Esportes

Neymar é 12º e Brasil fica sem jogadores entre os 10 primeiros da Bola de Ouro

Os outros três brasileiros entre os 30 finalistas foram: Roberto Firmino, do Liverpool 19.º; Marcelo, Real Madrid, 22.º; e o goleiro Alisson, também do Liverpool, que ficou na 25.ª colocação.
03/12/2018, 16h55

O anúncio do prêmio Bola de Ouro, realizado nesta segunda-feira, foi decepcionante para os brasileiros. O jogador do País mais bem colocado entre os 30 indicados pela revista France Football foi o atacante Neymar, do Paris Saint-Germain, que, no entanto, apareceu somente na 12.ª colocação.

O tradicional prêmio dado anualmente ao melhor jogador do mundo na votação da revista mostrou que o momento do futebol brasileiro não é mesmo dos melhores. Afinal, esta foi a primeira vez que o País não teve representantes entre os dez primeiros desde 2012, quando o próprio Neymar, ainda no Santos, apareceu em 13.º.

O atacante, aliás, é o símbolo do momento vivido pelo Brasil em 2018. Ele sofreu com lesões no primeiro semestre do ano e não jogou o que dele se esperava na Copa do Mundo da Rússia, em que a seleção de Tite não passou das quartas de final, caindo para a Bélgica.

Os outros três brasileiros lembrados entre os 30 finalistas do Bola de Ouro, aliás, também estavam com a seleção na Copa da Rússia. Depois de Neymar, quem apareceu com a melhor colocação foi o atacante Roberto Firmino, reserva do Brasil no Mundial, que se destacou na campanha do vice-campeonato da Liga dos Campeões pelo Liverpool e ficou com o 19.º lugar do prêmio.

Outro jogador do Liverpool lembrado pela premiação foi o goleiro Alisson, que começou 2018 na Roma e se transferiu no meio do ano. Titular da seleção na Copa do Mundo, ele ficou com a 25.ª colocação, três abaixo de Marcelo, do Real Madrid, que foi o 22.º após ajudar sua equipe na conquista de mais uma Liga dos Campeões, mas também decepcionar na Copa, em que sofreu com problemas físicos.

O Brasil conquistou o Bola de Ouro em cinco oportunidades. O prêmio, que antigamente era entregue apenas a jogadores europeus, ficou com Ronaldo em 1997 e 2002, com Rivaldo, em 1999, com Ronaldinho Gaúcho, em 2005, e com Kaká, em 2007. Além deles, Roberto Carlos e Neymar já ficaram entre os três finalistas.

Imagens: goal.com 

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Política

Cumprindo pena em liberdade, José Dirceu lança livro em Goiânia

Lançamento ocorrerá às 18h30, no Auditório Solon Amaral da Assembleia Legislativa de Goiás.
03/12/2018, 17h51

Na próxima quinta-feira (6/121), José Dirceu, ex-ministro do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, lança o livro “Zé Dirceu – Memórias Volume 1”, em Goiânia. O também ex-presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) cumpre pena em liberdade enquanto aguarda julgamento de recursos. Ele foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no âmbito da Operação Lava Jato.

O lançamento ocorrerá a partir das 18h30, no Auditório Solon Amaral da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego). A capital goiana será a 21ª cidade onde Dirceu realiza debates e sessões de autógrafos. No dia 4 de dezembro, o livro será lançado em Palmas, no Tocantins.

A obra, que já ficou entre as mais vendidas no Brasil, tem 554 páginas e será vendida na Alego por R$ 59,90; a versão Ebook custa R$ 9,90.

Descrição do livro de José Dirceu

A autobiografia, que foi concluída quando o político estava preso, conta histórias que vão desde a infância em Passa Quatro, em Minas Gerais, até se tornar ministro-chefe da Casa Civil no primeiro governo Lula. O segundo volume, que deve contar os episódios de Dirceu na cadeia, tem lançamento previsto para 2019.

