito deputado federal para primeira vez em 2007, cargo que ocupa até hoje por reeleição.

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Goiás

Vereadora de Bom Jesus é encontrada morta, depois de sequestro

Suspeitos foram presos pela polícia e confessaram o crime.
03/12/2018, 10h20

A vereadora Roseli Aparecida de Oliveira Rocha, conhecida como Roseli da Academia (DEM), de 55 anos, foi sequestrada e morta no último domingo (2/12) durante um assalto na cidade de Bom Jesus de Goiás, a 218 quilômetros de Goiânia.

A Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) foi acionada pelo marido da vítima, que informou aos policiais, que no momento em que o filho do casal chegava em casa e abria o portão, dois homens armados entraram na residência e anunciaram o assalto.

Carro foi encontrado com o corpo da vereadora na BR-452 sobre o Rio Meia ponte que liga Bom Jesus a Itumbiara

A polícia informou ao Portal Dia Online que os suspeitos levaram a vereadora em um Honda Civic branco. Ainda conforme as informações, o veículo foi encontrado com o corpo da vereadora, na manhã desta segunda-feira (3/12) sobre o Rio Meia Ponte na BR 452 próximo a Itumbiara.

O delegado da Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) de Bom Jesus, Rogério Moreira afirmou ao Portal Dia Online que os dois suspeitos já foram presos e estão na delegacia da cidade.

O delegado conta que aguarda a perícia para identificar a causa da morte da vereadora. “Os dois confessaram o crime, e disseram que efetuaram disparos contra ela”, informa o delegado.

Segundo Rogério Moreira, os dois autores do crime, afirmaram que cometeram o roubo e mataram a vereadora, o que configura latrocínio – roubo seguido de morte.

Portal Dia Online entrou em contato com o diretório do DEM em Goiânia, mas foi informado que o mesmo busca mais informações, para poder se posicionar sobre o caso.

Roseli Aparecida de Oliveira Rocha foi eleita para o cargo em 2016, durante o primeiro turno das eleições. A eleição de Roseli, no entanto não foi pela quantidade de votas, mas pelo quoeficiente partidário.

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Goiás

Polícia identifica corpo do piloto goiano em avião que caiu no Mato Grosso do Sul

O avião era pilotado por Gustavo Henrique da Silva, de 23 anos, e caiu numa região de brejo de Naviraí (MS), na última quinta-feira (29/11).

Por Ton Paulo
03/12/2018, 11h13

A Polícia Civil do Mato Grosso do Sul (PC) identificou na tarde do último domingo (2/12) o corpo do piloto encontrado dentro de uma aeronave que caiu na região de Naviraí, a 366 km de Campo Grande, Mato Grosso do Sul.  O avião era pilotado por Gustavo Henrique da Silva, de 23 anos, e caiu no Parque Estadual das Várzeas do Ivinhema, na última quinta-feira (29/11), sendo encontrado por moradores no sábado (1/12).

De acordo com o delegado Thiago de Lucena, do 1º DP de Naviraí, Gustavo saiu de Goiânia pilotando o avião de pequeno porte com destino à Guaíra, no Paraná, quando caiu em uma região de difícil acesso do Parque Estadual das Várzeas do Ivinhema.

Segundo informações apuradas pelo Dia Online, Gustavo pilotava uma RV10 Experimental de Prefixo PP-ZDS, que pertence a Tiago Ferreira dos Santos, um empresário de Goiânia. O empresário contou a polícia que havia emprestado o avião a Gustavo para que ele buscasse dois motores de barco em Guaíra.

O local onde caiu o avião, de difícil acesso, é uma área de brejo, com muita água e por isso os peritos e policiais tiveram dificuldades para retirar o corpo do piloto, que ficou trancado no avião. O delegado contou que apenas Gustavo, que pilotava, tripulava a aeronave.

Ainda de acordo com o Dr. Thiago de Lucena, a polícia ainda não sabe qual a causa do acidente, mas está investigando. “Estamos nos baseando, até agora, em depoimentos. Trabalhamos com duas hipóteses: erro humano ou falha do avião. Só poderemos concluir depois do fim das investigações”, declara.

Ainda não há informações sobre se Gustavo possuía permissão para voar.

Dono do avião estaria ciente do desaparecimento do piloto goiano mas não comunicou a polícia

Em depoimento à polícia, na sexta-feira (30/11), antes mesmo de comunicar as autoridades sobre o desaparecimento, o empresário dono da aeronave sobrevoou o local que o GPS apontava onde estava a avião e conseguiu chegar até a região do acidente.

De acordo com a polícia a um jornal local, quando pousou no parque, o empresário chegou a ser abordado por uma equipe da Polícia Ambiental, mas mesmo assim não falou nada sobre a queda do avião. Ele contou aos militares que ficou com medo da abordagem, por isso não falou sobre o acidente. Segundo o delegado, não foi encontrado nada ilícito na aeronave e nem sinais de irregularidade.

O proprietário do avião será investigado.

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Goiás

Proibição de fogos de artifício em Goiânia é vetado pelo prefeito Iris Rezende

A dificuldade de fiscalização da lei foi um dos motivos do veto.
03/12/2018, 11h51

O prefeito Iris Rezende (MDB) vetou o projeto de lei apresentado pelo presidente da Câmara Municipal e vereador, Andrey Azeredo (MDB) e pelo vereador Zander Fabio (Patriotas), que institui a proibição de fogos de artifício em Goiânia. O projeto já tinha sido aprovado na Câmara Municipal em outubro, porém, com o veto do prefeito os fogos de artifício com ruídos ficam liberados.

O vereador Andrey Azeredo disse que irá trabalhar para derrubar o veto. O parlamentar entende que o projeto tem o intuito de proteger os animais já que eles sofrem com o barulho dos fogos nas festas de finais de ano, além de preservar a saúde de pessoas idosas e com autismo.

O prefeito de Goiânia acredita que a matéria é de responsabilidade da União, e não cabe aos vereadores interferirem no barulhos que os fogos de artifícios causam. Iris também destacou a dificuldade de fiscalização da lei.

De acordo com o Paço a responsabilidade de fiscalizar esses barulho e da Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA). O município pode regular a sonoridade dos fogos, mas não proibir.

Proibição dos fogos de artifício em Goiânia

As proibições, no entanto, entram em conflito com o Decreto-Lei Federal 4.238, de 1942, que permite o uso de artigos pirotécnicos. Os fogos são classificados em quatro categorias, de acordo com a quantidade de pólvora neles contida, sendo A a de menor quantidade e D a de maior. Todas as categorias podem ser adquiridas por maiores de 18 anos, e apenas os tipos C e D necessitam de licença prévia da autoridade competente para serem queimados.

Riscos

A questão envolvendo a proibição dos fogos vai além do incômodo com os ruídos. Há ainda uma preocupação médica e de segurança relacionada ao manuseio desses artefatos. Queimaduras, amputações e até cegueira são alguns dos riscos do uso indevido de fogos de artifício.

Imagens: O Popular 

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