Leia abaixo a descrição do livro na íntegra:

Muitos escreveram sobre José Dirceu, com mais erros do que acertos. Com tempo, na prisão, ele mesmo escreveu a fascinante história de sua vida. Os bastidores inéditos de sua militância estudantil nos anos 1960, o exílio e o treinamento para ser guerrilheiro em Cuba, a cirurgia plástica que mudou seu rosto, a vida clandestina no Brasil nos anos 1970, a volta à legalidade com a anistia, em 1979, e sua ascensão no Partido dos Trabalhadores, onde se tornou presidente e maior responsável pela eleição de Lula à presidência da República.

Pela primeira vez ele revela segredos dos bastidores da luta política dentro do PT e do próprio governo, onde foi chefe da Casa Civil e provável sucessor de Lula, até ser abatido pelas denúncias do chamado “Mensalão”. No primeiro volume de suas “Memórias” – outro virá, com novas revelações – ele expõe o que jamais foi dito sobre sua vida e sobre os principais líderes da política brasileira nos últimos 50 anos. Um livro imprescindível para se entender como foi a luta contra a ditadura miliar, a redemocratização, a derrubada do presidente Fernando Collor, a oposição aos governos de Fernando Henrique Cardoso, a eleição de Lula e Dilma e o atual momento político do país.

Condenações de José Dirceu

No última quarta-feira (28/11), o Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4) manteve a pena de José Dirceu em oito anos, dez meses e 28 dias de reclusão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em ação penal no âmbito da Operação Lava Jato.

O petista já está condenado em outra ação penal da Lava Jato a 30 anos, 9 meses e 10 dias de prisão. Ele chegou a ser preso, mas foi solto após decisão da segunda turma do Supremo Tribunal Federal (STF), tomada a partir de um habeas corpus protocolado pela defesa.

Via: O Popular 

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Saúde

Goiás mantém estabilidade de 3,6 mortes por Aids a cada 100 mil habitantes

Para a redução de casos e mortes, Ministério da Saúde ressalta a importância da ampliação do acesso ao teste e redução do tempo entre o diagnóstico e o início do tratamento.
03/12/2018, 19h00

Segundo dados do Ministério da Saúde, Goiás mantém, desde 2014, estabilidade no número de mortes por Aids; no estado, são registrados 3,6 óbitos a cada 100 mil habitantes. Também houve uma redução de 3,3% na taxa de detecção da doença, sendo 14,7 casos para cada 100 mil goianos. Além de Goiás, Piauí também manteve a mesma taxa de mortalidade entre 2014 e 2017.

Cinco estados brasileiros apresentaram aumento e os outros 21 reduziram os casos e mortalidade por Aids, de acordo com novo Boletim Epidemiológico de HIV/Aids, lançado no fim de novembro. Veja a relação abaixo:

Estados que apresentaram aumento 

  • Rondônia
  • Acre
  • Ceará
  • Rio Grande do Norte
  • Mato Grosso do Sul

Estados que apresentaram redução de casos 

  • Amazonas
  • Roraima
  • Pará
  • Amapá
  • Tocantins
  • Maranhão
  • Paraíba
  • Pernambuco
  • Alagoas
  • Sergipe
  • Bahia
  • Minas Gerais
  • Espirito Santo
  • Rio de Janeiro
  • São Paulo
  • Santa Catarina
  • Rio Grande do Sul
  • Mato Grosso
  • Distrito Federal

Aids no Brasil

No geral, o Brasil comemora os 30 anos de luta contra o HIV e Aids com queda no número de casos e mortes. Essa redução pode ser notada, de acordo com o Ministério da Saúde, graças a “garantia do tratamento para todos, lançada em 2013, além da ampliação do acesso à testagem e redução do tempo entre o diagnóstico e o início do tratamento.”

Em 2014, a taxa de mortalidade no país era de 5,7 por 100 mil habitantes, já em 2017, eram 4,8 óbitos pelo mesmo número de pessoas. Os novos dados revelam que, de 1980 a junho de 2018, foram identificados 926.742 casos de Aids no Brasil. São 40 mil novos casos por ano.

O Boletim mostra ainda que a taxa de detecção de HIV em bebês reduziu em 43% entre os anos de 2007 e 2017, caindo de 3,5 casos para 2 por cada 100 mil habitantes. Segundo o Ministério, “isso se deve ao aumento da testagem na Rege Cegonha, que contribuiu para a identificação de novos casos em gestantes.”

Cerca de 73% das novas infecções de HIV ocorrem entre os homens, sendo que em 70% dos casos eles têm de 15 a 39 anos.

Tratamento da contra a Aids

Até setembro de 2018, 585 mil pessoas com HIV/aids estavam em tratamento no país, que, segundo o MS, oferta um dos melhores remédios do mundo no combate à doença, o dolutegravir. O medicamento é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O Ministério da Saúde ressalta que o remédio “aumenta em 42% a chance de supressão viral (que é diminuição da carga viral do HIV no sangue) entre adultos quando comparado ao tratamento anterior, usando o efavirenz”. Hoje, 87% das pessoas com HIV já fazem uso da droga.

Imagens: MIG 

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Esportes

Modric desbanca hegemonia de Messi e Ronaldo e conquista prêmio Bola de Ouro

Meia também foi o melhor jogador da Copa do Mundo da Rússia, após levar a Croácia ao vice-campeonato.
03/12/2018, 19h36

O croata Luka Modric conquistou nesta segunda-feira o prêmio Bola de Ouro, da revista francesa France Football. O jogador do Real Madrid coroa um 2018 praticamente perfeito com mais um troféu, este dado pela tradicional publicação ao melhor jogador do mundo no ano.

Modric já havia sido eleito o melhor jogador do mundo na temporada 2017/2018 pela Fifa, além de ganhar o prêmio de melhor da Europa neste mesmo período, em votação realizada pela Uefa. O meia também foi o melhor jogador da Copa do Mundo da Rússia, após levar a Croácia ao vice-campeonato.

Os prêmios foram consequência de uma temporada brilhante de Modric. Ao lado de Cristiano Ronaldo, Gareth Bale, entre outros, ele liderou o Real Madrid a mais um título da Liga dos Campeões, batendo o Liverpool na decisão. Não bastasse a nova conquista continental, conduziu uma surpreendente Croácia na campanha histórica na Rússia, que só parou na derrota para a França na decisão.

Modric acabou com a hegemonia de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi

Graças a esta incrível temporada, Modric acabou com a hegemonia de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi, que há 10 anos dividiam o prêmio da France Football. De 2008 para cá, o português e o argentino haviam conquistado o troféu cinco vezes cada, com cinco vices de Messi e quatro de Ronaldo.

O português, aliás, somou seu quinto vice nesta segunda, afinal, ficou atrás apenas de Modric na eleição, após ser o destaque do Real Madrid em mais um título europeu, mas fazer uma Copa do Mundo abaixo do esperado, levando Portugal somente às oitavas de final do torneio.

Dois campeões mundiais, aliás, apareceram na terceira e na quarta colocações da votação. Em terceiro, ficou o atacante Antoine Griezmann, do Atlético de Madrid, um dos destaques da França na Copa ao lado de Kylian Mbappé, do Paris Saint-Germain, que ficou em quarto.

Só então apareceu Lionel Messi. Longe de suas melhores exibições pelo Barcelona neste ano e depois de decepcionar com a Argentina na Copa, o argentino ficou fora dos três primeiros colocados pela primeira vez desde 2006, quando, com apenas 19 anos, apareceu em 20.º.

Vice-campeão da Liga dos Campeões, com o Liverpool, Mohamed Salah foi o sexto colocado, seguido, respectivamente, do campeão mundial Raphael Varane, francês do Real Madrid, dos belgas Eden Hazard, do Chelsea, e Kevin De Bruyne, do Manchester City, e do inglês Harry Kane, do Tottenham, que fechou os 10 primeiros colocados.

O primeiro brasileiro a aparecer na lista foi Neymar, apenas em 12.º, após um ano em que sofreu com lesões e não jogou o que dele se esperava na campanha do Brasil que terminou nas quartas de final da Copa da Rússia. Roberto Firmino, do Liverpool, foi o 19.º, enquanto Marcelo, do Real Madrid, foi o 22.º, e Alisson, também do Liverpool, terminou em 25.º entre os 30 indicados.

Confira os 30 primeiros colocados do prêmio Bola de Ouro:

1º – Luka Modric (Real Madrid)

2º – Cristiano Ronaldo (Juventus)

3º – Antoine Griezmann (Atlético de Madrid)

4º – Kylian Mbappé (Paris Saint-Germain)

5º – Lionel Messi (Barcelona)

6º – Mohamed Salah (Liverpool)

7º – Raphael Varane (Real Madrid)

8º – Eden Hazard (Chelsea)

9º – Kevin De Bruyne (Manchester City)

10º – Harry Kane (Tottenham)

11º – N’Golo Kanté (Chelsea)

12º – Neymar (Paris Saint-Germain)

13º – Luis Suárez (Barcelona)

14º – Thibaut Courtois (Real Madrid)

15º – Paul Pogba (Manchester United)

16º – Sergio Agüero (Manchester City)

17º – Gareth Bale (Real Madrid) e Karim Benzema (Real Madrid)

19º – Roberto Firmino (Liverpool), Sergio Ramos (Real Madrid) e Ivan Rakitic (Barcelona).

22º – Marcelo (Real Madrid), Edinson Cavani (Paris Saint-Germain) e Sadio Mané (Liverpool).

25º – Alisson (Liverpool), Mario Mandzukic (Juventus) e Oblak (Atlético de Madrid).

28º – Diego Godín (Atlético de Madrid)

29º – Hugo Lloris (Tottenham) e Isco (Real Madrid)

Imagens: R7 

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Política

Redução de incentivos ficais será rediscutida na Assembleia Legislativa de Goiás

Declaração foi feita pouco antes de reunião com parlamentares, ocorrida nesta segunda-feira (3/12).
03/12/2018, 20h20

O governador eleito Ronaldo Caiado (DEM) informou, durante coletiva de imprensa, que o texto que propõe redução de incentivos fiscais será rediscutido na Assembleia Legislativa de Goiás. Uma primeira proposta do governo democrata, que gerou polêmica, já havia sido apresentada na Casa pelo deputado estadual Lívio Luciano (Podemos), no qual prevê a redução de alguns índices de benefícios concedidos por meio dos programas Produzir e Fomentar.

Caiado afirmou também que “Goiás não perderá competitividade com o projeto de convalidação dos incentivos fiscais proposto pelo novo governo” e que chegará a um acordo com representantes do setor produtivo. A declaração foi dada após reunião com a Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial), que contou com a presença de deputados estaduais e integrantes da equipe de transição.

“A restituição dos incentivos está convalidada. E nós vamos ter, também, dentro de uma análise criteriosa, que cada setor vai ter uma parcela, maior ou menor, de redução de acordo com aquilo que o Estado concedeu no decorrer desses anos. Goiás não vai deixar, de maneira alguma, de ser competitivo. Nem vai deixar de ser um dos estados que mais concedem incentivos do país. Essa é a realidade”, explicou o novo governador.

Para Caiado, no momento o estado precisa de uma recuperação fiscal, se referindo ao descumprimento das medidas firmadas junto ao governo federal em 2016, que permitiram uma renegociação da dívida de Goiás com a União.

“A situação fiscal de nosso Estado é calamitosa, extremamente preocupante. E neste momento a única saída que é apresentada ao Estado de Goiás é um novo regime de recuperação fiscal. Para isso nós temos que tomar algumas medidas e pretendo fazer reuniões no decorrer desta semana com o ministro da economia, Paulo Guedes, para buscar uma alternativa”, reafirmou.

Proposta visa reduzir incentivos fiscais às empresas em Goiás

A proposta econômica apresentada por Ronaldo Caiado está causando polêmica e reações por parte do empresariado goiano. Em reunião na manhã do dia 21/11, o democrata detalhou o projeto que estabelece redução de incentivos a 13 segmentos com impacto calculado em cerca de R$ 1 bilhão ao ano.

Os setores automotivo, sucroalcooleiro, lácteo e de processamento de aves vão ser os mais atingidos na proposta de corte de benefícios fiscais apresentada ontem pelo governador eleito, e a medida parece ter pego de supresa o setor industrial de Goiás.

O presidente da Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial), Otavio Lage, chegou a afirmar, a um jornal local, que a categoria está “atordoada com as propostas feitas pelo governador eleito Ronaldo Caiado sobre incentivos fiscais”.

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